O Brasil dos 3 patetas não tem maneira de dar certo, por Luis Nassif

Os grandes jogadores atuam com outra lógica. Primeiro, estimam o cenário de médio prazo. Depois, traçam uma linha entre o presente e o futuro. E vão acompanhando o mercado.

No período em que convivi com o banqueiro Walther Moreira Salles, o Brasil estava em moratória e havia a necessidade de uma negociação penosa com os credores e governos nacionais. Em um de nossos almoços, um dos filhos indagou como ele faria pra renegociar a dívida, ele que foi o grande negociador da dívida externa brasileira nos anos 50.

Ele foi objetivo. Chegaria nos Estados Unidos e marcaria um encontro com um irmão do presidente George Bush em um clube de tênis em Nova York. Depois, encontro com outro  americano ilustre em um clube social de Washington. Indaguei dele sobre as tecnicalidades da negociação. Moreira Salles foi sucinto:

– Podem existir computadores, planilhas, tecnicalidades. Mas, na diplomacia nada substitui as relações pessoais.

Nos últimos tempos, o chanceler Ernesto Araújo, o idiota,  se vangloriava do país ter se tornado um pária internacional. Confrontado com a realidade, assumiu-se como pária:  “Sim, o Brasil hoje fala de liberdade através do mundo. Se isso faz de nós um pária internacional, então que sejamos esse pária”.

Hoje a vacinação depende de produtos ativos importados da China e do Índia. E não há uma interlocução sequer entre Itamarati e a diplomacia desses países.

É a comprovação chocante da irresponsabilidade de sucessivos governos. Em outros países, o início da Covid levou a ações de emergência, juntando instituições públicas e privadas visando conferir autonomia ao país, na produção de insumos essenciais.

Por aqui, o governo Bolsonaro não se preveniu nem em relação a insumos básicos, como seringas e oxigênio. E deparou-se, na China e na Índia, com a demanda mundial pressionando pelos insumos, e sem nenhuma interlocuação diplomacia.

A explicação de Ernesto foi simples: a falta de insumos não se deve a problemas diplomáticos, mas a excesso de demanda. É óbvio!, Ernesto. É nesses momentos que a diplomacia se torna essencial, pela capacidade de cortar etapas, de colocar interesses recíprocos nacionais furando a fila das demandas.

Outra idiotice nacional é tomar o pulso da economia pelo mercado. Diariamente, notáveis analistas de mercado são consultados para saber por que a bolsa subiu ou caiu e, com isso, vão monitorando ações de governo em benefício do mercado.

Os grandes jogadores atuam com outra lógica. Primeiro, estimam o cenário de médio prazo. Depois, traçam uma linha entre o presente e o futuro. E vão acompanhando o mercado, criando pequenas expectativas aqui e ali, uma perspectiva de reforma (que não mudará em um centímetro a realidade) aqui,  outro ali. Mas sabendo que no final da linha haverá ou um boom ou um desastre.

É evidente que o cenário futuro é de desastre:

1. Um trapalhão no Ministério da Saúde, Eduardo Pazuello, precisando administrar uma estratégia complexa, de garantir insumos, mapear vacinados, garantir a segunda vacinação no prazo, cuidar da logística.

2. Outro trapalhão no Ministério da Economia, que garante que a economia vai se recuperar daqui a alguns meses, por isso não haveria necessidade de renovar a ajuda de emergência agora – que seria essencial para permitir à economia se recuperar mais adiante.

3. O terceiro trapalhão no Itamarati.

Não há nenhuma possibilidade de dar certo.

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23 comentários

  1. Não é justo ligar o nome da série que me faz rir, os Três Patetas,com esse trio da p q p. Assim como não acho justo relacionar o recruta zero e o sargento tainha a Bolsonaro e Pazzuello.

