O racismo e os ‘rolezinhos’ nos shoppings de SP

Do Jornalismo Wando

Rolezinho: a orkutização do flash mob

Imagine a seguinte cena: você está sentado confortavelmente com sua família na praça de alimentação de um shopping, dando garfadas numa deliciosa pizza de picanha com catupiry, quando chega um bando de moleques negros e mulatos pulando e cantando músicas tribais do tipo funk. Imaginou? É como viver no paraíso, desfrutando da benção da vida eterna, e ser surpreendido por um dilúvio anunciando o apocalipse. Foi mais ou menos isso o que aconteceu e tem acontecido nos shoppings de São Paulo, um dos poucos espaços públicos seguros para o cidadão de bem. Vejamos trechos de uma reportagem da Folha:

Um fantasma rondava ontem o Shopping Internacional de Guarulhos, o fantasma do funk. O medo era de que se repetissem as cenas de pânico e correria, vistas no sábado, quando centenas de adolescentes, concentrados em uma das portarias, entoaram em uníssono uma espécie de hino de guerra, enquanto avançavam para dentro do centro de compras. (…)

Dentro do shopping lotado, decorado com miniaturas do Partenon grego, da Torre de Pisa, do Coliseu, bonecos animados de renas e Papai Noel embalavam as compras de Natal (…)

Seria um arrastão? Saque? Quebra-quebra? Helena de Assis, 55, empresária do ramo de caminhões de mudança, jurava ontem na praça de alimentação lotada ter visto jovens com revólveres. “Tem de proibir esse tipo de maloqueiro de entrar num lugar como este”, discursava entre garfadas na pizza de picanha com Catupiry.

Na verdade, o apocalipse pintado pela empresária parece ter sido muito pior do que de fato foi, o que é bastante compreensível. Quando viu aquele mar negro correndo e cantando em dialetos horrorosos, Helena – será alguma de Manoel Carlos? – chegou a ver os adolescentes portando revólveres, apesar da PM e das câmeras internas não terem registrado nada. Mas é fácil entender o que a levou a ter essa miragem: aglomerado de jovens negros + música de favela + correria = arrastão. Esta é uma equação de bolso que acompanha todo bom pagador de imposto preocupado com a preservação da espécie e dos bons valores.

Leia também:  Agência Brasil foi ordenada a ignorar assassinato no Carrefour

Tudo muito óbvio, mas eis que surgem os famosos “defensores de bandidos” dizendo que a polícia não registrou nenhuma queixa de furto, agressão ou depredação. Os jovens teriam organizado o encontro apenas pela bagunça, pra exercer sua adolescência, num excesso típico da idade.

Mas os defensores dos fracos e oprimidos não pararam aí. Em vez de levarem os pobrezinhos para suas casas, acusaram a imprensa de racista. Um verdadeiro absurdo. Teve até um que desafiou o bom senso e escreveu texto intitulado: “Rolezinho e a ação afirmativa contra o racismo”. Dentre outras coisas, o blogueiro afirma:

O medo, o pânico, o horror acontece não porque sejam milhares de criminosos que, pela internet, se organizem para saquear o shopping. O medo, o pânico, o horror acontece porque são negros. (…) Não à toa os eventos sejam associados ao funk: música negra, da periferia e das favelas. Se fossem adolescentes brancos ouvindo, digamos, Los Hermanos, certamente não seriam presos, por mais exaltados e briguentos fossem, ainda que a polícia eventualmente fosse chamada.

Ainda bem que o Bem existe e se manifestou nos comentários:

Insinuar que o povo de periferia que faz baderna em shopping é ladrão e estuprador, não me parece preconceito. É apenas o cidadão de bem, que muitas vezes também é de periferia, querendo se proteger de uma gente que causa medo.

Incrível como tudo vira racismo nesse país dominado pelo “politicamente correto”. Agora não se pode nem oferecer banana para um negro que o povo já corre pra denunciar racismo. Até nas estatísticas, que mostram o negro recebendo salários menores que o branco nas mesmas funções, essa gente enxerga racismo. Ou seja, querem patrulhar até a maneira como os empresários remuneram seus colaboradores.

Leia também:  O que está por trás do racismo?, por Michel Aires de Souza Dias

Indignado com todo esse coitadismo artificial, fui no Youtube procurar vídeos que comprovassem os crimes praticados nos rolezinhos. Os revólveres, a depredação, os roubos e as agressões estranhamente não aparecem em nenhum. Mas os comentários racistas estão presentes em praticamente todos os vídeos e reportagens sobre o assunto, o que me deixou ressabiado:

Fosse nos EUA, eu acharia normal. Mas racismo no Brasil? Hum…não quero acusar ninguém, mas desconfio que sejam fakes criados pelo autor daquele post só pra conferir legitimidade à sua teoria absurda.

Numa das páginas de convocação dos tais rolezinhos, o evento é descrito como uma diversão para dar uma “tumultuada”, “dar uns beijos”, “conhecer novos amigos” e “tirar várias fotos”. Mas Dona Helena e os comentaristas dos grandes portais leram: “arrastão”, “dar uns tiros”, “conhecer novas vítimas” e “fazer vários assaltos”.

Passado o pânico, voltemos todos para nossas pizzas de picanha com catupiry e esqueçamos essa gente de mau gosto.

PS: confira esse “flash mob” do bem

PS2: conheça o significado do verbo orkutizar

PS3: conheça o primeiro rolezinho da história

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128 comentários

  1. Ficaria mais assustado se

    Ficaria mais assustado se fosse um grupo de políticos, secretários e alguns empresários, aqueles que roubam bilhões de reais em corrupção . Desse arrastão deveríamos ter medo, mas já acostumados a sermos roubados por senhores brancos, bem vestidos e de gostos musicais mais sofisticados somos capazes de até mesmo convidá-los para a nossa mesa. E pagarmos a conta, como sempre.

  2. Temos razões para reagir com medo

    Cenas na TV, de arrastões, etc. deixam a todo mundo assustado. Assim, na situação que a reportagem descreve, no Shopping, eu também ficaria preocupado se vejo uma turma de meninos cantando juntos e caracterizando um grupo organizado. Quando ando pela rua procuro me afastar, se vejo uma turminha de moleques á toa.

    Poupo do meu comentário situações como a tal de pizza de picanha com catupiry, repetido três vezes no Post acima, que não faz outra coisa que tornar desonesto e tendencioso o relato.

          • Obrigado por responder

            Acho um exagero seu em torno ao meu comentário acima e, ainda, denota sim um preconceito seu contra mi (embora às vezes pego pesado, mas não aqui nem agora). Acontece Analú que eu já sofri tentativa de assalto na rua por um grupo de quatro moleques, para ser preciso: um preto, um mulato e dois brancos. Nesse episódio seria racista apenas com o menino preto ou a minha preocupação em relação ao fato pode então ser geral para todos eles, enquanto grupo de moleques?

             

          • Situaçoes diferentes…

            Um assalto na rua é algo reconhecível como assalto. Se os jovens quisessem assaltar, nao entrariam num lugar facilmente fechável, e onde há seguranças para dedéu. É claro que se tratava de uma provocaçao (no sentido etimologico, de pro + vocare, chamar a fala para a frente), de um gesto de protesto e de revolta, de reivindicaçao de reconhecimento de sua cidadania. Que é o que vocês nao conseguem fazer. 

          • Então

            É por isso que alguns de nós reagimos com algum medo. Para de botar apelidos ou catalogar de criminosos a todos os que não pensam como você.

             

          • Nao disse q vc era criminoso, disse q é racista

            E ser racista nao é crime em si, se você nao pratica nenhum ato concreto de discriminaçao e ofensa. É só pobreza intelectual e emocional. Exatamente como ser homofóbico e machsta… 

          • Anarquista Lucida

            Por uma questao de coerencia da minha parte, so posso concordar contigo.  E acrescento que o fenomeno ja se espalhou para o interior.  Saiu na imprensa de Campinas que seguranças estao barrando adolescentes desacompanhados que chegam o Shopping Iguatemi, que fica na regiao de Nova Campinas, um bairro de ricos, principalmente se chegam de onibus.  E no caso, nem se trata de racismo puro, pois um dos barrados era branco.  Nao tenho duvida que o racismo é o componente principal mas o aspecto social tb chama a atençao.  Precisa comprar roupa de desfile pra ir em shopping.  Eu, vindo do interior, acostumado a conviver com povo, sempre odiei este espaço de segregaçao chamado shopping center e só vou a algum pra ver filmes, ja que os jenios da area cultural de Campinas deixaram que os cinemas do centro fossem vendidos para igrejas evangelicas.   Nao é a toa que shopping é invençao de americanos puritanos e segregacionistas e sao a expressao mais acabada do sonho consumista, algo que nao me seduz.

          • Faça sua parte Anarquista
            Não

            Faça sua parte Anarquista

            Não vá nunca mais em Shoppings!

            – fechado?

            E aproveita para convidar essa galera ( pode entrar no face nas paginas que eles recrutam esses atos de vandalismo) e dê o endereço do lugar que vc frenquenta e ( importantissimo ) esteja la, se nao forem ao seu local, talvez vc possa ao menos abrir uma excessao e ir no Shopping do encontro para estar junto aos que vc denomina como pessoas de bem que só querem fazer um protesto contra o apartheid social ok?

            nos mantenha informados! rs

          • Ufa! Demorô!!

            Caraca, Analú! Demorô!!  Queria ver até onde você continuaria tentando argumentar com o general itaquerense leônidas e o rebolla bolla. Perda de tempo, desgaste inútil de teclado e de paciência.  Parabéns pela decisão sábia, embora demorada. 

          • Vc tem toda razao. Em geral nao faço isso

            Normalmente nao perco tempo discutindo com Leônidas, Aliança Liberal, Rebolla, e alguns outros. Ontem nao sei o que me deu. É perda de tempo. Mas é que no início quase que só estavam no tópico as vozes deles, e achei importante um contraponto. Mas devia ter parado antes, você tem razao. 

          • Não vai não Anarquista Lúcida …

            Única das poucas opiniões sensatas por aqui … os míopes sociais insistem em olhar para o povo preto e pobre através da ótica do racismo e do preconceito, limitadinhos … estou achando demais ve-los acuados como cordeirinhos diante de um imenso lobo, preto, pobre e funkeiro que só eles vêm … é classe média o negócio é começar se trancafiar mais ainda, uma boa idéia seria organizarem feirinhas “tipo shopping” em seus condominios porque a pobraiada esta chegando e gritando pra caramba em seus sensiveis e refinados ouvidos … estou adorando tudo isso … Ah, Anarquista Lúcida, parabéns pelos seus post’s … raridade por aqui, inclusive, em poucas linhas vc foi muito mais coerente que o Sr. Nassif, que cá entre nós é o preconceituoso-mor, que textinho ruim e recheado de preconceitos e idéias classimediana baratérrima !!!

          • Os assaltos realizados em

            Os assaltos realizados em joalherias de shopping são realizados por grupos pequenos, então não me parece sensato descartar uma ação criminosa ousada num espaço hipoteticamente seguro quando está acontecendo algo fora do comum, até porque, o seguro morreu de velho. Se fosse nos EUA, o receio dos frequentadores habituais seria de um tiroteio em shopping e em outras partes do mundo, até mesmo um atentado terrorista, como aquele que ocorreu na África .

            E por se tratar de um protesto num espaço onde os mesmos não são comuns, e num formato menos comum ainda, é mais fácil vincular inicialmente tal fenômeno, digo, no momento que é presenciado, com um arrastão das praias do RJ e não com as “marchas dos coxinhas”, já que o próprio conceito de protesto está vinculado com determinados lugares (as ruas) e comportamentos específicos (passeatas).

            Se confirmando que não tem nada demais no “movimento”, vai acabar sendo incorporado como parte natural da nossa realidade, o que pode resultar em mudanças de hábitos daqueles que se sentem incomodados e até mesmo dos comerciantes, que podem buscar novos espaços se perderem clientes assustados com a perda da “tranquilidade”. Não estranharia algo surreal como o surgimento de um clube social “exclusivo” para o consumo num futuro próximo.

            Por fim, não acho que consumismo seja sinônimo de cidadania, mas não há como negar que o lazer é um direito social e que tem gente que percebe nos shoppings um lugar de lazer, hábito que as classes menos favorecidas parecem estar assimilando também, infelizmente.

             

          • Nao dá para entender o que vc pretende dizer…

            Entao é normal reagir assim com preconceito? Se nos EUA seria pior, entao está tudo OK? Os jovens antes de fazer um “agito” deveriam procurar na web normas de conduta num protesto? Ora, ora. 

            E claro que consumismo nao é sinônimo de cidadania, mas poder frequentar os espaços abertos para o público em geral é. 

  3. O racismo está sendo forçado

    O racismo está sendo forçado e ideologizado pela esquerda brasileira, uma total imbecilidade, há tantos pobres de periferia negros como pardos e brancos. No começo do Seculo XX tivermos um Embaixador em Washington e depois Ministro de Relações Exteriores negro, Domicio da Gama, tivemos imporantes escritores, jornalistas, politicos, prefeitos, governadores, engenheiros negros, isso há decadas, no Supremo Joaquim Barbosa é o 3º negro, no STJ temos um excelente Ministro negro, já tivemos outros, professores universitarios de primeira, como Milton Santos,  o racismo está sendo reinventado por movimentos sociais que vivem dessa construção de um racismo copiado do americano que nuna foi  transcedental no Brasil, o Pais MAIS MISCIGENADO DO PLANETA

    • Apesar da escravidão…

      …era muito mais fácil um personalidade política “negra” no império que na República… Até mesmo o nosso Obama iniciou a sua carreira política como súdito de D. Pedro II… Não esquecendo que boa parte dos senhores de escravos também eram negros… um dos objetivos dos negros alforiados era fazer uma poupança para ele mesmo comprar um…

      O sistema de cotas petista é o único do mundo que também beneficia os descendentes dos “algozes”… afinal o racismo acadêmico das fefeleques é uma construção ideológica sem nenhuma base nos fatos. Coisas das Marilenas…

    • A forca? O paredão?

      Torturas nas masmorras? Uma chuveirada em Birkenau? O que merecem os frequentadores dos shoppings?

      Só porque são pobrezinhos coitadinhos segregados discriminados oprimidos e explorados podem fazer o que quiserem em qualquer lugar?

       

      • Podem fazer “o q quiserem”? E o q foi q fizeram q nao poderiam?

        Nao podem entrar em shoppings? Estamos no apartheid, há lugares em que negros (digamos pobres de periferia em geral) nao podem entrar? Livre circulaçao é só para brancos remediados? 

        • Não se faça de confusa

          …um grupo organizado com dezenas de pessoas ocupando um espaço de modo agressivo não é a mesma coisa que o trânsito normal para compras ou lazer. Causa impacto nas outras pessoas esse tipo de comportamento dos deserdados e oprimidos pela sociedade capitalista de consumo excludente.

          Digamos que em uma das suas aulas a sala seja ocupada por alguns indivíduos carecas, vestidos de preto, calçando coturnos e gritando palavras de ordem você ficará confortável ou irá acionar a segurança?

          • Eu não tinha dito que eram nazistas…

            … mas a descrição foi suficiente para ligar a imagem a uma causa…

            Adoro os progressistas, tudo é permitido desde que seja exatamente como eu quero…

             

          • A sua imagem foi um estereótipo. Eu reagi ao q vc propôs

            Nao acho que todos os que correspondam individaulmente a essa descriçao sejam nazistas. Mas vc propôs um estereótipo, eu aceitei a suposiçao subjacente. Nem tudo o que parece é. 

            E um grupo de jovens de periferia entrarem num shopping cantando funk só parece um arrastao para quem tem preconceito contra jovens de periferia. Para mim, nesse caso, fica meio óbvio que nao deveria ser assalto, porque escolher para isso um lugar facilmente fechável e cheio de seguranças seria burrice. Muito mais provável ser um gesto de protesto. Simples assim. 

          • Protesto tem regras tambem

            Protesto tem regras tambem viu lady?

            E quer saber?

            Se eles fizerem isso em um lugar que a senhorita esteja, a senhorita nao vai pensar o mesmo

            E se pensar e cair na besteira de ir ate eles , sera ridicularizada , e nao tera tempo de falar para eles suas bobagens romanticas pois estara ocupada observando as maos dos seus amigos, pois elas podem estar tanto nas suas coisas como ate mesmo ( se vacilar )  em vc entendeu?

            faça uma gentileza nao tente ser mais democratica do que o termo comporte e pare de falar bobagens ok? 

          • Se vc aprovasse o que eu penso, eu ficaria muito preocupada…

            O seu conceito de bobagens é o oposto do meu. Vc é um reacionário convicto, se você pensa X, sei que naoX é o mais correto. 

          • Entao pague para ver
            Faça o

            Entao pague para ver

            Faça o seguinte, pegue ( nao recomendo que va de carro ) no terminal PQ D Pedro II qualquer onibus que va para Itaquera

            e procure ( todos saberao onde tem um ) algum baile funk em andamento

            e depois voce me diz o que acho do grau de consciencia social do ambiente ok? rs

          • Jorge esse é o conceito de “

            Jorge esse é o conceito de ” normalidade ” dos colegas ditos progressistas

            Fala serio , se nao é caso para psicanalista? rs

          • Os progressistas…

            …necessitam deturpar o fato. Não importa se foi mera aglomeração convocada pelo facebook para diversão de baixa qualidade e truculenta, é preciso inventar as determinantes para o resultado do evento:

            A) A horda de mal-educados, aqui chamados de vítimas, agiu assim para afirmar o seu direito à cidadania negada pela sociedade excludente;

            B) Os demais ocupantes do espaço público, aqui chamados de racistas, foram impelidos pelo reacionarismo em defesa das suas prerrogativas de classe mantidas pelo apartheid.

            Masturbação sociológia e manipulação política em mais alto grau…

          • Áh, tem dó, vai Rebolla!

            Áh, tem dó, vai Rebolla!  

            Você descreve um grupo de nazistas e vem com esse papinho de “ligar imagem a uma causa”?  

            Perdeu, Jão! Recue cinco casas e dance um funk  na praça de alimentação.

    • E vc o “sabio da montanha”

      E vc o “sabio da montanha”  nao merece né?

      Só os outros merecem, mesmo sendo estes outros pessoas sem dinheiro que vao no shopping tomar sorvete, vao de lotaçao , ou no cinema e ficar olhando vitrine

      E isso faz deles uma classe media branca de olhos azuis e racista né?

      Voce é MUUUUITO inteligente…

  4. Estranho o pessoal se

    Estranho o pessoal se assustar com manifestações populares… Há bem bem pouco tempo atrás, estava todo mundo glamourizando atos contra o ” capitalismo selvagem”. Ora, esses são só mais alguns e, vamos combinar, shoppings são templos de consumo. Só falta agora, quererem que prendam os funkeiros. KD a AOB que não acompanhou o pessoal no shopping? Eles devem ser “contra tudo o que está ali” …. Vai entender…

    • Manifestações populares?

      Funk e hip hop não são manifestações populares… são resíduos tóxicos da indú$tria cultural americana pulverizados sobre o mundo para impedirem o surgimento de vida inteligente…

      • Na veia!!! É como aquela

        Na veia!!! É como aquela história dos rasta ou raps usarem como simbolo a bandeira da Etiópia, do “Negus” Haille Selassié, o “Leão de Judá”… pais mais miserável do mundo e ditadura das mais duras… como exemplo para o negro oprimido das Américas?!

        Sobre as pizzas, é o seguinte: faça em casa, não vá ao shopping. Ou peça pela tele-entrega (não fica tão boa como a feita em casa). E reze para não ser assaltado no Supermercado ou para o o entregador não ser morto – pelos alegres rapazinhos do funk….

      • Meu pai dizia isso dos Beatles… E Adorno dizia o mesmo do jazz

        O que é “música de qualidade” depende um bocado de classe, nao? E resíduos da indústria cultural americana (ou inglesa, no caso dos Beatles) todas essas músicas sao. Mas vc nao diria hoje o mesmo de Beatles e do jazz, diria? 

    • Manifestaçao popular?
      E isso

      Manifestaçao popular?

      E isso que vc entende por vandalismo?

      O povo é boçal, sem modos e incapaz de manifestar-se sem incorrer em coisas como vandalismo, intimidaçao, pertubaçao da ordem publica, atentado ao pudor, ameaça de furto ou a integridade fisica quando nao apenas e tao somente absoluta falta de modos?

      E esse o seu criterio para definir manisfestaçao popular?

      Trata-se de VANDALOS e vc com sua pose de moderninha se estiver em algum lugar e esses malukos colar nele, sai correndo dali levando os seus posso apostar uma grana alta nisso

      Nos poupe de demagogia barata ok?

      Conheço os ” populares ” que gostam desse tipo de movimento.

      Cada absurdo que a gente lê, mas é melhor do que ser analfabeto né? rs

      • Manifestaçao popular sim, ADOLESCENTE

        E onde você viu vandalismo? No simples fato de cantar alto? Puxa! Atentado ao pudor? Por que, negro é feio? Ameaça de furto? Por que, nao houve nada disso! Ah, mas sao jovens de periferia, entao você pensa isso A PRIORI. O que é a definiçao de preconceito. 

        • Pessoas correndo em lugar

          Pessoas correndo em lugar fechado é comportamente vandalo moça

          Em supermercado sequer pode-se entrar sem camisa vc sabia disso?

          Oras se eu nao me comporto como eu devo ou como a sociedade espera que eu faça eu quebro a confiança e a partir de entao estou sujeito a qualquer pessoa ter ressalvas das minhas intençoes em relação à ela ou ao local onde eu esteja

          Nao seja demagoga!

          Se um cara entrar na sua casa e do nada tirar a camisa vc vai pensar que ele esta fazendo isso porque é simplorio e ficou com calor para nao ser ” preconceituosa ” , ou ira ( logicamente e justamente  deduzir no minimo que trata-se de uma pessoa extramemente ousada e desrespeitosa?

          Entao menos ta?

          Demagogia tem limites…rs

           

  5. Pode ter havido exageros de

    Pode ter havido exageros de ambos os lados, até mesmo preconceito mas pessoas entrarem em bando e falando alto – seja cantando e/ou gritando – em um shoppping não é algo comum, nem é algo bem educado de se fazer.

    É a mesma coisa que entrasse uma torcida organizada cantando hinos, alguem iria gostar ? Claro que não.

    De forma que o texto é totalmente parcial. Tem que olhar os dois lados. Quem inventou, mentiu ou foi preconceituoso tem que ser criticado. Mas quem entra em bando e falando alto em um shopping ou mesmo no meio da rua também merece repúdio.

    • É q eles nao frequentaram a Socila, Daniel. Ainda bem q têm vc

      Sem dúvida serao muito gratos pelas suas aulas de “finura e boa educaçao”. Você nem é capaz de ver o lado de manifestaçao por igualdade nesse tipo de evento, né? Isso é uma manifestaçao de protesto contra o racismo, um grito de “Também somos gente, também temos direito a frequentar a cidade”. 

    • Quireza, imagine a seguinte

      Quireza, imagine a seguinte situação:

      Segunda-Feira, 23 de dezembro, tarde de compras tranquila no Shopping Pátio Higienópolis, as dondocas tomando seu café, a mocinha fazendo uma parada do cooper com seu golden retriever a tiracolo, Seu Nassif folheando um livro na Cultura, quando de repente irrompe uma horda de jovens barulhentos, da vizinhança, acabando de chegar de uma partida de Tênis no Hebraica Rebouças, gritando e entoando hinos. Em inglês, claro, alguma coisa relacionada com o último Super Bowl que viram, ou o cântico do All Blacks neozelandês.

      Hay que tumultuar, mas sin perder a classe, certo? 

      As dondocas, horrorizadas, miram dos pés a cabeça os rebentos, e vislumbram um mar de “Holister” e “Abercrombie” (lembre-se, são adolescentes), comprados em NY ou na “Mandi & Co” mesmo, seus relógios Diesel de R$ 800,00, com a carinha de criados pela vovó (tem uma até que reconhece o neto, gente boa, que está sempre no Athletico Paulistano e estuda no “Dante”), e ouvindo David Guetta nos seus Iphones 5S’s ou Samsung S4’s, comprados no Shopping mesmo, porque se ao mesmo tempo compensa fazer compra lá fora, esperar a próxima viagem pra isso é coisa de “Classe C”.

      Uma polêmica se inicia entre as dondocas do café, a maioria fala em falta de palmadas, mimação demais da molecada com videogame e férias na praia da Baleia, mas a Dona Helena, mais antenada, ri da situação e fala que eles estão certos mesmo, pelo menos não são como a escumalha que invade shoppings para vandalizar e praticar crimes.

      O segurança privado do Higienópolis, se tiver bagagem cultural e histórica suficiente, chegará a conclusão que são “bárbaros”, haja vista suas feições escandinavas, as bochechas avermelhadas de tão branca que a pele é, e também pela valentia demonstrada na invasão do ambiente. Revoltado, um administrador do local vê a cena e, diante da inércia dos seguranças, puxa um pela manga e diz para ele: “rapaz, pega leve, fala para os seus amigos ficarem mais calmos senão vou ser obrigado a chamar seu pai”. Quando ele fala “seu pai”, é no sentido literal do termo mesmo, pois o pai dele é um dos sócios da administradora do Shopping.

      Assim, as dondocas olham feio, a moça do cooper sorri e acha até bonitinho o valente líder do grupo, seu Nassif saca seu Ipad e começa a logar no blog, para escrever um editorial sobre o assunto, mas ninguém chama a Polícia. Quer dizer, um sujeito muito do mal humorado até chamou, o que a viatura chegou no tempo recorde de 3 minutos (afinal, estamos em Higienópolis, né?) mas o PM ficou puto da vida e deu meia-volta porque achou que era trote.

      “Rolêzinho” com moço de cabelo loiro e cara de Justin Bieber, NÃO!

      Mas aí que tá. É que os nossos jovens heróis viram algo na TV, esse tal de “rolêzinho” e quiseram imitar. Seu sonho era provocar um dano econômico gigante ao Shopping, tendo que fechar suas portas em plena véspera de Natal. Aí vieram correndo, cantando hinos, gritaram, tem um que até levou um tapa na orelha de um segurança, que depois disso ninguém nunca mais viu, nunca mais foi achado no ramo de segurança patrimonial, falaram até que foi demitido e está sendo processado por advogado, Ministério Público e o diabo a quatro. Também? Quer se meter com quem não deve..

      Em resumo, o máximo que nossos bravos rebentos conseguiram foi um olhar de desaprovação, um tal de “tsc, tsc,” para cá, um tal de “tsc, tsc” para lá, com exceção de Seu Nassif – que escreveu um editorial sobre as novas formas de manifestação da juventude que os velhos não compreendem – e da mocinha do cooper, que trocou telefones com o galante líder do grupo.

      A despeito disso, muitas fotos foram tiradas, publicadas no Instagram, e este memorável episódio ficou chamado como o “Rolêzinho do Higienópolis”. A notoriedade foi tanta, que até apareceu na “Veja SP”, foi matéria da Uol, teve personagem de novela inspirado na rebeldia dos jovens, seu célebre líder foi entrevistado e o grupo foi chamado de “futuros mandantes da sociedade”, já que há um consenso de que o mundo é dos rebeldes.

      Com o tempo, a popularidade cessou, uma Lei foi aprovada para criminalizar os “Rolêzinhos” – embora há fontes seguras que dizem que eles continuaram a ocorrer sem maiores perturbações no Higienópolis, no Iguatemi e no JK – e o líder do grupo e a moça do cooper continuam juntos, firme e fortes, dizendo que contarão aos filhos as inacreditáveis estripulias dos “Rolêzinhos” do Shopping.

      Enquanto isto, na periferia…..

      • Claro que a reação nao seria 

        Claro que a reação nao seria  a mesma. Sei que existe muito preconceito, não desconheço o país e que vivo. E nao neguei o preconceito em meu comentário. Mas, no entento, não justifica a atitude do pessoal entrar em bando e fazendo barulho em um shopping. Nâo é aceitável.

  6. Apartheid social/racial

    Bem, sinceramente acho que o meio termo é o melhor nesta situação. É exagero colocar a pecha de “reaça” na testa de alguém que fica alarmado diante destes “rolêzinhos”. Se for assim, o que acontecerá é que quem vai acabar pagando o pato, mais uma vez, é a classe média, ironizada pelo articulista.

    Vamos convir que em SP existe um verdadeiro “Apartheid” social que, embora não esteja na legislação ou no discurso oficial, existe e é praticado desde sempre. Se no RJ a classe média e mesmo a elite já se acostumou a caminhar na mesma calçada, ou ser vizinho do negro pobre do morro, em SP a realidade é completamente diferente.

    Aqui, as classes sociais não se comunicam, e raramente dividem o mesmo espaço. O máximo de convivência que você terá com alguém mais rico ou mais pobre que você, é quando você entra na sala do dono da empresa em que você trabalha, dá bom dia para o porteiro, ou divide um assento no metrô ou ônibus. Como a maioria da classe média não usa transporte público, até este espaço de convivência não existe para grande parte dos paulistanos…

    Nesse contexto, o Shopping Center, querendo ou não, sempre foi um bastião sagrado de exclusão.

    Mesmo entre Shoppings de SP, as classes sociais não se misturam: existem os para a Classe AAAA+++++ (Iguatemi, JK, Cidade Jardim), para a classe média alta/ricos (Higienópolis, Morumbi, Vila Olímpia), para os classe média “média” (Pátio Paulista, Santa Cruz, etcétera) e para a classe “C” (basicamente a maioria dos localizados na zona leste, zona norte e fora do centro expandido).

    Assim, o pânico que estes “rolêzinhos” causam só pode ser explicado pela segregação social e racial que impera em SP. Se estes rolêzinhos fossem marcados no Parque do Ibirapuera, ou no Vale do Anhangabaú, dificilmente causariam o mesmo frisson, pois são locais onde pobres são “permitidos/tolerados”. Ao “invadir” terreno que não é “seu”, como o Shopping Internacional Guarulhos – que nem espaço de rico é – quebram um pacto tácito entre classes de que é, basicamente, traduzida na frase “você tem que saber qual é o seu lugar”.

    Some-se isto ao ambiente urbano pouquíssimo seguro da capital paulista, em que a maioria dos habitantes já viveu ou presenciou episódios de violência, geralmente protagonizados por jovens pobres da periferia, de fisionomia e trejeitos muito parecidos com o dos integrantes dos “rolêzinhos” e pronto, está equacionada a relação para o desastre. A cultura do “inimigo” que permeia a relação entre as classes é regra.

    Ao pessoal mais exaltado, não se engane: se você fosse um paulistano, e estivesse no seu Shopping, designado especialmente para a classe social em que você se inclui, em que você espera ver e estar ao lado de pessoas muito “parecidas” com você, possivelmente teria a mesma reação de alarmismo, se vislumbrasse uma “horda” de jovens da periferia “invadindo” seu espaço. Não deveria ser normal, mas o paulistano vive em constante paranóia, com medo de ser a próxima vítima dos “Cidade Alertas” da vida. 

    Por isto eu, particularmente, acho uma novidade alvissareira estes “rolêzinhos”. 

    SP não oferece lazer a esta molecada, exclui-os de todas as formas possíveis da cidadania e do Bem-estar, e eles só estão exercendo o que é de direito deles. Embora admita que também ficaria em estado de alerta, diante da situação descrita, estes “rolêzinhos” são uma ótima oportunidade para a sociedade paulistana fazer uma autocrítica sobre como vem lidando com a questão da convivência entre pessoas de classes sociais distintas.

    Se ao invés de tentar criminalizar, o paulistano aceitasse uma coisa que deveria ser óbvia, qual seja a violência que é construir espaços segregados por renda e cor, em substituição a distribuir melhor renda e oportunidades para que todos sejam cada vez mais iguais, já poderemos extrair alguma coisa de boa deste episódio. Culpar exclusivamente a classe média (o articulista se preocupou mais em criticar a mulher do que discutir a segregação urbana em SP), sem levar em conta que existe toda uma ambientação que constantemente a força a enxergar jovens periféricos como “inimigos” é, na minha opinião, uma bela de uma injustiça.

     

  7. Pessoal, é de se entender que

    Pessoal, é de se entender que qualquer grupo que entre em bando, cantando, ou falando alto em qualquer lugar onde impere alguma ordem, cause algum desconforto.

    O exemplo de uma torcida organizada é interessante…

    O que não se pode admitir é que simplesmente por serem negros, suscite o imediato pensamento de “arrastão”, “armas”, “violência”.

    A pergunta correta, aos que defendem, ainda que em parte a reação relatada pelos frequentadores “comportados” do shopping é: SE O GRUPO FOSSE TODO DE ALEMÃES CANTANDO BARRIL DE CHOPP em plenos pulmões e brandindo canecos do líquido dourado germânico, alguém teria cogitado um arrastão?

    Se a resposta for ainda que timidamente NÃO, a reação fou puramente racista e vocês a estão justificando pelo “medo”!!

    Medo de que, cara pálida?

    A cor assusta alguém??

    DEVERIA assusta???

    • Se você fosse um bilionário com filhos pequenos…

      …nomearia em seu testamento como administrador do patrimônio?

      A) Demóstenes Torres

      B) Renan Calheiros

      C) Paulo Maluf

      D) Eduardo Cunha

      E) Nenhum dos anteriores

    • Quantos arrastões já foram

      Quantos arrastões já foram realizados no Brasil por bandos de alemães?

      Quantos arrastões já foram realizados no Brasil por bandos de jóvens provenientes das favelas e predominantemente mulatos?

      As respostas às perguntas acima ajudam a esclarecer se o medo dos usuários do shopping foi só preconceito ou se tem algum fudamento na realidade objetiva.

      • bando de alemães

         Caro, vc pirou. Realmente ” um bando de alemães” não faz rolezinho, mas consegue matar 6 milhões de judeus. Deveria ter usado outro exemplo.

    •  SE O GRUPO FOSSE TODO DE

       SE O GRUPO FOSSE TODO DE ALEMÃES CANTANDO BARRIL DE CHOPP em plenos pulmões e brandindo canecos do líquido dourado germânico, alguém teria cogitado um arrastão?

      Provavelmente imaginariam se tratar de uma oktoberfest da vida…

      …no fim tudo pode ser explicado, mas não necessariamente justificado, pelos estereótipos que a sociedade vai criando e fortalecendo sobre determinados grupos existentes dentro da mesma sociedade.

      Se os jovens fossem brancos, mas se portando e vestidos do mesmo jeito a reação de quem estava no local provavelmente seria igual, agora, se os mesmos jovens negros entrassem vestidos como pastores evangélicos e cantando músicas louvando o senhor, provavelmente não haveria o mesmo tipo de reação negativa que está ocorrendo com os “rolezinhos”…ou se houvesse, seria de outra forma, criticando a pregação de crente em espaço público talvez.

      E mesmo o exemplo da torcida que alguém levantou, dependendo do contexto e tipo de torcida pode ser encarado de forma diferente pelas mesmas pessoas. É de se imaginar que nossas tradicionais torcidas organizadas que volta e meia adotam comportamento violento em dias de jogo quando encontram torcedores rivais provocassem reação similar…mas provavelmente poucos teriam o mesmo tipo de comportamento se o “rolezinho” fosse de torcedores estrangeiros (tirando os hooligans) que chegarão no Brasil durante a Copa.

        • De forma alguma, Analu. Longe

          De forma alguma, Analu. Longe de mim querer negar que existe racismo na sociedade brasileira.

          Mas vale lembrar que existem outras formas de preconceito além do racial.

          E considerando que um shopping é um local concebido para a venda de produtos e serviços, ou seja, atividades de natureza econômica, então imagino que seja um espaço onde o mais provável seja algum grau de segregação e mesmo preconceito de ordem socio-econômica.

          Não que não possa ocorrer também outras formas de preconceito, mesmo racial, nesse ambiente, mas imagino que no caso abordado, o fator racial seja, no máximo, acessório, e não o elemento determinante do ocorrido, que pode ter sido o comportamento e a vestimenta, além do número de pessoas nos grupos.

          • Até concordo q o preconceito é + anti-periferia q racial

            Mas as duas coisas estao muito ligadas, e a cor é um indício também da condiçao social. E, claro, vestes, atitudes. 

            E o fato de ser provável algum grau de segregaçao e preconceito nao os tornam mais justificáveis… 

  8. Preconceito social x Alienação.

    Por um lado, gente com preconceito social, assustada com jovens da periferia em ambientes onde supõe-se que não deveriam estar. Comentários como os da Rachel Sheherazade, a jumenta reaça, deixam claro isso.

    De outro, um bando de jovens alienados que não conseguem reunir nem um décimo desse número para protestar contra a caricatura de educação que é lhes oferecida pelo estado, por exemplo.

    No duelo preconceito social x alienação não há vitória a comemorar.

  9. Um bando de arruaceiros é só

    Um bando de arruaceiros é só um bando de arruaceiros…e aí vem o ideologizado e começa a exercitar sua sociologia barata de botequim… queria ver o autor, na sua casa, e ao lado uns quarenta marmanjões com seus possantes no último volume ou suas motos de escapamento aberto zanzando pra cima e pra baixo…será que seria só um rolezinho?…sociólogo de prédio ou revolucionário de camiseta é um porre!

  10. A gente paga mais para ter

    A gente paga mais para ter tranquilidade e conforto. Ou então faria compras na 25 de março.

    Qualquer Shopping Center deve velar por esses diferenciais, que justificam sua existência.

    Um bando de gente gritando, cantando funk, se comportando com pouco urbanismo, atrapalha sim.

  11. SE O GRUPO FOSSE TODO DE

    SE O GRUPO FOSSE TODO DE ALEMÃES CANTANDO BARRIL DE CHOPP em plenos pulmões e brandindo canecos do líquido dourado germânico, alguém teria cogitado um arrastão?”

    Resposta:Os alemães me incomodariam muito e eu não acharia que o funk dos moleques seria um arrastão, mas a falta de educação, essa infelizmente não respeita classe social ou cor…… Por exemplo, me incomodam os carros com som absurdamente alto, seja o carro que for, seja com a música que for (já aconteceu de eu estar em um bar com música ao vivo e não poder escutá-la porque parou uma caminhonete quase na frente do bar, abriram as portas, colocaram sertanejo no máximo volume e ficaram tomando cerveja do lado de fora). Por mim a polícia teria vindo, guinchado a porcaria da caminhonete caríssima e acabado com a farra.

    Há lugar e hora pra tudo, lugar de cantar alto, em turma (sejam riquinhos playboys, sejam pobres da periferia), é o baile, a boate, a balada, o carnaval, o show, o que for…não é restaurante onde os outros estão comendo.

    E sim acho racismo abjeto, nojento, assim como qualquer tipo de preconceito…e acho que a mesma polícia ou segurança deveria tanto chamar a atenção dos mal educados que fazem barulho no lugar e na hora errada, quanto dos lojistas e frequentadores que os convocam quando veem um negro ou pobre mal vestido dentro do shopping.

  12. E se fosse um bando de

    E se fosse um bando de garotinhos loirinhos de olhos azuis, as pessoas teriam a mesma sensação de insegurança ?

    Quando dois ou mais  jovens negros se reunem, vira bando.

    Uma parcela de brasileiros brancos, de todas as classes, são racistas.

    Creiam, em comunidade há racismo. Não acreditam ? Os meninos e meninas que teem mais chances são os mais clarinhos.

    Conheço várias comunidade aqui no RJ, sei o que digo.

    • Bem voce acha que é mais

      Bem voce acha que é mais facil posar de boa gente aqui defendendo absurdos né Gilson?

      tentando nos fazer crêr que na hipotese de sua pessoa com sua familia estar em um desses ambientes, diante de algo assim voce pediria para que ela continuasse na praça de alimentaçao pois na verdade aquela turba de jovens ininputaveis auxiliados pela sensaçao de que multidão nao tem rosto, nao ira incomodar vc nem os seus certo?

      Ta bom, vou fazer de conta que acredito em voce ok? rs

  13. Os moderninhos aqui do brasil

    Os moderninhos aqui do brasil talvez estejam querendo voltar a proibir a “correria” – sim, já foi proibido – o samba – quer dizer, o funk, hip hop, etc. – e a aglomeração em local público…

    E nenhuma palavra sobre desigualdade e a fábrica de “bandido” ligada a todo vapor. Chique, né?

  14. Os Shoppings em questao sao

    Os Shoppings em questao sao freguentados por pobres e tambem ser pobre nao significa o mesmo que ser imbecil ou vandalo

    Esses panacas pseudo humanistas ficam falando abobrinha posando de socialistas de facebook

    A maior parte nem mora na periferia , nao sabe o qeu é estudar em uma classe onde pelo menos 30% dos colegas tem alguem preso

    e se acham do alto de suas filosofias baratas de botequim socialista , em condiçoes de julgar os frequentadores dos Shoppings Itaquera, Guarulhos ou Aricanduva de preconceituosos

    Um bando de imbecis tanto os que fazem esses rolezinhos como aqueles que postam defendendo esses animais a titulo de parecer moderninho.

    Nao vivem na periferia, lê sobre elas, pode ate passear nelas, e ja acha que pode falar abobrinha na Net para ser defensores de marginais

    Ser pobre , morador de periferia ou ser afrodescentende NAO É SINONIMO DE SER MARGINAL dispensamos suas tutelas e defesas baratas ok? 

    • resposta social

      Não me considero mais socialista, desde as tiranias de stalin e seu séquito, nem defenderei atitudes de vandalismos, mas não posso desprezar a observação de que um grupo de excluídis socialmente é a matéria-prima para a desobediência civil. Propagandas que apontam o consumo como receita de felicidade e os shoppings como ilhas da fantasia atraíram a todos: ricos, mais ou menos ricos, mais ou menos pobres e também os muito pobres. Assim quem não pode desfrutar destas impostas benéfices se revoltará, oxalá o momento em que faremos rolezinhos em bibliotecas, exposições ou encontros culturais.

  15. > Até nas estatísticas, que

    > Até nas estatísticas, que mostram o negro recebendo salários menores que o branco nas mesmas funções, essa gente enxerga racismo.

    E estão vendo demais. Há várias demonstrações reais de racismo; esta acima é uma inventada e bem inventada, que não resiste à lógica mais básica.

    > Esta é uma equação de bolso que acompanha todo bom pagador de imposto preocupado com a preservação da espécie e dos bons valores.

    O sujeito que escreveu o texto é daqueles que deve achar infundados esses medos dos “pagadores de impostos”. Em bom português, o medo de quem carrega o país nas costas (é possível que o autor considere que é a Dilma que faz isso sozinha) de ver seus miolos espalhados em alguma calçada, como os de Victor Deppman, não são justificáveis. Os motivos de quem tem medo, o mais instintivo, o mais irracional de todos os sentimentos, ao ver uma turba dando “rolezinho” é só preconceito inaceitável de gente branca e socialmente insensível. Isso não tem que ser compreendido, contextualizado, nada disso. Compreensão, contextualização, essas coisas todas, é só pra pobre que estoura a cabeça de “rico” porque… deu vontade.

      • Não conheço nenhum.

        Não conheço nenhum. Independente da veracidade das estatísticas, resta claro que a razão das diferenças não é o racismo. O que os defensores da tese pensam? Fulano precisa de alguém pra um certo tipo de trabalho, aí aparece Sicrano. Então Fulano olha bem pra Sicrano,  vê que ele é meio escurinho, aí esfrega as mãos, satisfeito: “Oba! Um negro! Vou economizar uma grana aqui com o salário…”.

        • Praticamente inexistem empresas…

          …com salários diferentes para funções iguais…

          O que você tem é a média salarial na população em geral e as cotas não irão corrigir isto no Brasil, como não fizeram nos EUA. Os beneficiados pela política racialista serão os negros que já estão na classe média e não os pobres da periferia. 

  16. Pergunta que não quer calar:

    Pergunta que não quer calar: se fossem 50 skinheads ou punks, todos brancos mas com sua estética um pouco peculiar (e agressiva), veríamos textos do tipo acusando os “preconceitos” dos frequentadores de shoppings? Alguém iria pinçar um(a) idiota qualquer que dissesse ter visto o que ninguém viu (no caso, “armas”)? Acho que não…

    • Mais medo

      Você mesmo indica, em relação à estética: “(e agressiva)”

      O grupo de meninos me assusta pela costume de ver na TV e por experiencia pessoal. Em compensação eles, embora pobres, não parecem vestidos para uma guerra, como no caso aqui citado.

    • Putz ta osso, mas a gente

      Putz ta osso, mas a gente esclarece

      Colega, galera com naipe de funkeiros nao é novidade nenhuam em shopping de periferia ok?

      Acontece que agora eles resolveram entre outras coisas CORRER GRITANDO pelos corredores

      E muito dificil para voce entender que isso apavora qualquer pessoa ?

      Pq vc nao sabe qual é a dos caras, podem ser apenas imbecis ou podem ser marginais

      E ABSURDO que voce passe por algo assim quando esta em seu momento de lazer

      Entao repetindo (nao da para desenhar ) nao é as pessoas sao OS MODOS ADOTADOS

      Ok?

      Grato!

      • Tem gente de todo tipo em

        Tem gente de todo tipo em shopping e eu sei disso. E se leu bem o que escrevi, acho que não entendeu nada do que eu quis dizer: o ponto pro autor do texto é a cor da pele dos caras. Minha provocação: e se ao invés de funkeiros negros, fosse uma turba de skinheads? Ele escreveria tal texto? E digo que o efeito seria o mesmo nas pessoas, ainda que os skinheads estivessem calados e de boa.

  17. Lendo os comentários, veja

    Lendo os comentários, veja que há um pessoal aqui que não se emenda mesmo. Confiam demais no anonimato da Internet. Injúria, difamação, calúnia. Depois tomam processo nas costas e não sabem o motivo.

  18. Invasão da Praia

    Nós Vamos Invadir Sua Praia

    Ultraje a Rigor

    Daqui do morro dá pra ver tão legal
    O que acontece aí no seu litoral
    Nós gostamos de tudo, nós queremos é mais
    Do alto da cidade até a beira do cais
    Mais do que um bom bronzeado
    Nós queremos estar do seu lado

    Nós ‘tamo’ entrando sem óleo nem creme
    Precisando a gente se espreme
    Trazendo a farofa e a galinha
    Levando também a vitrolinha
    Separa um lugar nessa areia
    Nós vamos chacoalhar a sua aldeia

    Mistura sua laia
    Ou foge da raia
    Sai da tocaia
    Pula na baia
    Agora nós vamos invadir sua praia

    Daqui do morro dá pra ver tão legal
    O que acontece aí no seu litoral
    Nós gostamos de tudo, nós queremos é mais
    Do alto da cidade até a beira do cais
    Mais do que um bom bronzeado
    Nós queremos estar do seu lado

    Agora se você vai se incomodar
    Então é melhor se mudar
    Não adianta nem nos desprezar
    Se a gente acostumar a gente vai ficar
    A gente tá querendo variar
    E a sua praia vem bem a calhar

    Não precisa ficar nervoso
    Pode ser que você ache gostoso
    Ficar em companhia tão saudável
    Pode até lhe ser bastante recomendável
    A gente pode te cutucar
    Não tenha medo, não vai machucar

     

    • A inteligência e a força devem andar juntos

      Para mim, a postagem de Robson Barbosa, foi a melhor coisa que pude ler aqui, a começar pelo artigo. Para mim a pobreza é um grito, e já está mais do que na hora de acordar aqueles que as custas de muitos que trabalham duro e ralam sem parar, dormem em suas camas ‘king size’ nos apartamentos de nossos assim chamados ‘bairros de classe média alta’. Gostaria de saber o que Dom Helder Camara se estivesse vivo, diria!

  19. Provocação

    Pessoas em grupo e fazendo barulho não apenas incomodam, mas provocam.

    E, embora não fossem assaltantes, se aparecesse outro grupo daria uma enorme briga, não é mesmo? Até torcidas organizadas do mesmo time já brigam entre sim. Até mortes acontecem. Acho legítimo sentir preocupação e até medo, quando você observa esses grupos gritando, em qualquer lugar e de qualquer cor. O meu medo não é do preto, mas do vermelho, a cor do sangue.

    Aliás, por que o relato fala três vezes da pizza de picanha?

     

    • rolezinho

       Eu detesto multidão e multidão cantando funk então é a visão do inferno. Pouco me importa se são brancos ou negros. Eu jamais ficaria num lugar assim.E aposto que o Nassif  também não. Hoje é fácil dizer que tudo é racismo,  na falta de argumento mais consistente. Pergunte ao dono do blog quais lugares ele frequenta e que música ele ouve. By the way, funk não é música , é barulho .

    • rolezinho

       Eu detesto multidão e multidão cantando funk então é a visão do inferno. Pouco me importa se são brancos ou negros. Eu jamais ficaria num lugar assim.E aposto que o Nassif  também não. Hoje é fácil dizer que tudo é racismo,  na falta de argumento mais consistente. Pergunte ao dono do blog quais lugares ele frequenta e que música ele ouve. By the way, funk não é música , é barulho .

      • Preconceito sim

        É preconceito sim. Sabia que tocar vilolão a pouco mais de cem anos atrás era mal visto? Samba? Uma aberração que não pode ser chamada de música.

        Era assim tratada o samba e outros ritmos brasileiros a cem anos atrás. No entando algumas pessoas já ouviam e adoravam.

        Você tem todo o direito de não gostar de seja lá que ritmo musical for, porém não pode falar que um ritmo ou outro não é música sem levar merecidamente a pecha de preconceituoso.

        O mundo é maior que seu umbigo.

    • Provocar provavel/ era a intençao mesmo. Um ato de REVOLTA

      Nao acha absolutamente previsível que um grupo de adolescentes excluídos queira provocar ao entrar num local de onde normalmente sao escorraçados? 

  20. não vejo motivos para tanta celeuma…

    acredito que com o tempo e com o acréscimo de algumas firulas, paradinhas e altos agitos, vai se transformar numa das principais atrações do pedaço………………

     

    nos idos de 60 acontecia a mesma coisa com a galerinha do Cacique de Ramos e depois virou atração principal dos dias de blocos na Avenida

     

    quando nossas ideias não correspondem aos nossos feitos, tudo perde a graça

  21. Meu direito acaba onde começa o dos outros.

    Qualquer grupo de pessoas que se reúne em bando para incomodar os outros não tem meu apoio; sejam brancos, negros, índios, orientais, torcidas organizadas, skinheads, punks, funkeiros, pagodeiros, playboys, etc, etc, etc.

    Querem o apoio de outras pessoas, adotem uma causa digna e saiam protestar.

  22. Concordo menos…

    Concordo menos no que diz respeito a ser somente negros e pardos, há brancos também, na periferia há muitos brancos pobres, não são há maioria mas existem.  Racismo contra negro acontece muito, é que mais acontece. Neste caso específico ao meu ver, conta mais o estilo de ser vestir da periferia, o funk, porque tinha brancos no “rolezinho”. 

    • Por favor, faça a distinção

      Por favor, faça a distinção correta. Não coloque no mesma caixa o chamado funk carioca e o verdadeiro Funk, como James Brown.Commodores, Rick James, Maceo Parker e outros.

    • Pronto socorro do Incor

      Pronto socorro do Incor direto, o inventor deve ser processado por lesões corporais graves.

  23. Grito dos excluídos

    Sensacional isso! Esses rolezinhos são uma espécie de novo “grito dos excluídos” versão 2.0.

    A molecadinha da periferia percebeu que também pode frequentar shoppings e ser “notada”  pela modorrenta classe média pagadora de impostos.

    Eles também querem participar. Querem fazer um “social” e entenderam que juntos podem ter a força que em pequenos grupos não teriam, (basta ver os inúmeros vídeos na internet onde jovens negros e pobres são expulsos de shoppings).

    Agora como é que se expulsa 200, 300, 600 manos? 

    Será que já não ficou claro para os seguranças de shopping que é muito melhor tratar com respeito garotos pobres que só querem desfrutar o direito de poder passear e se divertir como qualquer pessoa?

    A resposta está aí: Rolezinho neles!  Ou vai por bem, ou vai por mal.

  24. Muita gente querendo ser mais real que o rei

    Não me parece que o motivo principal da reação das pessoas tenha sido o racismo, mas sim a manifestação de grupo.

    Nem imagino que seja um grupo formado exclusivamente por negros ( ou será que não aceitam brancos ? ), mas talvez fossem realmente majoritariamente negros, mas e se fossem meio a meio, mudaria alguma coisa ? E se fossem majoritariamente brancos, mudaria alguma coisa ? Não, a reação inicial das pessoas diante de uma horda correndo e cantando num local onde isso não acontece normalmente seria a mesma.

    Eu não acho isso legal. Acharia muito mais interessante que fossem ao shopping para ir as lojas, provar todos os tênis das lojas e não comprar nenhum. Que ocupassem toda a praça de alimentação, sentassem a mesa e ficassem por horas ali sem consumir nada, ou talvez alguns refrigerantes. 

     

  25. Desde que o Mundo eh Mundo, a

    Desde que o Mundo eh Mundo, a principal  caracteristica do adolescente eh o comportamento tribal.

    Solte em um shopping, Praia  ou qualquer  outro lugar um grupo de adolescentes, pretos, brancos, amarelos ou qualquer outra cor, o ambiente se transformara em um inferno barulhento. 

    Todos estarao com a mesma calca folgada com a metade da b…. pra fora, dando a impressao que caira a qualquer momento, usarao o boneh da mesma forma e se um Falar alto, o barulho sera ensurdecedor. Cada um da patota tentara superar o volume da voz do outro. Assim costumam se portar os adolescentes quando estao juntos sem supervisao de adultos que eles respeitem.

    Quanto ao comentario das dondocas, elas estao apenas destilando o fel de seus preconceitos contra probres e pretos. Os filhos delas, se forem adolescentes normais, nao farao diferente na mesma situacao.

    • literalmente

      Vai ao centro cultural em qualquer horário que você irá ver um bando de adolescentes estudando quietos em uma biblioteca bem diferente do inferno que citou.Por favor, não é só porque que é jovem que somos um bando de baderneiros apenas sofremos preconceitos por uma minoria que apesar de tola, faz barulho, e  isso o povo escuta.

  26. E eu aqui no Itaim Bibi/Vila

    E eu aqui no Itaim Bibi/Vila Olímpia, sem conseguir dormir a noite inteira porque tem uns carros tocando funk e sertanejo a toda altura. Bairro nobre, avenida Faria Lima, olha só, que nível !

  27. Cadeia para quem tentar mudar o status quo

    Bela performance coletiva. Ontem pelo menos 3 carrões da marca Camaro  passaram por mim e não estou no RJ nem SP e sim no MA, em Balsas, onde há há uma elite do agronegócio podre de rica e a grande maioria da população excluída, e vá alguém tentar alterar esse status quo que o resultado será cadeia braba sem contato físico com familiares visitantes, que o diga os perigosos “mensaleiros” que, no momento, são instados a experimentar o igualitarismo na cadeia como se a elite tupiquim desse o seguinte recado e com um requinte de deboche e escárnio: Eis aí o igualitarismo que buscastes, não ousem alterar o status quo, não mexam com tucanos, prá isso, como detém o poder econômico, controlam também o judiciário, a mídia, o mpf…o que esperar dessa gente é daí prá pior

  28. É melhor o funk do que aquela

    É melhor o funk do que aquela música mal-assombrada que toca em todos os shoppings nessa época: Então, é Natal… Isso sim é assustador.

    Falando sério, o funk não serve para ir aos shoppings centers, mas serve para as festas das zelite. Moro ao lado de prédio do tipo um ap por andar, mas as festas lá são regadas a muita música alta da periferia, só que os periféricos não são convidados. 

    Se shopping não é lugar de barulho, que se desliguem os equipamentos de som, que se proíbam crianças choronas e mimadas de frequentar, que se proíbam pessoas que falam gritando aos celulares. Aí até eu vou gostar.

    • vá aos museus

      até que fim uma resposta inteligente…infelizmente os museus,as intervençoes culturais,os movoimento de trocas de livros ou café literários andam vazios e os shoppingestão cheios…já organizei com meus marido o que vamos fazer nesses momentos finais das férias:visitar os museus que ainda não conhecemos,ir a uma exposição de fotografia e assistir nosos filmes favoritos! 

    • vá aos museus

      até que fim uma resposta inteligente…infelizmente os museus,as intervençoes culturais,os movoimento de trocas de livros ou café literários andam vazios e os shoppingestão cheios…já organizei com meus marido o que vamos fazer nesses momentos finais das férias:visitar os museus que ainda não conhecemos,ir a uma exposição de fotografia e assistir nosos filmes favoritos! 

  29. Uai sô

    Mas não é a propaganda do Itaú quem fala: “Quando o brasileiro entra em campo ele vira o jogo”

    Se a molecadinha quer andar em bando dentro de um shopping, esta entrando em campo.

    Não dá pra entender estes fascistas, incentivam o povo ir para as ruas mas não no meu pedaço.

     

     

  30. Gostei da ideia, poderiam usa-la para outros meios

    Ouvindo por conversas soltas pensei que os “rolezinhos”  eram arrastões organizados por bandidos. Agora vejo que não é bem assim. Espero que inteção de quem promove o evento seja para conscientizar e desalienar aqueles que acham que favela, negros e pobreza são sinonimos entre si e de bandidagem, mas se a inteção desses é apenas no simples motivo de badernar e bagunçar, não é uma boa forma de manisfestar, ja que apenas vai despertar incômodo nas pessoas naturalmente por uma razão inexistente, e isso não trará benefícios, apenas mais confiltos.

    Os integrantes dos “rolezinhos” poderiam protestar também pela melhoria da suas condições basicas, por exemplo educação, para que eles tenham escolas melhores. Imagina uma escola estadual ou municipal competindo de igual pra igual com as melhores particulares do Brasil, isso sim seria uma forma de introduzir verdadeiramente aqueles que tem menos chance, seria lindo ver a filha da empregada estudar em uma escola tão boa quanto da do filho da patroa.

  31. Na prática é tudo diferente
    Moro na Zona Leste de São Paulo nunca comi caviar não tem mozart na minha playlist e nem mesmo e tenho a pele clara, difícilmente vou a shoppings mas esse fds precisei recorrer a um e infelizmente pude presenciar uma dessas reuniões e o grande problema não era uma questão de cor da pele, classe social e nem mesmo se havia bandidos ali ou não, também não estava na parte dos beijos e nem no montão de fotos, o ouvir um funk e sim no “tumultuar” esse foi sim o que incomodou.
    E incomodou muito!!! os os gritos, correria, a aflição nos olhos dos seguranças e um barulho insuportável daquelas armas de choc que todas as vezes que ouvi me arrepiou o corpo.
    Eu uma mulher de 29 anos senti medo, agora imaginem pessoas idosas e crianças que se locomovem num ritmo mais devagar, e assim as portas começaram se fechar o ambiente cada vez mais tenso, sabe a sensação de não ter para onde correr no caso de precisar? Pois é essa era essa situação.
    REALMENTE NÃO VI NINGUÉM ROUBAR OU AGREDIR ALGUÉM.
    Porém a experiência não foi boa 🙁
    Sinceramente não a favor que barrem as pessoas na entrada de lugar algum, e existem leis para esses abusos e quem quer que se sinta lesado que busque a melhor forma de nobilitar a situação.
    Penso sempre no que aprendi com pessoas simples e boas: “Seu espaço acaba quando começa o do outro”
    Simples assim…

  32. As pessoas dão um jeito 🙂
    Antigamente as pessoas faziam essas coisas nas pracinhas de seus bairros, mas agora é proibido a polícia vai lá a acaba com qualquer tipo de rolezinho. E eu me pergunto se em uma praça pública não é permitido pq no shopping seria diferente?
    E no meio de tudo isso se prestarmos bem atenção vamos perceber que esses cidadões estão tb em busca de segurança e conforto o que os nossos órgãos públicos não estão oferecendo.

  33. Não é bem assim…

     Eu não conhecia nenhum desses termos: “flash mob” e “rolezinho”.  Então acabei olhando os exemplos dados pelo próprio site. Um é bem diferente do outro. No flash mob, por mais “tumulto” que eles causaram isso não assustou ninguém e nem tirou a liberdade de ir e vir de quem não gostou do “evento”.  Já no tal rolezinho, alem de estarem totalmente deslocados, os jovens assustaram quem estava no shopping e o tumulto foi tão grande que atrapalhou até quem queria ir embora do lugar. Como não ficar no mínimo apreencivo com uma situação dessas? Acho que esses jovens podem fazer o que quiserem. Penso até que devem expressar suas idiossincrasias, porém sem ferir o direito do outro. Ainda bem que não houveram consequencias maiores, mas o tumulto causado por eles poderia facilmente ter terminado em desgraça…

  34. O Shopping é um

    O Shopping é um estabelecimento privado, voltado ao comércio e venda de produtos e serviços. Por mais pacífica que seja a atuação, e por melhor que seja a atitude dos jovens, o rolezinho acaba por tumultuar o shopping.
    Aí eu pergunto: o tumulto, por si só não prejudica os comerciantes? Estes não tem o direito de exigir que se respeite a sua atividade produtiva? Apesar de ser uma opção de diversão, o Shopping é local de trabalho de inúmeras pessoas. Você gostaria que um bando de jovens fosse tumultuar a sua fonte de renda e o seu trabalho? Eu não, e acredito que vocês também não.

    Então não vejo racismo ou discriminação ao se impedir a entrada de jovens que prejudiquem a atividade fim do Shopping, que é o comércio. Imagine que você está assistindo um filme e alguém começa a cantar um funk e a gritar dentro dele. Se os seguranças expulsam este indivíduo, é discriminação e se ele for negro racismo?

    Tem horas que esta coisa do politicamente correto passa dos limites. Existe lei que impede o que estes menores estão fazendo, que é o Decreto Lei 3688/41, conhecida como lei das contravenções penais. Em seu artigo 42 temos:

    Perturbação do trabalho ou do sossego alheios

    Art. 42 – Perturbar alguém, o trabalho ou o sossego alheios:I – com gritaria ou algazarra;
    II – exercendo profissão incômoda ou ruidosa, em desacordo com as prescrições legais;
    III – abusando de instrumentos sonoros ou sinais acústicos;
    IV – provocando ou não procurando impedir barulho produzido por animal de que tem guarda:
    Pena – prisão simples, de 15 (quinze) dias a 3 (três) meses, ou multa.Sem mais

  35. É um absurdo querer associar

    É um absurdo querer associar racismo ou discriminação social à repressão à esses chamados “rolezinhos”, jovens de todas cores e classes sociais sempre lotaram os shoppings, principalmente nos finais de semana, sem qualquer problema. Qualquer um que frequente shoppings com alguma regularidade sabe do que estou falando. Tentar associar a rejeição aos “rolezinhos” a racismo ou qualquer tipo de discriminação só pode ser com a intenção de obter algum possível ganho político ou uma imensa ignorância. Por favor pensem um pouco, é óbvio que um shopping center não é lugar para se combinar encontros de grandes grupos  de jovens como se fosse uma torcida organizada, é evidente que isso dá  problema, principalmente porque alguns se excedem mesmo, sem contar alguns mau intensionados que se infiltram nestes grupos para cometer delitos, e não sejamos hipócritas, sabemos que isso acontece. Jovens e adolencentes são normalmente agitados e rebeldes e tais características são potencializadas quando estes estão organizados em grandes grupos. Por isso esses encontros só podem funcionar bem em grandes áreas públicas, feitas para tal, como acontecem nos estádios, praças e parques para eventos como shows de música ou algo do tipo. É óbvio que shoppings centers, frequentados por famílias inteiras, crianças e velhos para fazer compras e se divertir de forma tranquila e sossegada requerem um ambiente seguro, organizado e pacato e o respeito de todos à certas regras de convivência, o que é impossível onde ocorrem esses tais “rolezinhos”. 

  36. Quanta bobagem Sr. Nassif sem fundamento !!!!

    “Insinuar que o povo de periferia que faz baderna em shopping é ladrão e estuprador, não me parece preconceito. É apenas o cidadão de bem, que muitas vezes também é de periferia, querendo se proteger de uma gente que causa medo…” Como assim ?!!! Será que somente eu entendi o teor deste texto? Independente do tema se a há preconceito ou não na forma de tratamento com os “rolezinhos” o Sr. Nassif publicou inumeros absurdos e pelo que eu percebi ninguem postou nada sobre as suas bobagens. Acorda classe média, em junho do ano passado vimos muitos jovens “brancos” depredando, não apenas fazendo baderna, em lojas de carros, bancos e, alias, muitos shoppings como Iguatemi e JK fecharam, por medo e não ví nenhum comentário de que eram ladrões e estupradores. Que porcaria de formação o sr. Nassif tem para concluir que insinuar tais calunias ao “povo da periferia” não é preconceito?  É sim. Inclusive ele orquestrou inumeros em seu texto, vejamos:”Mas é fácil entender o que a levou a ter essa miragem: aglomerado de jovens negros + música de favela + correria = arrastão. Esta é uma equação de bolso que acompanha todo bom pagador de imposto preocupado com a preservação da espécie e dos bons valores”; “Passado o pânico, voltemos todos para nossas pizzas de picanha com catupiry e esqueçamos essa gente de mau gosto”. Sr Nassif esqueceu de complementar sua frase “todo bom pagador de impostos ALIENADO (COMO O SENHOR, VIU)”  e de que gente de mau gosto vc se refere? Aos jovens de periferia? Muito bem continue olhando para eles apenas com essa ótica miope que vc tem e, inclusive, propaga em seu texto e realmente só ira encherga-los nesses momentos de pânico em shoppings centers, alias, tem um momento que poderá encherga-lo mais perto ainda quando um deles estiver com uma pistola apontada para o seu nariz em um semafaro qualquer da cidade. Leia, mas leia muito sr. Nassif sobre adolescentes vulneráveis, leia mais ainda sobre as periferias brasileiras, quem sabe depois de ler bastante vc consiga enchergar e escrever  melhor. Quem sabe também em junho deste ano aconteça um imenso rolezinho dos jovens “negros, ouvintes de funk e com muita correria” nas ruas da cidade em prol de mais espaços de lazer na periferia, por menos atrocidades cometidas pela policia, por enquanto na minha opinião rolezinho em Shopping center é pouco, muito pouco … as barreiras da classe média estão cada vez menores e este “povinho” arrogante, como o Sr. Nassif, esta cada vez mais acuado e com o c… na mão, é a classe média brasileira, a mais burra do planeta, que ao invés de entender os fatos como eles realmente são e cobrar melhores politicas sociais, preferem ficar acuados e amedrontados sem entender nada, mas humilhando, sendo preconceituoso e esperando algo da segurança pública ( a mesma que deu tiro de bala de borracha em seus filhos em junho do ano passado)… continue pensando assim sr. Nassif que a periferia esta chegando cada vez mais perto do senhor … búúúú…eles vão te pegar !!!! Ah, leia mais sobre História brasileira para entender um pouco melhor sobre as questões do negro em nosso país … leia mais, muito mais e escreva menos … muito menos ….

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