As saídas para a crise

Em setembro e outubro, quando disse que a economia tinha parado, quase fui trucidado por alguns comentaristas. Os dados estão aí, mostrando uma parada inédita nas séries históricas do setor.

Agora, mesmo com essa queda monumental da atividade industrial em dezembro, estou menos pessimista. Ao contrário do buraco sem fundo, os números podem estar antecipando o fim do ciclo de queda.

Veja bem, a economia vinha rodando a 200 por hora, não apenas pelo aumento da demanda via crédito, como dos estoques especulativos – estimulados pela ciranda financeira global.

No plano global, a parada de outubro foi brutal. A velocidade com que a crise se aprofundou nos Estados Unidos, Europa e Ásia é inédita. Obviamente, o Brasil seria afetado.

As empresas se viram ante dois dilemas. O primeiro, “adivinhar” qual o novo ritmo da economia. O segundo, adequar o nível de estoques a esse nível.

Nesse período, o comércio deixa de comprar da indústria e a indústria deixa de comprar dos fornecedores. Todos tratam de queimar estoques para se adequar ao novo quadro. Foi o que ocorreu em novembro e, especialmente, em dezembro.

Agora, o que se observa é que em muitos setores os estoques já voltaram a níveis baixos. No setor automobilístico, por exemplo, a redução do IPI funcionou na veia: as vendas em dezembro foram melhores do que em novembro e em janeiro melhores do que em dezembro. Os estoques voltam a patamares razoáveis.

Alguns setores chegarão a esse novo patamar no primeiro trimestre, muitos chegaram em dezembro. Batendo no fundo do poço e no limite mínimo de estoques, a máquina volta a girar, ainda que em velocidade menor.

Leia também:  Crescimento da China expõe falso dilema entre saúde e economia

Esse mesmo fenômeno vai ocorrer no mercado de commodities, assim que se completar o ciclo de enxugamento dos estoques.

Mais que isso, há muita empresa com o dedo no gatilho aguardando o início da recuperação para correr. Quando há essa inflexão, quem demora perde mercado.

Foi sintomática essa decisão da General Motors de aplicar US$ 1 bi do pacote de ajuda do governo americano para substituir produção atualmente importada pelo Brasil. Assim como a convicção de muitos bancos de investimentos, de que o Brasil deverá ser o primeiro país a sair da crise.

Se o PAC melhorar o ritmo, se decisões como essa de encomendar 500 mil casas populares forem de implementação rápida, principalmente se o Copom derrubar a Selic em vários pontos e o governo atuar fortemente sobre os spreads bancários, a saída da crise será muito mais rápida do que se pensa.

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53 comentários

  1. O Wall Street Journal pensa
    O Wall Street Journal pensa da mesma forma e até publicou anteontem uma matéria recomendando aos investidores a investir no Brasil que está investindo pesado em infra-estrutura e educação.

    Na mesma matéria um gerente de contas de uma empresa de investimentos dos USA diz que vai investir agora em ações na Bovespa esperando um retorno considerável até o fim deste ano.

    http://online.wsj.com/article/SB123308918983621063.html

    Fundo do poço é o melhor lugar para se tomar impulso com as pernas para retornar à tona rapidinho.

  2. Compartilho de sua análise
    Compartilho de sua análise otimista. No caso da indústria automotiva os estoques estão até abaixo dos patamares razoáveis, há falta de vários modelos nas concessionárias, as montadoras encerraram a maioria das férias coletivas.

    No setor químico não é diferente, o que está mantendo a indústria é a importação de insumos que já haviam sido negociados e não havia como parar o processo, pois a maioria vem da China e o pagamento já havia sido antecipado. Ou importações que estavam paradas no porto por falta de crédito para pagar a nacionalização.

    O setor imobiliário deverá ser o próximo a se recuperar, se o governo implantar as medidas que estão sendo discutidas, como o aumento do valor a ser financiado com o FGTS, o abatimento dos juros do financiamento no IR.

    Isso demonstra que muitos empresários erraram na dose do corte da produção. Erro admissível, já que é impossível prever com precisão o tamanho e duração da crise.

    Há que se questionar, no entanto, o quanto dessa atitude preventiva deveu-se ao clima apocalíptico gerado por “analistas” da TV e imprensa em geral. O impacto dessas análises enviesadas, quando não de má-fé, sobre os consumidores e pequenos empresários não deve ter sido pequeno, a julgar pelo que vejo em meu limitado círculo de amigos e empresários.

  3. Quem pensa em comprar um
    Quem pensa em comprar um carro novo com redução do IPI tem só esse mês.

    “JORNAL DA TARDE / JORNAL DO CARRO 1
    04/02/2009

    CONCESSIONÁRIAS PASSAM A VENDER POR ENCOMENDA
    Por Michel Escanhola

    Cenário de incertezas enxugou os estoques. Agora, cliente tem que entrar na fila de produção.

