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sábado, dezembro 14, 2019
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    Cidadania

    Estado brasileiro: o terror destruidor de sonhos, por Gustavo Roberto Costa

    Para a lógica neoliberal, tirânica e sanguinária, não há lugar para todos. Só para quem pode pagar.

    Tortura nunca mais?

    “Cadê a responsabilidade de todas essas autoridades que resolveram fechar os olhos e foram coniventes com essas torturas?”, questiona José Carlos Dias.

    Pacote “anticrime”: não há redução de danos aos negros!, por Djefferson Ferreira

    A limitação ou delimitação do poder punitivo é uma discussão central, porque ela está ligada à questão do racismo.

    A irmã busca a verdade sobre o assassinato de Dennys em Paraisópolis

    Dennys, um menino, trabalhava a semana toda para ajudar a família e, com a permissão da irmã foi ao baile se divertir.

    Performance “um violador no seu caminho” por milhares de mulheres acima de 40 anos...

    A performance "um violador no seu caminho", criada pelo grupo feminista chileno Lastesis, recebeu mais uma impactante versão nesta quarta-feira (04)

    Testemunhas oculares desmentem versão da polícia sobre mortes em Paraisópolis

    Repórter da Agência Pública conversou com pessoas que moram, trabalham ou estavam no baile que se transformou em massacre com a entrada da PM; nenhum deles confirma a versão da polícia

    Não se deixem enganar com a economia, por Rui Daher

    Os aparelhos econômicos a integrarem funções desenvolvimentistas estão atrofiados.

    A cerca que os divide: povo Munduruku do Planalto Santareno pressionado pela soja

    Em meio a conflito com grileiros e sojicultores, indígenas lutam pela demarcação de sua terra tradicional em Santarém, no Pará

    Sem-teto são excluídos de políticas habitacionais pelo governo Doria

    Resolução aprovada ontem pelo Conselho de Habitação impede que moradores de ocupações sejam contemplados em programas de moradia

    Direitos humanos no Brasil: avanço dos últimos 20 anos não trouxe mudança estrutural

    Livro "Direitos Humanos no Brasil 2019" contém 23 artigos sobre o tema e foi lançado na última quarta-feira (4)

    Democracy Now! Brasil: Davi Kopenawa Yanomami recebe prêmio na Suécia

    “Sem luta não tem vida. Sem luta não tem floresta”, declarou o líder político Yanomami

    Mídia não dá nomes aos bois em Paraisópolis e reforça amnésia social, por Wilson...

    Para a mídia não há extrema direita, ditadura e reprodução da desigualdade. Há “conservadores”, “governo polêmico” e “desafios” a serem superados por “boas práticas”.

    Respondendo: e ainda se ensina processo penal nas faculdades?, por Lenio Luiz Streck

    Ora, o cidadão que vai ao Judiciário não quer saber o que o juiz tem a dizer. Quer saber o que o Direito tem a dizer. Há que se levar os direitos e o Direito a sério. Daí por que juiz não escolhe. Juiz decide.

    O bolsonarismo/morismo é um novo tipo de fascismo ou uma velha estratégia literária?, por...

    Eles são personagens fantásticos utilizando uma narrativa fantástica para provocar ondulações violentas na superfície da realidade brasileira.

    2019 pode ser um ano de quebra de recordes de letalidade da Polícia Militar...

    Segundo dados levantados pela ouvidoria, só até outubro, 697 pessoas foram mortas por policiais fardados

    Polícia e repressão a bailes e danças populares. Paraisópolis: nove mortos, por Josias Pires

    As mortes no baile de Paraisópolis mostram que a nossa polícia – ou parte dela - perdeu a capacidade de compreender seu papel social de proteção da cidadania.

    Paraisópolis, a verdadeira polarização, por Homero Fonseca

    A tragédia na favela paulistana vizinha ao luxuoso Morumbi desvela, na ação discriminatória da Polícia, o profundo apartheid social brasileiro

    João Cândido, o Almirante Negro da Revolta da Chibata

    Em 1970, Aldir Blanc e João Bosco compõe a música “Mestre sala dos Mares”, em sua homenagem, gravada por Elis Regina.

    MPF quer levar para Justiça Federal processo de brigadistas de Alter do Chão

    De acordo com o órgão, as terras incendiadas são públicas federais, cabendo à Polícia Federal a competência na investigação

    Beatriz Nascimento e a visibilidade acadêmica para a temática étnico-racial

    Depois de formada, Beatriz torna-se professora da rede estadual de ensino e passa a atuar em temáticas e objetos ligados à história e à cultura negra

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