Down: Vivendo com autonomia

Portador de Síndrome de Down é uma expressão que não deve mais ser utilizada. Ter Síndrome de Down é uma condição, uma característica da pessoa. Portanto, hoje se diz: pessoa com síndrome de down. 

Esta não é a única mudança nesta questão. 

As políticas públicas do país, querem estas crianças nas escolas regulares junto a todas as outras, com ou sem qualquer deficiência. É preciso que tanto os espaços de ensino quanto as famílias abracem estas transformações e deem às crianças com down a oportunidade de crescer com autonomia e esperança no futuro.

A Síndrome de Down é o tema do Bom Para Todos. ​

Sugestão de Link:

Fundação Síndrome de Down http://www.fsdown.org.br

Federação Brasileira das Associações de Síndrome de Down  http://www.federacaodown.org.br/portal

Albert Einstein – Sociedade Beneficente Israelita Brasileira http://www.einstein.br/einstein-saude/Paginas/especial-dia-mundial-da-sindrome-de-down.aspxhttp://www.tvt.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4980:sindrome-de-down&catid=36:noticias&Itemid=231

 

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2 comentários

  1. Eu aprendi uma grande coisa com um colega.

    Eu tinha um colega na Universidade que tinha um irmão com Down, como o rapaz é mais velho ele não recebeu talvez tudo o que tem nos dias atuais em termos de estimulação e outros recursos, mas como a sua mãe era uma senhora batalhadora ele atualmente trabalha normalmente (é um excelente funcionário) recebe seu trabalho e conquistou a sua autonomia.

    Uma vez conversando com o colega ele me falou que para ensiná-lo tinha que perceber a hora em que ele estava pronto para apreender, e no momento que abria uma janela de aprendizado ele apreendia e não esquecia mais.

    Achei interessante aquilo e comecei a perceber que esta tal janela pode ser generalizada para qualquer um, ou seja, há um determinado espaço de tempo que o aluno está aberto para o aprendizado, sendo que uns tem mais ou menos capacidade de deixar aberta esta janela. Depois disto comecei a observar individualmente os alunos e vi que muitos conteúdos que eram passados de forma tradicional sem a iteração aluno professor em duas horas, por exemplo, com estimulação especial e atenção a fisionomia dos alunos e dando ênfase em curtos períodos, em quarenta e cinco minutos, por exemplo, o nível de aprendizado era o mesmo do que com duas horas. O problema é que a atenção do professor também tem que ser intensa, pois não se pode numa sala de aula com vinte e poucos alunos deixar alguém para traz.

    O interessante nisto, mostra que a capacidade de aprendizado é muito vinculada ao tempo que um aluno consegue se manter atento e com esta “janela” aberta, ou seja, quanto melhor for a visão do professor do estado de alerta do aluno, e a capacidade do mesmo em períodos curtos alertá-los da importância de manter a atenção, pode-se nestes curtos períodos introduzir os conceitos fundamentais e no resto do tempo preencher com informações adicionais, exercícios e trabalhos, deixando que cada um estabeleça o seu tempo.

    A ideia de transladar formas de aprendizagem desenvolvidas para alunos com necessidades especiais para alunos sem comprometimento foi usada por Maria Montessori. Logo, como já sabia do método Motessoriano procurei adaptar a ideia ao ensino universitário, e funciona!

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