Sala de visitas: Pedaladas, o delito de Dilma Rousseff

Nesta edição Nassif entrevista João Villaverde, autor de Perigosas Pedaladas, Rita Lisauskas, jornalista, autora de “Mãe sem Manual” e a dupla Prettos

Nesta edição Nassif entrevista João Villaverde, autor de Perigosas Pedaladas, Rita Lisauskas, jornalista, autora de "Mãe sem Manual" e a dupla Prettos

Jornal GGN – Nesta edição, o Sala de visitas com Luis Nassif abre com a entrevista do jornalista e autor do livro-reportagem Perigosas Pedaladas – Os bastidores da crise que abalou o Brasil e levou ao fim o governo Dilma Rousseff (Geração Editorial, 2016). Villaverde faz uma análise profunda dos fatores que antecederam o golpe político que derrubou a ex-presidente calçado por uma manobra fiscal realizada por todos os governos anteriores ao da petista, mas que na sua gestão ganhou proporções que chamaram a atenção dos seus inimigos políticos dando munição para sua derrocada.

Em segunda, Nassif entrevista a jornalistas e autora do “Mãe sem Manual” (Belas Letras), Rita Lisauskas onde aborda os desafios e delícias de ser mãe, tema da sua coluna no Estadão. “Quando o meu filho nasceu, e as redes sociais começaram, eu escrevia sobre uma maternidade que não era daquela da propaganda de shampoo, não idealizada, era a realidade”. A partir da experiência e do feedback de colegas a jornalista foi incentivada a fazer um blog que ficou cerca de um ano no portal da Trip e depois foi para o Estadão.

“A minha maternidade é muito engajada e eu só fui vendo isso aos poucos, porque os meus textos não são idealizados. A partir do momento que você mostra que ser mãe é muito difícil hoje em dia, acaba puxando outros assuntos do porquê a maternidade é tão difícil. A maternidade é tão difícil porque você vai para o hospital e não tem o parto normal como você tanto sonhava, como se sua gestação não fosse sua e não tivesse suas regras, começa daí”, destaca um dos exemplos da pegada feminista que acabou desenvolvendo ao elaborar nos textos os desafios da maternidade para a mulher desse século.

Por último, Luis Nassif recebe a dupla Prettos, formada pelos irmãos Magno Sousá e Maurílio de Oliveira, cantores, compositores, instrumentistas, atores e produtores. Os jovens ajudaram a fundar a comunidade Samba da Vela e também foram membros do extinto “Quinteto em Branco Preto”. Atualmente, os Prettos seguem com esse novo projeto lançado este ano que é o disco “Essência da Origem”. O trabalho tem recebido boas críticas da mídia especializada e traz influências que vão do samba de roda ao rap, da música latina ao baião, entre outras misturas.

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8 Comentários

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Célio Nascimento

- 2017-07-21 19:55:44

Ahhh se vc entendesse um

Ahhh se vc entendesse um pouco do q tenta falar...

acho q não falaria mais!

Eden SP

- 2017-07-21 18:46:06

se conhecesse um pouco

Se conhecesse um pouco a tragetória desta jornalista, não estaria verbogizando tanta coisa absurda. 

Dica: acompanhe o twitter dela e verá o quanto "classe média sem ideias" ela é.

 

 

Clever Mendes de Oliveira

- 2017-07-21 17:06:22

Boa e informativa e instrutiva entrevista com João Villaverde

 

Luis Nassif,

Muito boa a entrevista com João Villaverde. Como vi e revi a entrevista de João Villaverde não me sobrou tempo para assistir a entrevista de Rita Lisauskas.

O João Villaverde é muito bom jornalista, expõe com clareza e exsuda conhecimento principalmente para quem parece ser muito novo. Tem os seus defeitos. Não tão graves como o de Cristiano Romero que exsuda preconceito.

Já comentei sobre um defeito de João Villaverde lá no post “Luciano Coutinho, os campeões nacionais e a LCA” de domingo, 23/03/2014 às 11:57, aqui no seu blog e com reprodução de artigo dele “Coutinho perde espaço no governo” publicado domingo, 23/803/2014 no jornal O Estado de S. Paulo. O endereço do post “Luciano Coutinho, os campeões nacionais e a LCA” é:

https://jornalggn.com.br/noticia/luciano-coutinho-os-campeoes-nacionais-e-a-lca

O grande defeito é trazer um viés no seu trabalho e o desenvolver de modo a que o viés não seja contrariado. Lá no artigo dele “Coutinho perde espaço no governo” ele se põe contra a política dos campeões nacionais que em meu juízo é opinião que, salvo quando vinda de autoridades como Paul Krugman (Eu gostaria de ver econimistas de relevo comentando sobre essa opinão de Paul Krugman), é expressa por críticos que fazem a crítica apenas por questão de popularidade. Fica bem com a maioria quem critica a formação dos campeões nacionais.

