Painel internacional

Fazendo a América amar o livre mercado de novo

CNNMoney.com

Mesmo com os democratas jogando na defensiva, ao mesmo tempo em que o presidente Obama entra em seu segundo ano de mandato, seus adversários republicanos enfrentam um problema fundamental nas eleições de médio prazo: Como eles defenderão um vibrante mercado livre? É uma questão mais espinhosa do que os líderes partidários querem admitir. Uma livre iniciativa robusta é uma causa difícil (a ser discutida) com os eleitores agora. A fúria do público com os resgates dos contribuintes a Wall Street e Detroit é o fio comum que atravessa o movimento do Tea Party (conservadores que defendem a participação mínima do Estado na economia) e o vivo desdém a Washington que aparece entre os eleitores mais tradicionais de ambos os partidos. Para os republicanos, a questão tem que ser feita: se o mercado livre funciona, como é que um pedaço enorme caiu nas mãos do governo federal?

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Produção na China e Japão aumenta, enquanto a Ásia lidera recuperação

Bolsa espanhola foi a mais atingida pela crise grega

Putin visita Chávez e fecha acordos de armas e petróleo

China discute sanções ao Irã com potências ocidentais


Produção na China e Japão aumenta, enquanto a Ásia lidera recuperação

A fabricação chinesa aumentou pelo 13º mês, e a confiança empresarial no Japão subiu para o nível mais alto desde o colapso do Lehman Brothers em 2008, com a Ásia liderando a recuperação econômica global. Em outros sinais de força da região, a produção industrial indiana cresceu pelo 12º mês consecutivo, e as importações de máquinas e equipamentos industriais da Austrália subiram 23% a uma elevação de 10 meses. As exportações da Coréia do Sul saltaram 35,1%. As ações asiáticas avançaram e o dólar enfraqueceu, enquanto sinais de crescimento mais forte na região adicionaram otimismo aos investidores de que a economia global está se acelerando. A produção nos EUA também provavelmente aumentou em ritmo mais rápido em março, disseram os economistas antes da divulgação de um relatório hoje. “Estamos vendo sinais de uma melhoria mais sustentável na produção e demanda por bens domésticos tanto dos mercados asiáticos como internacionais”, disse Enrico Tanuwidjaja, economista regional do grupo OSK-DMG em Cingapura. “Estamos confiantes que o ritmo vai continuar no primeiro semestre e esperamos que se estenda até o segundo semestre. Os indicadores econômicos apontam que a Ásia continua a liderar o mundo na recuperação.

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Bolsa espanhola foi a mais atingida pela crise grega

ELPAIS.COM

O terremoto fiscal grego abalou fortemente a bolsa espanhola. Desde o primeiro momento, os mercados estabeleceram comparações entre a situação fiscal na Grécia, onde o déficit atingiu 12,5% em 2009 – com a da Espanha, 11,2% – e de outros países mediterrâneos como Portugal ou Itália. Mas nenhuma das bolsas de valores desses três países chamou a atenção tanto quanto a espanhola. Os problemas da dívida helena caíram como um balde de água fria e interromperam a grande tendência de alta iniciada há um ano, o que fez de 2009 um grande ano para o mercado de ações global em plena recessão. O Ibex 35 fechou ontem o primeiro trimestre do ano realmente mal. Em três meses, perdeu 8,95% e manteve-se em 10.871,3 pontos. Tornou-se assim o pior índice europeu até agora em 2010. Mesmo fora do continente, é difícil encontrar algum lugar onde os números vermelhos foram tão intensos. Até na Grécia, onde o índice perdeu 8,8%, os investidores tiveram um melhor humor. “O problema heleno se assemelha ao da Espanha”, diz Victoria Torres, diretora de análise do Self Bank, que vai mais longe ao mencionar o risco de contágio. Na mesma direção aponta José Luis Martínez, da Ahorro Corporation: “A Espanha também é afetado pelo problema do déficit”. A constante comparação entre os dois países mediterrâneos acaba se permeando entre os investidores, que chegam a desconfiar dos ativos espanhóis.

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Putin visita Chávez e fecha acordos de armas e petróleo

O primeiro-ministro russo Vladimir Putin fará a sua primeira visita ao presidente venezuelano, Hugo Chávez, amanhã, enquanto a Rússia procura recuperar a influência perdida na América Latina, por meio da negociação de energia e armas. O ponto alto da viagem de um dia a Caracas pode ser a formação de uma parceria para explorar petróleo no cinturão do Orinoco, na Venezuela. Putin também tem planos de atender o boliviano Evo Morales, que, como Chávez, se opõe à política dos EUA na região. Chávez, que visitou a Rússia oito vezes durante a sua década no poder, corteja Putin para a assinatura de um acordo de mais de US$ 4 bilhões em armas e convida as empresas estatais de energia russas Gazprom e Rosneft a explorar petróleo. A Venezuela foi um defensor solitário da Rússia durante a guerra de cinco dias da Geórgia em 2008 e hospedou jogos conjuntos de guerra naval no final daquele ano. “Chávez já se comprometeu a mais armas do que pode comprar, e as companhias de energia russas não estão realmente interessadas na exploração e produção na Venezuela”, disse Pavel Baev, professor no International Peace Research Institute, em Oslo. “É muito mais um projeto político”.

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China discute sanções ao Irã com potências ocidentais

Reuters

A China concordou em sérias negociações com as potências ocidentais sobre a imposição de novas sanções ao Irã, e o presidente Hu Jintao participará de uma cúpula multinacional em matéria de segurança nuclear em Washington neste mês, disseram autoridades. Os dois movimentos devem diluir as tensões entre Pequim e Washington, depois de meses de discussões sobre o iuan, censura na Internet, Tibete e as vendas de armas dos EUA para Taiwan. O acordo para discutir sanções marcou uma mudança significativa por parte da China, depois de meses de discussões sobre exigências das nações ocidentais para aumentar a pressão sobre Teerã, que acusam de procurar meios para fabricar armas nucleares. Pequim também tem se reservado, até agora, sobre se Hu vai participar da cúpula nuclear de 12 a 13 de abril em Washington, viria dias antes de o Tesouro dos EUA notificar a liberação um relatório que poderia acusar a China de manipular sua moeda, para dar a seus exportadores vantagem competitiva. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Qin Gang, disse em entrevista coletiva nesta quinta-feira que Hu vai participar da reunião de Washington.

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