As figurinhas repetidas nos esquemas de pirâmide

Sugerido por drigor

De A Gazeta

Chefões de pirâmides como a Telexfree atuam há muito tempo
 
As pirâmides apresentam muitas “figurinhas repetidas” na liderança, que apostam na promessa do dinheiro fácil para atrair novos membros
 
Na internet, todos os dias, surgem empreendimentos ditos “fantásticos”, mas que em pouco tempo quebram, causando prejuízo aos investidores. Suspeitas de aplicar o famoso, e nada novo, golpe da pirâmide, essas empresas têm algo mais em comum do que o simples fato de comercializar sonhos de prosperidade financeira. Os líderes desses “negócios” são uma espécie de figurinhas repetidas ao longo dos anos, sendo evidenciadas no período de ascensão da atividade e indo embora na decadência para um novo sistema empresarial que eles julgam ser ainda mais “inovador”.

Esses chefões das empresas que se dizem de marketing multinível(MNM) acabam sempre mantendo algum tipo de relação. E assim como os donos das empresas acusadas de irregularidades, essas perigosas ligações são investigadas.

Estima-se que existam no Brasil 220 pirâmides movimentando desde 2013 quase R$ 6 bilhões. A maioria é compartilhada por meios eletrônicos e já alcançou 2 milhões de pessoas. 
No país, o caso mais polêmico em análise é o da capixaba Ympactus Comercial, a Telexfree. Logo depois que a empresa de VoIP foi impedida de permanecer em atividade pela Justiça do Acre, parte dos líderes do negócio passou a recrutar moradores do país para redes do exterior, com contrato firmado direto com a Telexfree nos Estados Unidos.

Para continuar no negócio, os divulgadores, como são chamados os afiliados da companhia, usaram endereços falsos e reinvestiram na corporação. Com o fechamento da empresa nos EUA, há um mês, essas pessoas podem nunca receber o dinheiro que aplicaram.

Alguns ex-Telexfree, donos de miniescritórios de MMN, divulgam em suas páginas na internet oportunidades de seus “patrocinados” recuperarem o capital perdido, chamando-os para outros negócios, também investigados.

Dias depois de a Telexfree pedir falência nos EUA e de ter as portas fechadas pelo FBI e pela Securities Exchange Commission (SEC), chefões ligados à companhia passaram a representar negócios que vão de palmito a aplicativos móveis.Inocêncio Pereira Reis, o Pelé, conhecido por exibir uma Ferrari, junto com Flávio Arraz e Dilhermano Gonçalves, todos moradores da Grande Vitória, despediram-se em abril da Telexfree e são hoje da Interbbom.

Pelé foi ligado à Disk a Vontade, uma empresa de VoIP e MMN que surgiu em 2005 e era gerenciada por Carlos Nataniel Wanzeler e Carlos Roberto Costa, atuais sócios da Telexfree. 

Costa e Rhalff Coutinho (ex-lider da Telexfree) participaram no início da década de outro negócio de MMN, chamado de Amigos da Prontotel.

 
O resumo das atividades das pirâmides
 
http://issuu.com/portalgazeta/docs/convert-jpg-to-pdf.net_2014-05-25_1/1?e=12083920/7994188
 

BBOM

Após ficar quatro meses com as atividades congeladas pela Justiça, uma liminar tem garantido a BBom a permanência no mercado. 

Na época do bloqueio, a companhia foi acusada de ser pirâmide, de vender mais rastreadores do que tinha em estoque e de desviar dinheiro da empresa para contas em paraíso fiscal. Reformulada e agora com o nome de Interbbom, o grupo vende microfranquias de rastreamento, produtos de café, cosméticos e aplicativos. Os negócios não têm registro na Associação Brasileira de Franchising. A BBom é suspeita de continuar a pagar bonificações para quem recruta novos associados. A liminar garante à companhia o direito de apenas atuar com vendas diretas. 

Além do BBom, uma leva da Telexfree, como o ex-líder da empresa Fernando Augusto, migrou para a Luvre, que atua com MMN, vendendo investimentos no plantio de árvores e palmitos. Há oito anos a empresa foi acusada, no Brasil, pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), de emitir títulos coletivos sem licença. Ela foi proibida de continuar com a prática.

