Defesa da transposição

Enviado por: Isidoro Humberto

Caro Nassif

O muito que se discutiu da Transposição, foi absolutamente equivocado. O projeto é bom, não seca o rio, isso é uma mentira. É necessário verificar que o solo desnudo daquela região, é um grande refletor de calor para a atmosfera, contribuindo em muito para o efeito estufa. O besteirol desfiado pelo padre que fez a greve de fome, fez com que muitos sem sequer saber o que era o projeto ficassem contra o projeto. Sob o ponto de vista do aproveitamento da energia solar onde ela é máxima, o projeto pode ser um grande pólo na região e mais sem retirar as pessoas do local. È falsa a historia que a água vai passar longe das populações pobres, como disse um dos comentários, pois as margens desapropriadas justo para assentamentos de pequenos produtores.

O Ministro Ciro Gomes propôs uma comissão de fiscalização da sociedade durante audiência pública para evitar qualquer comentário que é um projeto para beneficiar empreiteiras, como disse o mesmo comentário de alguém neste blog.

Como se vê , comentários de pessoas que são contra sem conhecer, nem o projeto nem a discussão que houve sobre ele. Do ponto de vista ambiental, é necessário saber que a única forma de aproveitamento da energia solar de forma a evitar o efeito estufa, e o estimulo da fotossíntese. E ainda com a vantagem de revestir o solo com área verde , o que diminui a reflexão solar naquela região, que é altíssima devido a perpendicularidade de incidência e alto coeficiente de reflexão do solo nu.

Outro aspecto importante, é a detenção da desertificação que esta avançando naquele local. Um outro será o de propiciar que aquelas pessoas tenham contato com um nível de tecnologia superior ao que vivem hoje, o que possibilitaria um avanço e a fixação do pequeno produtor. Uma das falas do Padre era que era necessário conviver com o semi-árido. Nada mais errado é maldoso, pois implica em manter as pessoas sempre com a esperança da chuva e o credo da fé , que aquela é a vida que Deus deu e não há como sair dela, é o destino. Isso me parece de uma maldade sem tamanho, podemos observar o Punjab indiano, que hoje é o local onde se tem os maior indice de produtividade da india eos melhores indices educacionas, num local onde um projeto implantado sofreu , na sua implantação a resistencia inclusive do Banco Mundial. Outro local do qual não se precisa falar é a california, um deserto que se transformou no local mais rico do planeta, isso devido ao barramento de rios e projetos de irrigação. Pode-se tomar tambem os projetos de assentamento da espanha franquista, que apesar do fascismo, foram dos mais bem sucedidos do mundo em um local deserto. Minha experiencia em projetos em Africa, me diz que nunguem aprende novas tecnologias se não tiver o mínimo de contato com elas e nem deixa que o destino pré programado , como defende o relifgioso que fez a greve de fome, seja o condutor de suas vidas. a relação com a vida muda, com a produção organizada. Com relação aos produtos que podem ser ali produzidos, podemos dizer que o teor de açucar poderá ser controlado para se obter por exemplo frutos, de qualidade superior a qualquer parte do planeta, com a vantagem de se ter um controle eficaz de pragas que só aparecem devido a umidade, portanto irrigação por gotejamento ou mesmo a aspersão poderá produzir a custos mais baixos que em locais de precipitãção pluviométrica mais elevada.

O que se formou em torno do projeto foi uma corrente do Hay gabierno, soy contra, e muitas vezes baseada em racionalidades que foram arranjadas para justificar o anti governo. houve até um estudo que dizia que especies de peixes do São Francisco em contato com os de outra bacia iriam causar danos ambientais terríveis. Pura bobagem, pois só bombeamento a pressões elevadas, nenhuma espécie sobreviveria.

Portanto, o que mais se quer é perpetuar a situação de miséria daquela população. Basta dizer que havia 4 bispos do nordeste a favor da transposição e a mídia não deu a mínima pra eles, mas deu total cobertura à chantagem de D. Luis Capio.

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