Painel internacional

Com fortalecimento chinês, aumenta clamor por yuan forte

A produção industrial da China e o superávit comercial subiram em outubro, indicando uma consistente recuperação na terceira maior economia do mundo, o que provavelmente amplia os clamores para deixar o yuan se valorizar. Os dados divulgados hoje vêm dias antes de os líderes da região Ásia-Pacífico se reinirem em Cingapura, e da visita do presidente dos EUA, Barack Obama, a Pequim, onde planeja abordar a política monetária da China. O premiê chinês Wen Jiabao, rejeitou até agora a pressão para afrouxar as rédeas sobre o yuan, aguardando uma maior repercussão nas exportações, como esforço para garantir a estabilidade social e ganhos do trabalho. “Para a China, é necessário e adequado permitir que a moeda seja mais flexível”, disse o presidente do Banco Asiático de Desenvolvimento, Haruhiko Kuroda, em entrevista à Bloomberg Television hoje em Cingapura. “A resposta às crises pelas autoridades chinesas tem sido excelente”, e “eles tiveram uma recuperação econômica muito forte”, também disse.

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E mais:

O presidente do Fed sob ataque

Senadores democratas propõem nova regulação financeira nos EUA

O apagão de energia no Paraguai e Brasil

Ativos tóxicos à venda!


O presidente do Fed sob ataque

New York Times

Com o Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA) sob o mais intenso ataque a qualquer momento em décadas, Ben S. Bernanke, o professoral presidente do Banco Central, foi instruído no mês passado sobre como lidar com as crescentes exigências políticas de seu trabalho. Durante meses, ele avisou – sem que ninguém no Capitólio aparecesse para ouvi-lo – que um projeto de lei aparentemente inócuo, que permite ao congresso “auditar” o Fed, seria uma grave ameaça à independência do banco central. Foi suficientemente preocupante (saber) que o autor do projeto de lei era o deputado Ron Paul, o quixotesco republicano do Texas cujo novo livro, “Fim do Fed”, havia acabado de desembarcar nas listas de best-seller. Apesar dos protestos vigorosos de Bernanke, cerca de 300 congressistas da Câmara e 30 senadores haviam aprovado o projeto de lei de Paul. Mas quando (Bernanke) se sentou para um café e muffins em 1 de outubro com o deputado Barney Frank, o amarrotado e arguto presidente do Comitê de Serviços Financeiros da Câmara, recebeu alguns conselhos ásperos. Os eleitores ficaram desconfiados e irritados com o Fed por causa dos esforços de trilhões de dólares para socorrer o sistema financeiro, advertiu Frank. Se o Fed realmente queria sobreviver ao descontentamento de ambas as partes, continuou, Bernanke teria que voltar atrás e deixar que ele (Frank) conduzisse um acordo. Com relutância, o presidente do Fed decidiu reduzir a sua própria visibilidade sobre a questão e deixar que Frank assumisse a liderança.

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Senadores democratas propõem nova regulação financeira nos EUA

The Wall Street Journal

Os senadores democratas divulgaram um plano na terça-feira que imporia restrições radicais ao Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), apresentando o maior desafio legislativo para o Banco Central nas últimas décadas, e que ilustram como o Capitólio continua dividido sobre o futuro da regulação financeira. O movimento é parte de uma ampla proposta de 1.136 páginas do presidente do Comitê Bancário do Senado, Christopher Dodd, destinado a reescrever como os mercados financeiros serão supervisionados. A proposta criaria um regulador bancário único, um conselho de reguladores para controlar os riscos sistêmicos para a economia e uma Agência de Proteção ao Consumidor Financeiro para escrever e fazer cumprir as regras sobre os produtos, tais como hipotecas e cartões de crédito.

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O apagão de energia no Paraguai e Brasil

New York Times

Um problema com a usina hidrelétrica de Itaipu mergulhou o Paraguai e grande parte do Brasil na escuridão na noite de terça-feira, praticamente paralisando os dois países. A energia estava sendo restabelecida nas cidades brasileiras nesta quarta-feira, informou a Associated Press. A falha de energia derrubou a rede elétrica em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e outras cidades, e também forçou o fechamento dos principais aeroportos do Rio e São Paulo, bem como o sistema de metrô de São Paulo, noticiou o site de notícias G1. Itaipu, a maior usina hidrelétrica operacional do mundo, fica na fronteira entre Brasil e Paraguai.

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Ativos tóxicos à venda!

CNNMoney.com

Para alguns bancos, tentar ficar saudável simplesmente significa ficar menor. Com os problemas nos mercados imobiliários residencial e comercial continuando a se deteriorar, uma série de mutuantes venderam nos últimos meses alguns dos seus ativos mais problemáticos. O Marshall & Ilsley (MI), banco regional com sede em Milwaukee, que tem filiais nos estados economicamente extenuados do Arizona e Flórida, vendeu quase US$ 500 milhões de empréstimos de risco ou não realizados durante os primeiros nove meses de 2009. O Synovus Financial (SNV), da Geórgia, verteu cerca de US$ 339 milhões em créditos e hipotecas imobiliárias no terceiro trimestre. A empresa anunciou que planeja vender outros US$ 261 milhões até o final do ano. As vendas de empréstimos não são novidade no setor bancário. Tomadores muitas vezes vendem bons e maus empréstimos para se certificar que não estão demasiado expostos a qualquer tipo de ativo em particular. Nos últimos meses, porém, os credores têm considerado cada vez mais as vendas de empréstimos, enquanto os mutuários lutam para se manter à tona. Em um indicador, os bancos venderam quase US$ 1 trilhão em hipotecas a famílias de 1 a 4 pessoas durante o segundo e terceiro trimestres, de acordo com SNL Financial, mais do que o dobro do montante vendido durante 2007, quando o mercado imobiliário dos EUA começou a mostrar sinais de estresse.

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