Painel internacional

Resgate alemão à Grécia é especulação, diz governo

SPIEGEL ONLINE

Rumores na imprensa de um iminente resgate alemão à Grécia são galopantes apesar dos repetidos desmentidos da chanceler (primeira-ministra) Angela Merkel. Os conselheiros do governo suspeitam que os especuladores podem estar por trás das manchetes. Enquanto isso, a Grécia, adiou mais uma vez a emissão de títulos. As manchetes são confusas. “Alemanha apóia socorro grego“, dizia a manchete de um jornal britânico em meados de fevereiro. “Alemanha encabeça ajuda à Grécia”, dizia outro. Mais criativa, a CNNMoney.com publicou uma reportagem com o título “A Alemanha pode colocar batom nos PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha) da Europa”, uma referência à lista de países do sul que estão enfrentando problemas de endividamento maciço. No entanto, o governo alemão foi unânime na negação de tais histórias. A chanceler Angela Merkel disse várias vezes que ela se opõe a uma ajuda à Grécia, a mais recente na noite de domingo, dizendo que “temos um tratado que exclui a possibilidade de salvar outras nações.” Rainer Brüderle, ministro da Economia, e Guido Westerwelle, das Relações Exteriores, também foram unânimes na rejeição de um resgate alemão à Grécia. De acordo com uma reportagem na terça-feira do jornal Handelsblatt, Berlim agora suspeita que especuladores financeiros podem estar por trás dos rumores sobre um resgate alemão. “A City de Londres e Wall Street estão forçando a Alemanha a pagar a conta da Grécia, enriquecendo os especuladores”, teria dito um conselheiro do governo alemão não identificado.

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A Casa Branca sondou Peter Diamond, um professor de economia do Massachusetts Institute de Tecnologia (MIT), sobre um convite para presidir um dos Federal Reserve (banco central dos EUA) regionais, de acordo com duas pessoas familiarizadas com a discussão. Diamond, um especialista em tributação e economia comportamental, tem escrito muito sobre a revisão de programas de direitos do consumidor. Seu livro “Economia da Segurança Social”, de 2003, foi co-escrito com Peter Orszag, diretor do Escritório de Administração e Orçamento. A terceira vaga no conselho de sete presidentes regionais foi aberta ontem, quando o vice-presidente Donald Kohn anunciou que vai sair em junho, quando seu mandato como o número 2 do Fed expirar. Diamond não está sendo considerado para vice-presidente, disse a fonte que solicitou anonimato, para discutir uma potencial seleção que não acabou. Diamond, 69, será uma voz de defesa do consumidor na junta de presidentes regionais, disse uma das pessoas. Diamond, que se juntou ao corpo docente do MIT em 1966, não respondeu aos pedidos de entrevista.

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Ford ultrapassa a GM em vendas

The Wall Street Journal

A Ford Motor ultrapassou a General Motors em vendas no mês passado pela primeira vez em pelo menos 50 anos, dando uma nova dor de cabeça para a fabricante estatal de carros, que se esforça para voltar à lucratividade. Horas após os resultados das vendas terem sido divulgados na terça-feira, a GM anunciou uma reformulação dos seus principais executivos – a segunda em três meses. A notícia ressaltou a impaciência do presidente executivo Edward E. Whitacre Jr. e o fervor que a empresa está sentindo com uma ressurgente Ford. A Ford disse que vendeu 142.006 carros e caminhões leves em fevereiro nos EUA, 43% a mais que há um ano e 471 a mais que a GM. Embora os resultados da Ford tenham sido impulsionados pelas vendas a locadoras de veículos e outras frotas, foi a primeira vez desde meados de 1960 que a Ford superou seu maior rival, com exceção de dois meses em 1998, quando a GM foi ferida pelos ataques, segundo a provedora de dados automotivos Edmunds.com. As vendas da GM fevereiro subiram 11,5%, para 141.535 veículos.

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Crescimento australiano acelera e gera otimismo

New York Times

A economia da Austrália cresceu no último trimestre em ritmo mais rápido em quase dois anos com uma potente mistura de injeção fiscal, investimentos empresariais e consumo das famílias; e todos os sinais são favoráveis para uma maior aceleração este ano. O produto interno bruto, valor de todos os bens e serviços produzidos, cresceu 0,9% no quarto trimestre em relação ao anterior, quando aumentou apenas 0,3%. O resultado otimista reforçou a decisão do Reserve Bank of Australia (banco central) de elevar as taxas de juro esta semana, e da provável necessidade de mais aumentos, enquanto o crescimento se aproxima do limite de velocidade da economia. “Você certamente não pode manter uma boa economia para baixo”, disse Michael Blythe, economista-chefe do Commonwealth Bank. “E os indicadores recentes sugerem que há mais (aumentos) por vir, à medida que avançamos em 2010.”

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Polícia sul-africana combaterá crimes com ‘força letal’

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Roger Williams, diretor financeiro da fabricante de explosivos AECI Ltd. em Johanesburgo, pagou um preço terrível para a taxa de criminalidade na África do Sul: sua filha de 12 anos, Emily, foi morta em 2008 durante um tiroteio entre ladrões e guardas de segurança. Devastado, ele deixou o país. Agora, diante da perda de pessoas talentosas como Williams e os holofotes globais nos preparativos para a Copa do Mundo (a partir de junho), o presidente Jacob Zuma está tomando uma posição contra a criminalidade. Ele quer mudar as coisas em um país onde 50 pessoas são assassinadas a cada dia e ladrões de arma em punho roubam veículos blindados que transportam dinheiro para bancos como o Standard Bank Group Ltd. A consequência poderia ser (a existência de) um ambiente melhor para investir e atrair trabalhadores qualificados. “Foi uma coisa horrível que aconteceu“, disse o presidente executivo da AECI, Graham Edwards, em entrevista. “O governo tem uma pequena janela de tempo para mostrar melhorias. Caso contrário, veremos a fuga de cérebros deste país continuar.” A polícia está sendo orientada para usar “força letal”, e o número de policiais vai aumentar em 10% nos próximos três anos, disse Zuma em seu discurso de Estado da Nação em 11 de fevereiro. O Ministro das Finanças, Pravin Gordhan, impulsionou uma semana depois o orçamento da polícia em 10%, para 53 bilhões de rands (US$ 7 bilhões), para o ano fiscal até março de 2011.

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