Se se analisar o capitalismo no mundo todo, vai-se verificar que os grandes campeões se formam em decorrência da natureza do mercado. Incentivar essa formação dos grandes campeões serve para cortar caminho. Caminho que mais à frente é também cortado com um processo inverso que é a separação de um grande grupo em vários grupos médios de modo a aumentar a competitividade. Só que comparativamente os grupos médios que surgem da separação são grandes o suficiente para cada um deles se portarem como campeões nacionais.

É claro que para os que querem acabar com o capitalismo a formação dos grandes grupos é ruim. Também não é interessante a formação dos grandes grupos para os que usufruem de boas condições materiais no atual estágio do capitalismo e assim desejam que o capitalismo permaneça como está sem evolução e se houver retrocesso que ele seja mínimo de modo a manter as boas condições de que já disfrutam. Já na minha opinião para os que querem a superação do capitalismo a formação dos grandes grupos é uma etapa importante.

Em relação a entrevista que é muito boa eu tenho alguns pontos que penso que mereceriam uma abordagem mais completa.

Por volta de 2 minutos e 40 segundos ele fala de uma reunião de 22 de novembro de 2013 dos técnicos do Tesouro com Arno Augostin sobre as pedaladas fiscais. A origem da reunião parece bem natural. Ali se notava uma preocupação com a questão das projeções orçamentárias já apresentando resultados frustrantes e que poderiam ainda ser piores em 2014.

É uma abordagem incompleta porque não há referência ao fato de que em 2013 houve dois momentos completamente antagônicos na economia brasileira. Primeiro houve um início de recuperação de grande fôlego com os investimentos crescendo desde o quarto trimestre de 2012 até o segundo de 2013, a taxas superiores a 10% quando anualizados. E foi com a perspectiva de que a retomada da economia em 2013 iria ocorrer que o orçamento de 2013 fora elaborado e fora com base no que se dizia sobre a economia brasileira no primeiro semestre de 2013 que o orçamento de 2014 estava sendo elaborado. E o segundo momento ocorre a partir do 3º trimestre quando os investimentos sofrem uma grande queda.

Então a reunião em 22/11/2013 (Data que ele não se refere com certeza, mas está disponível no livro que eu me interesso em comprar) é fruto dos primeiros percalços que o governo começa a sentir a partir da reviravolta na economia que ocorre a partir do terceiro trimestre de 2013, fugindo de todo o planejamento que o governo fizera.

O João Villaverde usa a reunião apenas para mostrar a dificuldade de relacionamento de Arno Augustin com os técnicos do Tesouro em virtude do centralismo e autoritarismo do então chefe do Tesouro.

Na sequência aos 4 minutos você faz a pergunta se os erros de cálculo vieram em cima das desonerações. Aqui a crítica é mais a você. Já na pergunta você dá duas estocadas no governo. Uma referindo-se aos erros de cálculo do governo e outro às desonerações do governo. O João Villaverde aproveita a deixa e lembra que só em 2014 as desonerações da Folha de Pagamento causaram perda de 30 bilhões.

É uma pena, que nessas horas ninguém é capaz de lembrar do artigo “Fiscal Devaluation” que recomenda exatamente trocar a tributação da Folha de Pagamento por uma tributação de valor agregado para dar mais competitividade a indústria de um país. É preciso uma abordagem mais completa das desonerações, situando o seu contexto, para que as pessoas as possam entender.

Mais sobre o artigo “Fiscal Devaluation” pode ser visto no post “O euro e homogeneidade de interesses, por Delfim Netto” de terça-feira, 31/01/2012 às 10:03, aqui no seu blog com a reprodução do artigo de Antonio Delfim Netto, publicado no jornal Valor Econômico com o título “É o câmbio, é o câmbio...”. No artigo Antonio Delfim Netto faz a citação do artigo e no comentário que eu envio quarta-feira, 01/02/2012 às 12:55 para junto do comentário de Luiz Eduardo Brandão enviado terça-feira, 31/01/2012 às 12:47 para junto do comentário de Eduardo Ramos enviado terça-feira, 31/01/2012 às 10:24, eu deixo o link para o artigo. O post “O euro e homogeneidade de interesses, por Delfim Netto” pode ser visto no seguinte endereço:

https://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/o-euro-e-homogeneidade-de-interesses-por-delfim-netto

Para que o termo desoneração não carregue em si toda a antipatia é necessário que além do artigo “Fiscal Devaluation” entre-se no Google com as palavras Currency War e veja qual é o nome do brasileiro que vai aparecer nas discussões.

Na sequência você volta a perguntar referindo a criação de projeções de receita. O termo criação foi utilizado por você em tom crítico no sentido de contabilidade criativa. O Villaverde concorda com você e fala nas projeções de crescimento do PIB para efeito da elaboração do orçamento de 5% em 2011 e em 2012.

