Cinco questões para Monica de Bolle. 1 – a nova teoria monetária

A economista brasileira Mônica De Bolle trabalhar com Oliver Blanchard no Peterson Institute for International Economics. Blanchard é um economista francês, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional e, nos últimos anos, tornou-se um crítico da ortodoxia econômica.

Suas teses foram apropriadas, de alguma forma, pelo MMT, a nova política monetária, tese defendida no Brasil por André Lara Rezende. Segundo a tese, como o governo é emissor de moeda, teoricamente não haveria restrições para os gastos públicos, nem relações automáticas entre déficit fiscal e inflação. Há críticas de Blanchard sobre a maneira como suas teses foram reelaboradas.

Combinei com Mônica De Bolle cinco entrevistas sobre o questionamento da ortodoxia nos grandes centros. A primeira é justamente sobre o MMT.

As entrevistas constituem-se em um esforço para começar a derrubar as diferenças que historicamente marcaram escolas de pensamento no Brasil e buscar o consenso nos grupos que, assim como na Europa e nos Estados Unidos, procuram fortalecer espaços de mediação para enfrentar a onda da ultra-direita.

 

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