Nos Estados Unidos, há duas semanas, a SEC fechou a empresa de aplicativos Wings. Entre os acusados por realizar uma pirâmide financeira está Sérgio Tanaka, anunciado como presidente do conselho da BBom. Na denúncia à Corte Federal em Massachusetts, também é citada uma empresa chamada Louvre. Há suspeita de que o negócio esteja correlacionado à Luvre brasileira.

Diagrama: Os piramideiros e as pirâmides

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14 Comentários

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Maria Luiza 1959

- 2015-06-26 19:49:44

Mary Kay - Pirâmide ou não Pirâmide, eis a questão...

Na Mary Kay há duas vias de ganho: 1- através da venda direta (lucros entre 25% - 40%) e em campanhas promocionais há a possibilidades de ganhos maiores. 2- Através da formação de equipes de venda e neste ponto os ganhos são "ilimitados". Fui consultora , mas não me sinto a vontade pois algumas práticas da empresa e só descobri depois que já havia me proposto a ser consultora, são eles:

1-Você até pode ganhar uma renda considerável somente com vendas, mas o valor a investir deve ser alto (pelo menos para mim, Ex: para ganhar 4.000/ mês se deve comprar e vender cerca de R$ 10000/ mês).

2-Antes de começar, fui informada que muitas pessoas começam conciliando com outro trabalho, que com a Mk você ganha flexibilidade e que empresa tem uma filosofia: 1º Deus, 2º Família, 3º Trabalho, porém nos treinamentos pós-filiação somos instruídas a respirar Mary Kay (escutei esta expressão de uma diretora) e que muitas vezes temos que inverter a ordem destas prioridades, na prática vi que para ter os lucros que eu esperava (cerca de R$2500,00) somente com as vendas realmente teria que “respirar” Mary Kay, ter meu dia inteiro com metas de contato, vendas, agendamento de sessão e etc, até aí tudo bem, todo projeto precisa de metas, a questão é que para lucros significativos não teria tempo para outras coisas que a empresa diz serem importantes e que também são importantes para mim, muitas consultoras viram Mary Chata, por isso... Bom, talvez para pessoas que só se dediquem á MK, seja mais fácil conciliar.

3- Quando entrei achei: as consultoras são estimuladas a terem pronta-entrega para melhor atender aos clientes. Depois na prática: os ganhos das superiores são calculados com base no que a consultora compra não necessariamente do esta consultora vende. Concordo que realmente é um diferencial de mercado, quando se tem o produto pronta- entrega, principalmente se comparado a Natura e Avon que vendem por catálogo, mas vi em reuniões diretoras estimularem as pessoas a pegarem empréstimos com familiares, bancos e etc para  poder comprar o máximo de estoque possível, com um discurso de que estes empréstimos poderiam ser pagos, sem danos com as vendas do períodos. Não me sinto confortável com esta prática, acredito que é um discurso irresponsável e egoísta, pois o que podemos observar as pessoas no Brasil não tem muita disciplina financeira, então vi pessoas se “enrolando” para conseguir pagar as despesas do que deveria lhe trazer lucros, as vendas não são garantidas 100%, é pregado que a venda depende EXCLUSIVAMENTE do empenho pessoal, nossa economia tem oscilações (como qualquer outra) e o produto MK não é algo de 1º necessidade, então é previsível que em um momento de crise as pessoas deixem de consumir ou optem por similares mais baratos.  Até existem treinamentos para administração de finanças na MK, mas com muito menos destaque do que treinamentos para vendas, estoque de promoções do mês, realização de metas para conseguir destaque que consultora Estrela, para ser subir nos níveis de carreira MK e etc, e no que pude observar este ponto é deixado de lado, pois a diretoria foca principalmente em alcançar as metas da unidade, e não de cada consultora (pelo menos percebi isto em minha unidade).

4- Alguns produtos são realmente relativamente bons se comparados a similares nacionais, mas outros tem sim valor acima da média e com qualidade igual. As consultoras  costumam “aumentar” a qualidade dos produtos para conseguir vendas, um batom por exemplo, há uma enorme variedade no mercado com cores idênticas/ similares, mas o preço da MK é muito mais alto... o que pode dificultar as vendas, nos treinamentos e reuniões há uma indução que a venda dos produtos é fácil, mas não é tanto assim...