    • Walther Moreira Salles, Lacaio da Banca Lavanderia de Dinheiro do Governo GV e JK, voltando de ofertar mais um pedaço do Brasil em pagamento de uns trocados que estes Governos haviam conseguido dos NorteAmericanos?!!! Um Planeta em reconstrução e cabeça torna-se em rabo? E tem Aqueles que diariamente ficam a endeusar a Mediocridade !!! Nosso Projeto de Nação !!! Nosso melhores Anos !!! Industrialização Tardia de Eugênio Gudin com Indústrias são para a Bélgica !!! FORD, primeiramente com Ditador Fascista fazendo BIOPIRATARIA na Amazônia com Nossa Borracha e Nossa Seringueiras e depois com seu Lacaio JK desembarcando no país para mais 70 anos entre Preços Extorsivos, Desindustrialização, Exploração, Vender “CARROÇAS” e TCHAU !!!! Tinhamos Voto Livre e Facultativo numa Democracia.
      Trocamos isto por Ditador Caudilho Fascista e seus Lacaios Tancredo Neves, Jango, JK, Leonel Brizola,….Tínhamos Simonsen e Barão do Rio Branco. Trocamos isto por Moreira Salles e Eugênio Gudin. Tínhamos Rui Barbosa, Luiz Gama, Machado de Assis, Santo Dumont,…trocamos isto por MEC. 90 anos de Projeto tão vitorioso. O problema deve ser os 2 anos do Guedes. Pobre país rico. Alguém escreveu por aqui que o velho (90 anos) já morreu e o novo ainda não pode nascer. Não nasceu, mas precisamos enterrar o ‘velho’. Está fedendo há pelo menos 40 anos redemocratas. Mas de muito fácil explicação.

      • “…Tínhamos voto livre e facultativo numa democracia…”
        Única frase que presta em mais um texto do tresloucado integralista Zé Sérgio… Serã que é um robô???

      • Talvez em alguma situação meu QI faça a diferença.
        Se alguns desavisados e inocentes utilizadores dos dedinhos se conterem,você nunca mais vai dar as caras por aqui.
        O Companheiro Uchoa,alertado por mim,já jogou areia no seu brinquedo.
        Leve como lembrança meu dedo médio ou o do meio.

      • Precisamos urgentemente de ‘defensores’ desse mostro da economia atual com mais competência em seus argumentos. Matar (desqualificar) por matar a história passada e recente do Brasil é pura jogada ideológica de vocês mercenários do povo brasileiro.

    • Aproveito o seu comentário, Junia, para indagar a Nassif o que ele quis dizer, ao começar o sexto parágrafo com essa frase: “É a comprovação chocante da irresponsabilidade de sucessivos governos.” Transfere para sucessivos governos os maus resultados da péssima atuação do idiota?

  2. Espero que os chineses não sejam burros.
    Porque se ficarem segurando os insumos da Coronavac, prontos para ser enviados ao Brasil, vão acabar conseguindo o que os Bolsonaros mais querem: criar uma repulsa generalizada contra a China.
    Se acontecer isso, adeus venda de equipamentos para rede 5G ao Brasil. Quem vai confiar em alguém que segura vacinas, vitais para a vida de todos neste momento?
    O assunto vacina é sério demais para qualquer uma das partes brincar com isso.
    Quanto à Índia, é conchavo de amigos…

