20 anos, vítima da máquina de assassinar reputações de Veja

Do CromossomoX

Maria Clara Bubna – Sobre o Silêncio ou Manifesto pela Voz

Maria Clara Bubna

Maria Clara Bubna, 20 anos, é estudante do 1° período de Direito na UERJ e integra o Coletivo de Mulheres da sua Universidade.

Ela era – até ele pedir exoneração – aluna do Professor Bernardo Santoro,autor de uma postagem de conteúdo debochado e pra lá de machista feita, publicamente, em seu facebook, e repudiado, recentemente, e com toda a razão, pelo Coletivos de Mulheres da UFRJ, outra Universidade na qual Bernardo leciona.

Depois disso, Bubna passou a ser perseguida pelo professor – embora ele insista em afirmar o contrário, mesmo estando ele hierarquicamente, acima da aluna, em sua relação dento da Universidade –  que atribui, equivocadamente, a autoria do repúdio à Bubna e seu Coletivo, embora o Repúdio tenha sido redigido por outro Coletivo Feminista, de outra Universidade (???).

Continua no Cromossomo X

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Leia também:  Brasil deve ou não permanecer no Conselho de Direitos Humanos da ONU?

195 comentários

    • Com sua licença:

      Eu mudaria esta equação.

      Rodrigo Constantino – Reinaldo Azevedo – Augusto Nunes – veja = Lixo.

      Eles não são iguais, eles se diminuem cada vez mais e se reduzem a lixo.

  1. politica sobre gastos com a copa

    Ola

    So uma pergunta

    Em 1950 os governantes tambem abriram mao dos impostos 

  2. Estilo

    Não conhecia os detalhes desta história, mas me parece que é a influência do famigerado e cafajeste estilo “neocom”! Passou a ser chique agredir, mentir , manipular, tudo em nome da “liberdade de expressão”. Quero conhecer os detalhes, mas se parece muito com situações e linguagens tristemente insufladas por barões da mídia que conhecemos bem, infelizmente. É claro que estou falando da Fox News, do tea party, etc.

  3. Parabéns menina, não se deixe

    Parabéns menina, não se deixe abater. Levante a cabeça e vá a luta que não estará sózinha. Faça como muitos procure a OAB e entre com uma ação contra a Veja por difamação, e peça uma indenização milionária por danos morais, esta linguagem eles conhecem.

    • Inacreditável!

      Não leu e não gostou – e ainda comentou!

      Mas, possivelmente, se tivesse lido, endossaria o “brilhantíssimo argumento” de outros comentaristas: – “É, o professor disse um monte de asneiras, mas no final falou que era só brincadeira…” Ou seja, a apologia da pusilanimidade!

       

  4. Diabo

    fazendo um pouco de advogado do diabo, mesmo sendo engenheiro, vejamos o contraditorio. As afirmações deste professor sobre o caso.

    Em primeiro lugar vou explicar como a história toda surgiu. Alguns alunos da graduação e da pós-graduação da UERJ, meus amigos, reclamaram que estavam sendo perseguidos pelo movimento feminista na UERJ pelo seu perfil conservador. Achando que essa reclamação era um exagero, fiz uma brincadeira com esses amigos dizendo que eles deviam agradecer pelo fato do feminismo ter existido, pois isso teria libertado o homem do sistema patriarcal também e criado um sistema que lhes favorecia muito. Essa clara brincadeira com amigos conservadores, fora do âmbito da UERJ e da UFRJ, foi deturpada de maneira sórdida pelo “Coletivo de Mulheres da UFRJ”, e seria vista como uma brincadeira se não fosse por esse parágrafo, escrito pelo Coletivo: “Bernardo é conhecido por citações pejorativas em sala de aula contra diversos movimentos sociais que buscam uma sociedade mais igualitária e recentemente tem intensificado seus ataques públicos contra as mulheres e o movimento feminista, em especial o das mulheres da faculdade de Direito da UERJ”.

    Nunca, em momento nenhum, citei pejorativamente movimentos sociais ou ataquei mulheres e o movimento feminista, especialmente dentro da faculdade de Direito da UERJ ou da UFRJ. Pelo contrário, sou conhecido por minha defesa do contraditório e abertura democrática a todos os alunos. Pode perguntar a qualquer aluno marxista meu e ele atestará que a aula é marcada pela pluralidade e respeito ao pensamento diferente. Essa mentira foi feita, de acordo com pessoas que já se propuseram a testemunhar publicamente, pela aluna Maria Clara Bubna e jogada para o Coletivo da UFRJ, que a divulgou sem prévio esclarecimento.

    Abro parênteses para falar dessa aluna. Desde o primeiro momento a aluna antipatizou comigo sem nenhum motivo que não fosse ideológico, e mesmo com toda a minha paciência, ela se recusava a ir às aulas. Contando com a aula de ontem, em todo o período foi apenas a terceira aula assistida por ela. Ela injuriava o professor constantemente seja ao vivo (com testemunhas), seja pela internet (com prints).

    O auge das calúnias foi a alegação, pela internet, de que o meu contrato seria ilegal por conta de decisão judicial (que, diga-se, não abarca o contrato do professor), e sugerindo que houve favorecimento pessoal nessa contratação, o que põe em xeque a idoneidade de toda a Direção da Faculdade de Direito da UERJ, em especial o Vice-Diretor João Eduardo Pereira e o Coordenador da Graduação, Gustavo Siqueira, que foram membros da banca que aprovou o professor em concurso.

    Destaco também que o grupo de esquerda vinculado a essa aluna acusou de discriminação contra mulheres o prof. Marcello Ciotola (com print – UERJ e UNESA) e o prof. Paulo Emílio de Macedo (sem print, pois foi apagado antes – UERJ e UFRJ), sem falar em nomes, pois eles são professores efetivos, e eu, um reles professor substituto.

    No mesmo dia, extremamente aborrecido pelas calúnias levantadas contra ele e contra a Direção da Faculdade de Direito, declarei em sala que quem quisesse poderia não assistir as aulas e que eu aprovaria os alunos com nota mínima. Três alunas aceitaram, Maria Bubna e outras duas, em e-mail enviado a mim. Respondi, já de cabeça fria, que não poderia, por razões acadêmicas, aprová-las sem avaliação, motivo pelo qual daria um trabalho para as três alunas fazerem, e enviei o texto que é um resumo da matéria toda para esse trabalho, o que foi aceito. Inclusive, avisei que elas poderiam frequentar A AULA A QUALQUER MOMENTO E FAZER AS PROVAS AO INVÉS DO TRABALHO. Uma das alunas mudou de ideia e vai fazer as provas, o que foi motivo de muita alegria para mim. Esse mesmo rito de avaliação foi o utilizado para a aluna Malu Brito, que por problemas de deficiência auditiva, tinha dificuldades de acompanhar a aula. Eu, inclusive, me dispus a dar aulas particulares para ela fora do período de aula, mesmo sem ser pago para tal.

    Quando fiquei sabendo que a aluna foi a responsável pela difamação feita pelo Coletivo de Mulheres da UFRJ, decidi processá-la criminalmente, por ser meu direito de cidadão contra o verdadeiro bullying feito pela aluna durante todo o tempo. Isto posto, procurei sim a aluna para discutir a possibilidade de desligamento da mesma da matéria, e nunca obtive retorno, mas nunca exigi, em momento nenhum, sua saída, e a aluna, inclusive, compareceu pela terceira vez no semestre na aula de segunda passada. Esse sentimento perpassa pelo mesmo motivo pelo qual juízes são suspeitos de julgar inimigos no processo civil (art. 135,I do CPC). E é isso que a aluna tem se mostrado perante mim: ser minha inimiga, mesmo sem nenhum motivo aparente, pois sempre fui condescendente com os atos levianos da aluna. Portanto, com essa ação, estava PROTEGENDO a aluna, e não o contrário, por entender que não há mais condições de se manter um relacionamento profissional ou acadêmico com a mesma.

    Lembro, nesse ínterim, que a aluna ignorou por completo todas as repercussões que suas ações infundadas poderiam trazer para mim, que possuo uma esposa que não pode trabalhar porque precisa cuidar do noso filho, que é uma criança especial (autismo).

    Vale ressaltar ainda que a totalidade de alunos meus na UFRJ foram em minha defesa emmanifestação online e que estão averiguando a possibilidade de fazer um grande abaixo-assinado em minha defesa, mesmo já estando de férias.

    Nesse tempo também recebi ligações de números privados que nada falavam, um evento acadêmico em que eu participaria criticando a reforma agrária foi cancelado por falta de segurança e continuam as ameaças a todo evento que participo, inclusive uma ameaça de invasão à minha defesa de dissertação de mestrado, nesta sexta, que terá segurança reforçada.

    Por fim, destaco que tudo o que foi escrito aqui está amplamente documentado, com prints ou testemunhos, e será entregue à Direção das faculdades em questão ainda nessa semana para que as providências cabíveis sejam realizadas.

    Na UFRJ o Centro Acadêmico de lá retirou as acusações após entrevistar mais de 30 alunas minhas e todas afirmarem que sou um ótimo professor e de caráter ilibado.

    Meu único erro nessa história toda foi ter sido condescendente com ela o tempo todo. Quando ela me caluniou dizendo que meu contrato era ilegal e insinuaram que eu era não-concursado, eu deveria ter levado o caso para a direção imediatamente. Quando eu descobri que ela era a responsável pelo post difamatório do coletivo de mulheres da UFRJ, ao invés de amigavelmente tentar terminar o nosso vínculo, deveria ter entrado com um processo administrativo contra ela. Ao invés disso, ela usou a minha boa-vontade e minha compaixão contra mim.

    Na UERJ, o Centro Acadêmico entrou com um pedido de sindicância e afastamento preventivo, que foi aceito. Eu fiz uma defesa que era interrompida o tempo inteiro pelo Diretor, e os chefes de departamento deixaram claramente sua antipatia por mim, por questõres políticas, e por isso pedi exoneração, mas mudei de ideia. Agora vou lutar e vou até o fim. Antes do evento, se ouvia pelo corredor coisas do tipo “é uma ótima oportunidade para mostrarmos que essa faculdade tem sim uma posição ideológica”.

    • Parei de ler quando falou

      Parei de ler quando falou “pergunte a qualquer aluno marxista meu”. Ali vc já mostrou preconceito.

      Eu nunca li Marx não faço a menor ideia quais são suas teorias. Devem ser identicas a minhas pois dizem que possuo pensamento parecido. Agora tem um Francês ai, um economista, que publicou um livro de 800 páginas, pelo que foi divulgado devo ser seguidor dele também, pois, suas conclusões são parecidas com as minhas.

      Pois é, as pessoas não possuem pensamento próprio elas só são cópias cabornos, este é seu pensamento.

      • Não seja

        Não seja parecido com Marx, seja voce, termine de ler e de sua opinião sobre o caso, com apenas um paragrafo não se conhece toda a questão.

        Li todo o comentario desta professor sobre o feminismo, foram coisas bem idiotas de se dizer, mais no final do texto ele diz que é uma bricadeira, que não deveria ser levado a serio e que esse não é o que realmente acha sobre o feminismo.

        depois disso diga-me o que acha desta pessoa. 

        • Sim, o Danilo Gentilli,

          Sim, o Danilo Gentilli, quando comparou os negros aos macacos, também disse isso, era só uma brincadeirinha, o humorzinho politicamente correto.

        • Eu li até o final e lá

          Eu li até o final. O que começou com “aluno marxista” terminou com

          “…Diretor, e os chefes de departamento deixaram claramente sua antipatia por mim, por questõres políticas…”

          Patético.

    • Professor Bernardo, antes de

      Professor Bernardo, antes de tudo, manifesto a minha solidariedade enquanto pai de autista que somos.Sabemos quão dura é a nossa luta diária, seja de qualquer condição social do lar em que se apresente esse acometimento. Essa condição há que ser considerada. Suas palavras nos dizem que o senhor pediu “exoneração” “chefes de departamento deixaram claramente sua antipatia” contra o senhor. Mas o senhor não os nomeia.Também não esclarece  como se revela essa “antipatia política”.Como professor de direito o senhor sabe que não se faz defesa com evasivas.Obscuro, muito obscuro, o modo como declara, também evasivamente, que no dia de sua defesa “Antes do evento, se ouvia pelo corredor coisas do tipo … seguir são suas as aspas:”

    • ” “Bernardo é conhecido por

      ” “Bernardo é conhecido por citações pejorativas em sala de aula contra diversos movimentos sociais que buscam uma sociedade mais igualitária e recentemente tem intensificado seus ataques públicos contra as mulheres e o movimento feminista, em especial o das mulheres da faculdade de Direito da UERJ”.”

      Faz sentido. Esse perfil é um verdadeiro pré-requisito para ser amigo do Constantino. 

      Garanto que o Bolsonaro também deve ser da turma do professor.

    • Seria interessante que o blog

      Seria interessante que o blog colocasse os dois lados da questão, esse comentário do Fábio parece que é nesse sentido.

      A história da aluna ficou obscura no ponto aonde ela diz que o Professor quis imputar a ela perseguição pelo que ele escreveu no facebook. Ela não explica direito o que houve. Parece que foi “do nada”.  E a história do professor ficou obscura no ponto que ele diz que ela foi a responsável por difamações a ele pelo que ele escreveu. Como ele ficou sabendo ? Tem provas ?

      Enfim, é uma questão complicada, mas realmente o blog deveria olhar os dois lados, como sempre não fez a Veja e o tal Constantino. Mas deles não se deve esperar mesmo nada.

