“Incapacidade mental ou mau-caráter? Tanto faz, para destruir um País”, por Rui Daher

Bem analisou na Globo News, a jornalista Natuza Nery. Ele tem uma estratégia diária para manter o Poder, apropriando-se do caráter e da pobreza intelectual da elite brasileira.

Sergio Lima - Poder360

“Incapacidade mental ou mau-caráter? Tanto faz, para destruir um País”, por Rui Daher

Importantes juristas, advogados, professores de direito, intelectuais brasileiros, inclusive um deles ex-ministro, entraram com ação civil junto ao Supremo Tribunal Federal (STF) pedindo que Jair Bolsonaro seja submetido a exames capazes de avaliar suas condições mentais para exercer o cargo de presidente.

Foi sorteado para relator o ministro Gilmar Mendes. Sorte nossa e azar do Regente Insano Primeiro (RIP). Somente para incomodá-lo, pois, mesmo assim, nada se confirmará. Incapacidade mental seria confirmar a total imbecilidade de um povo que entregou o País a um doente mental.

Não, para o mal, RIP é muito capaz. Bem analisou na Globo News, a jornalista Natuza Nery. Ele tem uma estratégia diária para manter o Poder, apropriando-se do caráter e da pobreza intelectual da elite brasileira.

Sim, por que não me façam esquecer o apoio que teve em todos os setores, das folhas e telas cotidianas até os demais Poderes da República, e da população que os seguem em manada?

Ou seu histórico de quase 30 anos de inatividade política justificava voto nele, apenas antipetismo, já que Fernando Haddad estava no segundo turno com todas as capacidades mentais perfeitas?   

Tenho leitoras e leitores que já conhecem resposta e concordam com o destino deste texto já traçado. Poupo-os. Vou aos demais.

Intrigam-me e a eles pergunto. As constatações da CPI da Covid, usando de boa vontade delicada, o que é raro em mim, já não o mostram como um genocida inconsciente, centrado apenas em suas crenças e truques?

Corajoso, sim, ao ponto de ver, junto com Steve Bannon (EUA), um projeto de governo que se apoiasse em Donald Trump?

Fato é que, hoje em dia, a ele nos submetemos, através de instrumentos constitucionais que suas clã, acólitos e apoiadores sabem usar contra carneirinhos de esquerda e gananciosos procurando o caminho do meio.

Um despreparado de pior caráter. Nada além. Mas, juridicamente, como isso pode ser comprovado? Destruidor, mau-caráter, exposto até para as Forças Armadas, que me parece com medo do “mito”.

Ele não acaba de declarar a seu favor, entre risadas e mentiras, as declarações do executivo da Pfizer que o provaram ter mal gerido a pandemia? Não se trata de um incapaz mental, lunático, a presidir o Brasil, mas de alguém de péssimo caráter.

Não esperem qualquer instrumento do Estado de Direito, constitucional, pois, para afastá-lo. Será pior para nós. Das “Forças Ocultas”, como as no mesmo sentido, outrora alegadas por Getúlio Vargas e Jânio Quadros, pouco as conhecemos em suas metamorfoses.

Trabalhemos para uma coalização, a mais ampla, em apoio ao candidato com mais possibilidade de derrotar o fascismo, em 2022.

O bom louco e o bom jornalista.

Inté!

 

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1 comentário

  1. E estão errados também os que dizem que RIP não liga para a ciência.

    Ele está ligadíssimo para saber que medidas são as mais eficazes para a preservação da vida e proteção aos mais vulneráveis. Não nega a ciência, ao contrário acredita tanto nela que recusa as ações recomendadas por conspirarem contra seu objetivo de acabar com pobres, pretos, putas e petistas.

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