Número de horas pagas na indústria varia -1,2% em julho

Jornal GGN – Em julho de 2015, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria, já descontadas as influências sazonais, apontou recuo de 1,2% frente a junho, registrando sua quinta taxa negativa consecutiva, acumulando nesse período uma perda de 4,6%, de acordo com os dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Com esses resultados, o índice de média móvel trimestral mostrou redução de 1,1% no trimestre encerrado em julho de 2015 frente ao patamar assinalado no mês anterior e manteve a trajetória descendente iniciada em maio de 2013.

Na comparação com julho de 2014, o número de horas pagas aos trabalhadores da indústria apresentou uma redução de 7,2% em julho, 26ª taxa negativa consecutiva neste tipo de confronto e a mais intensa desde julho de 2009 (-7,3%). O índice acumulado de janeiro a julho de 2015 mostrou recuo de 6%, ao passo que a variação acumulada nos últimos 12 meses, ao passar de -5,3% em junho para -5,5% em julho, manteve a trajetória descendente iniciada em setembro de 2013 (-1,0%).

O número de horas pagas no confronto com igual mês do ano anterior apresentou perfil disseminado de queda, já que os 18 ramos pesquisados apontaram redução. As principais influências negativas vieram de meios de transporte (-13,4%), alimentos e bebidas (-3,8%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-14,1%), máquinas e equipamentos (-8,8%), produtos de metal (-10,4%), outros produtos da indústria de transformação (-11%), borracha e plástico (-8,4%), calçados e couro (-8,7%), vestuário (-5,0%), metalurgia básica (-9,4%), produtos têxteis (-5,5%), papel e gráfica (-4,7%) e refino de petróleo e produção de álcool (-9,7%).

No índice acumulado nos sete primeiros meses de 2015 houve recuo de 6% no número de horas pagas, com os dezoito setores pesquisados apontando redução. Os impactos negativos mais relevantes na média global da indústria foram verificados nos ramos de meios de transporte (-10,9%), produtos de metal (-10,8%), máquinas e aparelhos eletroeletrônicos e de comunicações (-12,0%), alimentos e bebidas (-2,7%), máquinas e equipamentos (-7,7%), outros produtos da indústria de transformação (-9,6%), calçados e couro (-9,6%), vestuário (-5,0%), metalurgia básica (-8,5%), papel e gráfica (-4,4%), minerais não-metálicos (-3,8%), borracha e plástico (-3,7%) e refino de petróleo e produção de álcool (-8,7%).

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