      Mas, de qualquer forma, independente de qualquer coisa o Professor errou como tal e deve ser punido por isso, de alguma forma.  A questão de liberar alunos da aula já é estranha.  Era o elo de maior responsabilidade no caso. Um Professor de univerdade pública não deveria ter esse tipo de comportamento em público.

      Nesses tempos de internet Professores devem ter muito cuidado com comentários de internet e com intimidades excessivas com alunos. Professor tem que dar aula e não ficar fazendo discurso ideológico. Nesse sentido, no mínimo por ter misturado as coisas, ele merece alguma punição, ainda que porventura esteja correto em tudo que afirma.

      • Haja conservadorismo e gosto por repressao

        “Professor tem que dar aula e não ficar fazendo discurso ideológico. Nesse sentido, no mínimo por ter misturado as coisas, ele merece alguma punição” 

        Professor nao pode PERSEGUIR ALUNOS por motivos ideológicos, Mas defender as posiçoes em que acredita, no âmbito da matéria dele, nao só pode como deve; tomando cuidado apenas, na medida do possível, para nao deturpar as posiçoes a que é contra (na medida do possível, porque é impossível evitar algum viés). E querer que um professor seja punido por posiçoes que defenda é o fim da picada, só mesmo na cabeça de pessoas autoritárias e conservadoras. (Meu comentário nao é sobre esse caso específico, e sim sobre a frase acima do comentário do Daniel). 

  5. Cara Maria Clara,
    Já passei

    Cara Maria Clara,

    Já passei por situação semelhante a sua na academia ha muito tempo na relação orientador orientanda num mestrado, onde a subordinação é total pela hierarquia academica.

    Foi muito arduo ir percebendo solitariamente o cotidiano processo de agressão pessoal que sofria por uma necessidade doentia de agressão a mulher  a qual nunca pude provar, mas era cada vez mais evidente.

    Uma vez diante de tanta agressão fui até a delegacia da Mulher e me disseram: Ele te agrediu fisicamente? Eu disse não. Então não adianta. Hoje, a noção de assédio moral ou bulling é evidente, mas na época não o era.

    Porém fui a unica que não o obedeci cegamente em seu autoritarismo. Paguei caro, dado o sistema feudal vigente na academia, mas não me arrependo.Abri horizontes.

    Consegui afastar-me deste orientador no doutorado. Passei a ser perseguida anos a fio. Não tinha emprego em lugar nenhum. Alguns orientandos, homens, seus agregados ou próximos dele, tomavam posse na academia. E, no lugar de um deles em uma importante cadeira de universidade privada vim a saber que agrediam alunas.

    Elas me contaram.

    Eu então mudei esse lugar.Meninas não mais sofriam agressões e podiam desenvolver-se academicamente.

    Abri asas em outros lugares e em outros lugares as asas cresceram.

    Um dia este professor se arrependeu no que lhe era possível . Em algum lugar daquela alma isso aconteceu. Nunca dito, mas por alguns atos evidente.

    Sim, a universidade é ainda um lugar onde acontecem essas coisas.E dada a hierarquia ainda vigente propicia vicejar tais absurdos.

    Mas é de nossa cabeça erguida que a liberdade ergue suas asas.

    Sim, levante sua voz porque vozes se levantarao com voce e assim mudara o mundo.

    Grande abraço!

    Laurita Salles

     

     

     

  6. Força, menina.

    Fique tranquila, esta turma é basicamente covarde, agora vão dizer que estão sendo perseguidos, coitados.

    Força garota, estes que te atacam são o pior do ser humano, mas covardes e medrosos. Cães que ladrão com o rabo entre as pernas. São do pig bandido e criminoso.

    Força garota! Meu apoio.

  7. Todo o Poder aa voz de Maria Clara Bubna

    Belissima coragem e integridade dessa jovem e consciente estudante!!! Um banho de maturidade, que certamente carece ao “dito professor”!  Ao final, a verdade prevalecera sobre o odio, tenho a conviccao. Nesses tempos paradoxalmente tao tristes e esperancosos, os ventos negros do fascismo trespassam varias sociedades mundo afora, tremulando suas bandeiras de preconceito, grosserias, mentiras, difamacao, despauterios!!! Seus adeptos sao pura violencia virulenta!!!!  Resistir eh preciso. Combater eh preciso. O debate democratico exige conhecimento e sabedoria, sem lugar para ditadores!!!. Parabens, Maria Clara, Toda Forca aa sua Voz!!!!   

  8. Um professor quando quiser

    Um professor quando quiser saber de aluna(o), deve ater-se ao nome que consta no diário de classe. Qualquer coisa fora é despropósito, nesse caso perseguiç~~ao. E já que esse gosta tanto de zueira, as instituiç~~oes públicas em que esse trabalha deveriam investigar rigirosamente  se n~~ao faz isso com a funç~~ao pública

  9. Se fosse uma estória sobre o

    Se fosse uma estória sobre o intolerável que se banaliza, uma história de ficção das mais terríveis, dessas que Kafka escreveria com mais sombras, e com a mesma objetividade, isso estaria num texto e em nossa mente, nossa imaginação. Mas acontece que aquilo que Kafka escreveu é semelhante ao narrado acima e aconteceu com Maria Clara Bubna, que merece todo nosso apoio, contra crápulas como esse professor, o cara da Veja e seus asseclas do fascistbook. E contra os que atacam o feminismo e os direitos de minorias oprimidas. Lembrando que obviamente as mulheres não são minorias, embora sejam tratadas com se fossem menores que os homens. Abram os olhos, machistas e reacionários de todos os naipes, abram suas mentes, mudem suas práticas, libertem-se, virem gente.

  10. Ser professor não é pra

    Ser professor não é pra qualquer um.

    Para as relações deteriorarem a esse ponto muita coisa errada aconteceu.

    Agora, é INADMISSÍVEL  levar um caso que deveria ser resolvido estritamente nas relações dentro da sala de aula para a mídia. No máximo, estourando, mas estourando mesmo (o que já seria um absurdo em se tratando de adultos), um caso desses não deveria passar  da coordenação de curso ou departamental.

    Não quero com isso isentar a mídia – o comportamento de abutre dela é conhecido.

  11. O ideal é deixar tudo sempre

    O ideal é deixar tudo sempre as claras, esse tipo de pessoa adora

    as sombras.Parabéns menina, mantenha-se firme e não aceite   a

    perseguição em nenhum nível.

     

     

     

     

  12. Estória mal contada

    Parece-me que a versão da Maria Clara Bubna não abrange totalmente os fatos; apenas dá ênfase à parte conveniente da questão. O post do Prof Bernardo Santoro é uma argumentação realmente machista e de gosto discutível. Mas, no final ele declara que o texto é “zueira” e fica claro que ele provocou com argumentação típica de um anti-feminista e intenção de desqualificar comentários e críticas exacerbadas (a seu ver) de um grupo de feministas.  Até aí, a discussão é apenas ideológica. E, francamente,  considero uma polêmica boba. A questão de processo judicial é outra questão que nada tem a ver com o post em sí; é sobre uma acusação que ele considerou caluniosa ou injuriosa. Quanto às grosserias que a Maria Clara recebeu de anônimos só posso lamentar e ser solidário. 

  13. To contigo Bubna

    To contigo Bubna, obrigado por tornar este mundo um pouco melhor para minha filha que ainda é criança mas que vai sentir um pouquinho menos o machismo deste mundo.

    Obrigado.

  14. É… pelo visto as reinações

    É… pelo visto as reinações do Judiciário são aprendidas nas Universidades e, logo no primeiro período. Fez bem em ter publicado, Maria Clara, agora a gente compartilha e ele é que vai se ver na situação em que colocou vc.  Continue na Universidade e vá postando tudo o que acontecer.

    • Visitei os links …

      e o fato é que a história está bem mal contada.  O post machista do professor, no facebook, foi irônico e, ainda que de mal gosto e machista, não justificava transpor a questão para o lado acadêmico e profissional. A própria Maria Clara dá a entender que a questão central do conflito foi o post machista ao dizer “se mostrando incapaz de perceber quão problemático é escarnecer, de maneira pública, de um movimento de luta como o feminismo.” Ou seja, ela praticamente assume que “é problemático” o professor posicionar-se contra o feminismo e que isso motivou o coletivo a perseguir o professor publicamente e que recusou a proposta de reconciliação do professor.

      A defesa do professor não é incoerente, como também não é impossível que alunos persigam professores por motivos ideológicos e o fato do professor estar “hierarquicamente acima” dos alunos, não impede, à priori, alunos de perseguirem professores – não seria a primeira vez e até ameaças de morte professores de IES já receberam. Também é fato que há muitas testemunhas e muitos documentos (e-mails, posts, etc.) e se a aluna está tão convencida de sua razão, deve acionar a justiça contra o professor, algo que parece que o professor fez ou fará contra a aluna. Quanto à repercussão no blog do RC, uma verdadeira latrina dentro do esgoto veja, dessa vez ele se restringiu a publicar o texto de defesa do professor – uma repercussão desproporcional de um problema que deveria ter sido resolvido dentro da instituição. Claro que deveria publicar também a defesa da aluna, mas aí é esperar demais dessa gentalha. A regulamentação do direito de resposta é para ontem.

       

  15. E, pra não perder a viagem.

    20 anos, primeiro período de direito…

    A guria vai estudar pra ser uma boa advogada? Não, ela vai pro “coletivo de mulheres”… isso está ficando ridículo!

    No meu primeiro período na faculdade estávamos preocupados em passar em cálculo! Participar de “coletivos” era algo pro fim do curso e olhe lá.

    • Sim, ela vai pro Coletivo para ser uma boa advogada

      Ora, que comentário bizarro.

      O que é ser um bom advogado? É ser apto à atuar na defesa de interesses, sejam eles coletivos ou individuais.  Participar de um movimento plural, tal qual o coletivo de mulheres citado, é uma excelente bagagem para a menina. Aliás, se eu tivesse um escritório, com certeza tal experiência contaria positivamente.

      Perceba que os melhores advogados do país, no geral, estiveram engajados nas mais diversas causas. Quem estuda direito por vocação é alguém que pretende defender a Justiça, e é ótimo que pessoas contestadoras estejam nas universidades.

      Boa sorte para a menina! Digo à ela que este é o caminho dos grandes juristas! A busca da Justiça deve ser uma bandeira carregada por todos da área jurídica!

      Agora, quanto à preocupar-se só com o próprio umbigo, ou seja, se vai tirar boas notas na faculdade…na boa, isso aí é limitar o ambiente acadêmico, seja no direito, seja na engenharia ou exatas em geral.

       

  16. Mentira

    Estive no blog deste costantino, pode ate dizer umas besteiras habituais de direita, apresenta tambem a defesa do professor. Mais uma coisa que não vi foi o nome da aluna no texto do bloqueiro e na defesa do professor.

    Então pergunto como ela pode ser difamada se o seu nome não é citado?, apenas imaginar que é ela é um pouco forçado.

    Gostaria de saber se a aluna denunciou essas pessoas que postaram as mensagens ameaçadoras, pois algumas incitavam a crimes, e podem ser encaminhados a policia, que com a ajuda do Face podem ser facilmente identificas.

    Não achei a reportagem do globo, sera que podem indicar onde esta?

    • É, se for estuprada, a culpa

      É, se for estuprada, a culpa é dela mesma.

      Pelo nível de seu comentário, realmente, você deve passar diariamente no blog do Bostantino.

    • É, Rebolla, você tem razão,

      É, Rebolla, você tem razão, essas feministas estão precisando mesmo de um estupro corretivo.

      Foi voc~e quem teve a iniciativa de mandar a mensagem?

  17. Provocações mútuas

    Percebi que para a coisa chegar a esse ponto, ocorreram muitas provocações e gestos desrespeitosos movidos por motivos CLARAMENTE ideológicos e preconceituosos de AMBAS as partes. Não dou razão para nenhuma! 

  18. O tal professor é diretor

    O tal professor é diretor desses institutos liberais, antros de disseminação de ideias racistas, direto do século XIX.

    Vide o instituto Mises(muito apreciado por esses que se chamam “liberais”)verdadeiro centro de disseminação do preconceito.

    Professores do Instituto Mises já causaram polêmica ao dizer que os negros são geneticamente menos inteligentes que os brancos(por isso recebem salários menores, essa é a “economia” ensinada pelo instituto), dizer que homosexuais, democratas e ambioentalistas devem ser “fisicamente removidos da sociedade”, já espalharam folhetins com conteúdo racista na campanha presidencial do senador Ron Paul, etc.

    Hans-Hermann Hoppe, professor desse instituto, é conhecido por realizar seminários com a participação de membros da KKK e de grupos neonazistas.

    Enfim, esperar o que de pessoas ligadas a esse tipo de gente?