    As concessionárias estão evitando manter estoques amplos por conta da queda nas vendas. Há alguns meses era possível encontrar vários carros a pronta entrega. Agora, as revendas reduziram a oferta de versões e em alguns casos estão trabalhando por demanda: o consumidor escolhe a configuração do veículo e aguarda por sua produção. O prazo médio para entrega é de 30 dias.

    Quem pretende comprar um Honda Fit 1.5 com câmbio automático tem de esperar um mês, além de pagar R$1 mil pela “garantia da reserva.

    O recém-lançado Fiat Palio 2010 1.0 também só é vendido sob encomenda. A versão ELX, de entrada, tem filas de até 60 dias.”

    Sem link.

  4. As 500.000 casas populares
    As 500.000 casas populares podem sair rápidamente. É só a própria gerência do PAC selecionar as cidades e, em função de alguns dados técnicos, definir a quantidade de casas para cada uma delas. Em seguida, dar um prazo bem apertado às prefeituras para apresentar projetos com justificativa de escolha dos locais, e projetos executivos com orçamento elaborado sob tabela oficial e cronogramas das obras. Tudo sob prioridade absoluta do máximo alcance social dos locais escolhidos. Em seguida, depois de uma rápida constatação da veracidade das informações, que os técnicos da Caixa Econômica têm condições de fazer em qualquer parte do Brasil, convocar todas as prefeituras para assinar os convênios e dar prazo apertado novamente para as licitações, com o orçamento-base de preço minímo sendo aquele que foi apresentado no convênio. A Caixa examinaria os processos licitatórios e emitiria imediatamente as ordens de serviço.
    Porque se for esperar por tramitações através dos ministérios, que envolvem vetores políticos desde a escolha dos locais (em detrimento geralmente das pioridades técnicas) até o último passo do processo, as casas só sairão em dois anos, no mínimo.

  5. …”se o Copom derrubar a
    …”se o Copom derrubar a Selic em vários pontos ”

    Sonhar é bom e nao custa nada.
    Nem a pau juvenal o Meireles muda sua forma de pensar.
    Acho ate q ele aumenta um pouco mais os juros pra agradar os amigos.

  6. MANCHETE ESTAMPADA NO DIÁRIO
    MANCHETE ESTAMPADA NO DIÁRIO DO COMÉRCIO, JORNAL LIGADO A ASSOC. COML. DE SÃO PAULO:

    ESCOLHA SEU ÍNDICE

    84% DE APROVAÇÃO A LULA

    12,4% DE QUEDA NA PRODUÇÃO INDUSTRIAL

    É preciso dizer quem está por trás do DC?

    Vou dizer: Alencar Burti (presidente)

    Guilherme Afif Domingos… etc etc

    Provavelmente estes senhores morreriam de rir se a situação fosse essa:

    84% de desaprovação do Lula

    30% de queda industrial

    É a mentalidade de “alguns” políticos e de “alguns” empresários brasileiros.

    Parab esta “classe” de gente, um pequeno trecho do discurso do OBAMA:

    “O que os cínicos não conseguem entender é que o terrenos sob eles mudou –que os argumentos políticos envelhecidos que nos consumiram por tanto tempo não mais se aplicam. A pergunta que nos fazemos hoje não é se nosso governo é grande demais ou pequeno demais, mas se ele funciona –se ele ajuda famílias a encontrar empregos com um salário decente, uma previdência que eles consigam pagar, uma aposentadoria que seja digna. Onde a resposta for sim, pretendemos seguir adiante”.

  7. O governo tem que sinalizar a
    O governo tem que sinalizar a saída do poço.
    Um a medida simples seria reduzir a contribuição patronal ao INSS dos trabalhadores e adicionar esta queda de receita no custo de recisão.
    Assim, quem demitir perderia o incentivo.
    Para as empresas, isso daria um fôlego extra e daria um sinal ao mercado que o futuro não será tão sombrio.
    O governo perderia arrecadação de um lado mas ganharia do outro com a arrecadação da contribuição do trabalhador por mais tempo.
    Isso seria, num primeiro momento, temporário, mas acho até que poderia ser mantido também em períodos de bonança.
    Acho simples de ser feito e com resultados rápidos na economia.
    Isso, junto com uma reunião extraordinária do COPOM seria sonhar muito?
    O problema seriam só os chorões que argumentariam o aumento do “déficit” da previdência.

  8. Nassif,

    Falando sério, o que
    Nassif,

    Falando sério, o que nós podemos fazer pra lhe indicar para integrar o Copom, ser conselheiro do Mantega ou, no mínimo, ser porta-voz desta comunidade junto à Secom do Lula?
    Porque, sem alguém lúcido nesses espaços fazendo o corporativismo que interessa ao povo, que outra garantia poderemos ter de que as boas novas aqui prenunciadas vão acontecer?

