Volto e quando o faço é para estraçalhar, por Rui Daher

E as mortes? Fodam-se, como declarado ser destino de todos. Acredito. Ninguém sabia, cercados de imbecis que estamos.

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Volto e quando o faço é para estraçalhar, por Rui Daher

Nesta semana, pago por patrocinador oculto, mergulharei de um barco e nadarei até a orla de Praia Grande, litoral paulista, onde me receberão, aos vivas, 70% dos brasileiros. Ou não? O veraz (?) Datafolha telefônico fala em 37% de adeptos do Regente Insano Primeiro (RIP) e assim poderá me desmentir.

Biruta de aeroporto. Primeiro, agressivo em óbvio editorial sobre o crime sanitário e logo anulado por pesquisa Conceição, “ninguém sabe, ninguém viu”. 37% de aprovação a RIP e Pazzo-ele. E as mortes? Fodam-se, como declarado ser destino de todos. Acredito. Ninguém sabia, cercados de imbecis que estamos.

Depois de mergulhar do barco, cedido pelo nosso pagamento de impostos, nadando comigo, em direção à parte pobre e sofrida que precisa de areia e mar de Praia Grande (só Caymmi e família pode, gente?), encontro-me com o populacho. Acho, não acho. Li o que escreveu Trotsky, contradizendo Stalin.

A revolução é permanente e assim continua.

Cruel paródia brasileira. Milhares de estudiosos de nossa história, pouco sangrenta, lamentável pois, e perto da covardia, que se traduz em esperança nunca alcançada pelas classes subalternas.

Assim continuaremos.

Noto, saltando comigo, e já me ultrapassando no mar, diferente do potente RIP, a poços-caldense e minha editora, no GGN, Lourdes. Os jurássicos companheiros, Juncal, Raí, Sebastião Nunes, Wilson Ferreira, Desi, Sérgio Troncoso, todos mais, que espetaram natureza galhofeira,

“Tarra eu” … Desmaiei. Inté! Insisto em Estreno. Me seduziu.

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