A desglobalização em curso

Atualizado

Clique aqui (ou copie o link http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDRItSwoQ7LvJ7vkj) para uma série de matérias de hoje sobre a volta da xenofobia e das restrições de trabalhos a estrangeiros.

Há de tudo, brasileiros perdendo emprego no Japão e Estados Unidos, latinoamericanos perdendo emprego no Brasil, restrições da União Européia a imigrantes.

Apenas dê desconto para alguns exageros, como a informação do Estadão de que a França criou metas mensais de expulsão de estrangeiros.

É uma das características – ao lado do protecionismo – do processo de desglobalização em curso.

Por Fred Almeida

Nassif,

Aqui na minha condição de degredado em terras dos Piscataway, onde hoje reside nosso amigo Barry, não vejo o bradado aumento da xenofobia nem nas ruas nem na imprensa. A questão do H1-B tem sido muito debatida por ambos os grupos pró e contra dentro do congresso nesses ultimosa anos. Os respectivos lobbies são bem fortes. A matéria da Patrícia Campo Mello passa sem explicar muito bem que o H1-B é um visto para profissionais especializados (engenheiros, economistas, cientístas, modelos e até mestres da engenharia financeira moderna) e só mostra um lado da moeda que é a crítica dos chamados xenófobos. Eu particularmente os chamo de republicanos. E o argumento demonstrado no artigo não é novo nem resultado da crise, é o mesmo usado há anos. O outro lado da moeda é que o H1-B é essencial para o crescimento dos EUA por atrair boas cabeças pensantes que ajudam no “crescimento da nação”. E o grupo pró-h1-b não é fraco, Bill Gates já veio mais de uma vez defendê-lo no congresso e a turma do vale do silício sustenta esse lobby.

Me parece que essa foi uma pequena vitória desse grupo ou alguma concessão dos democratas para passar o “bailout plan” mais “fácilmente”.

Leia também:  Bolsonaro, a pandemia e a explosão das demandas sociais

Sobre a lojinha do Dunkin Donuts não contratar mais brasileiros ilegais? Bem, o cerco aos ilegais nos não começou por causa da crise. Ele veio num crescendo nos anos Bushianos . A crise só vai dar mair volume aos brados dos grupos xenófobos. Mas posso te dizer que aqui na tribo dos Piscataway você não entra em um restaurante em que a cozinha não seja populada por salvadorenhos, hondurenhos, mexicanos e até brasileiros.

Sobre a questão dos brasileiros no Japão, um google por “jobs cuts japan crisis” vai trazer várias notícias sobre empresas de manufatura japonesas e as dezenas de milhares de cortes anunciados. A comunidade brasileira no japão é diretamente afetada. O elemento xenófobo pode até estar presente e os brasileiros podem até serem os primeiros a serem demitidos, quem sabe? Mas as chamadas das matéria deixam a impressão de que a principal causa das demissões não é a xenofobia e isso não é verdade.

Claro que nesses tempos incertos estamos correndo o risco de aumento de protecionismo. Mas as matérias copiadas me pareceram um pouco alarmistas em contraste com a realidade da xenofobia nos EUA. Não se pode negar que ele seja um problema real em todas as partes do mundo, mas me parece que ainda é cedo para alardear que ele realmente aumentou nos últimos meses por causa da crise financeira global. Pelo visto os dois lados é que começam a gritar mais alto.

Abraços trstemente degredados sem carnaval, bloco de sujo ou serpentina.

Leia também:  Covid-19 – Uma compilação sobre a crise (Volume 3), por Felipe A. P. L. Costa

Por Ricardo

Olá,

Eu particularmente nunca percebi correlação entre os fenômenos migratórios e a globalização acelerada nos últimos anos. Os movimentos de migração sempre seguiram uma lógica muito mais simples do que a sofisticação e ampliação do comércio de bens ocorrida nos últimos anos podem sugerir: eles sempre seguiram a grana.

Muito antes deste aumento de comércio já ocorriam os movimentos migratórios e seus refluxos, muito mais devido às condições econômicas internas dos países receptores e emissores de imigrantes do que ao aumento generalizado do comércio internacional. Nos atuais casos de refluxo os mesmos argumentos que os países exportadores de mão-de-obra usam agora tambem eram usados no passado: xenofobia e protecionismo.

