Painel do dia

Fed monitora produção nos EUA para avaliar alta no juro

O Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) está voltando sua atenção para o impacto da crise econômica sobre a capacidade produtiva da economia dos Estados Unidos – uma questão central para qualquer avaliação de quando o banco poderá começar a endurecer a política monetária de novo. Segundo a reportagem, a expectativa de crescimento relativamente modesta no futuro sugere que o Fed considera que um excesso de capacidade vai continuar a exercer pressão descendente sobre os preços por um período prolongado. Isto significa que o banco central pode não ter qualquer pressa para elevar as taxas de juro no próximo ano, a menos que o crescimento seja mais forte do que o esperado, ou que as expectativas da inflação se movam para cima.

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Ativos estrangeiros da China crescem

Os ativos estrangeiros da China aumentaram 23% no ano passado, para US$ 2,92 trilhões. A Administração Estatal de Câmbio também disse que as reservas de divisas da China representaram quase US$ 2 trilhões dos seus ativos no estrangeiro. O restante inclui ativos como investimentos diretos e ações detidas por bancos de propriedade estatal e empresas privadas. O governo chinês está incentivando as empresas a investirem mais no exterior, em parte para ajudar a reduzir a pressão ascendente sobre a moeda chinesa, o yuan. No início deste ano, alguns funcionários chineses apelaram para que o dólar fosse substituído como moeda internacional de reserva por uma nova, gerenciada pelo Fundo Monetário Internacional. A China está tentando abertamente diversificar suas reservas cambiais em outras moedas que não o dólar. Recentemente, discutiu com o Brasil um plano para negociar diretamente entre si, usando a moeda de cada país, ao invés do dólar.

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Investidores querem GM Europa

A divisão europeia da montadora norte-americana General Motors (GM) disse nesta quarta-feira que espera receber pelo menos três propostas de investidores potenciais hoje, às 16h, pelos seus ativos europeus. Um porta-voz da empresa recusou-se a revelar quaisquer nomes de potenciais investidores. A automobilística italiana Fiat planeja integrar as operações da GM Europa, América Latina e África do Sul em uma aliança global com as suas próprias unidades, além da Chrysler. A fornecedora de auto-peças austro-canadense Magna International também sinalizou interesse na GM Europa, mas não forneceu mais pormenores do seu plano até agora. A GM Europa inclui a marca alemã Opel, bem como a Vauxhall no Reino Unido e a Saab na Suécia.

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PIB do Japão afunda no primeiro trimestre

A economia do Japão enfrentou sua mais profunda contração no primeiro trimestre, enquanto o impacto da recessão econômica mundial se propagava do setor exportador para os consumidores domésticos. Mas recentes melhoras na atividade industrial indicam que a economia começou a deixar o abismo, embora a um ritmo forçado. O governo afirmou no início desta quarta-feira que o produto interno bruto diminuiu 4% no primeiro trimestre a partir do trimestre anterior, pior do que o declínio de 3,8% do quarto trimestre, e marcando o quarto período consecutivo de contração. A última leitura se traduz em uma contração anualizada de 15,2%, pior desempenho desde 1955.

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Queda do PIB espanhol pode ter atingido o pico

Os dados que estão sendo divulgados sobre a recente evolução da economia, além de superar a maior parte das previsões de agências internacionais, estão confirmando que o primeiro trimestre de 2009 vai entrar para os arquivos como o mais destrutivo da recessão. O novo Secretário de Estado de Assuntos Econômicos, José Manuel Campa, disse hoje que a queda do Produto Interno Bruto da Espanha, de 3% no primeiro trimestre, “pode ter atingido desde o seu ponto alto”, e acrescentou, com a devida cautela, que espera que o segundo trimestre a evolução econômica “não será tão negativa”. Segundo confirmado hoje pelo INE (Instituto Nacional de Estatística), em comparação com a retração de 2,9% publicada na passada sexta-feira, a queda inédita do consumo e dos investimentos aumentou a contração do PIB para 3% no primeiro trimestre, em comparação com os primeiros três meses do ano passado, maior declínio desde a crise enfrentada em 1959.

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