Cometa maior que Austrália passa próximo à Terra em novembro

Um cometa de cinco mil quilômetros de diâmetro e 91,7 mil quilômetros de comprimento de cauda poderá ser visto a olho nu da Terra em novembro deste ano, sendo um dos mais brilhantes já observados. “Ison” foi observado pelo telescópio espacial Hubble enquanto se aproximava do planeta Júpiter, a uma distância de 621,2 milhões de quilômetros de distância da Terra. De acordo com a Nasa (Agência Espacial Norte-americana), que divulgou imagens do cometa nesta terça-feira (23), as dimensões do cometa o tornam, em comparação, maior do que a Austrália.

O nome do cometa foi dado em homenagem à equipe que o descobriu: Rede Internacional de Ciência Óptica, ISON, na sigla em inglês. Os responsáveis pela descoberta foram os cientistas russos Vitali Nevski e Novichonok Artyom, que encontraram o astro dia 21 de setembro do ano passado através de imagens registradas com um telescópio refletor de apenas 40 centímetros.

Durante sua trajetória pelo nosso sistema solar, o cometa chegará a menos dois milhões de quilômetros de distância do Sol, o que fará com que sua massa formada por rocha e gelo comece a se desintegrar e liberar fragmentos – o que tornará sua cauda maior e mais brilhante. Os cientistas acreditam que tal fenômeno, comum em cometas, torne o Ison especialmente mais brilhante do que qualquer outro já observado, podendo ser mais brilhante no céu que a Lua cheia.

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