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23 comentários

  1. Ah meu ver, será o maior
    Ah meu ver, será o maior retrocesso mundial.
    Várias gerações serão necessárias para corrigir esse grande equivoco.
    Ficou explicito o muro que separa os Países do primeiro mundo com os restantes. Não só por parte dos governantes, também a intolerância dos povos, que atribuem a culpa de suas mazelas, ignorância e incompetência a estrangeiros.

  2. Nassif.
    O Brasil deveria
    Nassif.
    O Brasil deveria aproveitar esse momento de desglobalização, onde os países
    criam todo tipo de dificuldades, como taxas de impostos, cotas, nas importações, enfim restrições de toda ordem, assim ele poderia aproveitar a oportunidade e também criar dificuldade para as multinacionais como: obrigar as multinacionais aplicar 90% do lucro das mesmas aqui no Brasil ou,
    cobrar impostos tão caro que enviabilize à remessa de lucro para seus países de origem.

  3. Aqui do Alto Xingu, os índios
    Aqui do Alto Xingu, os índios informam que George Soros acaba de declarar “que a atual crise econômica tem sua raízes na desregulação financeira dos anos 1980 e marca o fim de um modelo de livre mercado que desde então dominou os países capitalistas. A liberalização da indústria financeira, que começou no governo Reagan, conduziu a uma série de colapsos que forçou a intervenção governamental.” Soros também responsabilizou parcialmente os reguladores por terem descurado suas responsabilidades. Em jantar privado na Universidade de Columbia, Soros afirmou que a filosofia do fundamentalismo de mercado está agora em questão, eis que os mercados financeiros provaram-se ineficientes e afetados por interesses e não por todas as informações disponíveis. “Estamos numa crise que realmente é a mais séria desde os anos 1930 e é diferente de todas as outras que experimentamos no curso de nossa vida”, disse Soros. Evidentemente, nenhum comentário foi proferido sobre a responsabilidade dos banqueiros, dos legisladores, dos governantes e dos bancos centrais e das instituições financeiras internacionais, que montaram o modelo do capitalismo financeirizado.

  4. Luiz G Simões:
    É o comércio
    Luiz G Simões:
    É o comércio Mundial que permite o desenvolvimento. Economias fechadas
    só produzem misérias.

  5. Olá,
    Eu particularmente nunca
    Olá,
    Eu particularmente nunca percebi correlação entre os fenômenos migratórios e a globalização acelerada nos últimos anos. Os movimentos de migração sempre seguiram uma lógica muito mais simples do que a sofisticação e ampliação do comércio de bens ocorrida nos últimos anos podem sugerir: eles sempre seguiram a grana.
    Muito antes deste aumento de comércio já ocorriam os movimentos migratórios e seus refluxos, muito mais devido às condições econômicas internas dos países receptores e emissores de imigrantes do que ao aumento generalizado do comércio internacional. Nos atuais casos de refluxo os mesmos argumentos que os países exportadores de mão-de-obra usam agora tambem eram usados no passado: xenofobia e protecionismo.
    [ ]´s

  6. Da série Crise =
    Da série Crise = oportunidade, ou do luteranismo: “faça da sua adversidade uma virtude”:

    Nesse apanhado das notícias ruins onde se comenta que é cada vez mais difícil obter visto de trabalho para a área de TI nos Estados Unidos, eu vejo uma avenida de oportunidades:

    um razoável trabalhador de TI sem visto precisa apenas de um teclado funcionando e uma conexão à Internet de banda larga – o que existe no mercado brasileiro à larga.

    Daí, que tal trabalhar – virtualmente – nos Estados Unidos? Não é necessário nenhum visto, não se gasta em locomoção ao serviço, pode-se trabalhar de chinelo, etc., etc.

    Ou seja, há uma enoooooooooooorrrrrrrrrrrrrrrrrme oportunidade de se trabalhar remotamente !!

    Basta convencer alguns cabeças-duras americanos para aceitar isso. E não há jeito de uma AAUC (American Association of Unemployes People), se é que existe, de forçar um “emploi american.” ou cortar cabos de dados ao Brasil.

  7. Nassif,

    Aqui na minha
    Nassif,

    Aqui na minha condição de degredado em terras dos Piscataway, onde hoje reside nosso amigo Barry, não vejo o bradado aumento da xenofobia nem nas ruas nem na imprensa. A questão do H1-B tem sido muito debatida por ambos os grupos pró e contra dentro do congresso nesses ultimosa anos. Os respectivos lobbies são bem fortes. A matéria da Patrícia Campo Mello passa sem explicar muito bem que o H1-B é um visto para profissionais especializados (engenheiros, economistas, cientístas, modelos e até mestres da engenharia financeira moderna) e só mostra um lado da moeda que é a crítica dos chamados xenófobos. Eu particularmente os chamo de republicanos. E o argumento demonstrado no artigo não é novo nem resultado da crise, é o mesmo usado há anos. O outro lado da moeda é que o H1-B é essencial para o crescimento dos EUA por atrair boas cabeças pensantes que ajudam no “crescimento da nação”. E o grupo pró-p-b não é fraco, Bill Gates já veio mais de uma vez defendê-lo no congresso e a turma do vale do silício sustenta esse lobby.

    Me parece que essa foi uma pequena vitória desse grupo ou alguma concessão dos democratas para passar o “bailout plan” mais “fácilmente”.

    Sobre a lojinha do Dunkin Donuts não contratar mais brasileiros ilegais? Bem, o cerco aos ilegais nos não começou por causa da crise. Ele veio num crescendo nos anos Bushianos . A crise só vai dar mair volume aos brados dos grupos xenófobos. Mas posso te dizer que aqui na tribo dos Piscataway você não entra em um restaurante em que a cozinha não seja populada por salvadorenhos, hondurenhos, mexicanos e até brasileiros.

    Sobre a questão dos brasileiros no Japão, um google por “jobs cuts japan crisis” vai trazer várias notícias sobre empresas de manufatura japonesas e as dezenas de milhares de cortes anunciados. A comunidade brasileira no japão é diretamente afetada. O elemento xenófobo pode até estar presente e os brasileiros podem até serem os primeiros a serem demitidos, quem sabe? Mas as chamadas das matéria deixam a impressão de que a principal causa das demissões não é a xenofobia e isso não é verdade.

    Claro que nesses tempos incertos estamos correndo o risco de aumento de protecionismo. Mas as matérias copiadas me pareceram um pouco alarmistas em contraste com a realidade da xenofobia nos EUA. Não se pode negar que ele seja um problema real em todas as partes do mundo, mas me parece que ainda é cedo para alardear que ele realmente aumentou nos últimos meses por causa da crise financeira global. Pelo visto os dois lados é que começam a gritar mais alto.

    Abraços trstemente degredados sem carnaval, bloco de sujo ou serpentina.

  8. Aqui do Alto Xingu, os índios
    Aqui do Alto Xingu, os índios observam que, antes, o Tesouro (os contribuintes) atuava nas sombras como emprestador de último recurso do sistema bancário, mas, atualmente, atua com toda desenvoltura como patrocinador dele, tudo devido a um falso pudor em estatizá-lo, eis que as instuições zumbis não conseguem mais andar por conta própria. Isso é que ser refém de ideologias.

  9. Nassif,

    acho que podemos
    Nassif,

    acho que podemos fazer um acordo com esse clube da chenofobia:

    eles ficam chenofobando por lá e nos cedem os lucros e investimentos de suas multinacionais acá para nós.

    Gozado, né: o capital pode passear livremente, e quem o produz não pode !

    Ou então deviamos fazer assim: só entra capital aqui se entrar trabalho por lá.

  10. Alguem poderia associar os
    Alguem poderia associar os seguintes fatos abaixo?

    – final da década de 80, o PIB dos USA era de US$ 5 tri… o do Japão de 3,5 tri. Hoje USA = 14 tri e Japão = 5 tri.

    – A Internet engatinha no inicios dos anos 90. USA assume a posição de centralizador de toda a rede mundial. Potentes computadores podem, teoricamente, monitorar tudo….Japão demora a aderir à Internet, mas depois entra com tudo.

    Ano 2008, …crise sistêmica.

  11. W K,

    Essa idéia recorrente
    W K,

    Essa idéia recorrente de que crise equivale à oportunidade é no mínimo cínica. Concede a algo necessariamente negativo um valor contingencialmente positivo. É, ainda, uma tentativa de legimitar uma estrutura social fundada na desigualdade de condições materiais e políticas; de uma aristocracia divinamente hereditária.

    E essa máxima luterana que reza pelo “faça da sua adversidade uma virtude” deve ter zilhões de variantes nas mais diversas culturas humanas particulares mundo afora. Certamente, cronologicamente, não tem nada de original. Nesse momento, todos tendem a aludir ao pensamento weberiano.

  12. É verdade que o ministro
    É verdade que o ministro Brice Hortefeux da França tentou criar metas de expulsão de estrangeiros. Não é exagero, não. Mas pegou muito mal, Sarkozy foi obrigado a voltar atrás e mudou o ministro de pasta. Ele saiu da imigração para o trabalho. De qualquer forma, a medida era disfarçada, passava por meta de aumentar a eficiência dos julgamentos de expulsão e coisas assim.

  13. A crise pode ser grave, não
    A crise pode ser grave, não resta dúvida, pelo menos ela têm um fator positivo, a solução passará pelos interesses nacionais. O comércio pode gerar desenvolvimento, só que mercado interno forte é que traz o desenvolvimento, não apenas nos modos de produção como também na sociedade. A financeirização neoliberal falhou, assim como a centralização dos países comunistas.

  14. Muito se fala sobre a
    Muito se fala sobre a desindustrialização dos EUA, e sobre a migração das fábricas para a China. Será que alguma coisa ainda é fabricada nos EUA?

    “It seems as if the country that used to make everything is on the brink of making nothing. In January, 207,000 U.S. manufacturing jobs vanished in the largest one-month drop since October 1982. U.S. factory activity is hovering at a 28-year low. Even before the recession, plants were hemorrhaging work to foreign competitors with low-cost labor. And some companies were moving production overseas.

    But manufacturing in the United States is not dead or even dying. (…)

    The United States remains by far the world’s leading manufacturer by value of goods produced. It hit a record $1.6 trillion in 2007 – nearly double the $811 billion of 1987. For every $1 of value produced in China factories, the United States generates $2.50. (…)

    Several trends have emerged over the decades:

    The United States makes things that other countries cannot. Today, “Made in U.S.A.” is more likely to be stamped on heavy equipment or the circuits that go inside other products than the televisions, toys, clothes and other items found on store shelves.

    U.S. companies have shifted toward high-end manufacturing as the production of low-value goods has moved overseas. This has resulted in lower prices for shoppers and higher profits for companies. (…)

    About 12.7 million U.S. workers, or 8 percent of the labor force, still held manufacturing jobs as of last month. Fifty years ago, 14.6 million people, or 28 percent of all U.S. workers, were employed in factories. The numbers – though painful to those who lost jobs – show how companies are making more with less.

    Still, the perception of decline is likely to grow as factories and jobs vanish and imports rise for most goods we buy at stores.

    Thirty years ago, U.S. producers made 80 percent of what the country consumed, according to the Manufacturers Alliance/MAPI, an industry trade group. Now it is about 65 percent.”

    http://www.iht.com/articles/2009/02/20/business/wbmake.php

    O problema é que, depois de conquistar o mercado de produtos pequenos e baratos, a China começa a olhar o mercado de alto valor agregado.

  15. Farinha pouca? Meu pirão
    Farinha pouca? Meu pirão primeiro. Essa “filosofia” é antiga. Quem quiser ver o que é o grau de civilização de alguém tente lhe tirar alguma coisa; ou faça parecer que. Não me canso de observar sobre a Alemanha de até 1914 e que veio logo a seguir.

