Sala de visitas: como a Lava Jato desnudou fragilidades da democracia brasileira

Luis Nassif entrevista o colunista do Jornal GGN e pesquisador da UnB Fernando Horta e pianista e cantor Breno Ruiz

Nassif entrevista o colunista do Jornal GGN e pesquisador da UnB Fernando Horta e pianista e cantor Breno Ruiz

 
Jornal GGN – Nesta edição do programa Na sala de visitas com Luis Nassif você acompanha a entrevista completa do colunista do GGN, historiador e relações internacionais Fernando Horta fazendo uma análise do impacto da operação Lava Jato na crise política do país, e como todos os processos políticos que se desenrolaram em torno dela, incluindo o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, desnudam as fragilidades da democracia brasileira.  
 
Para o pesquisador da UnB, a Lava Jato é mais do que uma operação para desvendar um esquema de corrupção revelando, desde seu início, um viés de cunho ideológico para conseguir destituir do governo central do país um partido mais correspondente aos anseios das classes populares.
 
Leia também: Bases ideológicas por trás da Lava Jato, segundo Fernando Horta
 
Em seguida, Nassif recebe o pianista, cantor e compositor paulista Breno Ruiz, que apresenta músicas do repertório do seu primeiro CD – Cantilenas Brasileiras, trabalho composto em parceria com o poeta Paulo Cesar Pinheiro. Breno é considerado hoje um dos melhores compositores jovens da atualidade no Brasil se tornando, nos últimos anos, referência entre os músicos do Rio Janeiro e de São Paulo.
 
https://www.youtube.com/watch?v=zBpPr3spw8g&feature=youtu.be width:700

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11 Comentários

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laura salles

- 2017-06-04 00:40:20

Breno Ruiz

Muito bom esse músico.

 

DudaS

- 2017-06-01 16:41:12

A própria lava jato É A

A própria lava jato É A FRAGILIDADE.

 

sergio a bortolini

- 2017-06-01 12:33:23

Fernando Horta

Muito importante esta entrevista. Sabermos que o supremo é reacionário e converte, quem até não era ao la chegar, explica porque nosso pais se desintegra.

O presidente recebe propina de 500mil semanais, por 20 anos, propõem as reformas para modernizar o pais. E a midia??

Da minha janela vejo um elefante voando. Faz acrobacias.   

bonobo de oliveira, severino

- 2017-06-01 12:20:55

Agora a VOZ não fala.

Agora a VOZ não fala. Porque quem levou o país para o buraco, que é onde ele sempre quis que o Brasil estivesse e esteja sempre e nunca de lá ouse sair, é o dono da VOZ.

Jose Adailton viana ribeiro

- 2017-06-01 12:18:04

Os Patetas
Muito bom o artigo de J. De Freitas hoje na Folha. O ultimo parágrafo grava com ferro o conceito de que só a esquerda é pura.

nilo filho

- 2017-06-01 10:58:12

Crime organizado-Rede de

Crime organizado-Rede de Proteção-a Lava Jato de Curitiba

Toda organização mafiosa ou criminosa de nível tem em sua estruturada Redes de Proteção, em algum momento, compostas por "homini d'onore" (homens de honra, bem relacionados, influentes e respeitados na sociedade).

Assim, uma suspeita enorme - com força de convicção - assoma das condutas dos operadores da chamada operação Lava Jato de Curitiba.

É corrente que em Curitiba quando em eventos (pré e) procedimentais surgiam referências a fatos atribuídos ao Aécio, Cunha, Temer, "entourage" ou anteriores a 2003, a PF local, a Força Tarefa do MPF (especialmente designada) e Sérgio Moro quedavam-se inertes, desinteressados, dispersivos e nenhum expediente relativo à apuração era iniciado, proposto ou encaminhado. As delações, testemunhos e questionamentos não eram aprofundados. Dessa forma, - bloqueadas e obstadas como por uma barreira de proteção - essas referências e circunstâncias (inista-se, não perquiridas, não tratadas ou não cuidadas) eram varridas e esquecidas... Só fatos externos ao grupo de Curitiba, romperam essa barreira de proteção como, por exemplo, no caso de Eduardo Cunha (contas da Suíça encaminhadas por autoridades suíças) e no caso da chamada delação da JBS.

A convicção que emanam desses aspectos e suspeitas são tão graves quanto danosas às instituições do país, a nossa economia, a nossa soberania, à ordem e à paz social que esperamos não se comprovem.

Aguardemos.

PS.: de outra parte, conhecer todo o contexto de como eram feitos os negócios da Petrobrás antes de 2003 era (e é) importantíssimo para caracterizar a responsabilidade penal dos agentes envolvidos, apurar a intensidade das culpas penais  e determinar a aplicação de penas justas.

 

Paulo C Teixeira

- 2017-06-01 10:48:03

Uma pena que o som não ajuda.

Uma pena que o som não ajuda.

Edu Pedrasse

- 2017-05-31 23:55:24

Vídeo e som

Nassif, meu velho.

Ótimo post e entrevista.

Mas vc precisa de um programa que grave o que está sendo falado no micro.

Eu no meu PC uso o Camtasia ( que os gringos chamam de "video editor e screen recorder")

Percebi que vc usa Mac.

Com certeza a Igreja da Maçã deve ter algo do tipo. Ou melhor.

 

Abração

C.Poivre

- 2017-05-31 22:47:02

O "escândalo dos pedalinhos"

Também foi revelado o maior dos escândalos, o dos pedalinhos:

https://caviaresquerda.blogspot.com.br/2017/05/o-escandalo-dos-pedalinhos.html

ze sergio

- 2017-05-31 21:50:26

sala.....

Desnudou nossas fragilidades. Apenas 3 décadas de uma Constituição. Cidadã deveria ser. Pedrinhas e Alcaçuz mostram o quanto. Democracia deveria ser. Voto obrigatório nos mostra quanto. Estado deveria ser. Bilhões embaixo de olhos argutos de TSE's, Tribunais de Contas, Procuradorias, CGU's,  Receitas Federais nos mostra quanto. Interessante que o país que não se movia sem saber o Dolar, do risco Brasil, das Taxas de Juros, do BC, das Notas de Crédito de Agências estrangeiras, da Chicubhunya da Febre Amarela, da Microcefalia, da Dengue, vai continuando muito bem, pois todas estas estórias sumiram do noticiário. Milagroso este país, não?       

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