No Brasil, dois mais dois não são cinco, mas menos três, por Rui Daher

Quero explicações, argumentos, provas, negação do Golpe de Estado, quando Aécio perdeu. Venham! Tenho leituras e a história para enfrentá-los. Venham!

No Brasil, dois mais dois não são cinco, mas menos três, por Rui Daher

“Oh sim, eu estou tão cansado, mas não pra dizer que eu não acredito mais em você. Com minhas calças vermelhas, meu casaco de general, cheio de anéis. Vou descendo por todas as ruas, e vou tomar aquele velho navio. Eu não preciso de muito dinheiro, graças a Deus, e não me importa, ‘honey, minha honey baby’, baby, honey baby, (repete).

Oh sim, eu estou tão cansado, mas não pra dizer que eu tou indo embora. Talvez eu volte, um dia eu volto, mas eu quero esquecê-la, eu preciso, oh minha grande, oh minha pequena, minha grande obsessão”.

Escrevo, tão à flor da pele, como no vídeo continua Zeca Baleiro. “Às vezes, (…) barco sem rumo, às vezes me preservo, às vezes suicido”.

É oque sinto em relação ao Brasil.

Como termos chegado a isso? Venham me explicar. Nada mais entendo de alguém que ainda possa comparar passados e atualidade. Seja de quem for, de Getúlio a Fernando Henrique, passando por Collor, e chegando a Lula e Dilma, o impeachment, nunca o País viveu de forma tão equivocada, forma delicada de eu me expressar e, daqui em diante com a minha fúria, que não se expressaria melhor do que manda-los tomar no cu.

Quero explicações, argumentos, provas, negação do Golpe de Estado, quando Aécio perdeu. Venham! Tenho leituras e a história para enfrentá-los. Venham!

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Por que as intelectualidades mundiais e brasileiras o negam, e percebem o monstro, tão anunciado, mas eleito?

Quem os bostas? Bobões que voltam a Delúbio e Dilma, sem o menor discernimento de quem é um ou outro, para justificarem o que temos hoje, por seus votos, imbecis que nada leem, nunca estudaram – sabem quem é Olavo de Carvalho? – mas as digitais deram-lhes poder de exprimir pensamentos salobros.

Mas a nossa expressão é forte, punk, e não babaca. Sorry, não periferia, como gostava de expressar Ibrahim Sued (1924-1975), o maior cronista social do Brasil. Estudem-no e conhecerão o Brasil fugaz.

Aí somos nós! Venha Cazuza, como Ibrahim! Pra sempre. Se eles são loucos impuros, nós seremos a redenção. Pela cultura!

Nossa pobreza e falta de olhar para quem é pobre fez-nos a principal vítima da pandemia. Era questão de tempo, claro. Perceberam? Nem sabemos aonde chagar. Quais as direções e providências? Fora os imbecis bolsonaristas, que gorjeiam escudados em suas burrices e ignorâncias, quem mais? Ninguém.

Eu, Tim Maia, Chico, Caetano, Gil, tantos outros, os sabemos uns bostas, que diante do crime cometido, se escondem em suas casinhas, protegidos em suas famílias, por mulheres inteligentes.

São quem nos sobrou, opinando o desastre atual e levando-o ao PT.

É o que me sobrou diante da vida. VIVA CHCO SCIENCE E VANDRÉ!

Minha mulher que, aproveitando a Covid-19, me prende há mais de 90 dias, sentindo-se feliz ou apaziguada, vem-me pedir um STOP. Faço. Ô editora, veja aí! Os santos mineiros, me disseram para não parar. Prometem-me, em alguns dias, a volta às águas sulfurosas de Poços e às maravilhas gastronômicas do “Olívia”, indicação de seu irmão.

Caldenses beijos.

2 comentários

  1. Êta Rui, agora você pegou pesado e eu morrendo de saudades da minha Poços de Caldas. Logo estaremos de volta, sentando no banco da praça e apreciando o movimento, como minha saudosa mãe falava, não fazendo mais nada, só isso. O aditivo especial é fazer um passeio no Jardim da Fonte Luminosa logo de manhã e sentir o perfume das plantas.

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