  19. Machismo/Racismo/Homofobia
    Edição Brasil  

    Esportes

    ENTREVISTA: Márcio Chagas | ÁRBITRO

    “O Brasil é um país racista”

    O árbitro Márcio Chagas fala sobre o preconceito de dentro e fora dos campos no Brasil

    ‘A outra Copa do Brasil’, por JUAN ARIAS Rio de Janeiro 21 JUN 2014 – 20:08 BRT

    Arquivado em:

    RacismoDelitos ódioDiscriminaçãoPreconceitosFutebolBrasilProblemas sociaisAmérica do SulAmérica LatinaDelitosAméricaEsportesSociedadeJustiça

    O árbitro Márcio Chagas, durante a entrevista. / Marília Cabral

    Em 05 de março, na cidade de Bento Gonçalves, logo ao entrar em campo para apitar a partida entre Esportivo e Veranópolis do Campeonato Gaúcho do estado do Rio Grande do Sul, o árbitro Márcio Chagas (Porto Alegre, 1976) escutou um grupo de 20 torcedores gritar para ele “negro”, “macaco”, “volta para a selva, a África”, “escória”, “lixo…”. “Foi uma partida sem o menor problema”, recorda Chagas em conversa com este periódico; “não houve pênaltis, nem expulsões. Absolutamente nada. O Esportivo ganhou por 3 x 2”. Quando ia para o vestiário o mesmo grupo começou a insultá-lo de novo: “Macaco, filho da puta”. A árbitro parou e se aproximou do alambrado. “No grupelho havia um garoto de 7 ou 8 anos. Perguntei-lhes: ‘Fazem isto na frente de seus filhos? ‘ Me responderam: ‘Lixo, volta para a África’. Tentei acalmá-los, lhes desejei boa semana. Depois de tomar banho, no estacionamento (que era de acesso exclusivo para empregados), vi que as portas do meu carro estavam amassadas. Duas bananas estavam em cima do veículo. Tentei sair com o carro, mas não conseguia. Descobri que existiam outras duas bananas no cano de escapamento”. Chagas pediu então para um bandeirinha que tirasse algumas fotos, porque “sabia que a veracidade dos fatos seria questionada”. Avisou também alguns radialistas. “Os jogadores estavam saindo do estádio, começamos a conversar. Um deles (negro também) em chamou de lado e me disse: ‘Márcio, aqui isto é normal. Às vezes preferimos jogar como visitantes, para que a torcida não nos incomode’. Eu estava abatido, mas pensei: ‘Hoje vou mudar algo, isto não fica assim'”.

    Aquele incidente não foi o primeiro da sua vida, mas “foi a gota d´água definitiva”

    Sua primeira decisão, ainda no carro, foi abandonar a arbitragem. Chagas foi para uma delegacia, mas estava fechada por conta do carnaval. Depois tentou fazer a denúncia online, mas o sistema não funcionava. “Lembrava constantemente da polícia que viu tudo no estádio e em nenhum momento lhes chamou a atenção ou quis prender os torcedores”. Aquele incidente não foi o primeiro da sua vida, mas “foi a gota d´água definitiva. Já havia me acontecido outras vezes, fora e dentro do futebol, mas não daquela forma tão covarde. Na minha carreira fui obrigado a expulsar um treinador e um jogador por me chamarem de macaco. Mas aqui não podia me defender. Foram ao estacionamento enquanto eu trabalhava! Estava com vontade de quebrar alguma coisa… Quando vi que não podia fazer a denúncia, decidi recorrer à imprensa. Mandei um texto relatando o quão lamentável é acontecer algo assim no ano de 2014. Fui dormir às cinco da manhã, pensando no meu filho de um ano. Meu pai advertiu eu e meus irmãos de que passaríamos por coisas deste tipo e que deveríamos ter a inteligência para reagir da maneira correta”.

    mais informações

    O pior dos racismos é o da cor da alma, por JUAN ARIASAtos racistas atravancam o ambiente futebolístico no BrasilOs negros levantam a voz

    A notícia correu rapidamente pelo Brasil. Chagas pensava que receberia o apoio da federação, “mas não foi assim. A Confederação Brasileira de Futebol se solidarizou, mas somente com palavras: não fizeram nada. O presidente do clube declarou que eu havia inventado tudo. Depois de ter passado por tudo, agora passava por mentiroso!”. O Tribunal Superior do Estado do Rio Grande do Sul, após um recurso do promotor, acabou punindo a equipe local com o rebaixamento, 30.000 reais e cinco partidas com portões fechados. Durante a audiência, o advogado do clube Esportivo sustentou que os danos ao automóvel mereciam uma reparação, mas que chamar alguém de “macaco” não era uma agressão. Chagas manteve seu compromisso de apitar as três últimas rodadas do campeonato, foi eleito pela quarta vez o melhor árbitro do Campeonato Gaúcho e abandonou para sempre o apito. “Encerrei 15 anos de carreira. Foi uma questão de honra”. Duas semanas depois recebeu um convite da rede de televisão RBS para comentar partidas de futebol, atividade que divide com seu trabalho de professor de educação física.

    Como explicar a persistência do racismo em um país de herança africana que além disso encontrou em jogadores de cor alguns de seus maiores heróis futebolísticos, como Amarildo ou o “Rei” Pelé? “Desgraçadamente, o Brasil não conhece as raízes de sua construção”, explica Chagas. “Não querem aceitar a participação negra na cultura do Brasil, e sim a de outros estrangeiros (italianos, alemães, holandeses, etc.). A discriminação racial é algo recorrente no Brasil. É um país muito racista… Não existe a democracia racial que se quer vender”. “E o futebol”, prossegue Chagas, “é reflexo da sociedade. Muita gente guarda seus preconceitos e racismo no dia a dia, mas quando vão ao estádio externam tudo o que não conseguem falar por medo de serem identificados. São gatinhos no dia a dia e leões nas arquibancadas”.

    O advogado do clube Esportivo sustentou que os danos ao automóvel mereciam uma reparação, mas que chamar alguém de “macaco” não era uma agressão

    Pouco depois da sua aposentadoria antecipada Chagas foi convidado para ir a Brasília pela presidenta, Dilma Rousseff, na companhia de Tinga e Aoruca, dois jogadores que sofreram experiências similares em um intervalo muito curto de tempo. Nesta reunião foi criada a linha gratuita de telefone (138, Disque Igualdade Racial) recentemente habilitada pelo Governo para denunciar estes atos. Os diversos casos sucedidos poucos meses antes da “Copa das Copas” produziram um debate sobre as medidas mais adequadas. A postura mais pedida advogava pela punição dos culpados e do clube proprietário dos estádios. Outra, mais defendida pelo técnico da seleção brasileira Luiz Felipe Scolari, optava por “ignorar ou não fazer publicidade destes idiotas”. Chagas tem muito clara sua posição: “Respeito a opinião de Felipão, mas nunca vai entender a necessidade de levar a público porque não é negro. Nunca será insultado e ofendido desta forma. Hoje é tão poderoso quanto a presidenta Dilma. Não sabe o que é sofrer o repúdio, o desprezo ao entrar em um restaurante… Como se um negro fosse lixo”.

    “Olhe ao seu redor”, conclui Chagas: “Que pessoas têm poder hoje? A pobreza tem cor… Minha mãe ainda não sabe, mas eu aos 16 anos não podia entrar na casa da minha primeira namorada. Como se fosse um bandido. Temos que ser valentes e confrontar a realidade para que não aconteça o mesmo com meu filho”.

      

     

  20. Vamos com calma gente…

    Tenho pensamentos socialistas e por aí me chamam de comunista.

    Mas, acima de tudo, gosto de justiça.

    Dei uma pesquisada nesta história, nesta contenda, neste debate e sei lá… Precisamos arrazoar.

    Penso que o único problema deste professor, foi defender ideais liberais e atacar o socialismo numa sala de alunos de Direito.

    À partir daí… já encontrou inimigos. Alguns ocultos, que se manifestaram depois.

    Ao ver a situação deste professor e seu relacionamento com esta jovem e como licenciado em História, fico pensando no que poderia acontecer comigo, quando eu estiver lá, criticando os ideiais liberais e defendendo os socialistas.

    Penso que fizeram tempestade em copa d’água e que o fato deste imbróglio ter ido parar no sítio da Veja, pelas teclas de Rodrigo Constantino, isto complicou mais ainda.

    Li, que todos os demais alunos defenderam este professor, dizendo que ele dá espaço para o contraditório e penso que isto é determinante.

     

    Mas… posso estar errado.

     

     

    • Parece que o problema foi,

      Parece que o problema foi, justamente, isso ter ido parar na Veja. O cara é meu amigo, tem uma revista aí eu vou lá e esculacho o desafeto. Na verdade, isso é o nosso jornalismo. O professor deveria ter sido o primeiro a reclamar com o amigo dele, né?

  21. Minha solidariedade a Maria Clara Bubna

    Quero manifestar minha solidariedade a Maria Clara Bubna. Fico feliz por sua existência num mundo, como ela bem afirmou, de “relações de opressão estão cada vez mais escancaradas e violentas”.  

  22. Maria Clara

    Por que quem ofenda e starta  a confusão gosta de se defender dizendo que foi “zueira” ? a vida tem consquência e por que ele é um Profº universitário deve sabe que algumas coisas não se diz, nem de “zueira”

  23. A CF/88 garante a todos

    A CF/88 garante a todos liberdade de consciência e de expressão. Portanto, o professor tem direito de ser machista e a moça o direito de ser feminista. Contudo, perseguir aluno(a) não me parece algo muito aconselhável  ou correto do ponto de vista pedagógico. Esta é a única coisa relevante a ser questionada e discutida, inclusive pelo Poder Judiciårio. 

    • “o professor tem direito de

      “o professor tem direito de ser machista e a moça o direito de ser feminista”:

      Entao voltamos pro assunto de post de 2 meses atraz, Fabio, e que ainda vai continuar a ser problema no mundo inteiro por um tempao:  ele eh o caso classico de “quem fala o que quer” e nao tem direito de reclamar a respeito de ouvir o que nao quer.

      E se eh que a escola tem padrao de comportamento minimo pra professor, ela tem todo direito de o tirar do corpo docente por falta de decoro, mesmo supondo por uma fracao de segundo que a vitima terceirizou a “critica” aa “brincadeira” -se li corretamente, essa eh a unica parte judicial, ate agora, e nao ta com cara que vai pra frente porque…  porque “alguem” correu pra Veja e fez um estrago gigantesco.  Eh igual tapar um buraco com outro maior.

      • Exato, Ivan,

        Bem lembrado o velho ditado, que minha mãe sempre dizia: “Quem diz o que quer, ouve o que não quer”. O professor é um completo despreparado (aliás, não tem nem mestrado, o que numa universidade pública hoje é impensável) e toma uma boa lição de uma aluna do primeiro período.

    • Não é direito, é crime.

      Ele não tem direito de ser machista, assim como não teria de ser racista. Discriminar por motivo de sexo ou cor é crime.

      Reveja seus conceitos dentro da luz da LEI vigente.

      Copio abaixo umaresposta dada acima que é bem didática e pode lhe ajudar a entender.

      “Ser feminista é um direito, ser machista não é. Explico-me. Só para compreensão, há o direito de buscar a liberdade pelo escravo, mas não há o direito de buscar escravizar alguem. Há o direito de combater o racismo, mas não há o direito de ser racista. O mesmo raciocínio se aplica: você tem o direito de ser feminista, mas não há o direito de ser machista. Porque feministas buscam obter de volta o direito das mulheres, direitos estes que foram roubados. Enquanto o machismo quer roubar e manter roubados essses direitos. Essa mania brasileira de relativizar tudo para defender ideia antiquadas. A livre expressão não permite e não dá direito a propagar mentiras, meios de opressão e apologia ao crime.”

      Faça uma experiência mental e imagina que ao invés de atacar moralmente as mulheres ele tivesse atacado os negros em sala de aula. Seria exonerado no ato. O mesmo cuidade deverá ser usado em casos de machismo, antissemitismo, ou intolerâncias em geral, visto que isso é flagrantemente prejudicial aos interesses dos alunos e incopatível com a posição de professor.

      Ele já poderia ser processado por assédio moral, independente de ideologia ou preconceitos arcaicos.

      • Me desculpe, mas vc está errada…

        Thais Linhares, me desculpa, não sou contra o movimento feminista, mas estou cansado de virem debater sobre um direito claro dos homens, todos nós podemos sim ser machistas, afinal o que é o machismo? Nada mais do que o ato de assumir as responsabilidades de “macho” e de agir como tal.

        Claro que isso não nos dá o direito de maltratar, persiguir, agredir ou ameaçar as mulheres, pois agir como macho é tratá-las com respeito, assim como as mesmas devem nos tratar da mesma forma, uma cobrança mais incomum.

        Portanto peço cuidado quando recriminar o machismo, pois me considero machista, mas não por isso destrato nenhuma mulher, ou acredito que são inferiores aos homens,muito pelo contrário.

        Portanto ser machista tb é um direito. 

        • Você não entende mesmo o que

          Você não entende mesmo o que significa machismo ou quer só a polêmica fácil?

           

          Talvez você deva se considerar macho ou algo parecido. Melhor, considere-se apeanas homem.

           

          Porque machismo significa justamente oprimir ou disciminar as mulheres por simplesmente serem mulheres. Significa considerar as mulheres seres inferiores que existem para servir os homens. Significa exatamente maltratar, persiguir, agredir e ameaçar as mulheres.

           

           

          • Moita, que tal então falarmos

            Moita, que tal então falarmos de masculinismo? Ou é polêmica fácil também?

    • Ninguém tem “direito’ de ser machista

      Nem de ser racista, homofóbico, etc. Isso é discriminaçao. E machismo nao é contraponto de feminismo, o feminismo nao implica em desmerecimento dos homens. 

  24. .

    Não interessa saber quem tem razão ou não. Mesmo assim, o professor foi a público expressar sua opinião machista e se expôs às críticas, independente de onde elas vieram. Fora isso, seu papel como docente teria obrigatoriamente de fazê-lo assumir, desde o início, uma posição de proteção e diálogo com a jovem estudante. Este é sua tarefa pedagógica e social. Como sempre, o despreparo de alguns profissionais e a incapacidade de autocrítica produz vítimas e tenta destruir existências. Desta vez uma jovem garota inexperiente e idealista que acredita e segue o que acha mais justo para o mundo.