  9. Luis, volto a dizer, não sou
    Luis, volto a dizer, não sou expert na área economica,daí meus questionamentos: Me parece que a taxa selic não é calibrada por questoes puramente tecnicas,uma vez que existem setores que a quer mais baixa e setores que pregam a manutenção ou aumento do patamar;nessa situação, passa a impressão de que não é possivel realmente saber quem tem razão na escolha do indice,dai talvez a decisão “politica”, que seria do presidente Lula ser a mais coerente nesse momento,até pq o vice presidente sempre que possivel pede a diminuição da taxa selic.como vc mesmo disse”o dificil vai ser “advinhar” o ritmo da economia nesse novo contexto,abraços

  10. A China decidiu que vai
    A China decidiu que vai investir pesadamente e com isso melhorará sua posição relativa na economia mundial. Enquanto os líderes recuam, a China caminha para ser a maior economia do planeta. O Brasil pode ir na mesma direção. Além do governo, depende também de cada um de nós.

  11. “Copom derrubar a Selic em

    “Copom derrubar a Selic em vários pontos e o governo atuar fortemente sobre os spreads bancários”

    Ahahahahahahahahahahahahahahaha………………………

    Desculpe Nassif, mas esta foi muito boa………………..

    Mexer no spread bancário..? Isso seria inédito na histótria republicana do Brasil…ainda mais que o hemenzinho lá está com mais de 80% de aprovação…Porque ele faria isso….? O povo tá feliz do jeito que está.

    SEm falar no copom…..se eu não me engano vc fala isso desde 1990 mais ou menos, só quase uns 20 anos…será hoje o dia…?

    Se isso acontecer eu faço até promessa…….vou a missa, mudo de time, pago imposto, etc, etc, etc….

  12. Nassif, a queda da produção
    Nassif, a queda da produção da indústria automobilística foi tão exagerada que já temos vários modelos de carros com filas de espera de até 30 dias.

    Notícias:

    Paralisação de montadoras já provoca falta de carros

    Com o corte na produção das montadoras e o mercado ensaiando um reaquecimento após a queda do IPI, já faltam carros para pronta entrega nas concessionárias.

    Alguns modelos que constam na lista dos dez mais vendidos, como o Fiat Uno (2º no ranking), o Fiat Palio (3º) e o Ford Ka (9º), levam até 30 dias para ser entregues em algumas lojas.

    “Não esperávamos isso. De um lado, o mercado deu uma mexida. Os bancos voltaram a dar crédito, e a redução do IPI impulsionou as vendas. Mas, por outro lado, houve uma queda drástica na produção”, disse o gerente de seminovos do grupo Amazonas (Fiat), Richard Marques.

    Em sua loja, além do Uno e do Palio, estão em falta a linha do Punto e o Siena. Para Marques, as montadoras acabaram “perdendo o rumo” na hora de reduzir a produção. E o concessionário, diz, fica com o risco de perder o cliente que tem pressa na aquisição do automóvel.

    O presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), Sérgio Reze, argumenta que as férias coletivas nas montadoras foram necessárias diante do cenário de retração nas vendas por conta da crise financeira global. “Mas houve um descompasso. Ninguém consegue ter essa precisão para afirmar a partir de qual dia tem que voltar a produzir para não faltar carro nenhum nas concessionárias”, afirma.

    Na avaliação dos concessionários, a situação não deve se normalizar antes de março, já que a redução do IPI -que vigora até o fim do mês que vem- levou a um aumento de até 15% na procura por alguns modelos, especialmente os populares.

    http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498672.shtml

  13. Creio que o Governo do
    Creio que o Governo do Presidente Lula já vem tomando medidas, que inclusive evitaram um tombo maior da indústria e do nível da atividade econômica.

    O nosso Problema é o COPOM que está muito lento e atrasado, pois não estamos diante de uma normalidade, e sim diante da maior crise econômica internacional dos últimos 80 anos.

    O aumento do investimento nos projetos do PAC e construção de 500 mil casas deve permitir a manutanção dos empregos, mas o COPOM precisa responder com um maior corte dos juros da Selic, para demonstrar que a Pólítica Monetária estará a favor da recuperação econômica.

    É preciso lembrar que além de não cair, as vendas precisam continuar crescendo para garantir a manutenção dos empregos, e isto só será possível com uma forte queda dos juros da selic e dos spread.

    Creio que os dados divulgados pelo IBGE são uma boa justicaticativa para o BACEN convocar uma reunião extraordinária do COPOM e reduzir os juros da Selic impondo um viés de baixa.

    A queda da produção industria está sendo muito acentuada, é preceiso acelerar as decisões da Polítca Monetária para permitir a recuperação da atividade econômica.

  14. recuperação

    Venda de
    recuperação

    Venda de veículos no país tem alta mensal de 1,53% em janeiro

    Publicada em 04/02/2009 às 11p4m
    Reuters/Brasil Online

    SÃO PAULO – As vendas do setor automotivo brasileiro subiram em janeiro frente a dezembro do ano passado, no primeiro mês cheio após a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o setor, mas recuaram frente ao registrado no mesmo período do ano passado.

    A Federação Nacional de Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) informou que as vendas de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus novos subiram 1,53% sobre dezembro, para 197.524 unidades. Sobre janeiro de 2008, as vendas caíram 8,13%.

    Em meados de dezembro do ano passado, o governo anunciou corte de imposto para estimular a compra de automóveis, o que gerou um aumento das vendas no setor já naquele mês após dois meses de queda.

    Lembre: redução de IPI estanca queda das vendas de veículos em dezembro. http://oglobo.globo.com/economia/mat/2008/12/29/reducao-de-ipi-estanca-queda-das-vendas-de-veiculos-no-mes-587719618.asp

    Segundo a Fenabrave, as vendas apenas de automóveis cresceram 5,11% em janeiro sobre dezembro, para 158.255 unidades, mas caíram 6,74% em relação a janeiro de 2008.

    Os números de produção do setor serão divulgados pela Anfavea na próxima segunda-feira.

    http://oglobo.globo.com/economia/mat/2009/02/04/venda-de-veiculos-no-pais-tem-alta-mensal-de-1-53-em-janeiro-754255580.asp

  15. Nassif, uma pergunta que não
    Nassif, uma pergunta que não me cala: O que o governador Serra fez até agora para amenizar a crise?

    Aumento do crédito do Banco Nossa Caixa para o setor automobilístico não vale.

    Serra diminiu a alíquota do ICMS de algum produto? Deu isenção de algum imposto estadual? Alongou o prazo de pagamento de algum imposto estadual (ICMS, IPVA, ITBI)?

    Será que o Serra Presidente tomaria as mesmas medidas que o governo Lula está tomando para amenizar a crise?

    Como, por exemplo, redução a zero da alíquota do IPI para veículos; ampliação do crédito via BNDES; aumento real do salário mínmo agora para R$465,00; ampliação da cobertura social por meio do bolsa-famila; incentivos para a construção civil que está prestes a sair; aumento da isençaõ do IRPF?

    Nesse momento em que o País mais precisa, vejo o governador do mais importante estado da federação fazendo absolutamente nada, bem no estilo neoliberal achando que o mercado vai salvar o País e o mundo;

    pelo conttrário vejo o Serra aumentando a passagem do metrô, as passagens intermiunicpais, instituindo novos pedágios, e pensando só em 2010; e o povo sifu.

  16. Perdão, eu havia posto
    Perdão, eu havia posto orçamento-base de preço mínimo e na verdade queria por de preço máximo.

  17. Nassif:
    Muita boa e
    Nassif:
    Muita boa e encorajadora a sua análise!!! Rspiro mais aliviado depois de tantas notícias ruins.
    Abs,
    JAA

  18. “As 500.000 casas populares
    “As 500.000 casas populares podem sair rápidamente”: EH GOLPE, GENTE!

    Ninguem esta vendo que eh golpe das construturas?

    Uma palavra: Ceilandia. Cidade satelite de Brasilia, intencionalmente construida como pombal para que nao se precisasse de telefone nem esgoto nem fornecimento de agua funcionais.

    Havia casa ate mandar parar. Infraestrutura? Nadicas.

  19. Nassif,

    Entendo que vários
    Nassif,

    Entendo que vários fatos corroboram com seu raciocínio otimista, a saber:

    – A queda na produção industrial de nov. para dez. foi motivada, na maior parte, pelas férias coletivas de cerca de 40% da indústria automotiva, para redução dos estoques nos pátios. Como as vendas vem aumentando desde lá, inclusive jan., a tendencia é recuperação.

    – O aumento do salário mínimo em 6% reais além da inflação, bem como o crescimento do bolsa família, injetarão recursos para consumo imediato das classes menos favorecidas, o que beneficiará vendas, e a cadeia produtiva.

    – O hoje anunciado acréscimo de recursos para o PAC em 142,1 bi, para o biênio 2009/2010, também movimentará a economia.

    Acredito que parte significativa da crise aqui, foi motivada pela crise de confiança propagada pela mídia, até conseguirem retrair o consumo de bens duráveis, mas com as medidas de expansão de crédito e redução de juros, tomadas e em curso, suponho e torço para que não vingue a médio prazo.

  20. Quando sabemos que o PAC é um
    Quando sabemos que o PAC é um INVESTIMENTO para ajudar o país a passar pela crise e construir novas oportinidades locais e globais e isso justifica a convicção de que “o Brasil deverá ser o primeiro país a sair da crise”, há brasileiros que usam a palavra “gastos” (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498690.shtml) à adição de mais de R$ 455 bilhões ao PAC.

    Perguntas: É de propósito? Ou apenas estilo de escrita?

  21. Concordo com sua analise
    Concordo com sua analise otimista pois tem base em dados concretos. Porém o que eu nao entendo é essa onda de demissões. Se a freada se deu em Outubro e os estoques já estão batendo no fundo do poço agora ou nos proximos tres meses, qual a logica em demitir? Para contratar logo adiante de novo?
    A não ser que essas demissões sejam em sua maioria de funcionarios temporários, aqueles que se contrata para atender demanda de hoje que não se tem certeza que permanecerá por muito tempo.

    A lógica é que ninguém tem certeza sobre nada. E com as avaliações catastrofistas, a tendência é sempre ser mais cauteloso do que o necessário. Mas só vai se saber depois.

  22. Esta recuperação é o que os
    Esta recuperação é o que os americanos chamam de “dead cat bounce ” , ou virada do gato morto, só existe porque tem otário na fila ainda querendo perder dinheiro pensando que é mais esperto que os espertalhões do mercado.

    Nunca foram, nunca serão.

    O mercado financeiro deu o tranco de aviso em março de 2008, com a quebra da Bears Stern, em setembro foi a divulgação para o grande público com a quebra da Lehman Brothers, não mudou nada, quem não entendeu ainda por que quebrou lá atrás não consegue entender agora o porque nada mudou.

    As ações desenvolvidas até agora por governos e BCs foram pontuais, agiram sobre os efeitos e não sobre as causas, muito pelo contrário, estão tentando apagar o incêndio jogando gasolina no fogo, se o problema é o deficit gêmeo não adianta aumentar a dívida para combatê-lo. Pior ainda, a estrutura de confiança do mercado financeiro está abalada em seus constituintes primários e até agora, acredite em mim, não foi feito nada para resolver isto.

    A crise está só começando.

    Lula , abre o olho.

  23. “Quando sabemos que o PAC é
    “Quando sabemos que o PAC é um INVESTIMENTO para ajudar o país a passar pela crise e construir novas oportinidades locais e globais e isso justifica a convicção de que “o Brasil deverá ser o primeiro país a sair da crise”, há brasileiros que usam a palavra “gastos” (http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u498690.shtml) à adição de mais de R$ 455 bilhões ao PAC.

    Perguntas: É de propósito? Ou apenas estilo de escrita?”: e desinformacao. Existem tratados -visiveis, invisiveis, escritos, falados, e telepaticados- guiando a.

  24. http://ultimosegundo.ig.com.b
    http://ultimosegundo.ig.com.br/economia/2009/02/04/bc+pais+teve+saida+de+us+3+bi+em+janeiro+3834042.html

    Da Agência Estado divulgado pelo Último Segundo do IG

    BC: País teve saída de US$ 3 bi em janeiro
    04/02 – 13:08 – Agência Estado

    O Banco Central anunciou hoje que o saldo da entrada e saída de dólares no País em janeiro (fluxo cambial) ficou negativo em US$ 3,018 bilhões. Em igual período do ano passado, o resultado havia sido negativo em US$ 2,357 bilhões.

    Janeiro foi o quinto mês consecutivo em que o fluxo cambial apresenta resultado negativo.

    A saída de dólares no mês passado foi liderada pelo segmento financeiro, que teve resultado líquido negativo de US$ 3,550 bilhões.

    Esse resultado foi, em parte, compensado pelo fluxo comercial que apresentou saldo líquido positivo de US$ 532 milhões.

  25. “… um gerente de contas de
    “… um gerente de contas de uma empresa de investimentos dos USA diz que vai investir agora em ações na Bovespa esperando um retorno considerável até o fim deste ano.”

    Aparentemente uma informação auspiciosa. Porém há uma enorme falácia conceitual, que é confundir aplicação com investimento. Observe-se que o esperado é um retorno considerável até o fim do ano. Não está pensando em investimento, propriamente dito, mas nos ganhos de numa possível valorização das ações. Ou, seja, a espectativa é de que o Brasil possa suprir os aplicadores com algumas bolhas de crescimento, onde possam aportar seu aportes financeiros especulativos. Seria interessante desmistificar os conceitos de investimento e aplicação, cuja confusão só interessa aos construtores de bolhas financeiras.

    Se eu estiver equivocado, por favor, critiquem.

  26. “disse que a economia tinha
    “disse que a economia tinha parado”

    A economia ou a indústria?
    Alguns dados como o varejo e financiamento imobiliário, por exemplo, continuaram a crescer fortemente no período. Qual é o peso disso no PIB e na FBCF?

  27. A Mírian Leitão escreveu no
    A Mírian Leitão escreveu no Globo de hoje que o Brasil está afundando na recessão e que o PAC é só pra confundir. Perdão, Nassif, mas você está muito mal informado. Ou então, é jornalista chapa-branca mesmo.

  28. Nassif,
    Duro é ver ou ouvir a
    Nassif,
    Duro é ver ou ouvir a Míriam Leitão (do psdb) fazer seus comentários. Hoje após o almoço (que azia) seu comentário sobre os recursos do PAC anunciados pelo governo, segundo ela, uma “enganação” ou “brincadeira” do governo com os números anunciados. Ela alega que o governo mente com o valor “astronômico” dos investimentos, que não diz de onde virá tal recursos, que conta investimento privado não garantido, ajuda da CEF, etc. Uma maquiagem com os números com objetivos eleitorais, citando a ministra Dilma candidata em 2010, enfim esculhamba afirmando categoricamente que o Brasil já está em recessão, desmentindo inclusive a afirmação do Mántega que afirma que o Brasil não está em recessão.
    Ora Nassif, todos sabemos que qualquer investimento do governo tem efeito multiplicador na economia, daí os números anunciados, que a Míriam Leitão insiste em ignorar.
    Nassif, explica esses números anunciados para a comunidade!

  29. Quanto as 500 mil casas, para
    Quanto as 500 mil casas, para que ‘saiam’ com brevidade, fundamental alguma solução jurídica para que possam ser aprovadas nas centenas de diferentes cidades sob alguns únicos padrõres técnicos.
    No Brasil cada prefeitura tem legislação de aprovação um pouco diferente de outras prefeituras, o que impede qq celeridade em um programa como este e ganhos de escala fundamentais para viabilizar o programa.
    O Chile resolveu bem isto com ‘padroes’ residenciais definidos – a prefeitura que quiser recursos federais deve se enquadrar nestes padrões. Como o Brasil é bem maior que o Chile, podemos ter mais padroes, mas o programa nao pode ficar na ‘mao’ de cada prefeitura se quiser sai mesmo.

  30. Já está faltando carro
    Já está faltando carro popular no mercado – já tem fila. Só falta ter ágio.

    O mesmo precisa acontecer na construção civil

    Se o BC desmeirellisar, e se o BC agir como BC – freando o spread abusivo – logo renadaremos de braçada.

    Só espero que o real não se sobrevalorize de novo – para não acontecer conosco o que acontece com o Yen japones. Eles estão desesperados – com razão.

  31. Para baixar o spread bancário
    Para baixar o spread bancário brasileiro é facílimo.

    Basta autorizar bancos americanos, canadenses, alemães, ingleses, japoneses a emprestar dinheiro no Brasil cobrando metade do spread cobrado aqui. Via bancos oficiais, é claro.

    Eles virão correndo, doidos pelo exorbitante lucro. E o oligopólio bancário brasileiro ficará com lágrimas nos olhos.

    (Em suma: a esperança é a última que morre…)

  32. Não entendi uma coisa, são
    Não entendi uma coisa, são MAIS 500.000 casas ou são as mesmas 500.000 ja previstas a 2 anos atrás?

    Se forem mais 500.000 totalizaremos 1 milhao de novas habitações, nada mal. So que deve demorar para construir 1 milhão de casas heim?

  33. Nassif, a sua linha de
    Nassif, a sua linha de raciocínio está bastante lógica. Sempre ligando as afirmações com fatos bastante objetivos. De forma simples. De fácil entendimento para os leigos em economia. Aliá, não só nesse poster. Na maioria das vezes. Nos ajudando a entender essa briga de foice no escuro. Duas questões apenas, se puderes dar alguma atenção:
    1) Gostaria que vc discorrese sobre as formas do estado, governo, intervir, forçar, mudar, influenciar, seja lá o que for, o tal do spred bancário. (que não seja pela queda da selic, essa já entendemos). Haverá outras formas?? crédito direto aos demandantes??.. como operacionalizar com rapidez e efici~encia??
    2) acabo de ver no Terra entrevista com o Marcos Pchemom. Também o admiro muito. Diz o que pensa, me parece, para o bem do país, e não em detrimento de interesses escusos. Embora possa estar equivocado. Afirma com bastante força que, embora as medidas do governo vão no caminho certo, são insuficientes. Parece impressionado especialemnte com a queda no setor industrial, 12 %. Além da questão da selic, fala na necessidade de pacto federativo para conter a crise??? Fiquei assustado.

  34. Caro Nassif
    Caro
    Caro Nassif
    Caro NSDelgado
    Não saberia o que o Serra faria este ano, mas em 2008, nós professores, em sua maioria, tivemos os nossos ganhos reduzidos em 20%. Fomos eculhambados, humilhados, o mesmo ocorrendo com os policiais.
    Quer dizer que talvez, ele mande a sociedade organizada para a cucuia, e governe como tem feito até agora, só ele e mais ninguém, não tenho comigo computado, mas parece que quando SP vai pegar fogo, ele se manda para Colômbia eheheh
    Saudações
    Avelino

  35. Nassif,
    Eu, engenheiro
    Nassif,
    Eu, engenheiro mecânico desempregado a 20 dias, espero que vc esteja correto nesta previsão. A impressão que tenho, pelo menos da área automobilisca, é essa. Está tudo congelado, projetos estão sendo adiados mas não cancelados. A torcida é para que o mercado melhore um pouco, janeiro já foi um alivio, para que as empresas descongelem os investimentos programados anteriormente.

  36. Mei caro Ivan Morais, que diz
    Mei caro Ivan Morais, que diz que a construção de 500.000 casas populares é golpe: A Ceilândia foi construída quando? E por quem? Hoje, só é possível desenvolver-se projetos de casas populares com a garantia de infraestrutura total – água, esgotamento sanitário, rede de energia elétrica, pavimentação. O telefone vem naturalmente. E A Odebrecht ou suas co-irmãs não estão interessadas nestes projetos, que são centenas e dizem respeito a licitações feitas por municípios diferentes. Os interessados são as pequenas construtoras LOCAIS, que são então economicamente estimuladas e que utilizam mão de obra LOCAL.

  37. Nassif,

    Veio-me esta idéia
    Nassif,

    Veio-me esta idéia extravagante: alguns paises da Europa tem um perfil tal que “podem não se recuperar da crise”? Já estavam ruins antes da crise, sobrevivendo dentro do ambiente do boom financeiro falso. Talvez não se recuperem.
    Tem sentido? Que acontecerá se isto for verdade?
    Não estou sentindo que a crise foi entendida e nem que as medidas são ou vão ser tomadas corretamente.
    Alguem já pensou nisso?

  38. Ao Alexandre Fabian (15:17) :
    Ao Alexandre Fabian (15:17) : Todas as Procuradorias municipais do Brasil, para darem curso a licitações, utilizam o mesmo livrinho da Lei de Licitações. O que muda, dentro dos editais de licitação, são as especificações técnicas exigidas para a elaboração dos projetos e para a construção dos mesmos. Quando estas especificações (Tijolos furados nas paredes e maciços nos baldrames, cintas de concreto sobre os baldrames, argamassa e reboco com traço tal, madeira tal, no caso de painéis pré-moldados espessura e traço tal, cimento de tal qualidade, etc) são destribuidas pela gerência geral do projeto, no convênio com a prefeitura, esta não faz mais nada a não ser acrescentar tais exigências ao edital de licitação. Mais do que isso, seria a infame elaboração de projetos padronizados em São Paulo para serem construídos na Paraíba, por exemplo, o que já aconteceu em tempos passados, e que não funcionavam por completa alienação da situação climática e dos materiais usados em cada região.

  39. Nassif, boa noite!

    As
    Nassif, boa noite!

    As pessoas são dominadas sempre por duas forças, a do MEDO e a da GANÂNCIA, antes da crise a ganância dominava, não avistavam no futuro outra coisa senão maiores ganhos, deu no que deu!
    Agora é a vez do medo agir, todo mundo está dentro do buraco olhando só pela frestinha. Estas pessoas morrem e ressuscitam várias vezes na vida, isto ocorre a cada crise imaginária ou real que surge em suas cabeças.
    Minha vida, como a de muitos brasileiros, não é fácil, entretanto, vou morrer apenas uma vez!!!!!

    Um forte abraço, saúde e felicidade!

  40. Aqui em São Paulo eu
    Aqui em São Paulo eu encontrei duas saidas para crise:CUMBICA OU CONGONHAS……parabéns pela sua lucidez.João

  41. Tenho entendido que os juros
    Tenho entendido que os juros de 12% a.a estão embutidos em tudo quanto é legislação brasileira, tributária e civil. Achei muitos SE juntos nessa sáida da crise (Se construir casas, Se cair o spread, Se liberar recursos do PAC, Se baixar os juros, Se…)
    Tomara que o Nassif esteja certo. O mercado hoje passou novamente da euforía ao medo.

  42. Esqueça a redução de spread.
    Esqueça a redução de spread. Os bancos não concordam e isto é ponto final. Não adianta Lula timidamente ameaçar com os bancos oficiais. O que vale são os bancos privados, que não se movem. O JN noticiou que o BB cortou 4% aa na taxa para empresas. Isso não resolve nada. O Unibanco cobra (e consta da fatura, sem o menor temor ou vergonha) a modesta taxa de 15,99% AO MÊS no cartão Unicard. Mais lucrativo que isso, só a venda de drogas, não é verdade?

  43. Eu entendo a indignação que
    Eu entendo a indignação que irá virar revolta pela inação. Ser confrontado com tamanha desfaçatez, uma fraude perpetrada pelas instituições financeiras, que segundo algumas fontes gira enter 25 e 37 TRILHÕES DE DOLLARES, o que é também de 25.000 a 37.000 BILHÕES DE DOLLARES, o que se traduz em 25 a 37 milhões de milhões de Dollares. Vocês não estavam pensando que o que botou este pessoal em sobressalto era dinheirinho de pinga, né?

