O PIB, segundo o BNDES

Matéria de ontem do Valor dizia que o BNDES estava prevendo um PIB de meio a um ponto em 2009.

Hoje o jornal retifica a informação. O banco trabalhava com um crescimento do PIB de 3%. Reduziu em meio ponto a previsão – e não para meio ponto. Assim, sua previsão atual é de 2,5% de crescimento.

http://www.google.com/notebook/public/03904464067865211657/BDQbgSgoQtd2u1_Qj

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15 comentários

  1. Eu estranhei, pq a matéria
    Eu estranhei, pq a matéria era bem mais otimista que a manchete. E ainda estou a esperar pra ver o efeito do varejo e da construção civil na Formação Bruta de Capital, sobre o PIB do quarto trimestre.

    Acho que os analistas estão apostando muito que o tombo da indústria vai derrubar o PIB para baixo. O peso dela é relativo. É verdade que contamina, mas ….

    Me preocupa a indústria gaúcha com mais essa quebra na safra em função da seca.

  2. Perguntinha: um IPCA de 0,48
    Perguntinha: um IPCA de 0,48 é compatível com um PIB negativo?
    Ontem o presidente da Sadia anunciou recorde de vendas em dezembro e janeiro. Apesar da perda de 650.000 empregos em dezembro, quando seriam esperados uns 350.000 no efeito sazonal, o saldo no ano foi de 1,5 milhão.

    Teremos agora o aumento do mínimo e do Bolsa família. O PIB não é indústria, meus caros.

  3. Este números errados nos
    Este números errados nos jornais são uma constante.Não existe nenhuma reflexão a respeito deles. Qualquer dúvida remete-se ao informante,como se não fosse obrigação do jornalista indagar a respeito destes números.
    No caso em questão houve uma “incompreensão” do jornal mas,sem nenhuma reflexão.Este jornal,cujo foco principal é a economia,sabe que,até a previsão mais pessimista, do FMI ,indicava previsão de crescimento superior a publicada.
    A mídia nacional poderia perfeitamente publicar só press releases que o resultado seria o mesmo,tamanha a desinformação e má fé nestas reportagens.

  4. O título do post deveria ser
    O título do post deveria ser “O PIB segundo o jornal Valor”

    Uau!!! A maior barriga desde que inventaram a calculadora eletrônica!

    Se fosse engenheiro, médico, advogado ou comerciante iria enfrentar um processo….

  5. Barriga sua também Nassif,
    Barriga sua também Nassif, que disse não entender os 4% do mantega se o BNDES fala em 0,5%.

    Barriga é de quem escreve, não de quem cita.

  6. ->.”curioso engano para um
    ->.”curioso engano para um jornal de economia não é mesmo?”

    é bem mais fácil mandar mudar os números do que tomar atitude e intervir na realidade.

    governo Lula tenta realizar o impossível: fazer o omelete de superar a crise sem quebrar os ovos do Copom.

    vão atirar prá tudo que é lado, menos em direção ao centro do alvo: o BC e a pol’tica monetária ultra-ortodoxa.

    é um governo que não consegue esconder sua natureza: o conchavo pela cúpula – que dá continuidade a exasperante tradição brasileira de pactos conservadores entre as elites.
    .

  7. Creio que primeiro precisamos
    Creio que primeiro precisamos acabar com essa história de que crescimento de 1 ou 2,5% do PIB é bom diante da atual situação internacional.

    Seria bom se já estivéssemos esgotado os recursos da Política Monetária, como em países que o que os juros já estão em zero ou muito perto de zero. Não é o caso do Brasil, temos uma inflação controlada mas os juros da Selic estão acima dos 12% anuais, o que signiifica uma enorme aperto monetário. Crescimento de 1% que o COPM praticou um aperto mnetário desnecessário.
    Como estão demonstrando os vários Banco Centrais no Mundo zero é o limite para queda dos juros básicos.

    Precisamos derrubar os juros para 8 ou 9% nominais, o que permitira um queda dos juros e principalmente um alongamentos nos prazos dos financiamentos destinados à pessoa física.

    Casso isto ocorra no primeiro semestre, ocorrerá uma corrida pelos investimentos no setor privado alavancado os investimentos, e o BNDES já deu demonstrações que não faltaram recursos.

    O que precisa é a Política Monetária estimular a demanda, o resto vem sendo feito pelo Governo do Presidente Lula.

  8. Crescimento a 2.5% no Brasil
    Crescimento a 2.5% no Brasil em 2009!?!?

    Essa jah era.

    Fiquem felizes se nao houver contracao.

    Comemorem tambem se o deficit publico for menor que 5% do PIB.

  9. Crescimento do Brasil
    Crescimento do Brasil marolinha para o quarto trimestre de 2008 vai ficar abaixo dos EUA…

    Para os americanos foi -3.8% contra o trimestre anterior em taxas anualizadas. Minha aposta eh -6% contra o trimestre anterior em taxas anualizadas. Quem dah mais?

  10. pois é, Roberto São
    pois é, Roberto São Paulo/SP

    ->.”O que precisa é a Política Monetária estimular a demanda, o resto vem sendo feito pelo Governo do Presidente Lula.”

    precisa só alterar o principal!

    a matriz de todas as outras políticas: a política monetária – hoje terceirizada para um Copom ultra-ortodoxo a serviço dos mercados financeiros.

    precisa apenas fazer o fundamental.
    precisa apenas mexer no cerne da questão.
    precisa apenas mudar o que é mais básico.
    precisa apenas efetuar a mudança prioritária.

    precisa apenas compreender que sem mudar o BC todo o “resto” redundará em muito esforço para bem pequeno resultado.

    tentar superar a crise sem derrubar a ditadura do Copom se mostrará como o derradeiro e mais perigoso dos inúmeros equívocos cometidos do governo Lula.

    quem arcará com as consequências seremos todos nós. em especial os trabalhadores assalariados.
    .

  11. Do Uol
    Do Uol Economia
    http://economia.uol.com.br/ultnot/2009/02/06/ult4294u2240.jhtm

    06/02/2009 – 14h08
    Casa Branca pressiona Congresso após corte de 600 mil empregos nos EUA Da Redação Em São Paulo
    A Casa Branca está usando os dados sobre o deteriorado mercado de trabalho nos Estados Unidos para pressionar o Congresso do país a aprovar o plano econômico do presidente Barack Obama.

    “Se nós (o Estado americano) falharmos em agir, podemos perder outros milhões de empregos, e a taxa de desemprego pode atingir dois dígitos”, Christina Romer, chefe do Conselho de Consultores Econômicos de Obama, em comunicado…………..

  12. Considerando que o PIB de
    Considerando que o PIB de 2008 ficou em R$ 3 trilhões, um crescimento de 4% significaria um crescimento de R$ 120 bilhões além do diferencial de inflação dod IBGE em 2009, é muita coisa.

    A recuperação das vendas de véculos, única no mundo, mostra que o Ministro Guido Mantega está no caminho certo, e ele tem demonstrado ser um especialista em tirar leite de pedra, apesar da Política Monetária do COPOM.

    Vai depender de uma forte redução dos juros da Selic, mas as antecipações do projetos do PAC, o programa de troca de refrigeradores e um novo programa de construção de moradias populares, pode alavancar o PIB no segundo semestre de 2009.

    Além disso a forte queda do PIB no quarto trimestre de 2008, aumenta o impacto de um crescimento acelerado no quarto trimestre de 2009, e ainda é possível um aumento da demanda externa por conta dos programas de recuperação da atividade econômica internacional, nos EUA, Europa, Jaoão e China.

    Mas de qualqquer maneira é muito difícil, e quase imposssível caso o COPOM não altere radicalmmente a Política Monetária.

  13. Câmbio detém ”invasão
    Câmbio detém ”invasão chinesa”
    Crédito curto também impede o avanço das exportações asiáticas
    Cláudia Trevisan
    O temor da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) de que o Brasil seja invadido por produtos chineses que deixaram de ser vendidos para Europa e EUA em razão da crise global ainda não se refletiu nas estatísticas do comércio bilateral.

    Depois de crescer extraordinários 70% até setembro, as importações do país asiático desaceleraram a partir de outubro, quando a crise se agravou, e fecharam o ano com uma alta ainda impressionante de 59%.

    Em janeiro, os embarques chineses para o Brasil caíram 8%, a primeira retração da década………..
    ……..Quando o real se desvalorizou no fim do ano passado, vários importadores tentaram cancelar contratos realizados com a China a um câmbio de R$ 1,60, lembrou Frederico Clemente, diretor da Globalize, empresa que desde 2003 atua no comércio entre os dois países.

    “Antes da crise, um produto comprado na China a US$ 1 chegava no Brasil a R$ 3. Hoje, chega a R$ 4, R$ 4,50”, exemplifica. Clemente trabalha principalmente com exportações do país asiático para o Brasil nos setores de materiais de construção, ferramentas manuais, aço, produtos químicos para a indústria farmacêutica e moda.

    Seu faturamento caiu 30% desde setembro e despencou 50% em janeiro, mês tradicionalmente ruim em razão do Ano Novo chinês. Clemente observou que a desvalorização do real reduziu a competitividade de vários produtos que exporta.

    No caso das ferramentas, ele ressaltou que antes da crise os preços da Tramontina no Brasil eram 70% superiores aos dos produtos chineses. Agora, a diferença é de 25%, o que faz com que o importador prefira comprar no mercado nacional a correr os riscos de uma negociação internacional: “Os brasileiros estão com medo de importar porque não sabem o que vai acontecer com o dólar.”……………..

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