  25. Algo mais que uma discussão de discriminação

    Alguém que assumidamente tem posições politicas ditas conservadoras (e segundo o próprio, em razão de problemas originados por declarações de amigos seus,  que teriam sido questionadas por grupos feministas), escreve um post agressivo e preconceituoso e, ao final diz que foi uma brincadeira, realmente, isso sim, só pode ser brincadeira. No caso, existe o post e a motivação do post – a implícita e a declarada.

    Em segundo lugar a ingenuidade que o referido professor tenta passar em seu texto, não tem suporte nos dados de sua biografia nem por sua condição profissional nem pessoal.

    Um professor, formado em direito, palestrante, que tem como prática didática impor a seus alunos uma visão ideológica, de uma forma aparentemente agressiva e com o viés de desqualificar  eventuais contraposições, dizer que foi surpreendido pela reação crítica de sua aluna, e que não pensou nas consequências que tais fatos desencadeariam, realmente não condiz com o perfil que se desnuda em seus argumentos,

    Isto que esta a falar do alto de sua posição de professor, que deveria ser a referencia de sobriedade e comportamento no trato para com seus alunos.

    No que se refere a sindicância aberta em relação a sua pessoa, e os motivos pela qual esta foi aceita e seu afastamento preventivo acolhido, silencia sobre a motivação de tal ato.

    Incontinenti,  atribui a um ato impulsivo(??mais um a estas alturas dos acontecimentos),o pedido de exoneração, justamente no procedimento onde poderia exercer em sua plenitude o direito de defesa perante seus pares e demais alunos – como professor de direito ele não ignora tais fatos nem a importância de tal instancia.

    Suas afirmações sobre a direção da UERJ tem conotações distintas, num momento defende a idoneidade destes e, no outro, aponta, em tese, uma atitude criminosa, a ser investigada pelo Ministério Público, pois, em razão de motivos ideológicos, segundo afirmação sua, teria sido compelido a se desligar de suas atribuições profissionais. Transcrevo os referidos excertos do texto:

    (…)O auge das calúnias foi a alegação, pela internet, de que o meu contrato seria ilegal por conta de decisão judicial (que, diga-se, não abarca o contrato do professor), e sugerindo que houve favorecimento pessoal nessa contratação, o que põe em xeque a idoneidade de toda a Direção da Faculdade de Direito da UERJ, em especial o Vice-Diretor João Eduardo Pereira e o Coordenador da Graduação, Gustavo Siqueira, que foram membros da banca que aprovou o professor em concurso.(…)

    (…)Na UERJ, o Centro Acadêmico entrou com um pedido de sindicância e afastamento preventivo, que foi aceito. Eu fiz uma defesa que era interrompida o tempo inteiro pelo Diretor, e os chefes de departamento deixaram claramente sua antipatia por mim, por questõres políticas, e por isso pedi exoneração, mas mudei de ideia. Agora vou lutar e vou até o fim. Antes do evento, se ouvia pelo corredor coisas do tipo “é uma ótima oportunidade para mostrarmos que essa faculdade tem sim uma posição ideológica”.

    A questão a ter considerado sua aluna como inimiga, o que por mais que tente dourar a pílula, tentando colocar a culpa m sua “contendora”, não convence ninguém, no mínimo passou a ser um sentimento recíproco, sendo que, no que tange à forma de pensar do professor, pelas razões por ele expressas, tenho que não resta nenhuma dúvida sobre  a questão.

    Neste ponto, um  professor de direito, em razão de opiniões pessoais, friso, pessoais, não profissionais ou didáticas, ter criado(ou permitido) um tal clima de confrontação com sua aluna, em que chegou a ter a liberalidade (que não lhe é concedida legalmente e que ele, depois de mais um ato impensado – e que diz ter repensado) de dispensar alunas da presença em aula e de aprova-las, desde que não tivesse mais que conviver com elas, revela-se mais um fato aberrante e ditatorial, pois oferece aquilo de que legalmente não dispõe.

    Segundo ele, após repensar tal oferta, fez outra, igualmente sem permissão legal, ou seja, que não comparecessem às aulas, e fizessem um determinado trabalho e estava ok…???? Em outros termos, uma forma de revestir de pretensa legalidade um ato oriundo de um sentimento pessoal.  

    Por fim, presentes as considerações acima, tem muitas coisas a serem apuradas, e as implicações são graves, merecendo sem dúvida alguma sejam aferidas em todas as instâncias, administrativa, cível e se for o caso, também em sede criminal.

    Das manifestações públicas, algumas delineadas neste post e nos comentários,  existe farto material para que se inicie uma apuração dos fatos. 

  26. O direito de ser feminista e o direito de ser machista

    Ser feminista é um direito, ser machista não é. Explico-me. Só para compreensão, há o direito de buscar a liberdade pelo escravo, mas não há o direito de buscar escravizar alguem. Há o direito de combater o racismo, mas não há o direito de ser racista. O mesmo raciocínio se aplica: você tem o direito de ser feminista, mas não há o direito de ser machista. Porque feministas buscam obter de volta o direito das mulheres, direitos estes que foram roubados. Enquanto o machismo quer roubar e manter roubados essses direitos. Essa mania brasileira de relativizar tudo para defender ideia antiquadas. A livre expressão não permite e não dá direito a propagar mentiras, meios de opressão e apologia ao crime.

    • Perfeito!

      Excelente comentário. Muito comum essa distorção sobre a questão de “direitos iguais”. As pessoas confundem direitos democráticos com liberdade para dizer, escrever ou praticar qualquer absurdo. Puro maniqueísmo.

  27. vítima da Veja

    Que coquetel infernal: um professor machista e canalha junto com um amigo, também canalha, misturado a jornalistas ainda mais canalhas, empregados de uma revista ultra canalha e desqualificada. Tudo isso reunido só poderia resultar no que resultou.  Minha solidariedade à aluna perseguida por esse idiota.

  28. feminista de markentiting

    Essa garota é uma canalha, está se promovendo em cima de prints que ela vasculhou no Facebook do professor que era desafeto dela. É uma feminista jovem que está procurando escalar dentro do movimento gerando polêmicas. Não é a primeira controvérsia que ela se envolve, mas dessa vez foi de uma patifaria tremenda. Pois ela ficou, mesmo não sendo do grupo de amigos do professor, vigiando o Face dele para postar alguma coisa dentro da página do Coletivo de Mulheres. O professor em questão ainda não tinha defendido sua dissertação, e as feministas da UERJ haviam marcado de fazer um ato para que ele não pudesse falar no dia da defesa.

    Ela tá usando as mídias para se promover.

    • Migucho do professor, cabe a

      Migucho do professor, cabe a você provar o que diz em sua narrativa de apoio ao tal. A garota “está se promovendo” graças a esse sofrimento todo!!! O professor é que deveria não se valer de sua posição para tripudiar sobre quem pensa diferentemente dele. Acho que canalha aqui é outro.

    • Pelo amor de Deus… Ninguém

      Pelo amor de Deus… Ninguém força niguém a postar nada, tudo que o profesor postou, postou por qu quis. Ele tem uma responsabilidade social na posição de professor. Todo poder vem acompanhado de responsabilidades… lembra disso ? Todo educador tem o dever de suprimir suas crenças pessoais políticas e religiosas. Elas jamais devem ser impostas aos alunos.  Devemos nos acostumar com setores organizados da sociedade que podem reagir quando oprimdos (mais). Esse é o momento histórico que vivemos. 

      • Vc está exagerando.

        Sou contra as atitudes desse professor, mas ele NAO TEM QUE SUPRIMIR POSIÇOES POLÍTICAS E RELIGIOSAS NAO. Claro que elas nao devem ser IMPOSTAS aos alunos, mas que sejam EXPOSTAS a eles nao é ruim.  

    • Ela tá usando a mídia? Quem

      Ela tá usando a mídia? Quem recorreu a VEJA e sufocou a menina?

      Bernardo Santoro é envolvido com política, já tentou se eleger. Quem estaria tentando se promover: uma aluna de 20 anos ou um professor formado que já tentou carreira política (e falhou miseravelmente)?

      Por favor. Tenha ao menos cara de pau na hora de fazer uma crítica.

    • Essa garota é uma canalha, está se promovendo em cima de prints que ela vasculhou no Facebook do professor que era desafeto dela

      Desde quando face é diário secreto cujo objetivo não é ser “vasculhado”. Óbvio que o professor escreveu para ser lido. Logo não faz sentido sua acusação. Ou seja, o primeiro a querer aparecer foi o professor falastrão e não a aluna.

      O professor em questão ainda não tinha defendido sua dissertação, e as feministas da UERJ haviam marcado de fazer um ato para que ele não pudesse falar no dia da defesa.

      Um professor se expor de maneira tão idiota demonstra o nível profissional do sujeito. Portanto, sofrer consequências prejudiciais a sua carreira não é só natural, é justo.

       

       

      • “Um professor se expor de

        “Um professor se expor de maneira tão idiota demonstra o nível profissional do sujeito. Portanto, sofrer consequências prejudiciais a sua carreira não é só natural, é justo.”

        Observem o autoritarismo da cidadã… Exemplo de que Feminismo = Fascismo.

        • Só na sua cabeça de troll q feminismo = fascismo

          .Agora que impedi-lo de falar na defesa seria um abuso aí sim — mas nao foi feito, e se as alunas tivessem tentado nao teriam conseguido, a banca nao permitiria. 

          • Também acho uma atitude antidemocrática impedir as pessoas de emitirem opinião. Mas repare, uma defesa de dissertação não é um palanque, é um procedimento de trabalho. Ou seja, criar transtornos para o sujeito impedindo de executar sua dissertação é um “abuso” tanto quanto uma passeata em plena avenida central que prejudica as pessoas que estão no trânsito, algumas delas talvez querendo chegar desesperadamente na hora da sua defesa de tese. Ou seja, o que vê como um abuso eu vejo como perfeitamente normal apesar de odiar ficar preso no trânsito quando os professores fazem passeatas no centro da cidade.

          • Viajou na maionese?

            Uma passeata é uma manifestaçao pública, isso é permitido por lei, e a rua é o espaço para isso. Uma demonstraçao de tese NAO É LUGAR PARA MANIFESTAÇAO. É uma atividade exclusivamente acadêmica. 

          • Uma passeata é uma manifestaçao pública, isso é permitido por lei… Uma demonstraçao de tese NAO É LUGAR PARA MANIFESTAÇAO. É uma atividade exclusivamente acadêmica.

            Repare, vc diz que passeata é manisfestação pública, logo não caberia obstruir a defesa de tese que seria uma atividade exclusivamente acadêmica. Ou seja, qualquer coisa que não for uma passeata pode se valer do seu argumento. Por exemplo, não poderia se fazer um protesto na frente de uma fábrica, afinal, uma fábrica é uma atividade exclusivamente fabril; na frente de uma loja, porque é uma atividade exclusivamente comerciária; etc. etc.

            Minha “maionese” é simples, impedir a defesa não é uma obstrução do direito de falar no sentido de emitir uma opinião pública. Mas uma pura e simples obstrução de uma atividade profissional. O sujeito sofrer o transtorno de ter uma atividade de curso obstruída [momentaneamente] pra mim vale tanto quanto um motorista de táxi que fica obstruído no trânsito por causa da passeata. Ou seja, mesmo que existam leis dizendo que o motorista de táxi pode se ferrar e não a pessoa na sua defesa de tese, vou continuar a dizer que são situações equivalentes.

            Mas não vou ficar fazendo cavalo de batalha nessa discussão diversionista. Mesmo porque já disse que considero essa obstrução uma bobagem sem grandes consequências pro sujeito, por mim eu o demitia por falta de ética profissional.

          • Vc tá só trollando, ou pensa mal assim mesmo?

            Vc está partindo do princípio de que eu acharia que interferir diretamente no trabalho de alguém com um protesto é válido, porque disse que manifestaçoes na rua sao válidas. Uma coisa é algo prejudicar INDIRETAMENTE  o trabalho de alguém, porque interfere no trânsito, ou faz barulho. Outra MUITO DIFERENTE seria uma invasao do ambiente de trabalho. Se a manifestaçao de alunos ainda fosse relativa ao conteúdo da tese do professor, ainda se poderia tentar justificar. Por algo nao relacionado a ela é inadmissível. E de qualquer modo isso é apenas uma suposiçao do professor, os alunos nao fizeram nada disso. 

          • Vc está partindo do princípio de que eu acharia que interferir diretamente no trabalho de alguém com um protesto é válido, porque disse que manifestaçoes na rua sao válidas.

            Não carissima, não estou dizendo que você acha válido interferir no trabalho de alguém, na verdade está claro que você não acha válido e que eu acho.

            Uma coisa é algo prejudicar INDIRETAMENTE  o trabalho de alguém, porque interfere no trânsito, ou faz barulho. Outra MUITO DIFERENTE seria uma invasao do ambiente de trabalho.

            Não se apegue ao detalhe da invasão a propriedade privada (nisso não vou discordar), se apegue apenas na questão de fazer protesto em local público (ruas, praças, internet, corredores de prédios públicos) que vise mesmo prejudicar propositalmente o trabalho de terceiros. Eu concordo, você discorda, certo?

            Se a manifestaçao de alunos ainda fosse relativa ao conteúdo da tese do professor, ainda se poderia tentar justificar. Por algo nao relacionado a ela é inadmissível.

            Não entendi… Você diz que é contra a obstrução de opinião (o que estamos de acordo), e contra tentarem obstruírem [momentaneamente] o trabalho de defesa de tese, e agora diz que concordaria com a obstrução caso fosse relativo a opinião expressa contida na tese. Um pouco incoerente, não?

