“O outro par”, curta premiado no Festival de Cinema e “O outro par” sobre relações nos dias de hoje

https://www.youtube.com/watch?v=-2DmhHn9Cv8

Jornal GGN – “O outro par”, filme egípcio de apenas dois minutos, ganhou o prêmio de melhor curta no Festival de Cinema. A diretora é uma jovem de 20 anos, mas com uma sensibilidade que pode nos ajudar a perceber que o universo começa bem pertinho, logo ao seu lado.

O filmete retrata como as pessoas se isolam na tecnologia, em seus mundos virtuais, se esquecendo que a convivência pode ser uma das melhores coisas da vida. A convivência humana com amor e fraternidade. A convivência com o diverso. A convivência com outro ser humano.

NOTA GGN – O filme descrito acima foi veiculado nas redes sociais, mas não é o filme egípcio que ganhou o prêmio no Festival de Cinema. Mas o vídeo acima merece continuar na pauta, enquanto o vídeo vencedor merece entrar.

Conforme descrito na Revista Prosa Verso e Arte, The Other Pair, dirigido por Sarah Rozik, trata de um menino pobre com seu velho chinelo, mas que ele mantém como única forma possível de andar sem se machucar. E, em torno do problema, acontecem coisas inesperadas. O filmete é inspirado na vida de Gandhi. E ganhou o prêmio, em 2014, no Festival de Luxor.

O Outro Par | The Other Pair (2014) é pura expressão poética, o curta-metragem do Egito, dirigido por Sarah Rozik e com roteiro de Mohammed Maher foi vencedor do Festival de Luxor, em 2014.

A história desenvolve-se em torno de um menino pobre com um velho chinelo quebrado que é quase inútil, mas ele mantém-no porque essa é a única forma pela qual ele andar sem ferir o seu pé. Cansado do chinelo quebrado, o menino senta-se  para tentar consertá-lo, sem sucesso, quando algo inesperado acontece.

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