Gênero e educação: fortalecendo uma agenda para as politicas educacionais

Publicação reúne conjunto de artigos com base no diagnóstico e recomendações do Informe Brasil – Gênero e Educação, e por campanha Latino-americana por uma Educação não sexista e anti-discriminatória

Gênero educação: fortalecendo uma agenda para as politicas educacionais

Por Cláudia Vianna, Denise Carreira, Ingrid Viana Leão, Sandra Unbehaum, Suelaine Carneiro e Sylvia Cavasin

Do Projeto GÊNERO E EDUCAÇÃO:FORTALECENDO UMA AGENDA PARA AS POLÍTICAS EDUCACIONAIS
Pela Ação Educativa; CLADEM – Comitê da América Latina e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher; ECOS – Comunicação em Sexualidade; Geledés –Instituto da Mulher Negra

Esta publicação reúne um conjunto de artigos resultante do projeto Gênero e educação: fortalecendo uma agenda para as políticas educacionais, apoiado por meio do edital público SPM/PR (Convênio n. 077/2014).

O Projeto foi desenvolvido entre 2014 e 2016 pela Ação Educativa em parceria com as organizações CLADEM – Comitê da América Latina e do Caribe para a Defesa dos Direitos da Mulher, ECOS – Comunicação em Sexualidade e Geledés – Instituto da Mulher Negra.

Além das quatro organizações de sociedade civil, a coedição desta publicação conta com a participação do Departamento de Pesquisas Educacionais da Fundação Carlos Chagas, instituição de pesquisa de grande reconhecimento acadêmico e parceira em várias ações comprometidas com a promoção da igualdade de gênero na educação.

Em um contexto político bastante desafiante, o Projeto teve como objetivo contribuir para fortalecer o lugar da agenda de gênero nas políticas educacionais brasileiras, em suas intersecções com raça e sexualidade. Buscou incidir tanto na gestão pública como junto aos movimentos sociais de educação, feminista, LGBT, sindicais, entre outros.

O Projeto foi elaborado tendo como base o diagnóstico e as recomendações contidas no Informe Brasil – Gênero e Educação, documento que é objeto de artigo desta publicação, lançado em 2011 e atualizado em 2013 e apresentado ao Congresso Nacional e à Comissão Interamericana de Direitos Humanos da OEA (Organização dos Estados Americanos).

No Brasil, o Projeto constituiu um dos desdobramentos da Campanha Latino-americana por uma Educação não sexista e anti-discriminatória, impulsionada pelo CLADEM no continente entre os anos de 2009 e 2011. Foi organizado em cinco eixos de ação: pesquisas e levantamentos; formação; articulação; comunicação; e incidência política.

Leia o artigo completo abaixo e aqui:

Genero-educacao-fortalecendo-uma-agenda

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome