segunda-feira, junho 17, 2019
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    Economia

    UFMG: Não há como assimilar cortes sem prejuízos ao ensino, pesquisa e extensão

    Da UFMG Os abaixo-assinados, ex-reitores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), vêm a público manifestar sua indignação perante os ataques de diferentes naturezas de...

    O envenenamento da economia, por Alfeu

    As grandes corporações em vez de tentar uma solução possível no campo da economia, preferem utilizar deliberadamente métodos que visam agravar ainda mais essa crise.

    Reformas, falácias e estagnação, por Emilio Chernavsky

    A aprovação da reforma da Previdência levará ao aumento da confiança e à retomada dos investimentos?

    Nota sobre o uso da Conta Única do Tesouro, por José Luis Oreiro

    O erro trivial dessa crítica é derivado do fato de que no Brasil, ao contrário da sistemática utilizada pelo Fundo Monetário Internacional, não se considera a carteira livre do Banco Central como parte da dívida pública

    Enfiando a cabeça na areia, um Banco Central das avestruzes, por André Motta Araújo

    O Brasil não pode pretender ser uma praça financeira e disso viver, como Luxemburgo, Cayman ou Panamá. O Brasil é uma potência agrícola, mineral e deveria ser uma potência industrial.
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    Moro e Guedes: as âncoras de Bolsonaro que afundaram

    Se domínio nenhum das ferramentas de política econômica, Paulo Guedes vive de esperar a Reforma da Previdência, que mesmo se aprovada, não vai resolver a recessão

    Há 20 anos, estudos já mostravam que capitalização da Previdência era mau negócio

    Nota técnica sobre a PEC 06/19 mostra os impactos que as mudanças podem ter na vida dos brasileiros

    As despesas VIP do governo, por Paulo Kliass

    Seguem os cortes na Saúde e Educação, enquanto gastos com os juros da dívida pública aumentam: em abril, foram R$ 35 bilhões. Política econômica que só beneficia o rentismo pode ser revista — como já demonstraram até mesmo os EUA

    Quanto custa a burocracia na ciência? R$ 9 bilhões por ano

    Prejuízo associado ao tempo perdido por pesquisadores com funções burocráticas equivale aos orçamentos do CNPq e FNDCT juntos em 2016, segundo cálculo do Confies

    Sem crédito suplementar, Bolsonaro cometerá pedaladas no Orçamento

    Se o Congresso não liberar as quantias até a próxima semana, Bolsonaro terá que recorrer a operações de crédito, ou a máquina pública será paralisada

    Paralelos entre Hoover/Mellon e Bolsonaro/Guedes, por José Luis Oreiro

    A inação de Hoover/Mellon permitiu que uma recessão relativamente moderada em 1930 se transformasse na grande depressão de 1932. A dupla Bolsonaro/Guedes quer repetir o mesmo experimento, mas colher outro resultado

    Economês: panaceia para remediar todos os males, por Fernando Nogueira da Costa

    Economês é a linguagem em um estilo supostamente típico dos economistas. É linguajar destinado a não ser entendido senão por um grupo restrito.

    Presidente da CEF planeja destruição final da Odebrecht, por Luis Nassif

    A CEF perde, porque a recuperação judicial interromperá qualquer negociação bancária. E obrigará o banco a deságios vultosos para o comprador que se apresentar.

    A China não poderá se reproduzir nas colônias. A nova face do Imperialismo, por...

    Ou seja, não se tem mais um consumo motivado pela demanda que deveria criar a oferta, mas sim a oferta que gera a demanda criando necessidades, que darão a impressão da melhoria de vida

    Roberto Campos Neto, o fundamentalismo supersticioso no Banco Central, por Luis Nassif

    Repito: não há a menor possibilidade da economia sair da recessão, com pessoas do nível de Campos Neto e Paulo Guedes à frente.

    IBGE: indústria cresce 0,3% em abril, mas acumula queda de 2,7% no ano

    Produção está 17,3% abaixo do nível recorde alcançado em maio de 2011; desemprego forte reflete no ritmo menor da demanda, aponta especialista

    Dez truques do mercado para justificar o fracasso de suas políticas, por Luis Nassif

    O mesmo ocorrerá com a reforma da Previdência. O Congresso vai entregar uma parte da reforma e a economia continuará em profunda recessão. A alegação futura do mercado será a de que a reforma não foi suficientemente radical.

    Um curso para entender os principais indicadores econômicos

    Existe um número elevado de profissionais que entende que os conhecimentos em macroeconomia se tornaram cada vez mais necessários para suas atividades cotidianas.

    “É a demanda, estúpido”, lição para economistas da Praça é Nossa, por André Motta...

    Depois da tal "reforma da Previdência" não vem investimento se existir imensa capacidade ociosa na economia.

    Mercado reduz novamente projeção do PIB; crescimento previsto agora é de 1,13%

    Relatório confirma desaceleração da economia; no início do ano a previsão era um crescimento de 2,53% do PIB

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