Painel do dia

100 dias de Obama no poder

Sobrecarregado por uma crise financeira e econômica épica, o presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, fez muitas paradas nos três primeiros meses no cargo – e dividiu opiniões. Nos seus primeiros 100 dias de mandato, o Presidente Obama deixou muito claro que não tem medo de enfrentar as conseqüências financeiras e econômicas da bagunça que herdou. “Ele deve ser louvado por atacar o problema principal, e não recuar”, disse o economista Brian Bethune, da Global Insight. “A melhor analogia é que o presidente está disparando e criando uma passagem para as pessoas entrarem atrás dele. E isso cria uma dinâmica positiva, em um mínimo de (análise de) psicologia”.

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UE propõe regulação para fundos de hedge e aquisições

A União Europeia propôs a sua primeira lei sobre fundos de hedge e regulamentação para aquisições de companhias, acelerando a abrangência da reformulação global das regras, em resposta à crise financeira. Os gestores de fundos de hedge e firmas privadas de capital teriam que se reportar aos reguladores, no âmbito da proposta emitida hoje pelo braço executivo do bloco, em Bruxelas. A comissão também emitiu hoje novas recomendações sobre as práticas de remuneração de executivos, incluindo a cobertura dos chamados ‘pára-quedas dourados’ (acordo em que o empregado recebe um pacote de benefícios quando é demitido).

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Alemanha vê contração econômica de 6% em 2009

O governo alemão revisou acentuadamente as suas previsões para a economia este ano, para uma contração de 6%, ante uma queda de 2,25% esperada anteriormente, dizendo que a economia está passando pela pior recessão desde a Segunda Guerra Mundial, mas que vai se recuperar ligeiramente em 2010. O governo alemão disse, em suas projeções iniciais, que os estímulos fiscais e consumo privado vão dar suporte à maior economia da Europa, que é provável que cresça 0,5% em 2010.

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Ministro do Reino Unido defende aumento de impostos

O chanceler (ministro) de Finanças do Reino Unido, Alistair Darling, tem defendido o aumento da taxa de imposto de renda acima de 50%, dizendo que ser justo que aqueles com o “os ombros mais largos” paguem mais. Discursando na convenção anual do Instituto de Diretores, Darling disse que nenhum chanceler quer aumentar impostos, a menos que seja necessário. Mas, devido às “circunstâncias extraordinárias” da recessão, será preciso aumentar as receitas (do governo).

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PIB espanhol cai 1,8% no primeiro trimestre

A economia espanhola atravessa a sua pior recessão em mais de meio século, e os dados recentes divulgados não fazem senão confirmar que o fim da crise ainda está longe, e que ainda há muita tempestade para enfrentar. Conforme revelou hoje o Banco da Espanha, o PIB aumentou a sua queda para 1,8% no primeiro trimestre, o que agrava a queda para 2,9%, em comparação com os níveis de doze meses atrás.

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