    Só para lembrar, uma vez que já postei isto diversas vezes e estou ficando repetitivo aqui, UM TRILHÃO DE DOLLARES é uma pilha de notas de US$100.00 (cem dollares) , uma em cima da outra , de 47 kilometros de altura, põe Dollar em órbita sem foguete.

    O tombo dado pela fraude cometida é um buraco negro na economia que dá para sumir com tudo dentro dele, não sobra nada, só miséria.

    É preciso fazer o acordo, o negócio é sério e este pessoal está brincando com fogo.

    Lula , acorda amigo.

  44. Cris: refiro-me às diferenças
    Cris: refiro-me às diferenças entre os códigos de obras dos municípios. Cada um tem o seu. Tamanhos mínimos de comodos, tamanho de janelas, peitoris, pés direito, etc teem diferentes pequenas variações que na maioria os casos sao irrisórias mas que impedem uma padronização minima no processo construtivo, encarecendo o custo desnecessariamente. Estas especificidades de cada município tb atrasam muito a aprovação dos projetos – deixando n brechas para ‘facilitadores’ de cada prefeitura. Se o governo federal quiser fazer um programa SÉRIO de habitação social tem necessariamente que resolver isto primeiro.
    E volto a repetir: o melhor modelo está no Chile – Estão há 20 anos aperfeiçoando um programa sério – não temos que passar pelo mesmo processo. É ir lá, aprender bem, adaptar alguma coisa, fazer um piloto por macro região do Brasil e em um ou dois anos o Brasil pode estar produzindo bem mais que 500 mil habitações por ano…..
    Ah, ainda, as procuradorias municipais….. rs… não se iluda, são sempre as últimas a saber de algo… quando chega lá já está tudo acertado previamente…..

  45. Há mais de um mês estou
    Há mais de um mês estou tentando comprar um Microondas de uma determinada marca, de 110V, através de cinco das maiores vendedoras via internet, sem sucesso. Só dispõem de 220V.
    Sinto que esta fabricante foi uma das que pisou o pé no freio na hora errada, sob as bençãos da midia tuipiniquin.
    Ou está fazendo politicagem porca às custas do seu faturamento e lucro. Tiro no pé.
    Esperarei mais uma semana. Se não for disponibilizada a minha primeira opção, vou para uma marca concorrente.
    UMA COISA EU GARANTO. MEU MICROONDAS VOU COMPRAR.

  46. Nassif, moro em Trindade
    Nassif, moro em Trindade (GO). É uma cidade anexa a Grande Goiânia que tem aproximadamente 100 mil habitantes. E só no raio de 10 Km do centro da cidade estão sendo construidos 4 conjuntos habitacionais, sendo 3 do Governo Federal. São mais de 5.800 casas populares!

    Não sei se estas casas fazem parte das 500 mil que o Governo Federal pretende construir ou se são um projeto mais antigo. Porém posso lhe dizer que a construção avança de forma assustadora e os bairros já estão quase concluidos.

  47. Na coordenação dos esforços
    Na coordenação dos esforços para sair da crise há uma importante falha de gerenciamento. O chamado Gabinete da Crise, convoca empresarios pontuais, pelo critério de proximidade e amizade com o primeiro escalão do Governo. Não é um bom critério. As relações de um governo com o empresariado precisam ter regras bem claras porque a tendencia do empresario é em primeiro lugar defender sua empresa e seus interesses e não o coletivo do setor. Seria mais sensato chamar sempre a representação associativa de um setor e não um determinado empresario. O presidente da Fenabrave, a ggrande federação dos revendedores de automoveis e caminhões, Sergio Reze, com cerca de 5.000 associados, declarou ontem na CBN e na Glononews que não é chamado para discutir a crise automobilistica, limitando-se o Governo a dialogar com as montadoras. Os revendedores tem muito maior proximidade com o comprador do que as fabricas e no conjunto empregam muito mais gente, porque não ouvi-los? Uma solução mais eficiente seria o restabelecimento das camaras setoriais, com representação das associações empresariais e dos sindicatos de trabalhadores, evitando-se a prática de convocar individualmente empresarios, um mau sinal quando se debatem questões públicas.

  48. EU FIZ O PEDIDO NA
    EU FIZ O PEDIDO NA CONCESSIONÁRA DA FIAT, DE UM SIENA ELX, ME DIISERAM QUE O PRAZO DE CHEGADA É DE 90 DIAS, O QUE SIGNIFICA, DIA 20 DE JULHO, OU SEJA A REDUÇÃO DO IPI, JA HAVERA ACABADO, PERGUNTO, VOU PRDER ESSE DESCONTO?

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