A conta que não foi feita

A opinião pública está careca de ouvir falar do déficit da Previdência. Ou o Brasil mata os velhinhos, ou os velhinhos acabam com o Brasil.

Vamos às contas que não foram feitas pelo grupo de conjuntura do IPEA (Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas), nem pelo Fábio Giambiagi, o Armando Castellar e o Raul Velloso:

1. A Previdência paga a aposentadoria para os velhinhos e menos velhinhos.

2. O dinheiro é gasto em despesas básicas. Apesar da desoneração da cesta básica, a maior parte dos produtos têm impostos diretos. Nunca se calculou quanto desse recurso volta para os estados, na forma de impostos.

3. O dinheiro recebido move muitas economias do interior, especialmente as pequenas cidades nordestinas. Nunca se mediu o impacto econômico desse dinheiro. Hoje em dia há multinacionais de porte, como a Nestlé e a Phillips, preparando ofensivas sobre esse mercado de classe D. Além da primeira onda de impostos pagos (pelos próprios aposentados), que volume adicional é arrecadado com o efeito multiplicador sobre a atividade econômica da região?

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