5- Minha meta inicial era focar somente nas vendas e não montar uma equipe de vendas, porque  por ética pessoal, não me sentiria bem em envolver outras pessoas sabendo que há uma grande possibilidade da mesma se enrolar em dívidas,  sei que cada um sabe de si, mas novamente por ética pessoal não me sentiria bem se algo nesse de errado acontecesse nesse sentido, porém para realmente lucrar e não precisar abdicar de coisas da vida como família, lazer, tempo livre e etc... você precisa fazer os dois. Se alguém não for tão bem em vendas, mas tiver sucesso somente iniciando mais pessoas para a equipe e aumentando a produção da unidade (compra de estoque), ela vai ganhar dinheiro sem ter a necessidade de tantas vendas pessoais.

6- As pessoas que desistem são vistas como preguiçosas, sem metas algumas pessoas não entendem e não respeitam que para outros  o famoso carro rosa, jóias, viagens e até dinheiro não tem a mesma importância que outros aspectos da vida. Na prática o que vi é muita gente exacerbando a ascensão social de carreira dentro da empresa. Algumas consultoras/ diretoras costumam dizer que MK é uma empresa PERFEITA e não aceitam qualquer tipo de crítica a forma de venda da empresa, o que acaba aproximando a MK mais de uma doutrinação do que uma fonte de renda comum. A MK como qualquer empresa do mundo capitalista visa LUCRO, seu  time de vendas também visa LUCRO. Se o objetivo é algo tão pragmático, porque as reuniões, seminários e etc sempre tem um viés emocional de superação? Entendo táticas de motivação de vendas e que certas histórias de superação estimulam as pessoas a superar certos obstáculos pessoais, mas acho que certos detalhes práticos do negócio são deixados meio em “off”...

Bom, cheguei a ser consultora Estrela de vendas no trimestre que trabalhei na MK. A MK é uma empresa de MMN legalizada que funciona dentro das leis do país, o que deve ser analisado é se a prática de venda também é compatível com a ética pessoal de cada um, no meu caso não foi e pretendo me manter longe de qualquer fonte de renda que estimule recrutamento de pessoas. 

drigor

- 2014-06-02 19:30:43

ONDE ESTÁ A RECUPERAÇÃO JUDICIAL - TELEXFREE?!!

A decisão do juiz de falências de Worcester estamos falando de FALÊNCIA foi mais um golpe forte contra a empresa TelexFree e não uma vitória para a empresa e divulgadores como tem sido divulgado por várias fontes.

A decisão do Juiz, permite SIM que o GOVERNO tome efetivamente o controle da empresa e impede qualquer ação na empresa dos atuais gestores da TelexFree porque o Juiz não acredita na sua competência e capacidade para gerir a empresa. - pensemos portanto no caso do FBI estar de posse da Base de dados (uma vez que eles apreenderam todos os cumputadores da empresa - e lá vão conseguir identificar todos os brasileiros que se cadastraram para receber e nos cadastros suas id  (identificações pessoais) eram placas de carros ou documentos inventados)

O próprio advodado da empresa não conseguiu contestar a decisão do Juiz

O próprio Juiz indicou que quem quiser recuperar o seu dinheiro vai ter que apresentar queixa contra a empresa.

Não vai haver nenhum processo automático ou pacifico de devolução do dinheiro aos divulgadores.

fonte : http://www.conjur.com.br/2014-mai-31/autoridades-federais-eua-fecham-cerco-telexfre-pais

Esquema da pirâmide

Autoridades federais dos EUA fecham o cerco contra Telexfree no país

 

31 de maio de 2014, 11:47h

Por João Ozorio de Melo

A decisão de um juiz de falências de Massachusetts, nesta sexta-feira (30/5), permitirá ao governo americano assumir o controle da Telexfree, empresa acusada nos EUA de armar um esquema de pirâmide financeira para explorar pequenos investidores, de acordo com o Wicked Local Marlborough.

O juiz Melvin Hoffman emitiu uma ordem autorizando o representante do Departamento de Justiça dos EUA no caso a apontar um administrador judicial, que irá assumir o controle da empresa, de acordo com uma forma de falência chamada “Chapter 11” — a que cria condições para a recuperação da empresa.

A Justiça aceita esse mecanismo porque, em geral, ele permite aos credores receber mais dinheiro a longo prazo, se eles permitem à empresa se reorganizar e lhes apresentar um plano de pagamento. Em uma falência normal pelo “Chapter 11”, não é necessário nomear um administrador judicial e os negócios permanecem sob o controle dos donos — agora sem a pressão das dívidas de curto prazo.

A nomeação de um administrador judicial é necessária nos casos em que a falência deriva de “má gestão da empresa, fraude ou incompetência”. Por causa da operação do esquema de pirâmide financeira, junto com os serviços de telefonia VOIP (voz sobre IP) prestados pela empresa, o juiz decidiu nomear um administrador judicial. E os donos da empresa perdem o controle de seus negócios.

A par do processo de falência, os donos da Telexfree, o americano James Merrill, 53, e o brasileiro Carlos Wanzeler, 45, foram processados criminalmente em 9 de maio. Eles foram acusados de conspirar para cometer fraude eletrônica, em um “esquema que ceifou centenas de milhões de dólares de pessoas que trabalham duro pelo mundo”, de acordo com o jornal The Boston Globe.

James Merrill foi preso imediatamente e as autoridades emitiram um mandado de prisão contra Carlos Wanzeler. As autoridades federais acreditam que Wanzeler fugiu para o Brasil, em abril, e não têm esperança de que seja extraditado para os EUA. Mas, agora, ele é considerado um fugitivo, segundo o jornal.

A mulher de Wanzeler, Katia Wanzeler, também foi presa no início do mês, no Aeroporto Internacional JFK, em Nova York, quando tentava embarcar para o Brasil. Ela foi detida como “testemunha material” apenas e não foi acusada, até agora, de qualquer crime. Foi solta nesta sexta-feira, mas seus passaportes foram retidos pela Justiça, para que ele não deixe o país.

Em uma audiência na terça-feira (27/5), o advogado de Falência da Telexfree disse ao juiz que a empresa deve ter cerca de 700 mil credores, Segundo o The Boston Globe, a maioria das vítimas do esquema foram imigrantes brasileiros e dominicanos, atraídos por próprios membros de sua comunidade, diante da possibilidade de ganhar dinheiro fácil.

A Comissão de Valores Mobiliários (SEC — Securities and Exchange Commission) dos EUA também entrou no caso. Alguns dias depois que o pedido de falência foi protocolado, a SEC apresentou uma queixa em um tribunal federal, alegando que a Telexfree levantou mais de US$ 300 milhões nos últimos dois anos, através de um esquema de recrutamento ilegal de investidores em diversos países.

Na semana passada, a SEC protocolou uma emenda a sua queixa, fornecendo mais detalhes sobre como os fundos eram distribuídos entre a alta administração da empresa. Segundo a comissão, entre oito pessoas nomeadas, Carlos Wanzeler foi o que teria recebido mais dinheiro do suposto esquema: cerca de US$ 13,7 milhões, entre novembro de 2012 e fevereiro deste ano. Parte do dinheiro foi recebida por membros da família, como sua mulher e seu irmão.

Merrill teria embolsado cerca de US$ 3,2 milhões entre setembro de 2012 e dezembro do ano passado. O CFO (chief financial officer) teria recebido mais de US$ 2 milhões, o divulgador Santiago De La Rosa cerca de US$ 2,2 milhões e o divulgador Sanderley Rodrigues de Vasconcelos US$ 317 mil.

A SEC alega que eles usaram o dinheiro para financiar estilos de vida luxuosos. Wanzeler, por exemplo, teria comprado uma “frota de automóveis luxuosos” e dezenas de propriedades em Massachusetts e na Flórida nos últimos dois anos. E teria pago US$ 273.878, em dinheiro, por um iate de 40 pés (12,2 metros).

Segundo as autoridades federais, a Telexfree se instalou como uma companhia de serviços telefônicos pela Internet. Mas suas receitas com esse serviço podem ser consideradas insignificantes — menos de 1% da receita total da empresa. O grande volume de dinheiro, que pode se aproximar de US$ 1 bilhão, teria vindo do esquema da pirâmide.

A empresa teria recrutado milhares de promotores para colocar anúncios de seus produtos online e atrair mais promotores. Eles teriam de contribuir com uma importância que variava de US$ 300 a cerca de US$ 1,4 mil, pela qual seriam compensados semanalmente. E, efetivamente, os divulgadores ganhavam dinheiro, não vindo dos negócios, mas das contribuições de novas pessoas atraídas para o esquema.