  3. Assisti toda a cerimônia de posse do Joe Biden. Dava para cortar com faca o mal-estar e o medo no ar. A tensão era pelo sentimento de que a extrema-direita está acuada, mas está logo ali, dobrando a esquina, não foi de modo algum fragorosamente derrotada; e o medo era porque todos ali sabiam que eles podem voltar a qualquer momento; um medo que para estar presente em cada rosto na cerimônia nem mesmo precisava da ameaça feita por Donald Trump no momento exato da sua partida: “Nós voltaremos, de um modo ou de outro.”
    Não é como foi no final da Segunda Guerra. De forma alguma se pode respirar o ar da liberdade e a vitória cristalina da Democracia, não está sendo assim dessa vez, Trump recebeu mais de 74 milhões de votos, a maioria democrata na Câmara é de apenas 4 votos e no Senado a maioria nem existe de verdade, porque está 50 x 50, na dependência do voto de desempate da agora vice-presidente Kamala Harris. No ano que vem, novamente todos os 435 deputados e mais 34 senadores irão a voto. A Democracia está por um fio.
    Não é diferente no Brasil. Com toda essa tragédia da pandemia, ressaltando o horror no Amazonas, Bolsonaro perdeu popularidade, caiu de 35 para 32%; vai eleger seu candidato Rodrigo Pacheco para a Presidência do Senado, e na Câmara o “Brasil profundo” liderado por Arthur Lira está bem à frente do candidato da oposição – Que oposição?!?! O tal Baleia (que nome! Jesus!) é da turma do Temer.
    Que impeachment vai passar nessas circunstâncias? Nenhum. Ontem já eram 61 os pedidos protocolados, pois vão chegar a 100 até o final do mandato do Bolsonaro.
    O Procurador-Geral Augusto Aras soltou uma nota sombria, lembrando que o presidente pode decretar estado de defesa – é estado de sítio com nome diferente -, se houver tumulto.
    Há anos eu escrevo isso: o que está acontecendo nas democracias ocidentais é muito mais sério do que se pensa, ocorreu um colossal movimento das massas para a direita e as forças democráticas perderam o chão. E ninguém sabe por quê?

  4. Personagens de comédia pastelão do cinema mudo

    Keystone Cops

    Os Keystone Cops (Guardas Keystone) foram personagens de uma série de comédias pastelão do cinema mudo. Tratava-se de um grupo de policiais incompetentes que eram vistos sempre em tresloucadas perseguições motorizadas ou a pé nas ruas das cidades. Os filmes eram produzidos pelo célebre Mack Sennett para a sua companhia, a Keystone Studios, entre 1912 e 1917. A ideia foi de Hank Mann, que também interpretou o chefe de polícia Tehiezel no primeiro filme, antes de ser substituído por Ford Sterling. O primeiro filme foi Hoffmeyer’s Legacy (1912), mas a popularidade veio em 1913 com o curta The Bangville Police, estrelado por Mabel Normand.

    No início de 1914, Sennett começou a usar os Keystone Cops como coadjuvantes em comédias de Charlie Chaplin e Fatty Arbuckle. Os Keystone Cops apareceram assim no filme de Marie Dressler, Mabel Normand e Chaplin, uma comédia de Sennett chamada Tillie’s Punctured Romance (1914), bem como em Mabel’s New Hero (1913) com Normand e Arbuckle e Making a Living (1914) com Chaplin em sua primeira aparição nas telas na fase pré-vagabundo, In the Clutches of the Gang (1914) com Normand, Arbuckle e Al St. John e Wished on Mabel (1915) com Arbuckle e Normand, dentre outros.

    Curiosidades

    • “Keystone Cops” tornou-se uma expressão popular em inglês para referenciar algum tipo de trapalhada de autoridades ou grupo de pessoas. No filme Con Air, o agente do DEA Duncan Malloy, furioso com a incompetência dos guardas penitenciários, acusa Vince Larkin de montar uma operação “Keystone Cops”.
    • A popularidade dos Keystone Cops é apontada como um fator que levou as forças policiais americanas a terem, aos poucos, abandonado os uniformes em estilo britânico, principalmente o característico chapéu alto.

  5. Nassif,
    É isto, com estes cavalos não existe a menor possibilidade de qq coisa dar certo, o que dirá a administração de um governo que está se decompondo no ar, governo de um país que caiu da 6ª para a 13ª colocação no ranking do PIB em dois anos, vamos e venhamos, uma proeza difícil de ser igualada e que continuará avançando, talvez chegue próximo da 30ª posição. Deve ser porque a recuperação em V do moleque PGuedes ainda não engrenou e também não conseguiu pegar no tranco.
    Além dos 3 Patetas existem outros 3 Partetas, um deles responsável pelas fake news, o outro é aquele que morre de medo quando ouve o nome de Paulo Marinho e o terceiro é aquele que, por saber fazer hamburger, quase foi transformado em embaixador do brasilsil nos usa.
    Em comum, nenhum dos três boçais se sustenta diante de um processo sério a respeito das rachadinhas e muito mais.
    Em resumo, são dois elencos de 3 Patetas a destruir sistematicamente qq possibilidade de êxito que o país possa necessitar. Como eu já disse, ” se cercar, vira hospício, se cobrir, vira circo”.

