Painel do dia

Ken Lewis não é mais o presidente do conselho do Bank of America

Os aplausos trovejaram no Teatro Belk na última quarta-feira para uma estrela em decadência das finanças norte-americanas: Kenneth D. Lewis, o sitiado presidente do Bank of América (BofA). Mas todos aqueles “hurras” oferecidos por funcionários leais e crentes perseverantes não balançaram os acionistas do banco. Lewis, que ajudou a transformar o Bank of America no maior banco do país, foi despojado do título de presidente do conselho – um golpe contundente que põe o seu legado administrativo em dúvida. Numa controversa assembléia geral anual, investidores irritados o responsabilizaram por aquilo que consideram uma série de erros que obrigaram o outrora poderoso banco a aceitar não um, mas dois resgates do governo. Embora Lewis continue como presidente-executivo – o conselho manifestou seu apoio unânime a ele – muitos dentro e fora do banco gostariam de saber se ele vai agüentar (a pressão).

Clique aqui


Gripe suína obriga México a interromper atividade econômica

O presidente do México, Felipe Calderón, disse ao seu povo para ficar em casa a partir de sexta-feira, para uma interrupção parcial da economia, após a Organização Mundial da Saúde dizer que a pandemia de gripe suína é iminente. Calderón ordenou aos escritórios do governo e empresas privadas não cruciais à economia que parem de trabalhar, para evitar infecções adicionais do novo vírus, que já matou 176 pessoas no México e está agora se espalhando por todo o mundo. “Não há lugar mais seguro do que a sua própria casa, para evitar a infecção pelo vírus da gripe”, disse Calderón em seu primeiro pronunciamento televisivo desde que a crise eclodiu na semana passada.
Clique aqui


Inflação da Eurozona se estabiliza

A taxa anual de inflação nos 16 países que usam o euro se estabilizou em abril, apesar de uma baixa recorde, mostraram os dados divulgados nesta quinta-feira. A agência oficial de estatísticas da União Européia, Eurostat, disse que a taxa de inflação na zona do euro ficou inalterada em 0,6%, comparada com um ano antes. Esse é o nível mais baixo desde o início dos registros, em 1996. A taxa de inflação foi inferior ao esperado.

Clique aqui


Chrysler por um fio

Defrontando-se com o prazo limite nesta quinta-feira, a montadora norte-americana Chrysler surge à beira da falência, mesmo com a administração Obama ter sinalizado o compromisso de manter viva a problemática montadora. Enquanto os grandes credores concordaram em desistir de mais de US$ 7 bilhões devidos pela Chrysler, algumas entidades não bancárias estão contrariando os pedidos do Departamento do Tesouro. Como resultado, espera-se que a Chrysler solicite proteção contra falência (constante no Capítulo 11 da lei de falências) no final do dia, de acordo com relatórios publicados citando pessoas familiarizadas com as negociações. Apesar do revés, crescem as esperanças de que a empresa evitará o encerramento de atividades e liquidação judicial, enquanto espera-se que a falência abra caminho para uma fusão com a fabricante de automóveis italiana Fiat. O presidente Obama disse na quarta-feira que estava mais esperançoso do que há um mês atrás, e que a falência seria rápida e resultaria em uma empresa reestruturada e financeiramente saudável. A nova empresa seria controlada pelo sindicato dos trabalhadores (UAW, na sigla em inglês) e a Fiat.

Clique aqui


Aso pede à China que siga a trilha da paz

Japan Today

O primeiro-ministro japonês Taro Aso instou a China nesta quinta-feira a continuar com a promessa de seguir um caminho de desenvolvimento pacífico, para não acionar preocupações na região e no mundo. Num discurso proferido em um hotel de Pequim, Aso disse que o Japão e a China não deveriam se tornar potências militares que ameacem uns aos outros. “Estamos conscientes de que a China está determinada a contribuir para criar um mundo de paz eterna e prosperidade comum, através da estratégia de ‘desenvolvimento pacífico’”, disse Aso em um evento com a participação de membros da Federação Chinesa da Juventude. Os críticos japoneses dizem que o orçamento militar da China carece de transparência, e se mostram  cautelosos com a modernização dos equipamentos militares do país vizinho.

Clique aqui


Você pode fazer o Jornal GGN ser cada vez melhor.

Apoie e faça parte desta caminhada para que ele se torne um veículo cada vez mais respeitado e forte.

Apoie agora

Deixe uma mensagem

Por favor digite seu comentário
Por favor digite seu nome