Regime Militar e Verdade: Voz Ativa entrevista a procuradora Eugênia Gonzaga

Da Rede Minas

Depois de grande repercussão sobre documento da CIA a respeito do período da Ditadura Militar no Brasil, divulgado pelo pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Matias Spektor, reacendendo a discussão acerca de um dos períodos mais sombrios da história do Brasil, o Voz Ativa desta segunda-feira, 21 de maio, às 22h15, na Rede Minas, entrevista a procuradora da República e mestre em Direito Constitucional pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, Eugênia Gonzaga.

Eugênia Gonzaga fala sobre a repercussão do documento no qual responsabiliza o ex-presidente Geisel, a respeito de sua concordância expressa nas execuções de opositores à Ditadura Militar. Além disso, a professora da PUC/SP destaca o seu trabalho na área de direitos humanos com ênfase na defesa das pessoas com deficiência e na promoção de temas relacionados à Justiça de Transição (direito à verdade, à responsabilização e à memória no tocante aos crimes contra a humanidade cometidos durante a ditadura militar).

Além do apresentador Florestan Fernandes Júnior, compõem a bancada para a entrevista os jornalistas Breiller Pires, do El País Brasil, Simone Pio, da Rede Minas, Cristiano Navarro, do jornal Le Monde Diplomatique, além da professora e historiadora da UFMG Priscila Carlos Brandão, e do historiador e vice-presidente da Fundação João Pinheiro Bernardo Mata Machado.

Eugênia Gonzaga lembra a guerrilha do Araguaia, o extermínio das plantações do povo do Araguaia pelos militares evitando assim qualquer tipo de ajuda aos guerrilheiros, o deslocamento de mais de 11 mil índios durante o regime militar, além de atrocidades das torturas e o horror das mortes nesse “período sombrio da história do Brasil”.

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