Foram anos em que o governo precisava corrigir distorções principalmente na construção civil e ao mesmo tempo manter o ânimo para novos investimentos. Nas previsões do governo, ele previa uma inflação menor e um PIB maior, mas no computo o crescimento nominal da receita que é como o orçamento é feito é o mesmo. E ao mesmo tempo o governo sabia que não podia diminuir os gastos do governo para enfrentar a dificuldade de relançamento da economia mundial que se antevia.

Há um artigo publicado em um blog e que eu vi uma vez o endereço em um post no blog de Alexandre Schwartsman que mostra que o orçamento no governo da ex-presidenta às custas do golpe Dilma Rousseff foi muito bem executado nos quatro primeiros anos do governo dela, só falhando a partir de outubro de 2014. Ali no segundo semestre de 2014 ocorreu a primeira grande queda dos preços das commodities e que fez um grande estrago na economia brasileira.

Outro ponto a merecer comentários e que surge a partir de 17:30 é a discussão sobre a decisão do TCU em abril de 2015 e na sequência a rejeição das contas de 2014. O que ocorre é que João Villaverde não diz que tudo se referia ao mandato anterior e, portanto, não seria relevante para o impeachment que precisa se referir ao mandato em curso. Ele não aprofunda sobre esse assunto nem se preocupa em fazer a distinção entre a Lei Orçamentária e a Lei de Responsabilidade Fiscal. A Lei do Impeachment fala de crime contra a Lei Orçamentária.

A partir de 36 minutos e 30 ele vai discutir a cobertura jornalista do processo do impeachment. E aqui cabe criticar o João Villaverde. Pareceu-me apenas uma expressão de corporativismo ele dá como exemplo (37:30) da boa cobertura o diálogo do Jucá revelado pelo jornalismo. A bem da verdade o diálogo foi revelado por vazamento do Ministério Público via jornalismo.

Por último lembro a referência de João Villaverde ao que ocorrera em 2009 (A partir de 41:15) com a discussão sobre o uso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço para financiar a Minha Casa Minha Gente em que o próprio Arno Augustin produz um documento em que considerava ilegal essa possibilidade.

Segundo João Villaverde ele traz logo no início do livro uma reprodução desse documento. É uma espécie de parti pris contra as pedaladas fiscais. O problema dessa comparação decorre de ela tentar tornar equivalente o uso de recursos de um Fundo que tem destinação prevista em Lei e só por lei essa destinação pode ser restringida ou ampliada com o uso de recursos correntes de gastos públicos.

Clever Mendes de Oliveira

BH, 21/07/2017

romulus

- 2017-07-21 14:35:04

Que me desculpe o Villaverde: como advogado, ótimo JORNALISTA

Mas sugiro que ele continue como jornalista e não ingresse no Direito. Achar o argumento do Procurador Julio Marcelo, do MP/ TCU, "forte" é ignorância. Confundir juros de mora com juros de financiamento - para tornar cabível a proibição da LFR - só pode decorrer de ma-fé (Julio Marcelo) ou ignorância (Villaverde). Se atrasamos o aluguel 1 mês tomamos um "financiamento" com o proprietário? Evidente que não... "Ah, mas paga juros de mora!". Pois é...

Enfim, fica difícil falar de "perigosas pedaladas" - e publicar um livro - "estragando" o argumento de um dos lados.

*

Atualizado 21/7: Globo vs. Temer: o exemplo mais ilustrativo da tragédia brasileira

Por Romulus

A Globo nunca ficou do lado perdedor...

Assim, em constatando a derrota final dos Procuradores, não hesitará 2 segundos antes de jogar o PGR Rodrigo Janot e o MPF ao mar...

À Globo, no curto prazo, basta que siga a Lava a Jato de ~Curitiba~...

(que visa exclusivamente a Lula e ao PT!)

É verdade que o “passo maior que as pernas” – a guerra total contra ~toda~ a classe política tocada pela Lava a Jato de ~Brasília~ – animou a Globo (e a Finança) num primeiro momento...

Afinal, a implantação da “Noocracia (escamoteada!)/ “‘Democracia’ à iraniana” no Brasil – seu projeto de longo prazo – estava a apenas um passo...

Mas aí...

Chegou o Ortega y Gasset e estragou a “festa”:

 

"Entre o ser e o crer que já se é...

... vai a distância entre o sublime e o ridículo"

 

- Certo, Globo/ MPF/ Janot??

 

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Antonio C.

- 2017-07-21 13:58:06

Comentário.

A sra. Lisauskas pretende inventar a roda, meio "moderninha". Acompanho a sua "obra", inclusive radiofônica.

