Visitando o Arquivo Nirez, por Luciano Hortencio

Bem no comecinho da semana, logo de manhãzinha, tive o prazer de passar uma manhã visitando o ARQUIVO NIREZ, idealizado e mantido pelo jornalista, escritor, pesquisador e colecionador cearense Miguel Angelo de Azevedo, conhecido nacionalmente por NIREZ.

Nirez possui a maior coleção de discos em 78 rpm do Brasil, chegando à casa dos 24.000 discos. Se alguém está pensando que o Arquivo Nirez se subsume a isso, está muito enganado. Nirez tem ali uma alentada biblioteca, sobretudo sobre música e sobre o nosso querido Ceará. Tem uma vasta coleção de antiguidades, passando por relógios, telefones, máquinas de escrever, rádios, indo até a uma estante onde guarda os “meus perfumes”, como brinca Nirez.

Nirez, aparentemente sisudo, é uma pessoa agradabilíssima e dotado de muito bom humor. Dele, s informações nos chegam leves e palatáveis, dentro de uma boa prosa.

Se você ainda não conhece o ARQUIVO NIREZ, não deixe por menos e agende uma visita na primeira oportunidade.

O Arquivo Nirez está aberto à visitação pública, bastando para isso que o interessado faça um agendamento prévio com o próprio jornalista. 

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12 comentários

  1. Felicitação ao seu Nirez!

    A caricatura é bem boa. Gostei muito de conhecer de longe o tão famoso acervo Nirez, passando por Fortaleza, tento agendar, certamente. O armario com as quinquilharias é sensacional, quem tem essa sensibilidade hoje? Gosto de coisas assim, e com cheirinho de rosas e flores antigas também. Lembra-me o bau antigo de vovoh, dona Maria Luisa… e eu fuçando dentro e ela dizendo ê, menina malina! 🙂 

    E como são bonitos os gramofones ! Vou procurar um aqui para casa 😉

  2. O NOME DA COISA

    No museu do Nirez tive a oportunidade de conhecer um rolo fonográfico. Tratava-se de uma peça cilíndrica, que tinha um registro musical, do tempo em que não existia o disco de cera. Com o advento deste, o rolo saiu de cena. Entre os vários motivos, por ser menos prático do que o disco. O rolo fonográfico, por exemplo, não permitia a feitura de cópias. Assim, cada um deles era gravado isoladamente, com o cantor e a orquestra se esfalfando por uma tiragem que não era lá grande coisa.
    Pois bem, ganhando ou adquirindo (não recordo o detalhe) o tal rolo, Nirez precisou remetê-lo. do Rio de Janeiro para Fortaleza onde fica o seu inigualável museu. E, para tanto, procurou os serviços de uma companhia aérea bastante conhecida.
    No balcão da companhia, por ser de praxe, uma funcionária pediu a identificação do objeto. E fez anotações.
    Tempos depois, em Fortaleza, ao conferir a raridade que em boa hora conseguira para o acervo do Museu Cearense da Comunicação, Nirez se surpreendeu. Com o nome que constava no aviso de remessa desse objeto: rolo pornográfico. 

    http://preblog-pg.blogspot.com.br/2008/02/o-nome-da-coisa.html

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      28 março, 2008

      O rolo que deu rolo

       Levado pelo clínico Eduilton Girão, um dia fui conhecer o Arquivo Nirez. Estimo que possa ter sido há uns vinte anos; numa manhã de sábado, certamente. O jornalista Blanchard Girão e o Sr. Ferrer, de Oeiras – Piauí, foram as outras agradáveis companhias do grupo que se formou para visitar este museu no bairro Rodolfo Teófilo.
      O próprio Nirez, como é conhecido Miguel Ângelo de Azevedo, foi quem nos ciceroneou na inesquecível incursão que fizemos àquele mundo de sons, imagens e objetos da comunicação. 
      Pensar que tudo começou por volta de 1958. Quando Nirez passou a colecionar os seus primeiros discos de cera, os quais constituem a base do acervo que reúne na casa de n° 560 da rua Prof. João Bosco (onde ele até hoje reside). E que, com o passar do tempo, foi o acervo expandido para outros campos como fotografias, rótulos, revistas e objetos diversos.

      No Arquivo do Nirez tive a oportunidade de conhecer, entre outras coisas, um rolo fonográfico. Trata-se de uma peça cilíndrica que traz um registro musical, sendo do tempo em que não havia o disco de cera. Com o advento deste, o rolo saiu de cena. Entre os vários motivos, por ser menos prático do que o disco. O rolo fonográfico, por exemplo, não permitia a feitura de cópias. Assim, cada um deles era gravado isoladamente, com o cantor e a orquestra a se esfalfarem para obter a tiragem de… um só exemplar.
      Pois bem, ganhando ou adquirindo (não recordo o detalhe) o tal rolo, Nirez precisou remetê-lo. do Rio de Janeiro para Fortaleza. E, para tanto, procurou os serviços de uma companhia aérea bastante conhecida.
      No balcão da companhia, por ser de praxe, uma funcionária pediu a identificação do objeto. E fez as anotações.
      Tempos depois, em Fortaleza, ao conferir a raridade que em boa hora conseguira para o acervo do museu, Nirez ficou surpreso. Com o nome que constava no aviso de remessa desse objeto: rolo pornográfico. Postado por às 07:02 rcadores: 

       

  3. Arquivo Nirez

    Levado pelo clínico Eduilton Girão, um dia fui conhecer o Arquivo Nirez. Estimo que possa ter sido há uns vinte anos; numa manhã de sábado, certamente. O jornalista Blanchard Girão e o Sr. Ferrer, de Oeiras – Piauí, foram as outras agradáveis companhias do grupo que se formou para visitar este museu no bairro Rodolfo Teófilo.
    O próprio Nirez, como é conhecido Miguel Ângelo de Azevedo, foi quem nos ciceroneou na inesquecível incursão que fizemos àquele mundo de sons, imagens e objetos da comunicação. 
    Pensar que tudo começou por volta de 1958. Quando Nirez passou a colecionar os seus primeiros discos de cera, os quais constituem a base do acervo que reúne na casa de n° 560 da rua Prof. João Bosco (onde ele até hoje reside). E que, com o passar do tempo, foi o acervo expandido para outros campos como fotografias, rótulos, revistas e objetos diversos. 

    http://blogdopg.blogspot.com.br/2008/03/o-rolo-que-deu-rolo.html

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