Nos EUA, Francisco se encontra com vítimas de abusos sexuais

Da Agência Brasil

O papa Francisco se reuniu hoje (27), em encontro privado, com duas vítimas de abuso sexuais na Filadélfia. O papa se encontra desde ontem (26) na Filaldélfia para participar do Encontro Mundial de Famílias. Ele prometeu que a Igreja vai prestar contas de todos os crimes referentes a abusos sexuais cometidos por sacerdotes católicos. As declarações do papa hoje foram feitas na Capela de San Martín, depois de ele visitar uma prisão.

Ele disse os casos serão “cuidadosamente supervisionados” para garantir que os jovens sejam protegidos e os responsáveis sejam devidamente “responsabilizados”.

“Os crimes e os pecados de abusos sexuais cometidos não podem ser mantidos em segredo durante mais tempo”, afirmou, antes de se encontrar com as vítimas no início de uma reunião episcopal na manhã de hoje.

Foi a segunda vez que o papa falou sobre os casos de abuso sexuais cometidos pela Igreja, em sua viagem aos Estados Unidos. Em Washington, também falando para bispos, ele disse na quarta-feira (23), que os crimes de abuso sexual de menores pelos clérigos não devem se repetir jamais. 

O papa Francisco aceitou nesta segunda-feira a renúncia de dois bispos dos Estados Unidos, dez dias após um promotor norte-americano ter apresentado denúncias criminais contra as dioceses chefiada por eles. Segundo o promotor, as dioceses não protegeram crianças de abusos sexuais cometidos por padres.

O papa regressará ao Vaticano hoje, às 20h, depois de uma viagem de dez dias, quatro em Cuba e seis nos Estados Unidos.

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1 comentário

  1. Este Papa não evita discussões!

    O que é de se admirar é que o Papa Fransisco está mais ou menos como Dilma, apurar tudo, doa em que doer (inclusive nos Bispos e Cardeais da Igreja Católica) e não evita qualquer assunto que lhe seja proposto.

    Espero que ele tenha o apoio para continuar, e me parece, como já tenho insistido em diversos comentários, que o apoio vem da Ordem Jesuíta, que além de ser a ordem mais poderosa da Igreja é a única que tem votos de obdiência ao Papa.

    A estratégia parece simples, primeiro garantir o apoio, depois o doa em quem doer (e não ao contrário).

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