S&P baixa rating de crédito da França e diz que temor brasileiro é exagerado

Jornal GGN – A Standard & Poor’s rebaixou os ratings de crédito de longo prazo em moeda local e estrangeira da França nesta sexta-feira em um degrau, de “AA+” para “AA”.

A S&P informou que o alto desemprego está enfraquecendo o apoio por mais medidas de políticas estruturais e fiscais significativas, acrescentando que as reformas macroeconômicas do governo francês não elevarão substancialmente as perspectivas de crescimento de médio prazo do país.
 
A S&P também revisou a perspectiva de crédito soberano da França para estável, de negativo.

Ontem, em entrevista, a diretora para ratings soberanos para a América Latina, Lisa Schineller, afirmou que, embora preocupados com a situação fiscal brasileira, a piora não significa que a nota de crédito do país cairá um degrau na categoria grau de investimento, o que denotaria mais especulação  e incertezas em torno da economia brasileira.

A executiva também afirmou que “é exagero” afirmar que o Brasil poderia ser o primeiro a perder status neste quesito entre os Brics, do qual fazem parte Rússia, China, Índia e África do Sul. A informação partiu de um relatório recente do banco Barclays enviado ao jornal inglês Financial Times. Segundo ela, a Índia tem mais chances de cair um pouco nas perspectivas da S&P.

Com informações da Reuters.

2 Comentários

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Anarquista Lúcida

- 2013-11-08 15:48:37

Temor sobre o Brasil, nao temor brasileiro; nao é o Brasil q tem

Às vezes questoes de língua sao importantes, quando a "correçao" nao é por motivos normativistas, e sim por necessidade de clareza (embora o texto tb se refira ao temor de certo Brasil, aquele que aposta no pior para tentar derrubar um governo de que nao gosta). 

Celio Mendes

- 2013-11-08 11:21:15

O temor brasileiro não é exagerado.

 

O "temor brasileiro" é eleitoral, no governo FHC com a paridade cambial asfixiando nossa economia e dilapidando nossas reservas não se via tanto terrorismo jornalistico, "o grande timoneiro" foi reeleito e o país foi a breca, uma imprensa que assistiu impassível o país ser levado para o buraco agora em condições opostas e muito mais favoraveis a toda hora despeja alarmismo e prega que o "fim esta próximo", nada mais natural para quem deixou de ser um canal de informação e virou um partido politico.

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