Consumidor irá arcar com aumento dos gastos com termelétricas

Despesas devem subir de R$ 9 bi para R$ 13 bi, segundo projeções do Ministério de Minas e Energia; gastos batem recorde histórico

Jornal GGN – Os gastos com termelétricas devem chegar a R$ 13,1 bilhões neste ano, que devem ser repassados aos consumidores. Os prognósticos são do Ministério de Minas e Energia, a partir de simulações do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS).

O montante representa um acréscimo de 45% em relação aos dados projetados em junho, que consideravam um custo de R$ 9 bilhões. E esse aumento é repassado aos consumidores via bandeira tarifária – e, se a arrecadação com as bandeiras não for suficiente para cobrir os custos, o repasse se dá via tarifa de energia.

Procurados pelo portal G1, tanto o Ministério das Minas e Energia como a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) dizem que tais ações buscam preservar a água dos reservatórios de hidrelétricas, e que o acionamento de mais termelétricas tem ajudado a garantir o fornecimento de energia.

Na última sexta-feira (09/07), a geração de energia via termelétricas chegou a 19,2 mil megawatts médios (MWmed), valor considerado recorde na série histórica. Em janeiro, a produção térmica não passou dos 15,4 mil MWmed em janeiro deste ano. Na crise energética de 2014, o recorde diário foi de 15,8 mil MWmed.

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