            Vc tá só trollando, ou pensa mal assim mesmo?

            Explique o que é trolar?…

            Seria o debatedor persistente, mas que só procura colocar argumentos objetivos sem nunca adjetivar o seu interlocutor? Ou seria o debatedor que não consegue se limitar a argumentação fria e volta e meia chama o outro disso ou daquilo?

          • Não digo que esteja de má fé. Mas…

            …se dá conta da sua atitude no debate? Por exemplo, você disse que eu era autoritário por querer demitir o sujeito por ele ser falastrão. Então expliquei, de forma civilizada, que não era simplesmente por isso, mas pela atitude antiética do professor pedir a cabeça da aluna por uma polêmica que ele começou. E o que você fez? Não rebateu, óbvio; porque foi mesmo antiético. Só que também não se retratou de me chamar de autoritário por um argumento falso seu. Pra piorar, continuou a reforçar que eu era isso e aquilo e agora que estou de má fé. Sinto muito, mas é fácil dizer que o outro está de má fé, fechar a frase com um ponto e fugir da briga. Muito fácil. Difícil é apresentar um atestado dizendo ser a dona da verdade dando o direito de classificar as pessoas e dizer quais argumentos convencem.

      • OK para a primeira parte do seu comentário, mas nao p/ a segunda

        Tentar impedi-lo de falar no dia da defesa nao teria desculpas (mas a banca nao permitiria, pediria o abandono da sala). Só que isso nao aconteceu, ele está dizendo que as alunas planejavam fazer isso. E por mais que eu odeie machismo, o simples fato de alguém ser machista nao é motivo para ter consequências prejudiciais na carreira (ou quase nao existiriam professores homens, e mesmo mulheres…). 

        • Considero falta de ética profissional um professor ficar de gracinhas “machistas” no facebook abrindo margem para criar polêmicas com as próprias alunas… Claro, o sujeito quer ser falastrão, que seja, mas não nessa profissão ou que pelo menos aguente depois a pancadaria ao invés de ficar de apelação pedindo a cabeça da aluna. Pode ter certeza, se eu fosse dono de um colégio que esse sujeito estivesse dando aula eu o demitiria por comportamento profissional antiético. E uma demissão certamente é mais danosa do que essa bobagem de um contratempo numa defesa de dissertação que pode ser remarcada.

          • Um professor é um cidadao como outro qualquer

            Se fizer gracinhas machistas no Facebook é um machista imbecil, como qualquer outro machista imbecil que faça isso. Pode receber respostas críticas,  claro, como qualquer outro machista imbecil está sujeito. E nesse caso é um professor universitário, ou seja, professor de ADULTOS. Nao há nada de antiético em falar o que quiser no Facebook FORA O PRÓPRIO MACHISMO MANIFESTADO, mas nao especialmente por ser professor. E você é apenas um autoritário, que acha que o poder de empregar deve ser usado para reprimir pessoas, passa fora. 

          • Não misture as coisas…

            Nao há nada de antiético em falar o que quiser no Facebook FORA O PRÓPRIO MACHISMO MANIFESTADO, mas nao especialmente por ser professor…

            …E você é apenas um autoritário, que acha que o poder de empregar deve ser usado para reprimir pessoas, passa fora.

            Meu texto é claro em dizer que ele pode ser falastrão desde que aguente a polêmica. Ou seja, vou continuar achando uma falta de postura para um professor ser falastrão e vou continuar achando antiético ele tentar prejudicar a aluna (coisa que está abstraindo da equação) por ela ter batido de frente com a polêmica que ele criou em primeiro lugar.

            Não concorda, acha autoritária essa opinião, ok. Mas quando começa a rotular seu interlocutor só estará dando prova do seu próprio autoritarismo.

             

             

          • Deixei claríssimo que nao concordo c/ as atitudes do professor

            As alunas tiveram razao em fazer o ato de repúdio NO FACEBOOK (diante de um post machista dele no Facebook) e teriam toda razao tb para protestar diante de falas machistas (nao de qualquer opiniao ideológica, por pior que seja) em sala de aula. De atos de discriminaçao dele com uma aluna, entao, nem se fala, e os alunos fizeram o correto, que foi, via diretório acadêmico, fazer uma denúncia ao Conselho Departamental. Isso sim, dependendo das circunstâncias específicas, até poderia sim ser causa de demissao (depois de inquérito administrativo, ampla defesa, etc). Agora, a suposta invasao da defesa de tese dele seria responder a abusos com outro abuso. Isso nao se justificaria de modo algum. 

            Quanto a autoritarismo, eu posso achar seus “raciocínios” péssimos, mas nao estou propondo que seja demitido por isso… 

          • Agora, a suposta invasao da defesa de tese dele seria responder a abusos com outro abuso. Isso nao se justificaria de modo algum.

            Se a idéia era invadir o recinto da defesa já vou concordar com você. Mas pelo que entendi se tratou de fazer um protesto, talvez na porta da sala, que viesse a impedir a ocorrência da defesa de tese. E pelo que sei, é direito de qualquer pessoa fazer protesto na frente de quem quer que seja, na frente da instituição que seja. E objetivo de um protesto é intrinsecamente mostrar insatisfação perturbando uma dada ordem social o que por sua vez implica em prejuízo pra alguém. Caso contrário não seria protesto, seria apenas uma pessoa ou grupo batendo bapo na esquina civilizadamente sem aparecer nem incomodar ninguém.

            Quanto a autoritarismo, eu posso achar seus “raciocínios” péssimos, mas nao estou propondo que seja demitido por isso… 

            Sou da opinião que estaria no direito de propor minha demissão caso me visse como autoritário e uma influência nefasta para um filho seu, por exemplo. Pode concordar ou não com essa postura, mas isso não vai te eximir do fato de que ao invés de se deter exclusivamente a argumentos objetivos usou o recurso falacioso de rotular seu interlocutor (“E você é apenas um autoritário”).

          • Vc é autoritário mesmo; por isso acha natural q outros tb sejam

            Isso no que toca ao seu segundo tópico. No que tange ao primeiro, tentar impedir uma defesa de tese, p/ questao nao relacionada ao assunto da mesma, é VIOLÊNCIA. Por assunto relacionado  também é, mas em alguns casos pode ser justificável, se for, por exemplo, uma tese que pregue a inferioridade racial, ou algo do gênero. Se você nao consegue entender isso, nao há como eu possa te explicar, para você esse tipo de violência deve ser habitual. E mais do que usei de argumentos objetivos. Só que, com você, isso nao adianta. Passe bem! 

          • Se você nao consegue entender isso, nao há como eu possa te explicar…

            O que talvez você não entenda (também posso dizer isso) é o sentido que dou a sua incoerência. Vou explicar… O caso é que não existe direito de emitir opinião legalmente correta, o que existe é o direito de emitir opinião. Ou seja, se o sujeito quer, por exemplo, defender uma tese que expresse racismo, ele que o faça. Mas depois aguente as consequências legais inclusive censura aos documentos que constituírem a tese e talvez sua invalidação como requisito de curso. Antes será cesura prévia.

            Ou seja, pra mim é falta de sentido ou incoerência considerar um abuso protestos que visem causar transtorno proposital a terceiros e ao mesmo tempo achar que o mesmo protesto, que causará o mesmo transtorno, seja justificado por um casuísmo de censura prévia.

            E repare, o fato de achar isso uma incoerência do seu pensamento, não quer dizer que estou rotulando sua personalidade nem dizendo qual é seu modo de pensar (“Vc é autoritário mesmo; por isso acha natural q outros tb sejam”). Entendeu?

  29. O problema básico parece ser

    O problema básico parece ser o seguinte:

    As pessoas falam demais, se expoem demais e depois nao aguentam as consequencias, não têm estrutura para suportar.

    Em internet é bom seguir a regra: só escreva o que voce diria pessoamente para alguem.

    Isso, claro, de maneira geral. Se for alguma denúncia grave a coisa muda de figura.

     

    ps: não tenho informações detalhadas sobre o que houve então o comentário é apenas uma tese.

     

      • Me pareceu que no começo era

        Me pareceu que no começo era apenas uma questão ideológica. E ai falaram demais o que não deviam, parece ser este o caso, em ambos os lados.

    • Assunto Complicado

      Daniel, concordo com sua tese e digo mais, a Faculdade de Direito da UERJ está cheia de situações assim.

      Estudei lá durante 5 anos e posso dizer sem medo de errar: existem tanto professores sem o completo preparo educacional quanto alunos arrogantes e prepotentes. Muitas vezes vivenciei situações em que o professor estava errado, o aluno estava errado e o Conselho Departamental simplesmente lavava as mãos.

      De fato, como um comentarista mencionou, existem na faculdade tanto professores que amam Marx quanto aqueles que o consideram um imbecil. Varia de matéria para matéria, e vale o mesmo para o alunado. Geralmente aqueles que gostam do sociólogo abertamente são ligados a partidos políticos, diretórios acadêmicos e lideranças estudantis. Por outro lado, aqueles que o odeiam são ligados ao empresariado, nunca participaram de uma assembleia docente e sequer solidarizam com professores de outros institutos que dependem exclusivamente da docência para sobreviver. Mas não surpreendia pelo que o meio da advocacia (pública ou privada) oferece de material humano.

      Diante desse cenário, chamávamos esses estudantes, pejorativamente, de “estudantes profissionais”: não trabalhavam (como nós, do turno noturno, que nos acabávamos de trabalhar para ainda estudar à noite), não estudavam (apareciam só nos dias de prova, se apareciam), nem eram como os filhos de classes altas e média-altas que estudavam no turno matutino, que só estudavam mas pelo menos compareciam à maioria das aulas. Adoravam criar caso com professores, estavam mais presentes em palestras ou chopadas que em aulas e nunca tentavam resolver problemas de verdade na faculdade – lembro que raras vezes fui ajudado por um desses “representantes”. Não sei se é o caso da moça em questão (não a conheço para julgar), mas isso muitas vezes contribui para a imagem ruim que os ditos estudantes “mobilizados e politizados” passam para os professores e o restante do corpo discente.

      Por outro lado, o que havia de professores dotados de um ar de superioridade era uma enormidade. A grande maioria sabia se portar profissionalmente, mas pude notar que alguns professores não escondiam seu repúdio contra certos tipos de alunos. Além disso, a maioria pertence à classe alta ou média-alta, geralmente contrária a políticas sociais ou ao modelo social-democrata, totalmente liberais. Isso contribuía muito para ânimos acirrados entre o alunado politizado e esses professores, com uma ideologia diametralmente oposta. A situação vivenciada pela aluna, em que pese os exageros do caso concreto (ameaças, posts em redes sociais) está longe de ser uma exceção.

      Na minha singela opinião, pode ter ocorrido um exagero de parte a parte, como você mesmo mencionou, que desencadeou a série de equívocos que as pessoas tem cometido no uso das redes sociais. Sobretudo no atual estado de ânimos políticos que vivemos, não se trata de nenhuma surpresa, infelizmente.

      Isto posto, cabe dizer que liberdade de expressão não pode ser uma desculpa para as pessoas falarem o que quiserem, de parte a parte. Isso vale para alunos, professores ou até mesmo os funcionários da Universidade.

  30. Sobre o fascismo.

    Maria Clara, você não está sozinha. Os fascistas implicaram com você porque perceberam sua força. Não desista, eles vão perder.

    Um grande abraço.

  31. Você está errada

    Existe muito professor comunista na minha universidade e eu os respeitos mesmo o comunismo matando milhões de inocentes durante o tempo que foi implantado na china e na URSS, e sendo uma ideologia genocida que tem gente que defende até hoje.

    Acho que o que você não soube é entender o seu proferros e as ironias que ele fazia, e normalmente esquerdista não entende ironia. Você deveria ter respeitado a opinião ideológica do seu professor, eu como liberal, eu acredito que as pessoas devem seguir suas vontades, e serem respeitadas por isso.

    Marx nunca foi ciência, ele não baseia as ideias dele em verdades, por isso influenciou os maiores genocídios da humanidade, por suas ideias serem de um banana.

    Eu também não vejo utilidade nenhuma no feminismo, vejo que as mulheres se comportam como querem, cada uma com sua própria personalidade, ou seja, achar que a luta das mulheres é algo ridículo, pois é a atitude individual de cada uma que conta.

    A direita liberal ela dá medo em esquerdistas, porque é uma ideologia contagiante, de liberdade e conhecimento, respeito e ousadia. E o que vemos hoje nas universidades é gente que não conhece quase nada de ideologias de direita, e só repete as merdas que marx escreveu, sendo que foi expulso da universidade por sua incapacidade mental.

    • Estude um pouco, rapaz.

      O sujeito não leu a tese de mestrado do Carl e desanda a tentar desqualificar um sujeito que passou a vida a criticar a exploração do homem pelo homem. Se O Capital não fosse um compêndio baseado nos relatórios dos próprios industriais, não seria uma referência tão forte em todas as acedemias do mundo, também não seria tão árido de se ler, inclusive nos EEUU. Se foi expulso da Alemanha por defender os operários e suas organizações e da França por entender que os oprimidos não têm pátria e nem os opressores, tem o respeito daqueles que não nasceram em berço esplêndido. Já o resultado da guerra civil que sucedeu a Revolução Soviética, não são resultado das teses marxistas, porém dos conflitos seculares entre as classes sociais em luta, assim como das teses e práticas leninistas e stalinistas.

