O Brasil e o FMI

Por Thiago

No que parece o Brasil está deixando de ser um cachorro morto. Olha o que diz um diretor do FMI:

“As autoridades brasileiras já implementaram todas as medidas necessárias e não tenho recomendação alguma a fazer ao Brasil”

Hoje ele não tem recomendações? Antigamente não era assim.

Do Terra

FMI afasta risco de Brasil ter ativos supervalorizados

Ligia Hougland
Direto de Washington
Especial para o Terra

Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgado nesta terça-feira destacou o possível risco de países da região Ásia Pacífico e da América Latina, terem seus ativos supervalorizados, levando a taxas de juros mais altas e desequilibrando suas economias. O Brasil não foi identificado como sendo um “hotspot” deste tipo.

“As autoridades brasileiras já implementaram todas as medidas necessárias e não tenho recomendação alguma a fazer ao Brasil”, disse o conselheiro financeiro e diretor do departamento Monetário e de Mercados de Capital do órgão, José Viñals, nesta terça-feira, em Washington, em entrevista durante o Encontro de Primavera do FMI e do Banco Mundial.

De acordo com o economista, as medidas tomadas pelas autoridades do setor financeiro em âmbito mundial ajudaram a recuperação econômica, mas os indicadores de risco permanecem elevados e há preocupação com respeito aos riscos soberanos.

No entanto, a estabilidade financeira global “não está garantida”. “Corremos o risco de levar a crise a uma nova fase”, afirmou Viñals.

O Relatório de Estabilidade Financeira Global salienta a necessidade da implementação de políticas a fim de reduzir os riscos soberanos por meio de estratégias de consolidação fiscal bem desenvolvidas.

Leia também:  GGN Covid: Brasil registra 4ª maior alta de casos, na média semanal

O objetivo seria fazer uma limpeza no legado da crise que explodiu em 2008 e facilitar um processo de desalavancagem para assegurar bancos saudáveis e viáveis que possam suportar crédito.

“Os sistemas bancários estão encorajantes”, disse o diretor do FMI. Os bancos viram uma diminuição em prejuízos de US$ 2,8 trilhões para US$ 2,3 trilhões, e os bancos europeus e americanos estão mais sólidos. “No entanto, a recuperação será lenta e diferente em cada mercado”, afirmou Viñals.

http://not.economia.terra.com.br/noticias/noticia.aspx?idNoticia=201004201421_RED_78907722

Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Assine e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Assine agora

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome