Re: A remuneração dos executivos

O jornalista responsável pela matéria, e os profissionais das entidades de classe, Órgões Fiscalizadores e especialistas em RH, continuam a falar de, somente, até onde alcançam. 

Os mais bem pagos não estão na lista. Esses são remunerados, indiretamente com compra, a preço de “pai para filho”, de participações societárias de empresas de capital fechado e/ou sediadas em Off-Shores, que, juntas, consolidam lotes expressivos de ações de uma única empresa de capital aberto, nacional.

Foi, assim, que o controle das Lojas Americanas foi, sutil e gradualmente, adquirido, em Bolsa,  por volta de 1980, apesar de, à época, já serem as ações ordinárias, escriturais, e custodiadas por um grande banco. Este, no seu “gigantismo paquidérmico”, não percebeu a movimentação, mesmo sendo as empresas e as pessoas “residentes no Brasil”.

Mas, a Revista Forbes, também, não está livre da incompetência, neste aspecto, principalmente quando avalia fortunas na América Latina, países do Leste Europeu e dos Reis, Príncipes e Sheikes árabes.  A difilcudade, especialmente desses últimos, é que o a patrimônio das pessoas físicas, se confunde com o do Estado.

No Brasil, com certeza, só mediram PLs visíveis. Senão, a ordem seria outra.  

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