Painel do Dia

Obama diz que G20 abre caminho para a recuperação econômica

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, declarou que a reunião do G20, ocorrida ontem em Londres, foi um evento “histórico” e o “ponto da virada” na recuperação da recessão mundial. Em sua primeira reunião internacional como presidente, Obama se empenhou especialmente nos acordos de regulamentação financeira e ajuda econômica de emergência. Os riscos econômicos permanecem, disse Obama, mas “as medidas que foram tomadas são críticas para evitar que escorreguemos para uma depressão”.

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Economia espanhola se contrairá 3% este ano

A economia espanhola vai se contrair em 3% este ano, e a recessão mundial vai se prolongar até 2010, estimou o Banco da Espanha. No próximo ano, o PIB da Espanha vai encolher 1%. As estimativas do banco são mais pessimistas que as do governo, de queda do 1,6% do PIB neste ano e crescimento de 1,2% em 2010. Para o banco, uma “recuperação incipiente” ocorrerá no final do ano que vem.

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Congresso dos EUA aprova orçamento de US$ 3,5 tri

O Congresso dos Estados Unidos aprovou ontem à noite o orçamento federal de US$ 3,53 trilhões para o ano fiscal de 2010, encerrando várias semanas de debates. O pacote, que será usado para reativar a economia, foi aprovado no Senado, com 55 votos a favor e 43 contra, depois de ter passado pela Câmara dos Representantes (Deputados). De Londres, onde participava da reunião do G20, o presidente Barack Obama comemorou a aprovação. “Esta noite, o Senado se juntou à Câmara dos Representantes ao dar um passo importante rumo à reconstrução da nossa economia”, disse.

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RBS atribui prejuízo à compra do ABN

O novo presidente do RBS (Royal Bank of Scotland), Philip Hampton, atribuiu grande parte dos problemas financeiros da instituição à compra do banco holandês ABN Amro, e que o corte de mais empregos serão inevitáveis no Reino Unido. No mês de fevereiro, o RBS reportou um prejuízo de 24,137 bilhões de libras em 2008 (27,274 bilhões de euros), o maior da história britânica. Em outubro de 2007, o RBS formou um consórcio com os bancos Fortis e Santander para adquirir o controle do ABN Amro, por 70 bilhões de euros.

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Hungria reduz salários públicos e previdência

O primeiro-ministro da Hungria, Gordon Bajnai, que vai assumir em 14 de abril, anunciou um plano fiscal que inclui congelamento de salários do setor público e cortes na previdência social. A Hungria é um dos países do Leste Europeu mais atingidos pela crise financeira, e é vista como um teste chave para a União Européia (UE). O bloco está sendo questionado em relação à sua disposição de ajudar seus membros mais enfraquecidos, sobretudo os do Leste. Os líderes da UE têm dito que preferem que o FMI (Fundo Monetário Internacional) conduza a reestruturação da ajuda à região.

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