Painel internacional

EUA devem anunciar novas regras bancárias

BBC NEWS

O governo dos EUA está pronto para anunciar uma grande reforma da regulamentação bancária para prevenir futuras crises financeiras. O presidente Barack Obama deve anunciar um plano que exige que os grandes bancos provisionem mais dinheiro contra perdas futuras, e limitar a tomada de riscos excessivos. O banco central dos EUA, o Federal Reserve, terá autoridade para controlar as grandes instituições financeiras. E os consumidores receberão uma agência especial para proteger seus interesses e regular hipotecas e cartões de crédito. O plano é a maior reestruturação do sistema de regulamentação financeira dos EUA desde os anos 1930.

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Regulação bancária do Reino Unido não mudará

BBC NEWS

O chanceler de finanças do Reino Unido, Alistair Darling, não prevê uma reforma fundamental da estrutura do sistema que regulamenta as instituições financeiras britânicas. Darling afirmou que o sistema de regulação atual não é o culpado pelo arrocho de crédito, e ao invés disso, responsabilizou os presidentes das instituições financeiras. Ele quer melhorar a qualidade dos reguladores e aqueles que gerem os bancos. Existe atualmente um sistema tripartite, com o Tesouro, o Banco da Inglaterra e a Autoridade de Serviços Financeiros (FSA, na sigla em inglês). O sistema tem sido amplamente criticado por não impedir a excessiva tomada de risco dos bancos, e foi introduzido pelo primeiro-ministro Gordon Brown, quando era chanceler.

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Protecionismo em alta com programa “Compre chineses”

A China apresentou a exigência de que os seus projetos de estímulo governamental tenham a política de “Compre (produtos) chineses”, medida que provavelmente vai atiçar a ira dos principais parceiros comerciais do país, em meio a recriminações mútuas de políticas protecionistas. Os projetos de compras governamentais prevêem abastecimento com produtos estrangeiros somente se nenhum equivalente doméstico estiver disponível ou se o preço para os bens for irreal, de acordo com um despacho emitido conjuntamente por nove departamentos governamentais. Analistas disseram que a medida envia a mensagem errada para uma economia que depende fortemente do comércio internacional. Também parece contraditório, depois de Pequim protestar contra a exigência de Compre americanos, que foi incluído no programa de salvamento público de Washington, anunciado no início deste ano.
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Desemprego no Reino Unido desacelera

The Wall Street Journal

Há indícios de que o pior da recessão no Reino Unido pode ter acabado, com a medição de aumento do desemprego subindo em seu ritmo mais lento em 10 meses, e revisando para baixo o aumento do desemprego de abril, revelaram os dados oficiais nesta quarta-feira. O Escritório de Estatística Nacional informou que os pedidos de seguro desemprego requeridos no Reino Unido subiram para 39,3 mil em maio, em comparação com o aumento de 49,6 mil pedidos em abril. A contagem de pedidos do benefício havia se elevado para 136 mil em fevereiro passado. Os economistas previam que a contagem aumentaria para 65 mil em maio. O número de pedidos de seguro desemprego de abril foi inicialmente registrado em 57 mil.

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Greenberg, ex-AIG, se defende de processo bilionário

Financial Times

Hank Greenberg, que foi afastado do posto de executivo-chefe da seguradora norte-americana AIG em 2005, defende a decisão de encerrar o processo de indenização de longo prazo que envolve um bloco de ações da seguradora, agora no centro de uma ação judicial de US$ 4,3 bilhões. Greenberg, 84, disse a um tribunal que os acionistas ordinários da sua empresa de investimento, a Starr International Company (Sico) maior acionista da AIG tinham perdido a confiança na empresa depois que ele foi forçado a sair. Eles sentiram que perderam o controle”, disse ele. Acho que os acionistas confiavam em mim. O registro da AIG fala por si… Eu era apenas um entre 11 sócios”. A AIG quer as ações e os US$ 4,3 bilhões que a Starr obteve quando vendeu uma fatia da sua participação na seguradora, alegando que a empresa se desfez indevidamente de ações que eram reservadas aos seus empregados.

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