6 comentários

  1. Acho que estamos gritando bem

    Acho que estamos gritando bem baixinho, pois so tomamos porrada, todo dia.

    Temos que começar a gritar, a hora do silêncio passou.

  2. O pior correspondente estrangeiro

    Juan Arias – o pior correspondente estrangeiro no Brasil.

    Nos anos Lula / Dilma fazia um “clipping” das materias do oligopolio midiatico e traduzia para o espanhol.

    Apenas isso.

    Talvez fosse a dificuldade de ver a coisa de perto e ouvir as fontes, vivendo no interior do Estado do RJ, na Regiao dos Lagos.

  3. A origem

    O autor do artigo não lembra (ou não quer lembrar) que quem começou a “gritaria”, os impropérios e os insultos foi aquele blogueiro da Veja que ele admira e considera ser um grande democrata.

    A partir daí, seus “súditos” passarram a se comportar como seu mestre mandava. Achavam bacana gritar e insultar a todos de quem o “tio” discordasse.

    Os termos “esquerdopata”, “petralha”, “apedeuta”, “asqueroso”, “delinquente” passsaram a ser comuns e repetidos, não somente em  textos raivosos, mas também de vivva voz: “Chico Buarque é um merda..”

    O porta-voz da revistinha, não era o único. O barulho ensurdecedor e inibidor do debate era composta por outros, igualmente adeptos do método que, agora, o autor lembra ser fascista. Na mesma revista, mais alguns supostos jornalistas se esmeravam, e ainda se esmeram, na arte de berrar e de insultar. Um deles foi para a Italia. Em outro jornal/TV do Rio, um ex-cineasta também se achava o máximo empregando uma falsa grandiloquência com o objetivo de obscurecer a livre discussão de ideias tentando se mostrar superior em um falso debate, visto que não permitido.

    O método de gritar, semelhante aos latidos ensurdecedores dos cães de guarda, valeu a um deles ser comparado, por uma ombudsman da Folha, a um rotweiller. Comparação até suave para o chefe da matilha.

     

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