O FED e a planilha

Do leitor Carlos de Brito,

Alan Blinder, que trabalhou no Fed durante o período Greenspan já mostrou que um Banco Central não deve seguir uma regra única, para evitar que a previsibilidade da sua ação facilite a ação dos demais agentes, que têm interesses próprios (lucro) e não necessariamente estão preocupados com o bem público (dever de um BC)(ver “Bancos centrais: teoria e prática”, de 1999). Blinder discute longamente a questão de como usar vários modelos econométricos simultaneamente — daí as reuniões da diretoria do Fed serem tão importantes. Estranho que o BC brasileiro siga modelos facilmente perceptíveis pelos agentes. Donde a conclusão inevitável: falta imaginação aos cabeça de planilha.

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