Painel do dia

China continua comprando títulos do Tesouro dos EUA

A China está injetando mais dinheiro em títulos do Tesouro dos EUA, mostram os dados recentes, apesar das preocupações manifestadas em Pequim nos últimos meses em relação à segurança dos seus ativos ligados ao dólar. A posição de títulos do Tesouro da China continental saltou de US$ 744,2 bilhões em fevereiro para US$ 767,9 bilhões em março, segundo os dados do Tesouro dos Estados Unidos. O valor não inclui os dados de Hong Kong, região sob administração especial, que aumentou de US$ 76,3 bilhões para US$ 78,9 bilhões. As estatísticas mostram que a China está confortavelmente posicionada no topo dos compradores de títulos do Tesouro, apesar de anos tentando diversificar as suas reservas em dólar. O premiê chinês Wen Jiabao manifestou rara preocupação oficial em março sobre a segurança da enorme posição de títulos dos EUA detida pelo país, mas no mesmo mês, de acordo com os dados mensais do Tesouro, Pequim comprou até US$ 23,7 bilhões em títulos, o maior fluxo desde novembro.

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Bancos pequenos precisam de US$ 24 bilhões de capital

Os pequenos e médios bancos dos EUA devem levantar cerca de US$ 24 bilhões para satisfazer as normas de capital estabelecidas pelo governo no seu teste de stress para grandes instituições, mostra uma pesquisa para o Financial Times. Notícias de potencial escassez de capital poderiam aumentar a pressão sobre muitos dos 7.900 bancos que formam a espinha dorsal do sistema financeiro norte-americano. Cerca de mais 500 bancos poderiam fechar, segundo o banco de investimentos Sandler O’Neill, que levou a cabo a investigação. Desde a divulgação neste mês dos testes para os 19 maiores bancos, reguladores e investidores têm aumentado sua incidência sobre o próximo grupo de credores, em meio às preocupações de que alguns deles poderiam ter que lutar para sobreviver se a economia piorar.

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Zona do Euro tem superávit em março

Os 16 países que compõem a Zona do Euro tiveram uma balança comercial positiva pela primeira vez em quase um ano. O bloco teve um excedente comercial de 400 milhões de euros (US$ 538 milhões) em março, o primeiro superávit desde o saldo positivo de 20 milhões de euros em junho do ano passado, disse o Eurostat. As nações tiveram um déficit de 1 bilhão de euros em fevereiro, que havia sido revisado para baixo, para 2 bilhões de euros. A notícia é positiva para os países da Eurozona, cujas economias se contraíram 2,5% nos primeiros três meses de 2009. Os economistas esperavam um déficit comercial de 300 milhões de euros em março.

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Para bancos, recuperação do Japão continua fraca

A recessão no Japão pode atingir o piso por volta de setembro, mas os débitos ruins dos bancos japoneses vão continuar elevados ao longo deste ano, disse Katsunori Nagayasu, presidente da Associação Japonesa de Banqueiros. Seus comentários chegam no momento em que as esperanças de que a segunda maior economia do mundo está se recuperando da sua mais profunda recessão desde a Segunda Guerra Mundial, e que as medidas do governo para reativar a economia podem estar começando a dar os seus frutos. O presidente do Banco do Japão, Masaaki Shirakawa, constatou timidamente na quarta-feira sinais de recuperação, e os dados da produção industrial japonesa mostraram o primeiro aumento durante o mês de março, depois de seis meses.

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Lula chega à China para aprofundar parceria

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou em Pequim nesta segunda-feira para conversações com líderes chineses, dizendo adiantadamente que os três dias de visita planejados serão para aprofundar parcerias estratégicas com a China. Foi agendado o encontro de Lula com o presidente chinês Hu Jintao e o primeiro-ministro Wen Jiabao na terça-feira, afirmou o Ministério dos Negócios Estrangeiros da China. Antes de sua chegada, Lula disse à agência estatal de notícias Xinhua que via três elementos-chave na parceria estratégica: comércio, cooperação científica e coordenação em assuntos internacionais. A parceria estratégica Brasil-China poderia alargar a cooperação das duas nações com outros países em desenvolvimento, e “até mesmo conduzir ao cenário de uma nova economia global, científica e comercial no século 21”, disse Lula à agência. O porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês, Ma Zhaoxu, disse que Lula e Hu esperam “uma ampla e profunda troca de opiniões sobre o aprofundamento bilateral de parcerias estratégicas, expandindo a cooperação pragmática em vários domínios, bem como em questões regionais e internacionais de interesse comum”.

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