A taxa de risco e a SELIC

Eis um resumo da capa da próxima edição do Guia Financeiro, da Agência Dinheiro Vivo (www.dinheirovivo.com.br)

A redução do risco Brasil para perto dos 200 pontos é mais um fator de pressão para a queda dos juros internos. E entrada de capital financeiro no Brasil é regulada pela chamada taxa de arbitragem – que consiste na taxa básica dos títulos americanos, mais o risco Brasil (cada 100 pontos equivale a um ponto a mais na taxa) mais um pouco por conta do risco de volatilidade do câmbio.

Quando a taxa Selic está muito acima dessa taxa de equilíbrio, há uma inundação de dólares no país, apreciando o Real, dificultando mais ainda a vida dos exportadores e dos setores que concorrem com produtos importados, obrigando o Banco Central a comprar dólares para segurar a queda, pressionando a dívida fiscal.

Segundo avaliações do grupo “Tornos e Planillhas” – grupos de economistas que se reúne mensalmente na Agência Dinheiro Vivo –, a taxa Selic de equilíbrio, hoje, poderia ficar por volta de 8% a 10%. Com 8%, o dólar poderia voltar a R$ 2,40, refrescando um pouco as pressões sobre as exportações.

Com o BC tornando-se cauteloso, enquanto os investidores externos mostram-se entusiasmados com as perspectivas de ganhos no Brasil, a tendência será mais apreciação do câmbio.

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