  6. Pazuello nomeia ‘master coach’ hipnólogo como assessor

    Marcos Eraldo Arnoud, o “Markinhos Show”, já atuava desde dezembro como marqueteiro do general da ativa

    Mateus Vargas – 20 JAN2021

    BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, formalizou nesta quarta-feira, 20, a entrada de Marcos Eraldo Arnoud na pasta. Conhecido como “Markinhos Show”, ele foi nomeado assessor especial, mas já atuava desde dezembro como marqueteiro do general da ativa e chefe da comunicação do ministério.
    A nomeação ocorre no momento em que Pazuello é criticado por dar informações equivocadas e contraditórias, além de manter uma relação conflituosa com a imprensa. Nesta semana, por exemplo, após meses de defesa e entrega em massa pelo governo federal de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19, como a cloroquina e a hidroxicloroquina, o ministro disse que nunca estimulou o uso destes tratamentos.

    Em seu site, “venda para o cérebro”, Markinhos se define como “Palestrante Motivacional, Master Coach, Análista em Neuromarketing, Especialista em Marketing, SEO, Hipnólogo, Mentalista, Practitioner em PNL, Músico, Empreendedor e Especialista em Marketing Político.”

    Markinhos participou de algumas das decisões recentes da Saúde que acabaram frustradas. Por exemplo, adesivar o avião que iria para a Índia buscar dois milhões de doses prontas de vacina de Oxford/AstraZeneca com slogan da campanha de vacinação brasileira. Por falta de aval da Índia, que desejava uma operação discreta para evitar críticas internas, a aeronave ainda não tem data para decolar.

    Também era do novo assessor especial a ideia de realizar um evento no Palácio do Planalto, no dia 19, para abrir a campanha de imunização no País. Um idoso e um profissional de saúde poderiam ser vacinados dentro do Planalto, como revelou o Estadão, mas a operação foi cancelada quando o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), passou na frente e fez a primeira foto da vacina minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso emergencial da Coronavac.

    Nas redes sociais, Markinhos tem feito a defesa do chefe e respondido às críticas sobre a atuação de Pazuello. Em plena crise pela falta de oxigênio em Manaus (AM), que coloca em risco pacientes da covid-19 e até bebês prematuros, o marqueteiro lançou dúvidas sobre como o governo local usou o dinheiro enviado pela gestão federal. “Com todos esses bilhões que foram para Manaus, não tiveram um centavo para montar uma fábrica de oxigênio em cada hospital? Não sobrou um real para comprar um cilindro? Enfiaram todo esse dinheiro no c…” A corrupção mata! (sic.)”, escreveu o Markinhos, no Twitter.

    @Markinho_Show

    Com todos esses bilhões que foram para Manaus, não tiveram um centavo para montar uma fábrica de oxigênio em cada hospital? Não sobrou um real para comprar um cilindro? Enfiaram todo esse dinheiro no c…” A corrupção mata!

    https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/pazuello-nomeia-master-coach-hipnologo-como-assessor,d356dcb5622ff46e74c6410f4627da31wm7zwqzu.html?fbclid=IwAR2VQ-hCVBZj4uN53Gc-t_pUp6TEbGhfoyiKMneAJHGwZZeH9T1481W8S6k

  7. Pazuello nomeia ‘master coach’ hipnólogo como assessor

    Marcos Eraldo Arnoud, o “Markinhos Show”, já atuava desde dezembro como marqueteiro do general da ativa

    Mateus Vargas – 20 JAN2021

    BRASÍLIA – O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, formalizou nesta quarta-feira, 20, a entrada de Marcos Eraldo Arnoud na pasta. Conhecido como “Markinhos Show”, ele foi nomeado assessor especial, mas já atuava desde dezembro como marqueteiro do general da ativa e chefe da comunicação do ministério.

    A nomeação ocorre no momento em que Pazuello é criticado por dar informações equivocadas e contraditórias, além de manter uma relação conflituosa com a imprensa. Nesta semana, por exemplo, após meses de defesa e entrega em massa pelo governo federal de medicamentos sem eficácia comprovada contra a covid-19, como a cloroquina e a hidroxicloroquina, o ministro disse que nunca estimulou o uso destes tratamentos.

    Em seu site, “venda para o cérebro”, Markinhos se define como “Palestrante Motivacional, Master Coach, Análista em Neuromarketing, Especialista em Marketing, SEO, Hipnólogo, Mentalista, Practitioner em PNL, Músico, Empreendedor e Especialista em Marketing Político.”

    Markinhos participou de algumas das decisões recentes da Saúde que acabaram frustradas. Por exemplo, adesivar o avião que iria para a Índia buscar dois milhões de doses prontas de vacina de Oxford/AstraZeneca com slogan da campanha de vacinação brasileira. Por falta de aval da Índia, que desejava uma operação discreta para evitar críticas internas, a aeronave ainda não tem data para decolar.

    Também era do novo assessor especial a ideia de realizar um evento no Palácio do Planalto, no dia 19, para abrir a campanha de imunização no País. Um idoso e um profissional de saúde poderiam ser vacinados dentro do Planalto, como revelou o Estadão, mas a operação foi cancelada quando o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), passou na frente e fez a primeira foto da vacina minutos após a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) liberar o uso emergencial da Coronavac.

    Nas redes sociais, Markinhos tem feito a defesa do chefe e respondido às críticas sobre a atuação de Pazuello. Em plena crise pela falta de oxigênio em Manaus (AM), que coloca em risco pacientes da covid-19 e até bebês prematuros, o marqueteiro lançou dúvidas sobre como o governo local usou o dinheiro enviado pela gestão federal. “Com todos esses bilhões que foram para Manaus, não tiveram um centavo para montar uma fábrica de oxigênio em cada hospital? Não sobrou um real para comprar um cilindro? Enfiaram todo esse dinheiro no c…” A corrupção mata! (sic.)”, escreveu o Markinhos, no Twitter.

    @Markinho_Show
    Com todos esses bilhões que foram para Manaus, não tiveram um centavo para montar uma fábrica de oxigênio em cada hospital? Não sobrou um real para comprar um cilindro? Enfiaram todo esse dinheiro no c…” A corrupção mata!

    https://www.terra.com.br/noticias/coronavirus/pazuello-nomeia-master-coach-hipnologo-como-assessor,d356dcb5622ff46e74c6410f4627da31wm7zwqzu.html?fbclid=IwAR2VQ-hCVBZj4uN53Gc-t_pUp6TEbGhfoyiKMneAJHGwZZeH9T1481W8S6k

  8. a se imaginar: à intricada legislação trabalhista (consolidada) por Getúlio Vargas ainda lobrigava-se trabalhos escravos {isso com um aparato técnico q envolve (ia) ministérios pudicos do trabalho, juízes “classistas”, auditores/delegados do trabalho, sindicatos} imagine com as “reformas”, como as da tribo de levy, em q modificaram o seguro desemprego à proporcionalidade do q o trabalhador dispendeu no tempo = se um mês então 1/12 de féria. uma lei do abono q adveio de Jango foi refogada (assim msm) ao sabor de nossos intelectuais da imprensa económica em apoio ao generaleco mourão q advogava o fim do 13o.
    só haverá mudança via violência, ou seja, luta de classes. basta percebermos o enaltecimento dos entregadores na pandemia e a negação das mãos das mulheres negras q preparam as comidas…
    a perversidade do capitalismo só se engrandece em países perversos.
    sem distribuição de terras aos que não a possuem tudo não passa de um exercício diário não de afirmação mas de sedição à vaidade…
    http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l4090.htm

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