Em 13 de abril, depois que o esquema estourou nos EUA, a Telexfree, com sede em Marlborough, no estado de Massachusetts, entrou com um pedido de falência no estado de Nevada. Há cerca de um mês, um juiz de Nevada transferiu o processo para Massachusetts. Para os promotores federais, isso foi uma tentativa dos administradores da Telexfree de retardar a ação civil do governo contra a empresa.

O Departamento de Justiça criou uma conta de e-mail especialmente para as vítimas do esquema apresentarem suas reclamações: [email protected]. A Secretaria do Estado de Massachusetts também protocolou uma queixa contra a Telexfree e criou um formulário de queixas em seu website: http://www.sec.state.ma.us.

O FBI (Federal Bureau of Investigation) e o Departamento de Segurança Nacional dos EUA também entraram no caso. O FBI criou uma página em seu website, com um questionário para as pessoas que se sentiram lesadas pela Telexfree se manifestarem: http://www.fbi.gov/stats-services/victim_assistance/seeking-victim-information/telexfree-inc.-case.

Bruno Oliveira

- 2014-05-26 11:42:05

Não creio que a Mary Kay seja
Não creio que a Mary Kay seja pirâmide. Ela trabalha igual a Natura e Avon. Sei q tem alguma semelhança com a Herbalife em termos de pregar prosperidade, cargos Diamante, essas baboseiras todas que são comuns e o motor de todas as pirâmides. Além disso, diferente da telexfree por exemplo, ela possui diversos produtos. Por falar nisso, alguém já viu ou usou um telefone da Telexfree??!! Segundo minha esposa que é bem exigente, apesar de serem caros os produtos da Mary Kay são muito bons. Principalmanta se comparados com as empresas de cosméticos top por aqui, como Natura, Avon e Boticário. Não tenho qualquer relação com a Mary Kay, só pra deixar claro.

drigor

- 2014-05-26 11:02:42

Valeu Nassif

Luiz Nassif  

 

Valeu pelo post

Esse foi meu primeiro como frente de capa.

As suas informações tem me ajudado a manter meus amigos longe destes esquemas que são muitos.

 

Espero ter ajudado

 

Alan Souza

- 2014-05-26 02:44:29

Em Belém do Pará

Eu lembro da chegada da Amway em Belém do Pará, minha terra natal. Foi lá pelos idos de 1994-1995. Uma febre louca. Praticamente todo mundo da cidade foi convidado pra uma reunião da Amway, muitos mais de uma vez. Quando ninguém mais aguentava ouvir falar de Amway os convites começaram a vir disfarçados como "reunião de negócios", "oportunidade de trabalho" e coisas assim, e quando você chegava lá era Amway. Os amway's justificavam essas mentiras dizendo que era "para criar expectativas" nas pessoas. A verdade é que se dissessem que era da Amway ninguém iria.

Eu mesmo fui convidado pra umas 5 ou 6 reuniões dessas, e perdi muito tempo com essas coisas.

Mas o que a reportagem me lembrou mesmo é que quem levou esse esquema Amway pra Belém foram os mesmos caras que introduziram as pirâmides "puras" (aquela que arrecadavam dinheiro e tinham "piloto", "co-piloto"...) na cidade.

prsnunes

- 2014-05-26 02:04:38

Ficou faltando a multiclick.

Ficou faltando a multiclick.

Licienne

- 2014-05-26 01:31:28

A Mary Kay também.  

A Mary Kay também.

 

Licienne

- 2014-05-26 01:30:29

Tenho quase certeza.

Tenho quase certeza.

Álvaro Noites

- 2014-05-26 00:04:43

Agora tem um tal de Give It.
Agora tem um tal de Give It.

Sonia Castro

- 2014-05-25 23:37:30

Erro

Olá, Nassif. Essa reportagem é do jornal A Gazeta, não Gazeta do Povo.

manrel

- 2014-05-25 23:07:08

Por falar em figurinhas

Por falar em figurinhas carimbadas, acho que o LUCIANO HUK deverá ser convidado para Vice do Aécio

emerson57

- 2014-05-25 21:57:17

herba

Herballife não é pirâmide.

para o seu público é...RELIGIÃO.

W K

- 2014-05-25 20:44:29

E também tem uma tal

de Amway, que sempre aparece onde tem recessão. 

Ruy P F Neto

- 2014-05-25 20:22:10

Existe a suspeita

Existe a suspeita até que a Herballife seja pirâmide. É que o lucro dela vem mais da adesão de associados do que da atividade operacional. Aguardemos.

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