Painel do dia

Brasil e China forjam aliança e preocupam EUA

Reportagem da BBC noticia que a reunião entre os presidentes do Brasil e da China em Pequim, nesta terça-feira, “reúne duas forças poderosas entre as nações em desenvolvimento do mundo”, e preocupa Washington. A relação com a América Latina não foi uma prioridade no governo de George W. Bush, mas alguns sinais da nova administração sugerem que a atitude começa a mudar. No início deste mês, a secretária de Estado dos EUA, Hillary Clinton, disse que o Irã e a China têm feito o que ela chamou de “ganhos bastante perturbadores” na América Latina. “Eles estão construindo ligações econômicas e políticas muito fortes com vários desses líderes. Penso que não é do nosso interesse”, disse ela. Alguns analistas nos Estados Unidos ficaram perplexos que a secretária de Estado tenha agrupado suas preocupações com estes países em conjunto, dado que as atenções sobre o Irã têm mais o foco da segurança, enquanto a China é o econômico.

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Mercados derivativos recuam pela primeira vez

Os mercados derivativos sofreram pela primeira vez no segundo semestre de 2008, enquanto a crise financeira mundial reprimia as negociações, disse o Banco de Compensações Internacionais (BIS, na sigla em inglês) em um relatório. O montante de contratos ligados a títulos, moedas, commodities, ações e taxas de juros caiu 13,4%, para US$ 592 trilhões, disse ontem o banco sediado na Basiléia, Suíça. Esse é o primeiro declínio em 10 anos de compilação dos dados. O montante de troca de crédito por inadimplência (CDS, na sigla em inglês), que protege investidores contra as perdas em títulos e empréstimos, caíram 27%, após cobrir US$ 41,9 trilhões de dívida especulativa.

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Falência da GM é inevitável

Após 100 anos de negócios e 10 meses de frenética, mas falha reestruturação, a montadora norte-americana General Motors está a semanas do registro de sua falência, que os especialistas dizem ser necessário para completar a tentativa da administração Obama de reformular um ícone decadente da indústria norte-americana. Diante do prazo de 1º de junho imposto pelo governo para a reestruturação, a GM está lutando para cortar cerca de US$ 27 bilhões em dívida, obter concessões do sindicato dos trabalhadores para corte de custos e eliminar quase 1.600 concessionários. Mas, com o tique-taque do relógio, especialistas vêem como certo que a GM seguirá o seu rival menor Chrysler no tribunal federal de falências.

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Goldman e Morgan Stanley pedem permissão para reembolsar governo dos EUA

Os bancos norte-americanos Goldman Sachs e Morgan Stanley pediram permissão ao Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) para reembolsar US$ 10 bilhões, cada um, do dinheiro da ajuda federal, disseram relatórios. O Wall Street Journal informou que os pedidos estão pendentes. O documento também disse que o governo federal não permitirá que nenhum banco reembolse os fundos do Programa de Alívio de Ativos Problemáticos após 8 de junho. Esse é o prazo limite pelo qual as empresas devem apresentar planos de angariação de capital para o governo.
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Obama tenta fechar acordos comerciais da era Bush

O representante comercial dos Estados Unidos, Ron Kirk, disse que está tentando retomar algumas iniciativas remanescentes de comércio lançadas pela administração Bush, mas sinalizou que a nova prioridade da administração Obama será o aprofundamento dos laços comerciais dos Estados Unidos com a Ásia. Em um discurso na Câmara de Comércio na segunda-feira, Kirk disse que a administração está “trabalhando furiosamente” para finalizar um pacto de livre comércio com o Panamá e avançar em um acordo com a Colômbia. Ambos tinham sido iniciados na administração Bush, mas encalharam após os Democratas (partido governista) assumirem o controle do Congresso em 2007.

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