A volta dos governadores

Nas sabatinas com candidatos ao governo do Estado, que a Agência Dinheiro Vivo ajudou a coordenar para a Associação Paulista dos Jornais (APJ), a posição explícita de Orestes Quércia e José Serra, a implícita de Aluízio Mercadante, mostra uma nova realidade para 2007: qualquer que seja o eleito, o governo federal não vai ter a moleza que encontrou com os governadores estaduais no primeiro mandato de Lula.

Quércia fala em renegociação da dívida acertada com a União no governo FHC -que consome 13% da receita líquida do Estado. Serra fala em trazer para os estados a arrecadação do PIS-Pasep. Mercadante fala em “cooperação” com o governo federal.

Seja o nome que se dê, assim como no segundo governo FHC, com as limitações para aumento de impostos, haverá uma disputa pesada entre estados e União. Principalmente porque, com novo governador, São Paulo poderá assumir a liderança na nova frente de governadores eleitos.

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