  16. Luis Nassif,
    Se globalizou
    Luis Nassif,
    Se globalizou pode também desglobalizar. É claro que eu interessaria mais pelo assunto se me explicassem o que é globalizar.
    E eu ficaria mais satisfeito porque não mais consideraria mundo globalizado um pleonasmo de raízes anglofônicas em oposição ao pleonasmo globo mundializado de raízes francofônicas.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 22/02/2009

  17. Não, não , nada de
    Não, não , nada de desglobalização. O que veremos é um ajuste de trajetória e velocidade. A globalização prossegue, mesmo porque fluxo de pessoas nunca foi elemento essencial do processo de globalização. O que importa é o fluxo de mercadorias e de capitais. Globalização e xenofobia podem conviver muito bem.

  18. Aqui do Alto Xingu, os índios
    Aqui do Alto Xingu, os índios informam o que de mais importante que ocorreu na reunião de hoje dos líderes europeus: (1) necessidade de que todos os mercados financeiros, produtos e participantes devem estar sujeitos a mais estrita supervisão ou regulação, sem exceção, não importando o país de domicílio, em especial para os fundos privados de capital, inclusive hedge funds, que apresentem riscos sist~emicos; (2)
    seria preparada o mais breve possível uma lista de jurisdições não-cooperativas, ou paraísos fiscais, e uma “caixa de ferramentas” de sanções seria preparada para ser usada contra eles. A Alemanha liderou iniciativas para quebrar países como Liechtenstein e a Suíça, em seguida a escândalos fiscais ocorridos no ano passado, que atingiu alemães proeminentes. Vamos ver o que as autoridades, aqui, farão em termos do aperto das regulações e contra os paraísos fiscais. Ou se tudo continuará como dàntes no Quartel de Abrantes…

  19. Nassif, esta é a prova do que
    Nassif, esta é a prova do que disse há um tempo atrás , que a UE era um Mercosul melhorado, devido as suas fraquezas morais, que infelizmente todos temos e devemos melhorar; alguns comentaristas não entenderam.
    Agora ,globalização, o nome já diz é integração no globo terrestre. Tudo para todos.
    Não é o que foi feito nessas décadas, em que uns países entram com o peso de suas moedas, com “pressões” financeiras sobre governos “incompetentes”, com aumento da produção, gerando mais postos de trabalho internos, mais vendas externas, mais “importação” da mão de obra barata, mais subsídios aos seus produtos e desobediência aos organismos reguladores (OMC), etc… (esses os países ricos) e outros entram com o aumento das compras externas, com o desmonte das fábricas, com o desemprego, com as privatizações desnecessárias ou fraudulentas, com políticas econômicas que favoreçam o capital especulativo internacional, em detrimento da economia nacional, etc..(esses os mais pobres).
    Na verdade, nesse tema globalização, a Europa está um passo à frente do resto do mundo, mas eles não tem confiança na UE que fizeram, por conta das falhas morais, ganância, prepotência, usura, vaidade, xenofobia, etc.
    A globalização que eu imagino deveria existir, teria moeda única ou equilíbrio entre as moedas, cotas de produção, correlação entre os PIBs e outros indicadores economicos acompanhados, tudo para manter as finanças dos países equilibradas e a garantia dos empregos.
    Se não for para isso, não há lógica em se falar de globalização, mas vamos chegar lá… Sdc

  20. Luis Nassif,
    Ainda está
    Luis Nassif,
    Ainda está disponível na página do blog do Alon Feuerwerker, um comentário mais extenso que escrevi sobre a globalização. Já devo ter escrito algo semelhante nas páginas do seu blog. O texto do Alon Feuerwerker para onde encaminhei o email é “Livre-comércio nos intervalos do FSM” de 31/02/2009. Quem for até o blog do Alon Feuerwerker verá que eu, apesar de não levar a sério o termo e achar-me com boas razões para isso, não me oponho a definição de globalização como a que JCSLopes sugere em comentário enviado em 23/02/2009 às 03:38 e segundo a qual globalização significa “integração no globo terrestre”.
    Clever Mendes de Oliveira
    BH, 23/02/2009

  21. Comento um pouco tarde, mas
    Comento um pouco tarde, mas estive na Espanha recentemente e por lá me disseram que realmente havia criado um meta de expulsão de estrangeiros para cada delegacia. A preferencia era por marroquinos, pelo baixo custo de deportação

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