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quinta-feira, agosto 6, 2020
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    Lista de Livros: História e Consciência de Classe (Parte II), de Georg Lukács

    "A ação, a práxis – nas quais Marx faz culminar suas Teses sobre Feuerbach – implicam, por essência, uma penetração, uma transformação da realidade."

    O que tu és, Vicente Celestino!

    Vicente Celestino canta O QUE TU ÉS de Anacleto de Medeiros e Catullo da Paixão Cearense. Resgate de Luciano Hortencio.

    Flexibilizar-nos-emos? Por Rui Daher

    Desculpe-me, Capitão, nem mesmo as duas pernas uso bem, o que dizer de duas velozes rodas? Talvez, topasse Usain Bolt aceitar empurrar minha cadeira.

    A reclusão em filmes, por Walnice Nogueira Galvão

    Tais reflexões sobre confinamento, em circunstâncias das mais variadas, podem trazer conforto para quem se encontra em conjuntura semelhante. São nossos votos.

    Em “Relic” a perda do elo geracional cria fantasmas que aterrorizam as novas gerações,...

    Mais do que um filme de terror, “Relic” tematiza a condição dos idosos numa sociedade de obsolescência programada – a sociedade que perdeu o “elo geracional”

    GGN MÚSICA: 3 violões e 1 piano

    Neste domingo (26/07), o jornalista Luis Nassif apresenta os violões de Luiz Gama, Edmilson Caleputti e Luis Passos e o piano de Leandro Braga

    Quem não faz a nossa luta, faz a luta dos generais, por Rômulo Moreira

    De certa maneira, “Os Fuzis da Senhora Carrar” é uma lição para os que lutam e resistem contra os ventos fascistas que ocasionalmente atingem a democracia

    O seminário que trouxe Celso Furtado de volta para o debate nacional

    Na palestra, Furtado falou da relevância dos fatores culturais, da importância das políticas sociais, com a visão multidimensional que sempre o caracterizou. Na mesa, via-se um Simonsen - geralmente irônico - em atitude educada, de respeito. O evento inaugurou a discussão econômica.

    Avanços da Novilíngua na destruição de palavras e do pensamento crítico, por Sebastião Nunes

    Continua, em 2084, o trabalho infatigável de destruir a inteligência da população pela destruição de palavras e pela redução do vocabulário crítico.

    Trivial de Rosa Passos

    BRS Quartet acompanha Rosa Passos, interpretando Samba Dobrado, de Djavan. Com Felipe Silveira no piano; Marcus Teixeira no violão; Paulo Paulelli no baixo elétrico; e Celso de Almeida na bateria.

    Toda Mulher gosta de rosas; Amália Rodrigues gostava de cravos, por Albertino Ribeiro

    Amália teve vários de seus fados censurados pela ditadura de Antônio Salazar, pois muitos foram obras do compositor Alaim Oulman, preso pelo governo autocrático.

    O pão nosso de cada dia! Sobre “pãodemias”, fermentos e motoboys, por Antonio Hélio...

    Diz o senso comum (ou apenas o bom senso, já não me lembro a diferença), que, ao ser feito, o pão assimila os humores, dores e calores de quem o amassa.

    No teu aniversário e na força da tua juventude, por Urariano Mota

    Luanda de Angola, Luanda dos negros, Luanda de todas as raças, esta canção é o presente que te fiz na força dos teus jovens anos.

    Se só pode ser assim, vai assim mesmo…, por Luciano Hortencio

    Do cantor e compositor gaúcho Carlos Carrié, recebi esse primor de composição e interpretação, ainda sem os compositores, mas já podemos apreciar.

    Adeus João Sinibaldi, primo querido, por Rui Daher

    João era Daher por parte de minha tia Sálua, mas ficou registrado como Sinibaldi, ela casada com meu tio Nélson. E este é um causo.

    Sérgio Ricardo. Finalmente, Beto bom de bola aplaudido de pé, por Armando Coelho Neto

    Sérgio Ricardo foi morar na favela do Vidigal com a “turminha de bamba, que não se espanta com ameaças do rei. Se vem o mal toda favela se levanta, se vem tirar chinfra de lei”.

    Trivial por Sérgio Ricardo

    Marcelo Duran canta BETO BOM DE BOLA de Sérgio Ricardo e arranjo e direção musical de Jacques Sandi - 1967

    MP que regulamenta lei Aldir Blanc retorna para Câmara

    A matéria volta para a Câmara dos Deputados, para que os deputados federais analisem as mudanças do Senado.

    O multitalento de um artista imortal, Sérgio Ricardo

    Sérgio Ricardo nunca foi de panelas ou movimentos. Tinha luz própria. Transitou pela TV, pelo cinema, pelas artes plásticas. Em determinado momento mergulhou firme na cultura popular. Sempre se sensibilizou pela pobreza, a ponto de ir morar na Vidigal, para entender de perto a alma do povo.

    Sérgio Ricardo, presente!

    Há três meses, os filhos de Sérgio Ricardo, Adriana, Marina e João, concederam uma entrevista a Luis Nassif, na TV GGN, falando sobre a participação do pai na luta contra a ditadura.

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