O ciclo virtuoso do “Minha Casa, Minha Vida”: casa própria, emprego, renda, economia aquecida…

“Minha Casa, Minha Vida” aquecendo o mercado imobiliário

 

Contrariando todas as “sete pragas do Egito” dos profetas do fim do mundo, a economia brasileira dá sinais de aquecimento em setores importantes, como o da construção civil.
Haverá sempre quem remoa boas notícias com novas “pragas” em forma de previsão econômica, mas quem ainda leva em conta tantos erros? Nem o mercado crê.

A construção civil é um setor que revela, quando o investimento é na construção de residências, acertos do governo na área social. O programa “Minha Casa, Minha Vida”, do governo federal, tem uma meta ambiciosa de construir até 2 milhões de casas até 2014.
Não é uma meta fácil de se alcançar, a economia precisa estar tinindo e o governo bem gerenciado para garantir o bom resultado. Até o momento, desde o seu lançamento, o programa já ultrapassou mais de 1 milhão de moradias contratadas, um número espetacular, apesar de ainda distante de suprir toda a necessidade por moradia do povo brasileiro, mas ainda assim espetacular.

Por que?
Porque há décadas não havia tantos recursos para financiar e construir casas para os mais pobres. E mesmo quando houve não se estipulou metas tão grandes (e necessárias) e difíceis de se alcançar.

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