Pode parecer, mas apenas quero Glauber de volta, por Rui Daher

Marco Aurélio!!! Há 1800 anos, como hoje. Um apanágio: verbalizar como se fazia há quase dois milênios. Prova de que Darwin sempre esteve certo.   

Pode parecer, mas apenas quero Glauber de volta

por Rui Daher

Não sei. E se o vier a saber, talvez, nunca conte a vocês. Nem mesmo estúpidas crônicas deverei estar escrevendo mais. Como uma inédita, que me vem à cabeça, “O dia em que o escritor Ivan Lessa encontrou a Rainha Elizabeth II, nos estúdios da BBC, em Londres”. Se alguém roubar-me desse dia registrado em meu caderninho de notas, outra aula de Ivan para cronistas menores, 1,5525, como eu.

Curiosos? Somente quatro? Ótimo. Esperava menos. Mas não será hoje que relatarei o causo. Só adianto que mesmo a mão pesada de Ivan não arranharia a Alteza e sua boa educação.

Estamos numa Federação de Corporações, “o Bananão”, como Lessa, de Londres, nos alcunhava. As folhas e telas cotidianas, que o escritor e jornalista me permitiu usar, dizem que muitos brasileiros (creio que norte-americanos também) pensam em autodestruição, reelegendo lá Donald “Orange Skin” Trump, e aqui RIP, clã, Queiroz.

Pouco se importam com o mal que fazem do mundo. Eu tenho poucos dias à frente, e continuo lutando contra burrice, “rachadinha”, e saber quem mandou matar Marielle e Anderson.

Este GGN foi censurado, depois de praticar jornalismo investigativo que identificou favorecimento privado de dinheiro público. Simples assim. Não preciso me alongar. Muito aqui já se escreveu sobre isso. Sou velho e menor de idade para acrescentar algo útil e que já não tenha sido exposto.

Afora CartaCapital, que junto com o GGN, me orgulham de neles escrever, nenhum outro órgão (nem o ânus) da imprensa noticiou a censura. O que me faz regressar a um termo que nunca me encantou, o PIG, Partido da Imprensa Golpista.

Não que RIP não o merecesse, mas sou um democrata, e deixemos a escória nos foder, como na marchinha de Carnaval, “Escória”, composta por Zeca Baleiro, a melhor reação cultural contra os 30% da burrice ou dos favores seculares da elite econômica, depois do que minha geração fez contra a ditadura militar, entre 1964-1985.

O que aconteceu com o GGN, Luís Nassif, equipe, me leva a um novo personagem confuso, até inesperado, na falida esperança que deveríamos ter no Judiciário.

Não nos bastasse RIP, temos agora, ICJ. Complicou? Tento explicar. Imperador Confuso do Judiciário, Marco Aurélio (161-180). Bom Imperador em algumas situações, um merda em outras. Pesquisem.

Marco Aurélio!!! Há 1800 anos, como hoje. Um apanágio: verbalizar como se fazia há quase dois milênios. Prova de que Darwin sempre esteve certo.

Que merda foi essa com o GGN, Marcão? Se ainda pedisse para que Luís desabilitasse o BRD (Blog do Rui Daher) me esvaneceria, mas não, de sua engomada toga cagas a quem de nada serve. Suas travessuras vão mais alto. E por isso de pedestal mais alto cairão.

O GGN, através do jornalista Luís Nassif, está denunciando alto grau de corrupção que prejudica a miséria brasileira.

Para? Se esconde? Recorre a que barras judiciais? Compromete a saúde em cartas marcadas da sem-vergonhice nacional?

Imperador Confuso do Judiciário, ICJ, explique-nos ou indique-nos a quem recorrer. Getúlio, Lula, os lusitanos? Quem sabe a Emicida?

Inté!

 

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora