Luiza Brunet acusa ex-companheiro de agressão, por Matê da Luz

por Matê da Luz

O título deste post veio da coluna de celebridades da Rede TV. 

Os comentários que vou tecer antes de replicar a matéria vieram do meu coração. 

Milhares e milhares de mulheres apanham de seus companheiros. São tantas que muito provavelmente você conhece uma, só não necessariamente sabe pelo que ela passa: apanhar de alguém que supostamente está ali para acompanhar a vida causa tanos transtornos que o silêncio é sempre a melhor opção.

A realidade do cumprimento da Lei Maria da Penha ainda beira a lástima neste país: a mulher passa por uma quase coação na delegacia para desistir da queixa; recebe orientações vagas e incoerentes para proteção; sai da delegacia com tantas interrogações quanto quando chegou – “o que vai acontecer agora?”.

Luiza Brunet é uma mulher de posses, uma mulher famosa, uma mulher amparada: quase ninguém duvida do que ela fala, não é mesmo? E quando a agredida é uma mulher simples, pobre, que não mora ao lado? Onde estão os ouvidos e holofotes para iluminar seu caminho? 

Estamos todas aguardando as cenas do próximo capítulo, desejando que este seja, pelo menos, o início de uma importante mudança no cumprimento de uma lei que existe para proteger e amparar, não apenas para ser celebrada como algo abstrato. 

Que a sorte da cura seja de todas. 

 

Aqui, a matéria na íntegra: 

Luiza Brunet, que terminou recentemente o relacionamento com o empresário Lírio Albino Parisotto após cinco anos de namoro, diz ter sofrido agressões do ex-companheiro.

Em entrevista ao colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”, a ex-modelo relatou o ataque cometido na madrugada de 21 de maio, no apartamento de Lírio, em Nova York.

Segundo Brunet, a briga começou ainda no restaurante onde o casal jantava com amigos. O empresário teria se exaltado com um pergunta sobre a ideia de ir até uma exposição de fotos. Irritado, Lírio disse que não queria ser confundido com o ex-marido da ex-modelo, como já ocorreu em outra ocasião.

“Fui para Nova York acompanhá-lo para o evento Homem do Ano. Saímos do restaurante e pegamos um Uber. Ao chegar ao apartamento, ele me deixou dentro do carro e subiu”, contou Luiza.

Já no apartamento, a atriz contou que o empresário a atacou com xingamentos antes de dar um soco em seu olho, seguido de chutes. Imobilizada no sofá, Luiza teve quatro costelas quebradas.

A ex-modelo conseguiu se soltar após dizer que gritaria por ajuda. Ela correu para o quarto e se trancou.

No dia seguinte, Brunet diz ter saído escondida do local e, em seguida, embarcou em um avião com destino ao Brasil.

A ex-modelo se submeteu a um exame de corpo de delito no IML e a queixa representada no Ministério Público de São Paulo.

“Eu sempre tive uma família estruturada e sempre fui discreta em minha vida pessoal. É doloroso aos 54 anos ter que me expor dessa maneira. Mas eu criei coragem, perdi o medo e a vergonha por causa da situação que nós, mulheres, vivemos no Brasil. É um desrespeito em relação à gente. O que mais nos inibe é a vergonha. Há mulheres com necessidade de ficar ao lado do agressor por questões econômicas, porque está acostumada ou mesmo por achar que a relação vai melhorar”, concluiu.

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72 comentários

  1. A mulher eh tao burra que

    A mulher eh tao burra que saiu de uma agressao EM NOVA YORK pra apresentar denuncia EM SAO PAULO??????

    (por sinal, nao sei quem ela eh mas a gente espera mais inteligencia de gente que visita Nova York)

    • Não julgue

      uma resposta emocional, com o sangue quente, não tem nada haver com inteligência nem a frieza racional. Porque tantos ainda reagem a assaltos e são mortos quando é amplamente avisado que não é para reagir? Pensar depois do fato, com a cabeça fria, é completamente diferente.

  2. Por que o processo no Brasil?

    Não existem justificativas para uma agressão covarde, ainda mais a uma mulher,  mas algumas coisas nesse caso em particular me causam algum estranhamento:

    – Estando em Nova Iorque e tendo sido agredida violentamente, com 4 costelas quebradas, por que a vítima não acionou a emergência de lá (911 ou coisa que o valha) chamando assintência médica e a polícia?  Uma queixa dessa magnitude e seu processo por lá me parece que seriam bem mais danosos e custosos ao agressor do que no Brasil, país machista e onde ricos jamais frequentam penitenciárias.

    – Por que só mais de um mês depois do ocorrido, a queixa?  Ou a queixa foi feita em segredo e só agora veio a público?

    – Qual a chance do agressor, se confirmada a agressão, ser punido como deve pela justiça brasileira se o crime foi cometido no exterior,  o agressor é um bilionário e a justiça brasileira é essa que a gente conhece?

    Reafirmo que todo agressor covarde deve ir para cadeia e pagar uma alta indenização, apenas acho que nesse caso o  agressor deveria ter sido acusado e processado nos EUA, local do alegado crime e onde teria menos regalias e consideração pela justiça, e o processo se desenrolaria com maior celeridade.

     

    • Talvez fizesse o mesmo se

      Talvez fizesse o mesmo se fosse ela, por uma questão emocional da insegurança de estar num país estrangeiro, longe do apoio da família e amigos. Uma reação de fugir para se proteger num lugar que é seu.

      • Mulheres que sofrem agressão

        Mulheres que sofrem agressão seguem com a vida.

        Ela sofreu uma agressão, fez a denúncia e segue com a vida, trabalhando, vivendo.

        A polícia investigará e dará prosseguimento ao processo.

        Por que ela teria que interromper a própria vida por conta disso?

        Qual o pecado dela trabalhar e porque isso a desqualifica como vítima da agressão?

         

          • E você sabe qual foi o

            E você sabe qual foi o motivo? Tem certeza que é este que publica aqui?

             

            Ou apenas faz suposições baseadas em preconceitos?

             

            Problema com o quê? Não entendi.

             

            Não sei. Quem está sendo intolerante aqui?

    • Nem tanto…

      Nem tanto como o IBOPE da sua novela na Globo, onde gravou apenas três dias depois da agressão.

      Mulher valente mesmo, com quatro costelas quebradas foi gravar cenas da novela. O risco é de estragar o bom da Lei Maria da Penha por conta de eventuais abusos das acusadoras. Espero que não seja isso  que aconteceu.

      • Ela foi gravar uma

        Ela foi gravar uma novela,conheço varias que no dia seguinte de óculos escuros ou não saiem para limpar casas e sustentar seus filhos!

        Cale-se sobre o que desconhe-se.

         

  3. Uma perguntinha a Luiza Brunet

    Porque voce nao fez a denuncia diretamente em Nova York e voou para o Brasil para faze-la? Nos Estados Unidos, a riqueza dele nao compraria o delegado. Iria mesmo preso e deportado sem gorjetinha por debaixo da flanelinha…

     

     

     

  4. Alguém comentou a estranheza

    Alguém comentou a estranheza de Luiza Brunet não ter  feito  denúncia nos EUA, e apesar das costelas quebradas, ter vindo fazer a denúncia em São Paulo.  Também achei estranho, mas pensei bem e me coloquei no lugar dela por alguns minutos. Deduzi que talvez fizesse a mesma coisa. Uma pessoa adulta, em um país estrangeiro, que talvez nem saiba se expressar em inglês, fragilizada pela agressão, só queria, num primeiro momento, fugir daquele lugar o mais rápido possível. Pode ser que ela nem tivesse a intenção de denunciá-lo, só depois tomou esta decisão, já em São Paulo.

  5. Agressão ?
    O riquinho quebrou

    Agressão ?

    O riquinho quebrou quatro costelas da modelo.

    Isso é tentativa de homicídio.

    Esse safado tinha que ser denunciado em NY, já que o caso aconteceu lá.

    Com certeza esse stressadinho iria passar um temporada numa penitenciaria privada americana.

    Aqui no Brasil, homem branco e rico ? Tá bom ! Esquece, não vai acontecer nada

    E tem mais, a Brunet vai acabar levando a culpa por ter provocado o marido. Não tinha que ter convidado o macho para irem nessa chatice de fotos.

    O riquinho vai processar a modelo por mau comportamento.

    • advogado em ny

      Gilson AS.

      É incompreensível que uma pessoa experiente e bem informada , o caso da modelo LBrunet, não tenha procurado um advogado em NY logo no dia seguinte.

      Há alguns anos o jornalista e político foi levado à prisão em Miami por conta de evidente abuso da polícia local, e ao ser liberado foi direto para um escritório de advocacia de NY, que entrou com uma bela de uma causa $$$$ contra a prefeitura de Miami.

      Em NY seria causa ganha para LBrunet, com direito a uma expressiva $$$ indenização por danos morais,  já aqui…..

       

      • Você não percebe mesmo a diferença?

        A diferença entre as duas situações é tão profunda, que é com certo constrangimento que a aponto aqui. Luiza foi agredida por seu companheiro, num hotel, numa cidade estranha, num outro país. Além de transtornada pela situação em si, devia estar fragilizada e precisando de apoio emocional de pessoas que a amam de verdade. Após uma agressão, um lugar seguro, cercada de pessoas amigáveis é o que precisamos e desejamos, até mesmo para organizar o pensamento e os sentimentos. Muito diferente de uma situação envolvendo terceiros e ainda de instituições locais.

         

        A falta de empatia masculina em situações de violência envolvendo mulheres é absoluta, sempre. Taí algo que jamais surpreende, não importa o meio.

          • Sugiro que você venha para o

            Sugiro que você venha para o mundo cor de rosa.E saia do preto e branco,não é assim  que funciona,após agressão estamos feridas emocionalmente,não exija nenhuma atitude racional!

            Comparo a uma criança que sofre abusos de quem deveria lhe proteger.

          • é uma desgraça

            Eliane,

            O brasilsil, neste particular ( agressão a mulheres) ainda está no século 18, os casos reais transbordam sem que nada de justo aconteça e lá vem você falar em abalo emocional. E quando ocorrer a próxima surra, não reclame você e nem ninguém, pois a agredida estará emocionalmente abalada.

            Mundo cor de rosa é uma desgraça. 

    • Riquinho?

      Preconceito seu?

      Culpando o sujeito apenas porque é “riquinho”?

      Você comete o mesmo pre-conceito atribuído aos “machões” citados, cuja opinião é mais cautelosa que a sua.

    • Você foi o unico que fez um

      Você foi o unico que fez um comentário verdadeiramente “macho”.De um homem,”protetor”.Aspa pois entendo que são questões de ponto de vista. Mas parabéns pelo comentário.

  6. Queixa na hora?

    Não a conheço, mas costela quebrada é muita dor e não te deixa respirar fundo. Há dois anos cai e bati a costela. Sem fratura nem trinca mal podia respirar durante umas 2 semanas, porque quando inspirava profundo doia muito. Imagine 4 costelas quebradas. Portanto, não entendo como é que ela não telefonou pra um hospital ou ambulância na hora. Não sei como funcionam esses serviços de emergência lá, será que é só pago e ela não tinha grana? Bem, se há esse serviço, eles próprios chamariam a polícia.

    Não me faz muito sentido, ela ter se aguentado com dor, fugido escondida e ter pegado um avião assim na hora. Bem, não entendo.

  7. Ivan e demais machos do blog,

    Ivan e demais machos do blog, por-favor, nos esclareça qual o procedimento padrão que devemos adotar quando/se formos  agredidas por aqueles que deveriam ser nossos companheiros.

    No tocante ao fato dela ter viajado com costelas quebradas, aviso aos marmanjos somos mais resistentes a dor, já fraturei alguns ossos e permaneci dias sem atendimento, minha mãe teve uma costela quebrada e precebeu em uma consulta de rotina.

    Talvez, a mão natureza tenha sabiamente nos preparado para conviver com a brutalidade.

    A reação dos machos de plantão, classificando como certo/errado o comportamento da vítima mostra como estamos longe do estado de civilidade erm que casos como esse sejam exceção.

    Lamentável.

    Luciana Mota

    • Por favor, por favor: não

      Por favor, por favor: não venha dizer que os “machos” estão “aprovando” a conduta do agressor ou “culpando” a vítima.

      Os comentários são muito claros: o procedimento é procurar uma unidade de saúde e a policia. Afinal, ela é CIVILIZADA ou é uma “hominidea”?

      • Ela é uma pessoa, diante de

        Ela é uma pessoa, diante de uma agressão por seu companheiro, longe de sua casa, tendo reações HUMANAS. Mas, aparentemente, ela não tem esse direito.

      • Cara só vou te reponder a

        Cara só vou te reponder a mesma resposta…que dei a uma amiga, minha antes de procurar as autoridades.Ela me questionava “Eliane você sempre foi a mais aguerrida o que  aconteceu com você”?

        Ser uma vítima é muito diferente de ser  o soldado da causa!

        A partir do momento que vocês buscam justificativa para o comportamento da mulher agredida,e esquecem do agressor.

        já estão justificando ou mesmo isentando o ato de agredir.Não há como descrever em palavras uma dor tão abstrata.

        Dei a volta por cima,mas não sou mais a mesma.

    • Luciana, talvez o Ivan tenha se expressado errado.

      O que ele quis dizer que as leis que protegem as mulheres ou qualquer pessoa indefesa agredida numa cidade como NY são muitas vezes mais rigorosas do que as leis brasileiras, que o mais lógico para punir um animal destes era ir direto para uma delegacia de polícia na cidade, não sei mesmo se ela ainda não pode fazer a denúncia contra o mesmo se tiver feito exame de corpo de delito aqui no Brasil, afinal o crime foi feito em New York.

      Inclusive seria interessante verificar isto, pois se for possível, provavelmente ele será julgado e condenado e se não for até lá para se defender jamais poderá sair do país!

      Agora o que não entendo é a vergonha que as mulheres sentem, algo absurdo, vergonha deveriam sentir estes agressores e não os agredidos. Talvez tenha-se que intensificar as campanhas mediáticas sobre isto, pois é uma distorção cultural que tem que ser invertida.

      • Você,não entende mas a

        Você,não entende mas a vergonha é real! eu também não entendia até ser agredida.

        Não nos passa pela cabeça qual seria a melhor forma de denunciar,pois não conseguimos raciocinar…é como se fosse um filme que passa em nossa mente,viola a criança que nós fomos,a jovem ,a mãe….a mulher morre tudo!

        Eu antes de ser vitima fui a mais preconceituosa de todas.E por incrivel que pareça vocês homens sempre dão um jeito de nos culpar.

        • Eu não culpo, só não entendo!

          Eu não culpo, pelo meu padrão de comportamento eu culpo o agressor e aquelas pessoas que estavam perto e não fizeram nada.

          Talvez o meu padrão de comportamento de ser rígido e até violento com agressores talvez tenha sido moldado primeiro pela criação que tive com minha avó, que era extremamente doce, mas com agressores ela virava bicho. Ela se alguém procurasse tocar em seus netos ela saltava como uma leoa pronta para pular no pescoço, mas talvez com ela ela não teria nenhuma reação deste tipo.

          É algo cultural e por milênios foi assim exceto para culturas nórdicas em que a mulher reagia porque era acostumada a guerrear. Vamos demorar mais algumas décadas para inverter isto.

          • O que você não entende,

            O que você não entende, então, é a própria dinâmica social, pois é só olhar para a realidade pra que a gente compreenda porque é tão difícil para a mulher (independente da classe social) denunciar uma agressão de qualquer tipo contra um homem, ainda mais um companheiro.

      • Obrigado pela traducao do meu

        Obrigado pela traducao do meu comentario, Maestri.  Em NY o  cara seria preso instantaneamente.

  8. A regra é essa. Já a lei…
    Homem velho, bilionário, vê mulher como objeto sem direito a tergiversar. Pensamento burguês conservador. Machismo concentrado.
    Espero que o advogado ou advogada de Brunet faça valer a lei da Maria da Penha e coloque esse animal na jaula.
    Quanto a ela, que saiba fazer melhor suas escolhas.
    Tanto um como outro servirão de exemplo pra um montão de gente perdida na vida.

    • Calma

      Aquele “animal” teve um relacionamento sério com a acusadora durante cinco anos. Ninguém aguenta animal a não ser por algum motivo, ou, começa a chama-lo de animal apenas no momento da separação.

      Fazer melhor as suas escolhas? Quem demora cinco anos em dizer: sorry, eu errei, vou procurar outro namorado!

      Há interesses por trás, que prejudicam e poderiam banalizar a Lei que protege mulheres realmente sofredoras, no dia a dia. Aqui há dinheiro, IBOPE de novela e etc. Luiza gravou cenas da novela, com quatro costelas quebradas, três dias depois da agressão! Vamos aguardar para ver.

  9. Informação importante

    Informação importante aos palpiteiros sobre o caso em pauta: esse grande e feio empresário aí, que aparentemente gosta de bater em mulher bonita, recentemente adquiriu a RBS, afiliada da Globo em Santa Catarina. Pra quem não sabe, a RBS gaúcha domina a mídia de um dos estados mais conservadores do Brasil, desde a ditadura. E lembro que o anterior dono da RBS, Sirostiky, escondeu o quanto pôde que seu filho adolescente estuprou em Floripa uma menina dopada, com pelo menos mais um “coleguinha”, filho de um delegado. Há poucos anos.

    Ficou tudo por isso mesmo, na base do abafa de todo tipo, inclusive com o suposto suicídio de um blogueiro local que denunciava a coisa, contra o silêncio absoluto da mídia sulista controlada pela RBS. Esta só se referiu ao fato, bem de passagem, um mês depois do ocorrido, devido ao escândalo que foi.
    A mídia aqui, como em toda parte do Brasil, manda e desmanda na política, nos costumes e principalmente na hipocrisia e venalidade.

    • Esse é o mesmo “progressista”

      Esse é o mesmo “progressista” Jair que vez em quando vem aqui defender a minoridade penal e agora quer punição (bota na cadeia) ao adolescente de 13 anos.  Só porque é da RBS. Eu me divirto..

    • Esse é o mesmo “progressista”

      Esse é o mesmo “progressista” Jair que vez em quando vem aqui defender a menoridade penal e agora quer punição (bota na cadeia) ao adolescente de 13 anos.  Só porque é da RBS.

      Eu me divirto..

    • rbs e a sua venda

      A venda é apenas para enganar a receita federal no caso de a empresa vir a ser obrigada a pagar os valores sonegados, que foram reduzidos junto ao Carf por obra e graça dos nardes (a ver), e que a pf não pegará nunquinha da vida. Tanto é engodo que continuo recebendo telefonemas da rbs (de Porto Alegre) oferecendo assinaturas do Diário Catarinense. Só não vê quem não quer: dão nojo em lesmas.

  10. Boa noite, Maestri  a

    Boa noite, Maestri  a expressão “a mulher é tão burra”, no meu entendimento, impede que o talvez que você usou  se aplique.

    De qualquer forma, não há, ao contrário do que pregam alguns auratos da boçalidade procedimento padrão, não para a vítima, ao menos, os padrões e procedimentos se aplicam a apuração, as investigações.

    Até porque, no mundo ideal, nós não deveríamos ter que saber como nos comportarmos em situações como essa.

    No tocante a “escolha” de fazer a denúncia junto a autoridade brasileira, fazendo um exercício de alteridade, acredito que faria o mesmo, num momento como esse ainda mais importante que adoção de medidas legais, é a busca pelo apoio e amparo daqueles que nos amam.

    Para mim, o mínimo de sensibilidade tornaria possível compreender a escolha de Luíza.

    Abs,

    Luciana Mota

     

  11. Minha solidariedade à

    Minha solidariedade à Luiza.

     

    Infelizmente, nada de novo sob o Sol. A mulher agredida segue tendo suas ações e reações mais questionadas do que o agressor.

      • Demonstrar solidariedade à

        Demonstrar solidariedade à Luiza não é apropriado porque ela não ficou desfigurada pela agressão e seguiu com a vida?

        • Não

          No é apropriado apoiar uma história que parece ser falha. Devemos esperar os fatos, caso contrário estaríamos linchando um inocente e isso também está errado Nossas críticas, apoio e solidariedade devem ser direcionados a quem sofre sem poder-se defender, que não é o caso aqui. Basta um advogado e ter a razão, e pronto. Mas, eu acho que aí está o problema, ela não parece estar com a razão nesta situação..

          • Apenas demonstro solidariedade

            Meu comentário foi singelo. Não lincho ninguém nele e em nenhum outro. Quem está num esforço de linchamento aqui é você e quem está sendo linchada aqui e em outros portais em que notas referentes ao caso foram publicadas é Luiza. Mas isso não parece errado, não é?

            Espera… quando uma pessoa pode se defender não merece solidariedade e apoio? Que lógica é essa?

            Ouvir uma pessoa que denuncia uma agressão é linchar o denunciado?

            O sofrimento de Luiza é ilegítimo?

            Não parece ter razão para você, meu caro. E isso é julgamento, mas neste caso, julgar sem base nos fatos não parece errado, não é mesmo?

             

             

  12. Luiza Brunet agredida em NY? 

    Luiza Brunet agredida em NY?  Não ponho em dúvida a agressão sofrida pela modelo. Mas por que não fez a denúncia em NY? Não entendo de leis, mas o agressor com certeza vai ter mais facilidade em se defender no Brasil. O crime ocorreu no exterior, sem testemunhas e sem exame de corpo delito no local. Mesmo fragilizada,  humilhada e aterrorizada  Brunet poderia ter ligado para um advogado no Brasil e ter pedido orientação. A mulher em questão é bastante experiente, já deve ter passado por situações de extremo stress. A história pode não ser exatamente a que ela relatou, precisamos ouvir a versão do namorado.  Além do mais, essa união é por paixão de jovens enamorados.

    • Elucubrando …

      Luiza deve ter pensado mil vezes antes de delatar a agressão. Ela é uma figura pública que, diga-se de passagem,sempre teve uma vida pessoal mais discreta que a maioria dos famosos. Nunca se envolveu em “barracos”. Além do choque, ela deve ter tido muitas dúvidas em se expor dessa maneira, ainda mais que o outro lado da história é a de um dos homens mais ricos do mundo. Eu também teria temor de enfrentar na Justiça alguém que pode pagar os melhores advogados que existem.

      No mais, tudo deve ser bem apurado.

  13. Agredindo a própria Lei?

    São tantas as agressões diárias a mulheres pobres no Brasil e, ainda, é tão importante esta Lei para as mulheres; que justamente por isso devem ser coibidos os abusos e o mau aproveitamento dela, como a meu ver está parecendo ser este o caso. Acho que devemos ter mais prudência nos comentários e aguardar mais um pouco. Ninguém concorda com agressão, muito mais sendo uma mulher, mas, devemos considerar que a história ainda não está muito bem esclarecida. Calma nessa hora, pois já temos muitos exemplos de exagero e vociferação, que depois se mostraram equivocados. Luiza parece com jogador de futebol “caindo” na área para fingir pênalti, e isso também merece cartão amarelo.

    A Lei Maria da Penha foi feita para que mulheres mais indefesas possam acessar a justiça, já a Luiza Brunet parece não precisar disso. Nesta situação o assunto parece estar mais focado na publicidade. Luiza Brunet é uma mulher que poderia resolver sozinha este assunto com ajuda de advogados (como fez a mulher de Mike Tyson), mas trouxe o caso para o Brasil e, junto com isso, aproveita de levantar um pouco o IBOPE da Globo e dela mesma, como suposta “artista” de novela.

    Recebe falta fora da área (falta ainda discutível), mais, na procura do pênalti, avança um pouco para se jogar dentro da área, dentro do Brasil. Haverá cartão? Para ela ou para o agressor?

    • Admiro seu esforço em

      Admiro seu esforço em desqualificar Luiza como possível vítima enquanto acusa outros de preconceito em função da classe social do denunciado.

      Você incorre no mesmo preconceito ao dizer que Luiza não tem direito de acionar a lei por ser uma mulher de classe social alta.

      Isso sem contar a desqualificação dela por não se comportar como você acha que uma mulher vítima de agressão pelo companheiro deve se comportar.

      E, claro, o fato lamentável dela não ter ficado tão machucada a ponto de estar impossibilitada de seguir com a própria vida.

      De fato, Luiza não foi machucada o suficiente para poder ser considerada uma vítima de agressão. Fica a dica.

      O roteiro está completo, sendo seguido à risca, inclusive com as insinuações das razões pelas quais Luiza manteve um relacionamento com o cidadão em questão, fato que está e será usado contra ela, como é usado contra mulheres que denunciam agressões por companheiros, independente da classe social.

      Haverá cartão para ela, claro. Alguma dúvida?

       

        • Não, você está se esforçando

          Não, você está se esforçando em desqualificar a denúncia e a denunciante.

          Todo o seu esforço está neste sentido.

          Compreender o assunto passa por compreender também a vítima, esforço que você não está interessado em fazer.

          Se eu fosse o denunciado, contraria você como advogado.

          • Então me contrate, e veja abaixo

            21 de maio Luiza Brunet diz ter sido espancada em NY

            23 de maio ela grava cenas de novela da Globo, em aparente boa saúde, aqui no Brasil

            Na Grécia, o nosso sofrido casal, de mãos dadas, passou o dia dos namorados, de 12 de junho.

            Brigaram por ciúme da Luiza e concluíram o relacionamento (publicação de 14 de junho).

            http://emais.estadao.com.br/noticias/gente,luiza-brunet-tem-crise-de-ciumes-e-termina-namoro-com-empresario-bilionario,10000057080

            25 de junho (com mais de 1 mês de atraso) Luiza entra com demanda pelo suposto espancamento de 21 de maio.

            Parece obvio que há dinheiro por trás e chantagem. Por isso acho que devemos ter mais cautela.

          • Você deveria aplicar o que

            Você deveria aplicar o que prega, não acha?

            Quem não está demonstrando cautela é você, que está tratando Luiza, desde o primeiro momento, como mentirosa e interesseira, dois clássicos estereótipos femininos que sempre aparecem para desqualificar, a priori, uma denúncia feminina, especialmente quando envolve agressão masculina.

            E está fazendo isso com base, não em fatos, mas em notas de jornais. Observe que você, tão cauteloso, não tem a mesma cautela com Luiza. O benefício da dúvida só é devido ao homem.

            Irônico é que você apela para o não linchamento do denunciado (e ele não foi e não está sendo linchado em lugar algum), mas a única pessoa que está sendo efetiva e reiteradamente linchada é Luiza, como verificamos aqui e em todos os lugares em que notas a esse respeito foram publicadas e que permitem comentários. A diferença é que aqui o linchamento ocorre com um vocabulário mais rebuscado.

            A pessoa que publicou a nota aqui observou “que quase ninguém duvida do que ela fala, não é mesmo?”. Não, não é mesmo. Todos duvidam, pois Luiza é mulher. O que leva a outra reflexão importante: existem mulheres que insistem em achar que estão protegidas dos estereótipos machistas, mas não estão. Nenhuma mulher está. A mulher da periferia sofre da mesma desconfiança e é calada com os mesmos estereótipos de mentirosa e interesseira. Não há diferença neste sentido. A diferença é que Luiza tem mais meios para lidar com isso.

            Parece óbvio para você, que desconsidera completamente qualquer emoção humana por parte de Luiza, afinal, é mulher e, sendo assim, só pode ser mentirosa e interesseira.

            Quando você fala em nome de “mulheres pobres”, você fala de abstrações, pois esquece que mulheres pobres concretas se deparam com todos os estereótipos que estão sendo usados contra Luiza. A desqualificação é a mesma, pois todas são mulheres.

             

        • Olha, ela fez um exame de

          Olha, ela fez um exame de corpo de delito. Se ela não foi agredida, o exame vai demonstrar exatamente isso. Mas por que ela se submeteria, de livre e espontânea vontade, a um exame de corpo de delito, sabendo que vai demonstra que ela mente?

          Está vendo, vc procura argumentos “lógicos” para demonstrar algo que você não sabe: se ela tivesse sido agredida, teria prestado queixa em Nova York, não teria gravado apenas três dias depois, teria se separado dele antes de ser agredida, e por aí vai. Mas o óbvio, que ninguém dá queixa na delegacia alegando algo que o exame de corpo de delito vai desmentir, você não pondera.

          É pura solidariedade com o agressor, moço. Pára com isso que fica feio pra você.

  14. Implicância Política?

    O  Lírio Albino Parisotto, suposto agressor da Luiza Brunet (hoje artista global) é o suplente do senador Eduardo Braga (PMDB, AM), ou seja, deve ter bancado a candidatura deste, mesmo em Estado do outro lado do Brasil (O Lírio é do RS).

    Acontece que Eduardo Braga é um dos indecisos, e que não votou na 1a votação de acolhida do pedido de impeachment no senado, em relação a Dilma.

    Estou cheirando algo errado em toda esta situação. Devemos abrir o olho. 

     

    • Por quê, o Parisotto iria

      Por quê, o Parisotto iria votar contra o impeachment? Ou é o contrário, ele vai tomar o lugar do Eduardo Braga como prêmio pela coragem demonstrada ao agredir a namorada? Ou o Eduardo Braga também bate em mulher e isso é um aviso a ele para que vote direito senão também será denunciado?

      Não faz o menor sentido, alexis. Não há desculpas “progressistas” minimamente apresentáveis para apoiar esse milionário direitista espancador de mulher.

      • Não apoio espancamento

        Não apoio espancamento de ninguém. Cumpro apenas com tentar conferir os fatos, pois a história está mesmo mal contada.

        As suas elucubrações em relação ao fato política são infantis. As relações que citei são verdadeiras e bastante suspeitas, assim como as 4 costelas. A maior preocupação é de banalizar a Lei, que protege mulheres realmente prejudicadas por violência, com intrigas de mídia e de gente que, a rigor, nem precisa de Lei nem de pousar de vítima, mas apenas um bom advogado e, ainda, contar com a verdade ao seu favor.

    • E…

      … o que isso tem a ver com a vida íntima do casal?

      Você já está exagerando. Desqualificar e calar Luiza apenas por ela ser quem é e se relacionar com quem se relaciona já é absurdo, mas faz parte da história humana. Sempre foi assim e não vislumbro tempos em que será diferente.

      Mas envolver a atual conjuntura política… aí já é apelação.

       

  15. Um homem agride uma mulher.
    O

    Um homem agride uma mulher.

    O que a gente discute?

    Em que delegacia ela deu queixa, e se foi a melhor escolha.

    A brutalidade do “dono” da vítima a gente pode deixar pra depois. A ideia de que o sujeito se torna dono da mulher quando casa com ela, também. O ciúme doentio de quem fica enlouquecido de raiva por ter sido confundido com o ex-marido da vítima, também. Afinal, perfeitamente natural, ficar furioso, começar a xingar, interromper um jantar, simplesmente por ter sido convidado a ir a uma exposição.

    Sinistra a solidariedade masculina para com esse espancador de mulher.

  16. E só para lembrar
    O Nassif aqui já mostrou o que é ouvir apenas um lado. Ou já esqueceram a escola base.

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