  32. nos vivemos , em tempos que a

    nos vivemos , em tempos que a direita fascista, esta com muito ódio, e isso se relfete nestas situaçoes, desejo qumile Deus em sua infinita bondade, de força e coragem a esta jovem, que que outras tenham as mesma atitude quando em situaçoes, similares.; t

  33. Olha, não conheço nada sobre
    Olha, não conheço nada sobre essa polêmica. Cheguei aqui clicando num link do meu FB. Adorei a carta da aluna. Ela ta certíssima em se empoderar através da escolha de escrever sobre a sua experiência. Foi mto inspirador! Parabéns!!

  34. Machismo ridículo

    Inacreditável! Um cara selvagem, desumano, covarde e machista como esse, professor universitário… tem faltado humanidade nas Humanidades. Tolerância ideológica e respeito pelas suas vertentes são a base de uma sociedade civilizada, e o que este senhor realizou beira a barbárie. Oxalá se afunde no próprio preconceito junto com seus pares.

  35. Machismo ridículo

    Inacreditável! Um cara selvagem, desumano, covarde e machista como esse, professor universitário… tem faltado humanidade nas Humanidades. Tolerância ideológica e respeito pelas suas vertentes são a base de uma sociedade civilizada, e o que este senhor realizou beira a barbárie. Oxalá se afunde no próprio preconceito junto com seus pares.

  36. Tempestade em copo d’água

    Li o post original do professor, li a reportagem na Veja e li o manifesto da moça. Em primeiro lugar o cara estava expondo a opinião dele que, independente da sua, é o que ele acredita. Ponto. Não havia a menor necessidade de alguém, seja a menina, seja um coletivo de meninas ou você que tá lendo sair por aí mostrando “repúdio” a nota.

    Parece-me que há exageros dos dois lados: a menina que não conseguiu entender que dentro de uma universidade existem muitos professores que odeiam e muitos que amam Marx. Se essa universidade é pública (e falo por estar no terceiro curso em universidade pública) isso se multiplica por dez. E por outro lado temos o professor que parece não perceber que sua posição o faz alguém em quem as pessoas vão prestar atenção, seja para crucificar, seja para amar. Um professor de duas universidades não pode se dar ao luxo de sair por aí falando o que quer sem esperar que alguém discorde… cabia a ele como educador fazer a menina se interessar pela aula (e acabar com qualquer problema), mesmo tendo postura política tão diferente da sua.

    Agora, mais sobre o tema, o cara não falou nenhuma mentira. Veja bem, a cinquenta anos não se podia ir a uma balada, tomar uma cerveja com uma menina, fazer sexo com ela e no outro dia não lembrar nem o nome da moça. Isso era visto como algo impensável. Hoje posso fazer isso sem sentir remorso, porque a moça também pode não se lembrar do meu nome e não há o menor problema nisso, desde que os dois tenham ciência do que está acontecendo e não aconteça nenhum tipo de exagero das partes. O feminismo trouxe “problemas” que não existiam antes, assim como o computador. Ninguém tá diminuindo nada, está se constatando algo que aconteceu. As mulheres podem e devem ter direitos iguais aos do homem. IGUAIS, não superiores… então se ele FALA isso é preconceito, diminuir o movimento feminista e o escambau, mas qualquer mulher pode sair na rua sem roupas (?) Isso não é diminuir um movimento mas eu não posso sair por aí sem cueca com o pau de fora que provavelmente vou preso, mas milhares de mulheres podem sair as ruas mostrando os seios e isso deve ser aceito como protesto (?) Não isso não é protesto, para mim é algo muito bonito de se ver, afinal de contas são seios e eu gosto muito deles, mas isso é só mostrar o corpo nu, nada muito diferente de eu mostrar meu pau e minhas bolas para vocês.

    Ps.: Se no primeiro período de direito ela já teve um embate tão grande com o professor, já pensou quando ela estiver mais a frente no curso e encontrar alguém mais liberal do que este cara? E se encontrar um professor pastor que prega durante as aulas, vai fazer o que? Chorar? Dizer que estão diminuindo o movimento feminista? Deixando ela “sem voz” ? É assim que as coisas acontecem dentro de uma universidade e na vida é muito pior. Acorda!

    • Putz, cara. Vc conseguiu ser

      Putz, cara. Vc conseguiu ser mais escroto que esse professor. E com a ressalva de que mais jovem, o que de alguma maneira indicaria uma tendência menos conservadora. Vc tem irmã, tia, mãe? Gostaria que elas passassem pelo que a garota do texto está passando?

      • Professor Sindicância

        Exatamente!  Esse comentarista acima conseguiu ser pior do que o malfadado professor!

        Aliás, alguém me explica como esse sujeito conseguiu passar na prova de docência? Quem integrou a banca????

    • 1. Você não leu o “post

      1. Você não leu o “post orignial” porque ele editou logo depois de ver que tinha dito coisas polêmicas.

      2. Não é porque “é a sua opinião”, que a sua opinião preconceituosa, machista, homofóbica, transfóbica, deixa de ser. Liberdade de expressão não é isso.

      3. O movimento de andar “nua” não ruas, não é pelo simples desejo de andar nua nas ruas, isso é atentado ao pudor e todos sabemos. E sobre uma reivindicação para termos DIREITO e TOTAL PODERES sobre o que é NOSSO. Na hora de dar opinião é individual, mas o corpo todo mundo pode opinar? “Esse vestido está muito curto”, “se não andasse a essa hora sozinha não acontecia”, “com essa roupa estava pedindo”, além de muitas outras atrocidades que somos obrigadas a lidar todo dia. Infelizmente, seu pau vale mais que a nossa vagina. Só pra tiltar seu cerébro, por que seu peito é diferente do meu e você pode andar sem camisa?

      4. Professor NENHUM pode pregar em sala de aula de uma universidade pública. O Estado é laico. Nem ser misógino, nem machista, nem preconceituoso. Nesse caso, ela vai fazer a mesma coisa que fez e levar ao Departamento da faculdade que tomará as medidas cabíveis. Não é porque o mundo é assim que somos obrigados a aceitar e nos curvar. Na verdade, ela está se negando a chorar e tomando uma atitude. É assim que se muda as coisas.

    • O Sr Guilherme Munhoz ja esta

      O Sr Guilherme Munhoz ja esta no 3o curso univesitario e ainda nao consegue analisar textos? O citado professor se demitiu da UERJ porque viu  que sua posicao era indefensavel perante o Conselho Universitario! Acho que seu esclarecimento “é assim que as coisas acontecem numa Univesidade deveria ser dirigido ao Professor”. É espantoso como o sr. com toda sua “experiencia” nao consegue entender a situacao dramatica que estava a passar esta jovem, por muito menos pessas bem mais maduras perderam o equilibrio psicologico e ate a vida. O resto das consideracoes absurdas que escreveu vou me abster de comentar para me ater ao principal. 

    • Está de brincadeira? Só

      Está de brincadeira? Só pode… seu texto, como diria nosso amigo Bernardo, foi “zueira” também?

    • Cara, seu comentário foi um

      Cara, seu comentário foi um dos mais sem noção que já li na vida. E olha que a internet é cheia de pérolas.

      Eu não vou comentar tudo, porque já vi que você não consegue interpretar textos muito bem. Ele fez um post escroto, um grupo de mulheres de outra Universidade fez uma carta repúdio (até aqui, tudo dentro da liberdade de expressão) e ele perseguiu uma aluna que não tinha nada a ver com isso!!! Está errado e ponto, independente de todo o resto. Sinto vergonha em saber que você está estudando em uma Universidade pública e tem esse tipo de opinião. Sinceramente.

      E só pra te dizer, homem sem camisa não vai pra cadeia, então ter o direito de mostrar os seios seria sim direitos iguais. Caso você não saiba, o equivalente ao seu pau nas mulheres seria a vagina. Melhor deixar claro porque, com esse tipo de postura, tenho dúvidas se já chegou a ver uma mulher despida. Se quiser te passo uns sites bem bacanas pra estudar anatomia humana.

    • Gostei do teu comentário.
      Na

      Gostei do teu comentário.

      Na minha opinião é uma tempestade em copo d’água. Nossa tudo hoje  parece que estamos matando alguém. Todos tempos direitos e deveres. Temos opiniões e responsabilidades com nossos atos. 

      Na minha opinião ambos deveriam ser punidos.

      Não duvido nada se aparecer algo com uma questão pessoa por traz de tudo isto. 

    • Realmente, o senhor consegue

      Realmente, o senhor consegue ser pior que o professor e, claro, pior que o Constantino. Aliás, a barbaridade (mais uma) desse jornalista o senhor Munhoz deixou de comentar… 

    • Menina?

      Por que você a está chamando de menina? Elá não é uma menina, ela não é imatura. E outra, vocês homens não precisam não protestar, vocês são os dominadores, os que praticam a violência corporal, e a pior, simbólica. Acorda, você, querido, que a “menina” está muito à frente do seu tempo. Uma das piores falácias é essa que você tentou fazer, amor, desqualificar o argumento pelo orador. E eu é que digo, se ele, um professor de universidade, tivesse sabido de fato se portar profissionalmente, não teria medrado pela sindicância. Teria enfrentado e se defendido, mas, pelo visto, como defender o indefensável?

      • Homem X Mulher?!? A que ponto

        Homem X Mulher?!? A que ponto chegamos!!! A “especie” masculina “dominadora” da espécie “feminina”… afinal “vitima” é feminino e “algoz” é masculino… a que ponto se reduz a discussão… imagino que as mulheres quando grávidas de meninos são como vitimas de aliens… e melhor em que ponto da vida um menino se transforma em monstro?!?

  37. Meu apoio

    Parabéns, continue na sua luta, esse professor merece ser punido, um absurdo, me senti ofendida como mulher….

     

  38. Um caso ainda pior

    Na UFG o professor Jonas Modesto de Abreu agrediu uma aluna na frente de todo mundo e a chamou de militante de merda! A aluna Maria de Lourdes, negra e pobre, que já era perseguida por sua militância abandonou o curso e a universidade.

     

     

     

  39. Será?
    Maria, sua versão seria mais crível se não tivesse associações indevidas (um texto de um blog não é uma reportagem da Veja) e vitimização excessiva (até o abstrato “sistema” leva a culpa). Não sendo você A Voz do feminismo, como as vezes dá a entender, sinto-me livre para dizer que a melhoria na qualidade de vida das mulheres se dá por meio de ações, busca de oportunidades e de ambientes favoráveis ao desenvolvimento dos talentos individuais. Debates acadêmicos são, no mais das vezes, mero entretenimento barato para certos intelectuais.

  40. Nossa!

    Gente!

    Ao ler a opinião de alguns de vcs, fico cada vez mais desiludida com o futuro desse país.

    Como assim, o professor tem direito a dar a opinião dele e pronto. Viver nuna democracia não signfica disse tudo que pensa e pronto não, principalmente um professor, seja ele universitário ou não. 

    Um professor, principalmente da área de humanas, tem por finalidade forma cidadãos, forma opinião. como serão os frutos das turmas que estava ensinando.

    Alguns falaram que conhecem a história de perto e que a Maria Clara quis se promover. Como ela bem fala, na relação de poder entre professor e aluno, este é o elo fraco.

    Bastava ele ter uma postura adequada e esperada a qualquer docente. Depois da nota de repudio pelo que ele postou do facebook, ter pedido desculpas e ressaltado que foi brincadeira.

    Mas, ao contrário, ele saiu a procura da autora da nota, ameaçando processa-la. Isso só mostra o quanto esse professor é despreparado para lecionar.

     

    • “Como assim, o professor tem

      “Como assim, o professor tem direito a dar a opinião dele e pronto. Viver nuna democracia não signfica disse tudo que pensa e pronto não”

       

      Então você quer dizer que o professor NÃO tem direito de dar a opinião dele e pronto. 

      Essa é a postura de toda pessoa que apoia certas “ideologias” modernas como feminismo, anarquismo, gayzismo dentre outros frutos do Marxismo Cultural, cuja única função é enfraquecer e tirar a identidade do país, para que sejamos eternamente controlados. No fundo, essas pessoas sabem que estão erradas pois ainda são humanas, logo, qualquer opinião que não seja a favor ou a mesma que a destas pessoas baixas e sujas, tem que ser silenciada.

      Por ser aluna de direito, esta menina devia se prender menos à APELO EMOCIONAL (única técnica discursiva de pessoas que defendem coisas erradas e ruins) e se prender à realidade.  “Eu sempre fui verdadeira e me posicionei verdadeiramente sobre o feminismo e marxismo” “o professor não escondeu suas opiniões, nem mesmo sendo um docente.”.

      Ela quando diz o que quer é VERDADEIRA, já o professor, como foi intencionado no texto, DEVIA ESCONDER SUA OPINIÃO, AINDA MAIS POR SER PROFESSOR.

      Ora, que patifaria é essa? Os ratos de esgoto e as baratas andam mais limpos que a mente e a mão que escreveu este texto.

      Não sou de direita nem esquerda, e discordo 100% em falas prontas como “nazismo foi de esquerda”. Nem a direita, nem a esquerda são ideias de acordo com a realidade. É óbvio que na falta de algo superior, uma pessoa que ainda se conserva em um certo nível de não-selvageria, qualidade das pessoas civilizadas, optará pela direita, visto que a esquerda visa destruir toda e qualquer coisa que o homem construiu até hoje.

      Parem de fazer ataques pessoais ao professor. Ele tem direito de expor sua opinião, qualquer que seja. Se você pode expor uma opinião tão ultrajante, utópica, ofensiva, suja, hipócrita, suicida e maldosa como é o feminismo, ele tem o direito de falar o que quer que tenha vontade.