Tá bom pra uma classe média sem ideias como a destas paragens.

gesiel

- 2017-07-21 00:10:53

os livros de mulheres viraram um samba de uma nota so

Não me consta que aqui sejamos obrigados a concordar com as opiniões dos colunistas, por isso aproveito o espaço para fazer um comentario de repudio as editoras que abrem espaço para os mesmos temas, em especial esse de mães de primeira viagem.  - Meu, o tema MATERNIDADE é realmente um tema LOUVAVEL, pois é um tema que se assemelha algo divinal, mas meu, PELO AMOR DE DEUS, "livros de mulheres falando de SUA ESPERIENCIA COM A MATERNIDADE não ACRESCENTA NADA", pois "TRATAM DE EXPERIENCIA PESSOAIS, ALGO INDIVIDUAL", nada cientifico ou didatico, que possam "ACRESCENTAR NOS DESAFIOS QUE ENFRENTARÃO FUTURAS MÃES". -"Precisamos de ver OPINIÕES DAS MULHERES EM OUTROS TEMAS, como por exemplo a politica, pois afinal AS MULHERES SÃO PELO MENOS METADE DA NOSSA POPULAÇÃO, e podem AJUDAR MUITO O BRASIL, se SE INTERESSAREM MAIS PELA POLITICA, ja que É FATO QUE A GRANDE MAIORIA DAS MULHERES NÃO ENTENDEM NADA DE POLITICA", e claro que isso TEM SE REFLETIDO EM QUESTÕES PRIMODIAIS DO BRASIL QUE AINDA NÃO SE DESENVOLVERAM. Eh preciso se perguntar se: SERÁ QUE SE A MAIORIA DAS MULHERES TIVESSEM CONHECIMENTO DE POLITICA, o Aecio teria tido muito mais votos femininos que a Dilma? - Será que se as mulheres tivessem mais conhecimento sobre politica, o maior numero de manifestantes contrario a Dilma seriam mulheres? -O Brasil ja PROVOU QUE TEM MULHERES COM CAPACIDADE PARA OPNAR SOBRE ASSUNTOS DIVERSIFICADOS, através de jornalista como a Leda Nagre, Tereza Cruvinel e etc; como também JA PROVOU QUE TEM MULHERES COM CAPACIDADE PARA SEREM ESCRITORAS, através da Raquel de Queiroz, Cecilia Meirelles, Cora Coralina e etc. "-SE AS MULHERES CLAMAM POR TEREM O DIREITO DE MOSTRAR O SEU POTENCIAL, e O BRASIL CARECE DESSA MAIOR CONTRIBUIÇÃO DA MULHER NOS RUMOS DA NOSSA SOCIEDADE, por que NÃO SE COMEÇAR FAZER ISSO IMEDIATAMENTE?"

Fernando J.

- 2017-07-20 23:07:14

Vamos falar de pedaladas de fato e da criatividade do brasileiro

O prefeito eleito de uma certa cidade da região Norte, com 48 mil habitantes e 2.500 servidores municipais, por quem coloco as duas mãos no fogo não só pela amizade,  assume o mandato dia 01.01.2017.  Em menos de 10 dias, após auditoria e devassa nas contas, convoca uma audiência pública onde expõe as vísceras da triste situação do município: dívida de 31 milhões com o INSS, pendência de 100 mil do carnaval de 2016, contas de luz atrasadas de 200 mil, e uma dívida de cerca de 200 mil com o banco estadual, além de uma infinidade de muitas outras dívidas. 

Ora, como é possível uma prefeitura dever a um banco estatal?  Simples, nunca duvide da criatividade do brasileiro. A prefeitura faz o pagamento dos servidores através de dois bancos públicos, o BB e o tal banco estadual, com ambos possui convênio para empréstimo consignado. A dívida com o banco estadual origina-se em calote. Explicando: a prefeitura descontou o valor das parcelas dos empréstimos dos servidores e não repassou ao banco, configurando empréstimo. Ou apropriação indébita. Ou calote. Ou pedalada. Por que não aconteceu o mesmo com o BB? Porque o sistema do BB não permite isso, quando a prefeitura manda o arquivo eletrônico da folha de pagamento, junto vai o crédito referente ao desconto das parcelas dos empréstimos consignados. 

Eden SP

- 2017-07-20 22:59:09

Maternidade pensada de forma arejada

O blog da Rita Lisauskas tornou-se uma grande referência para a nova geração mães e pais, na medida em que possibilitou um espaço muito bem articulado e aberto acerca da maternidade. Se, no passado, os reflexos subjetivos, sociais e institucionais da maternidade eram pautadas em pareceres de conduta impostas, por experts, em revistas e em programas televisivos, hoje, trabalhos como esse que conferem um salto muito mais expressivo e arejado, pois coloca, em plano superior, as perspectivas não a do especialista, mas sim a das mães e dos pais e as suas experiências únicas.

Parabéns à jornalista. 

 

 

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