Painel internacional

Brasil lança ofensiva comercial na América Latina

ELPAIS.COM

O presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva anunciou ontem uma ofensiva comercial de seu país dirigida à América Latina e África. O Brasil insistiu por anos na abertura dos mercados e eliminação de todos os obstáculos aduaneiros na América do Sul. A venda de bens de capital brasileiros na região também enfrenta permanentemente a falta de liquidez em muitos países. Lula, durante seu programa semanal de rádio Café com o Presidente, quis salientar uma nova medida para estimular as exportações brasileiras, que consiste em emprestar dinheiro aos países vizinhos, com a condição de comprar maquinário produzido no Brasil. A estratégia brasileira representa um passo para a criação de uma área de comércio e influência econômica no subcontinente (sic).

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E mais:

Geithner tem que priorizar emprego e crédito

Fed vai elevar taxas em 2011

Argentina destina reservas para pagamento da dívida

Tragédia grega: Europa deve salvar Atenas da bancarrota?


Geithner tem que priorizar emprego e crédito

O setor bancário dos EUA deixou os cuidados intensivos quando o Citigroup e o Wells Fargo disseram ontem que irão reembolsar seus fundos de ajuda. O secretário do Tesouro, Timothy Geithner, ainda não pode afirmar que o paciente é saudável. O Tesouro está na fila para receber de volta US$ 20 bilhões do Citigroup de Nova York, que precisou de duas injeções de capital do governo para evitar o colapso. O Wells Fargo planeja devolver todos os US$ 25 bilhões que os contribuintes investiram no emprestador de São Francisco um ano atrás, tornando-se o último dos maiores bancos do país a pleitear a saída do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos (Tarp, na sigla em inglês). Geithner e o presidente Barack Obama disseram que o resgate financeiro de US$ 700 bilhões evitou o colapso econômico e vai acabar custando aos contribuintes não mais de US$ 140 bilhões. Isso é improvável de que se desvie a ansiedade do público sobre a taxa de desemprego próxima da maior alta em 26 anos ou o declínio dos empréstimos bancários. Oito dos dez norte-americanos vêem o desemprego como a maior ameaça, segundo a Bloomberg. “Isso está mostrando que Wall Street foi consertada, mas o Tarp não vai resolver os 10% de desemprego”, disse Bill Brown, professor visitante da Duke University School of Law em Durham, Carolina do Norte, e um ex-diretor-gerente do Morgan Stanley. Aos olhos dos norte-americanos comuns, “Geithner vai ser um secretário do Tesouro para a elite, não um secretário do Tesouro para a economia”.

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Fed vai elevar taxas em 2011

CNNMoney.com

Parece que o 0 estará aqui em um futuro previsível. Um ano atrás, o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) teve sua principal taxa de empréstimo overnight, a taxa básica, reduzida para perto de 0 pela primeira vez em sua história, em um esforço para afastar a economia de cair em depressão. O dinheiro barato significa taxas mais baixas para os consumidores com cartões de crédito e empréstimos hipotecários, bem como para empréstimos corporativos. A ameaça de depressão é amplamente reconhecida como parte do passado, e muitos economistas acreditam que a economia começou pelo menos uma recuperação modesta. Mas o Fed não mudou as taxas desde então, e os peritos não acham que eles estão propensos a fazê-lo no futuro próximo, talvez não até 2011. Os juros futuros do Fed na Bolsa de Chicago, que rastreia a taxa básica, mostra que os investidores não estão apostando em qualquer alta no próximo ano. Parte disso é por causa da conversa das autoridades do Fed. Ben Bernanke tem repetido com freqüência que um dos problemas da Grande Depressão foi a de que o Fed elevou as taxas muito rapidamente quando a economia mostrou sinais de vida, provocando uma segunda e muito mais dolorosa recessão que estendeu a Depressão por anos.

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Argentina destina reservas para pagamento da dívida

The Wall Street Journal

O governo da Argentina anunciou que vai separar uma parte das reservas de moeda estrangeira no banco central em um fundo dedicado ao serviço da dívida, como esforço para dissipar as preocupações dos investidores sobre uma nova moratória do país. A iniciativa da Argentina de destinar US$ 6,57 bilhões em reservas para o serviço da dívida, que vem ao mesmo tempo em que os mercados estão desconfortáveis no meio das crises econômicas da Grécia e Dubai, enviou os títulos argentinos para cima, com os investidores ganhando confiança na vontade do governo peronista de esquerda de cumprir suas obrigações. Mas alguns economistas dizem que a criação do fundo levanta questões de longo prazo sobre o compromisso do governo argentino em controlar os gastos, que tem crescido em ritmo preocupante.

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Tragédia grega: Europa deve salvar Atenas da bancarrota?

SPIEGEL ONLINE

Em Berlim e Bruxelas há uma dúvida crescente sobre se a Grécia pode resolver seus problemas de dívida sem ajuda externa. Se nada for feito, o país se arrisca a cair na bancarrota – com conseqüências imprevisíveis para a moeda europeia. A chanceler alemã Angela Merkel se absteve de comentários durante os três dias em que o valor dos títulos gregos continuaram a cair. A chanceler sabia que tinha que dizer alguma coisa para pôr fim ao mergulho de cabeça. Algo precisava ser feito para desarmar a bomba-relógio que ameaça a Europa e o euro: a possível falência do Estado-membro da Grécia na União Europeia. Os especuladores nas salas de operação dos bancos estavam esperando um sinal. Eles queriam saber se os estados-membros da UE estavam correndo em auxílio do país financeiramente hemorrágico do Mar Egeu. Quanto mais esperavam, mais os títulos gregos caíam – e o país ficava mais próximo da bancarrota nacional.

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