      Tomara que perca o processo, você e suas amigas feministas, e tomara que tenham que pagar muito caro para amadurecer e se tornar verdadeiramente mulheres, pois nunca houve sequer uma mulher que pregou o feminismo, assim como nunca houve um homem honesto que pregou o comunismo.

  41. Fascismo.

    É fascismo sim. É fascismo o que vivemos e ele se mostra claro quando se dá a devida importância.

    Tá na cara de quem quiser ver.

    A maioria o desdenha, conscientemente ou não. Mas a moça se importa e ela o faz como todo mundo deveria de fato fazer.

    A moça é ideóloga. Ela descobriu sua voz.

    Em um ambiente de barulho unilateral e silêncio idem, por pura ignorância ou comodismo, a contraparte não costuma ouvir antagonismos. É quando péssimos professores deitam e rolam, como se fossem Césares frente a um povo com medo até de respirar.

    Por causa disso sempre diz o que quer, sem a mínima importância de estar falando ou fazendo merda.

    O perfil é conhecido. Esse sujeito não deve ter voz ativa em casa. Não deve ter voz ativa com a família que sempre teve e com a que constituiu e portanto, faz de tudo para descontar suas frustrações no ofício que, só sabe Deus o motivo de exerce-lo. Alguma novidade no estereótipo?

    É uma situação clássica. Classicamente sinistra.

    A (falta de) postura desse professor não é nenhuma novidade; é o modus operandi padrão dos péssimos professores e eles não são poucos. Quanta falta de tato… se assim não fosse, isso jamais tomaria as proporções que tomou.

    Em tempo, sim, temos bons profissionais. Dá para perceber não ser esse o caso desse sujeito.

    Alguns podem chama-la de imatura. No frescor de seus 20 anos, porém, ela tem muito mais consciência do que muitos que viveram calados, esperando tudo acontecer – eu incluído. A moça não se acomodou em uma zona de conforto. Ponto para ela, eu acho…

    E a palavra “imaturidade” de fato não se encaixa muito bem. Não a ela. A moça apenas esperava – como muitos esperam na mesma idade – encontrar um ambiente de intelecto refinado e, principalmente, de respeito às opiniões.

    Respeito. Ao que parece, não houve nem um pouco por essa moça.

    E infelizmente, não haverá…

  42. Que mesmice…

    Que babaqiuce esse assunto. Todos são tudo e nada. Toda posição e preconceituosa. Tudo é psicanalizado. Tá chato isso. Todo mundo é neurótico. A menina tá incomodada? Acione o Poder Judiciário. Ele foi babaca em levar para a Veja? Ela foi babaca em trazer pra cá. Dois adultos brigando pelo facebook… Marxista? Se o cara gosta ou não é problema dele. Faleo que quiser falar. Se ela se sentiu ofendida…dane-se. Danem-se. Agora, isso de preconceito deve ser revisto. Isso tá babaca.

    • Se toca

      Pelo comentário você deve ser da mesma laia que o professor… queria ver se isto estivesse acontecendo com alguém que você ama (se é que ama alguém) ou com você mesmo…. aposto que não saberia como agir e fraco como parece ser, se esconderia do mundo com medo de represália… se sente tanta indiferença, por que está postando o que pensa??? Dane-se o que você pensa… ninguém precisa de mais comentários imbecis igual o seu, quando se trata de assuntos tão sérios.

       

  43. Um professor universitário

    Um professor universitário diz que o nazismo era de esquerda e ainda tem gente que defende!

  44. O ser humano, no caso, me

    O ser humano, no caso, me parece ser o que menos importa… Save us, Doktor Pangloss! 

  45. Solidarizando com Maria Clara Bubna

     Maria Clara Bubna, saiba que você não está só. Seu manifesto é um abraço convincente àqueles que se solidarizam com você e tudo que está representado em em sua luta pessoal que se expandiu para o campo social. Você é um exemplo de força e inteligencia, sua juventude e condição feminina, é uma adição contra problemas que estão entranhados na nossa sociedade e deve, assim como você está agindo, ser gritado aos quatro cantos. Enponderemos nossas vozes contra o cinismo e a dissimulação dos canalhas.Vauluizo Bezerra

     

     

  46. História estranha e assustadora

    Já começando pelo post de um machismo nojento do professor e ficando muito pior por toda a história de poder envolvida. E gente se o Conselho Departamental da Faculdade de Direito achou que era necessária uma sindicância é que a coisa foi feia, em geral os conselhos procuram pôr panos quentes nesse tipo de casos.  

  47. Isso no mes em que o primeiro

    Isso no mes em que o primeiro congresso internacional para tratar de problemas enfrentados por homens (Detroit) teve de ser movido para outro local após ameaça de bombas e morte por grupos feministas…

    De fato a opressão nunca esteve tão viva.

  48. Enojada

    É uma pena que vc passe por isso, Maria Clara.

    Como professora, como ser humano, me enoja que outra pessoa, aproveitando-se da relação de poder tenha feito isso ctg. Como ainda temos que evoluir.

    Sinto mt por vc, querida. Força. Que pena que alguém tão jovem passe por tudo isso; aos 20 anos, nem sei como reagiria. Que bom que vc resolveu empoderar a sua voz. Paz e Bem pra ti!

    yolanda

  49. Força, Maria Clara

    É preciso coragem. Mulher, aluna e muito jovem. Ousou não ficar calada sendo pisoteada. Sou homem, Maria Clara. E gostaria de ter a tua coragem. Se a gente não reagir, vamos acordar um dia num país onde fundamentalistas fazem as leis. Exatamente como na Idade Média pré-renascentista. Ou como no Islã. Tua luta é a minha luta, porque onde há alguém lutando por igualdade, há menos poder para a desigualdade. Força, garota. Muitos estão contigo.

    • Como é essa história de que

      Como é essa história de que fundamentalistas fazem as leis “no Islã”? Que Islã, com licença? Que tal pararmos de fazer generalizações grotescas sobre coisas que ignoramos? Agradeço

  50. Realmente trata-se de um

    Realmente trata-se de um abuso de poder absurdo! Parabéns Maria Clara! Não desiste, nós feministas e críticas a esse sistema de ensino opressor estamos contigo.

  51. Que absurdo!
    Esse professor
    Que absurdo!

    Esse professor realmente não deveria estar ensinando ninguém. Espero que ele não volte às salas de aula.

  52. SOLIDARIEDADE E AGRADECIMENTOS

    Admirável Maria, parabéns por sua coerência, altivez e perseverança. Agradeço por você existir e por resistir ao ultraje covarde do infame professor e dos cúmplices destes crimes de discriminação preconceituosa e de violência verbal. Agradeço por você não permanecer intimidada e por haver denunciado publicamente as cruéis e abjetas agressões relatadas em seu Manifesto. Fato é que ser feminista constitui mais que um mero direito, pois significa repudiar a opressão desumana que caracteriza o machismo. Parabéns a você por manter a fé no seu direito de sustentar suas convicções progressistas e libertárias. Estamos juntos nessa luta, pois combater o fascismo em todas as formas é a obrigação elementar de todos que prezam a coerência, defendem o respeito e amam a liberdade. Força e fé, sempre.

  53. Não se intimide

     Uma pessoa que impõe o seu pensamento ideológico, não aceita o outro como sujeito pensante é um fraco que se esconde atrás de sua fragiidade. Mais grave ainda se for um professor, porque  influencia a formação de muita gente e acaba retroalimentando um sistema…  (infelizmente). O machismo se revelou de forma cruel.

    O Direito é uma formação que acarreta em “perigo” para uma parte da sociedade que não quer mobilidade  (em nenhum aspecto: econômico, social, cultural, histórico). Por este motivo de modo geral, encontramos neste setor muitas pessoas conservadoras, totalitárias e raivosas quando são contrariadas. Este ciclo precisa ser rompido. Parabéns à estudante por não silenciar. 

     

    Claudia

     

    • Em todos os setores e em

      Em todos os setores e em todas as profissões “encontramos neste setor muitas pessoas conservadoras, totalitárias e raivosas quando são contrariadas”. Preconceito chegou aí e parou, né?

  54. Luis Nassif, o caso não é

    Luis Nassif, o caso não é exatamente como mostrado. Aparece apenas o lado da aluna. Seria bom que se ouvisse o lado do professor. Um professor liberal em um ambiente politicamente de esquerda radical está sofrendo perseguição político-ideológica sim. Esse professor é excelente conforme depoimento de muitos alunos e não pode ser julgado por suas opiniões. Se alguém vai fazer um curso e para de frequentar as aulas devido a ideologia política do professor, a culpa não é dele. O professor  tentou ser complacente e benevolente com a aluna, dando a ela uma chance de passar na matéria, mesmo ela tendo se recusado a fazer a avaliação e a assistir às aulas. Ele deu a ela a chance de fazer um trabalho, mas ela usou isso contra ele acusando-o de estar fazendo ” tratamento diferenciado”. Do mesmo modo, quando ele a comunicou que a processaria criminalmente por difamação, cobrando dela a responsabilidade que um adulto deve ter sobre as suas ações,  e a convidou para conversarem para se chegar a um acordo sobre como haveriam de proceder sobre isso, já que ele se sentia impedido eticamente de avaliá-la, para protegê-la mais uma vez, ela usou isso contra ele e o acusou de ” assédio moral”. Então, Nassif, há uma clara inversão de valores. Um aluno que não frequenta as aulas, não faz as avaliações, acusa o professor numa rede mundial de computadores, prejudicando a sua imagem, vida e família e ainda se faz passar por vítima, não pode estar agindo em busca da ” justiça”. Usa do argumento de que está em uma situação inferior, quando esteve o tempo todo abusando de sua condição de aluna. O professor poderia muito bem reprová-la sem estar contrariando nenhuma regra acadêmica. Mas quis dar a ela todas as chances e até mesmo quando a relação aluno-professor se desfez, ainda assim ele foi ético a ponto de pedir que ela se desligasse da turma ou fosse avaliada por outra pessoa que não ele. Em que este professor utilizou de sua posição para prejudicar a aluna? Até agora só vi exatamente o contrário. A aluna usando de sua posição de vítima para destruir a carreira e nome de um bom professor!

    • Tentar justificar as ações de

      Tentar justificar as ações de um professor que dá aula de direito e vai falar sobre segunda guerra (!) e que Hitler era de esquerda… é brincadeira.

       

      • Caro Doney,
        O que se está

        Caro Doney,

        O que se está avaliando é a postura acadêmica do professor e não sua posição ideológica e suas opiniões. Você, se frequentou alguma vez alguma universidade, sabe que um professor que dá aula de determinada matéria deve ser avaliado pelo seu domínio da disciplina e pela sua capacidade de passar essas informações. Por mais que se discorde das posições ideológicas, ele não pode ser julgado e perseguido na universidade por isso. Se isso ocorrer, não estaremos mais  numa democracia mas numa ditadura do pensamento das mais odiosas. Por mais que se divirja do professor ideologicamente, não pode-se achar justo que ele perca o seu emprego por razões políticas e não acadêmicas. O que ocorreu com ele foi basicamente isso, uma perseguição político-ideológica. Ora, se um aluno se recusa a assistir as aulas e não quer fazer a avaliação o que se deve fazer com esse aluno? A resposta óbvia é que ele deve ser reprovado. Mas se armou um grande circo para que quem fosse afastado fosse o professor e não o aluno. Desta forma, quem foi penalizado pela falta de frequência do aluno e a não realização da avaliação foi o professor. Há uma clara inversão de valores nisso. Esse é o meu pensamento.

        • Inversão de valores

          Pelo seu modo de pensar, Isabela, se um homem agredisse uma mulher, a vítima seria o homem.

          Se você ignora a relação de subordinação entre professor-aluno, ignora a realidade.

          Não assistir a suas aulas (eu tbm me recusaria no ato) é um direito da aluna, com a consequência devida. Mas não é disso que todo este caso se refere, e se você tenta levar para esse lado apenas se esforça para desvirtuar o foco.

          Dizes que ele esta sendo perseguido pelas suas ideias. De fato, isso é possível. A pessoa pode ter ideias racistas – e ser perseguida por isso; pode ter ideias nazistas – e ser perseguida por isso, ou, como aparenta ser o caso, pode ter ideias machistas – e ser perseguida por isso.

          • Nem sempre numa relação

            Nem sempre numa relação homem-mulher a vítima é a mulher. Nem sempre numa relação aluno-professor a vítima é o aluno. O senhor pode achar que não é necessária a frequência das aulas, mas isso é uma norma de todas as escolas. O aluno pode ser reprovado por frequência. Mas o ponto principal não é esse. É a persegução ao professor.  Se o professor acha que o movimento feminista trouxe prejuízos às mulheres isso é motivo para que ele perca o seu emprego duramente conquistado? Se ele acha Marx  um “barbudo do mal”, ele é um inimigo dos alunos? Então todos agora seremos avaliados por nossos pensamentos e palavras, julgados e condenados sem nem mesmo  termos direito à defesa? Me desculpem, falam de fascismo, mas isso é fascismo. Não aceitar que o outro possa ter um pensamento divergente do seu, outra maneira de pensar, de entender as coisas. Isso é um crime e a punição é o banimento? Não concordo com muitas opiniões do professor, mas ele não é meu inimigo e não vou mandá-lo para fora da Universidade por isso. Vou tentar defender o meu ponto de vista, com educação e com argumentos, não com perseguições, humilhações e xingamentos. Não considerei o seu post machista e acho que  ele tem o direito de pensar o que quiser contanto que não ultrapasse o limite de seu direito de se expressar e não fira o direito de ninguém. Ele está apenas expressando o seu pensamento, que não é o meu. Senão só veremos um único pensamento no mundo, uma única opinião, uma única religião ou a ausência dela e todas as pessoas que divergirem do pensamento dominante serão banidas.  É bom que se faça essa reflexão!

          • Ele pode achar tudo isso, mas

            Ele pode achar tudo isso, mas guarde isso para quanto  estiver lá no meio da sua trupe. Na de aula, sendo pago recursos públicos, se atenha a sua matéria e nada mais.

      • Meu caro Doney, não se

        Meu caro Doney, não se contrapõe um argumento com sofismas. O nazismo é tão de esquerda quanto o stalinismo e o maoísmo, que muita gente boa adora. Os totalitarismos se aproximam. Perderíamos horas debatendo isso. atenha-se ao texto, e o critique com argumentos válidos, em vez de simplesmente criticá-lo sem base alguma.

        • Com todos os seus equívocos e

          Com todos os seus equívocos e antinomias, Stálin e Mao Tse Tung compuseram governos de esquerda, sim. Não há como fugir desta realidade.

          A questão é que a esquerda reconhece os erros e os desvios ideológicos e éticos de suas lideranças. Já a direita tenta inventar que Hitler, Mussolini, Pol Pot, Pinochet, Salazar e afins eram de esquerda. Não dá.

    • Ela escreveu

      o seguinte:

      “A partir do episódio, o Coletivo de Mulheres da UFRJ escreveu uma nota de repúdio à publicação do professor, publicada no dia 27 de maio na página do próprio Coletivo, chegando rapidamente ao seu conhecimento”

      Então não foi ela quem o atacou, nem à sua família. Não foi ela quem levou o embate ideológico para dentro da sala de aula, em clima inadequado ao debate em ambiente universitário.

      Creio que as leituras do texto presente deixam a desejar. Leiam até o final e reflitam.

      • Foi ela sim!!!

        Foi a aluna sim, quem provocou o coletivo. Uma integrante entregou que foi a aluna quem redigiu a nota, juntamente com outra membro do colwetivo, razão pela qual expulsaram a moça, apenas por ter desmascarado a vigarice.

        Como sempre, a covardia reina entre os esquerdistasm que odeiam assumir responsabilidades.

    • POSTURA INADEQUADA

      Toda a boa intenção do dito professor ficou provada quando ele usou de sua influência e expôs uma ALUNA DO PRIMEIRO PERÍODO NA REVISTA VEJA (revista cujas publicações são, em regra, de muito mal gosto)… Realmente um sujeito muito equilibrado e sensato.

      Já vi muitas vezes casos de alunos e professores com posicionamentos políticos divergentes, mas outros professores, maduros e éticos, souberam conduzir a situação de forma correta, sem exposição e escândalos. 

      Não digo que este professor seja má pessoa, mas é um péssimo educador, pode saber muito daquilo que leciona, mas me parece um sujeito vaidoso, infantil, prepotente e cheio de si.

      Li a versão dele e li a dela, me desculpa, mas acho impossível uma pessoa na posição dele ser perseguido por uma aluna do primeiro período.

      Comparando ambos os argumentos, parece não só que ele a perseguiu (por vaidade), mas também que tentou usar de sua influencia para ostentar  poder e passar por cima dela, provando, assim, o quando é superior.

      Mas, se todas as minhas impressões sobre ele estiverem erradas, de fato ele deixa a desejar como “educador”, adotou uma postura infantil neste caso, expos a si mesmo, tentou macular a imagem de uma aluna do primeiro semestre na veja, demonizá-la… O quando foi ridículo o que ele fez não tem palavras que exprimam… isso deveria ter sido resolvida dentro da faculdade. 

      E, por fim, li o texto que ele publicou e deu origem a essa polemica, o texto é lamentável, ele disse se tratar de uma brincadeira, mas não teve a menor graça, a única piada que vejo nesse caso é ele mesmo.

    • Leia o depoimento dele que

      Leia o depoimento dele que esse mesmo confessa que ficou feliz quando uma das alunas do trabalho desisistiu. Isso é prova de que esse estava usando o trabalho como vingança e isso, fora o todo, mostra que esse apenas corrompe preceito do educacional e até usa isso como arma.

  55. Por ser aluna de direito,

    Por ser aluna de direito, esta menina devia se prender menos à APELO EMOCIONAL (única técnica discursiva de pessoas que defendem coisas erradas e ruins) e se prender à realidade.  “Eu sempre fui verdadeira e me posicionei verdadeiramente sobre o feminismo e marxismo” “o professor não escondeu suas opiniões, nem mesmo sendo um docente.”

    Ela quando diz o que quer é VERDADEIRA, já o professor, como foi intencionado no texto, DEVIA ESCONDER SUA OPINIÃO, AINDA MAIS POR SER PROFESSOR.

    Ora, que patifaria é essa? Os ratos de esgoto e as baratas andam mais limpos que a mente e a mão que escreveu este texto.

    É de causar náuseas pelo quão mal intencionado é o texto, e pena por uma jovem tão bela na flor de sua juventude ser tão baixa e desviada de qualquer regra de conduta virtuosa.

    Não sou de direita nem esquerda, e discordo 100% em falas prontas como “nazismo foi de esquerda”. Nem a direita, nem a esquerda são ideias de acordo com a realidade. É óbvio que na falta de algo superior, uma pessoa que ainda se conserva em um certo nível de não-selvageria, qualidade das pessoas civilizadas, optará pela direita, visto que a esquerda visa destruir toda e qualquer coisa que o homem construiu até hoje.

    Parem de fazer ataques pessoais ao professor. Ele tem direito de expor sua opinião, qualquer que seja. Se você pode expor uma opinião tão ultrajante, utópica, ofensiva, suja, hipócrita, suicida e maldosa como é o feminismo, ele tem o direito de falar o que quer que tenha vontade.

    Tomara que perca o processo, você e suas amigas feministas, e tomara que tenham que pagar muito caro para amadurecer e se tornar verdadeiramente mulheres, pois nunca houve sequer uma mulher que pregou o feminismo, assim como nunca houve um homem honesto que pregou o comunismo.

    • O cara diz que “não é de

      O cara diz que “não é de direita nem de esquerda” e logo em seguida “uma pessoa que ainda se conserva em um certo nível de não-selvageria, qualidade das pessoas civilizadas, optará pela direita, visto que a esquerda visa destruir toda e qualquer coisa que o homem construiu até hoje”.

      Ai que cansaço…

      Os coxinhas invadiram!!!

    • Eu estarei acompanhando esse

      Eu estarei acompanhando esse processo e torcendo por essa aluna que só clama por justiça. Você, claramente, deve ter vínculo com esse tal professor e se reler seu texto verá que é mais contraditório que o dela. 

    • Hein??

      “Não sou de direita nem esquerda, e discordo 100% em falas prontas como “nazismo foi de esquerda”. Nem a direita, nem a esquerda são ideias de acordo com a realidade. É óbvio que na falta de algo superior, uma pessoa que ainda se conserva em um certo nível de não-selvageria, qualidade das pessoas civilizadas, optará pela direita, visto que a esquerda visa destruir toda e qualquer coisa que o homem construiu até hoje”.

       

    • Você é doido?

      Onde é que voce viu “patifaria” no depoimento da menina? Patife é voce seu coxinha de merda …

    • Covardia

      Acho que você é um covarde. Por que estão atormentando essa estudante? Não foi o professor quem foi no face dela e provocou toda essa situação? E se ela tem uma posição política diferente desse professor, talvez cabe a ele perceber que a sala de aula não é lugar de religião nem de impor um partido político. Por isso o voto é secreto, por não termos que passar por situações constrangedoras como essa quando temos uma opinião diferente. Acho ignorante da parte dele ter ido no face dela e atacá-la por ela ter uma postura diferente da dele. Agora vc fala que ele pode dizer o que quer, mas e o direito dela de falar o que pensa? Essa postura desse professor não é somente autoritária, é agressiva e opressora. Espero também que esse processo vá adiante mesmo. Pessoas como ele devem ser punidas. Para mim, você parece um homem que vive na pré-história, um machista e opressor como seu colega. Espero que ela o processe também por ter invadido a privacidade dela, no face dela, para oprimi-la e ofendê-la por não ter a mesma opinião política que a dele, e que ele seja condenado criminalmente por isso! 

    • Que excrecência!

      Que excrecência! Provavelmente esse é um perfil fake, criado para falar barbaridades à vontade sem se expor. 

    • Estranho

         Sou da área de informática, perfis fakes normalmente tem medo de serem identificados e este acma coloca uma opiniao de quem parece adotar uma postura contra a garota. Primeiramente diz que não tem lado e no final faz críticas severas, só acho estranho e suspeito.

    • Se você não consegue ver a

      Se você não consegue ver a diferença entre uma pessoa com um papel de poder na mão (o educador, que vai FORMAR seus alunos, que vai TRANSMITIR seus conhecimentos e visão de mundo) de uma pessoa “normal”, que não tem esse mesmo papel (uma aluna, um bêbado no bar, o cobrador de ônibus, eu, você), você precisa seriamente rever seus conceitos. O resto (sua ignorância sobre quem atacou quem, o que é feminismo ou uma mulher de verdade, etc) talvez seja resolvido quando você entender o que significam as relações de poder.

    • Por ser ser aluna de direito

      Alguém aqui poderia me indicar onde está o texto em destaque abaixo?

      “Eu sempre fui verdadeira e me posicionei verdadeiramente sobre o feminismo e marxismo” “o professor não escondeu suas opiniões, nem mesmo sendo um docente.”

      Creio que que o problema seja de interpretação ou de lisura. Ou os dois. Veja texto abaixo:

      “Dentro da Faculdade de Direito da UERJ, acabei encontrando um professor que possui postura claramente liberal. Ele também nunca fez questão de esconder suas preferências políticas, mesmo no exercício de sua função”.

      Bem diferente do afirmado aqui.

      Ah sim, ela só tem 20 anos, estuda Direito. Esta se preparando para ser um advogado, juiz, promotor, etc, etc.. Nao espere que tenha um desempenho de jurista experimentado.

      Sim, “Ele tem direito de expor sua opinião, qualquer que seja”.

      Mas ele tem o direito de fazê-lo usando um veículo de comunicação? Sim tem, como a aluna também teria, mas ela não tem os amigos certos nos lugares certos.

      Ah sim. Amigo, machismo é tão demodê! 

       

  56. Solidariedade SEMPRE

    Não desejo me estender muito em relação a esse assunto, porque, como um hipócrita cretino que me agrediu também, disse: Isso é mediocre e tacame.

    Sou estudande de Letras-Português/Grego da UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO, e também sofri agressão por um idiota que não sabe o que é o poder da palavra EDUCADOR. E sim, me compadeço por você e por qualquer outra pessoa que sofra esse tipo de agressão.

    Pois maior agressão que a física, é a psicológica de cunho verbal, e eu como futura EDUCADORA devo apoiar sua postura de denúncia.

    Muitos são os casos que vejo até hoje na instituição de “professores” que agridem seus alunos, seja com comentários como: “O QUE VOCÊ ESTÁ FAZENDO AQUI? VOCÊ É POBRE, PRETA, NÃO TEM ONDE CAIR MORTA E AINDA POR CIMA USA SANDÁLIAS HAVAIANAS.” “VOCÊ NÃO FAZ JUZ A ESSA UNIVERSADE, É MEDIOCRE E SIMPLORIA COMO UM VERME.

    Essas são algumas das coisas que ouvi e/ou passei. No entanto, discursos como: “ALGUMA COISA VOCÊ DEVE TER FEITO” também servem de base para resguardar crápulas como esses. Isso PRECISA ACABAR!

    Alguém disse um dia que unidos somos mais fortes, então, deixo aqui meu comentário em solidariedade a você Maria Clara Bubna.

     

    • Prezada Carolina
      Por também

      Prezada Carolina

      Por também ser professor de uma universidade pública (Universidade Federal de São João del Rei), instituição mantida com o dinheiro público e onde se deveria cultivar o zelo, a tolerância, o respeito, a solidariedade e o incentivo para que todas as classes sociais chegassem a ela por mérito e nela se mantivessem por esse mérito, sinto verdadeiramente enojado com o que você nos relata…

      Os comentários que você transcreve são de nos fazer repensar onde vamos chegar com nossa profissão de docentes do ensino superior, o que pretendemos com nossas carreiras, e que contribuição para a construção da nação temos conseguido dar.

      Minha solidariedade a você e a todo colega de sua instituição que tenha passado por uma situação tão aviltante como a que você nos relatou.

       

       

  57. Admiração e agradecimento

    Querida Bruna, quero te dizer que você tem minha admiração e apoio, e, que por mais que a nossa luta seja árdua e permanente, tua atitude nos encoraja a continuar. Permanece nesse teu pensamento determinado, pois estes obstáculos crueis e covardes surgem apenas para engrandecer nossa vitória. Um abraço forte das mulheres e feministas de Recife/Olinda! Que a ninguém cale nossa voz! A luta continua!  Nossa luta agora é pela punição dessa perseguição, machismo, covardia e crueldade praticada pelo distinto professor! Faremos de nossas redes sociais um instrumento de denúncia!

     

    Abraços de luz.

  58. Basta uma coisa. Quem recorre


    Basta uma coisa. Quem recorre à revista Veja pra resolver seus problemas  profissionais não vale um conto de real furado. Isso poderia ser resolvido no ambito da Universidade, que deveria ser um local de debate  e discussão de ideias. E não um “campo de concentração”. Nenhum professor tem o direito de expor seus problemas profissionais, legitimos ou não, em um veiculo de circulação nacional. Esse  rapaz é um desequilibrado completo. Incapaz, inepto e vingativo…