Painel internacional

Obama e Hu mostram cooperação, mas diferenças persistem

ABC News

O presidente dos EUA, Barack Obama, e o presidente chinês, Hu Jintao, emergiram de horas de intensas negociações nesta terça-feira determinados a alinhar suas influências combinadas sobre questões cruciais, mas ainda mostrando divisões sobre a segurança econômica, e as questões de direitos humanos que há muito tempo atormentaram as duas potências. “O relacionamento entre nossos dois países vai muito além de uma questão simples”, disse Obama, em uma aparição conjunta com Hu, seguida de cerca de duas horas e meia de conversas formais a portas fechadas. Ambos os líderes falaram em condições audaciosas na crescente relação entre os países. Eles enfatizaram a cooperação na economia, mudanças climáticas, energia e nos diferentes graus de ameaças nucleares do Irã e Coreia do Norte. Em um acordo menor, os dois fixaram uma data para retomar o diálogo do longo impasse sobre direitos humanos no próximo ano. Mas as diferenças permaneceram, ressaltando que as tensões dificilmente seriam apagadas na primeira visita de alto nível de Obama à China.

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Botín afirma que tamanho “não é o problema”

Merkel confirma presença em Copenhague

Bernanke alerta que recuperação corre risco

Inflação britânica começa a subir


Botín afirma que tamanho “não é o problema”

ELPAIS.COM

O presidente do Grupo Santander – o segundo maior banco europeu –, Emilio Botín, apelou hoje para que as grandes instituições não sejam penitenciadas com maiores exigências de capital, já que em sua opinião deve-se monitorar o risco e não o tamanho, que “não é o problema. Em seu discurso de abertura da II Conferência Bancária, realizada na Cidade Financeira do Grupo, em Boadilla del Monte, Botín explicou que as grandes instituições são necessárias, pois desempenham um papel fundamental na oferta de serviços financeiros a empresas multinacionais, oferecem uma gama maior de serviços aos consumidores e têm uma diversificação que reduz o risco global da instituição. Além disso, como observou Botín, a expansão internacional de grandes bancos nos países emergentes tem contribuído para o desenvolvimento dos sistemas financeiros. E, como se referiu, apenas entidades grandes e bem geridas têm sido capazes de acudir ao resgate de outros bancos que tiveram problemas, ajudando a reduzir o risco sistêmico.

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Merkel confirma presença em Copenhague

SPIEGEL ONLINE

A chanceler alemã, Angela Merkel anunciou na segunda-feira que estará presente na Conferência do Clima das Nações Unidas que começa em Copenhague no início de dezembro. Para uma conferência que tem experimentado muitas contrariedades, este é definitivamente um bônus adicional. Parece que o mais provável é que a conferência de Copenhague não vá conseguir qualquer tipo de acordo vinculante, e quanto mais as negociações atolam, menos os líderes internacionais importantes planejam comparecer. Portanto, o fato de a chanceler alemã anunciar a firme intenção de ir é um bom sinal. Lá, irá se juntar a 40 outros líderes do mundo, inclusive o presidente francês, Nicolas Sarkozy, e o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown – embora se o presidente norte-americano Barack Obama, vá participar, (isso) é ainda incerto.

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Bernanke alerta que recuperação corre risco

The Wall Street Journal

O Presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Ben Bernanke, fez uma avaliação sombria na segunda-feira de como a recuperação econômica vai se desdobrando, advertindo que o persistente desemprego elevado, os tépidos empréstimos bancários e contínuos problemas em imóveis comerciais vão manchar e enfraquecer a retomada. Seus comentários, antes de uma reunião de economistas e veteranos de Wall Street em Nova York, marcou uma partida suave para o chefe do Fed. Ele passou meses tranqüilizando a população de que as taxas de juro baixas e os programas de salvamento do governo haviam plantado as sementes de uma recuperação.

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Inflação britânica começa a subir

BBC NEWS

O Índice de Preços ao Consumidor (CPI, na sigla em inglês) subiu para 1,5% em outubro, ante 1,1% em setembro. Enquanto isso, o Índice de Preços no Varejo (RPI, na sigla em inglês) que mede a inflação, e que inclui pagamentos de juros hipotecários e custos da habitação, subiu de -1,4% para -0,8%. A inflação acelerou, principalmente porque os preços dos combustíveis caíram muito menos do que no mesmo período de um ano atrás. O Escritório Nacional de Estatísticas disse que os custos do combustível caíram apenas 0,7% entre setembro e outubro, comparado com um recorde de queda de 6,1% no ano passado. A grande queda no ano passado foi causada por um deslize dramático no preço do petróleo. Os preços dos carros de segunda mão, que subiram no ritmo mais rápido na história, também contribuíram para o aumento da inflação em outubro, disse o escritório. Ele também disse que a subida dos preços dos dispositivos de gravação, jogos e brinquedos ajudou a empurrar a inflação para cima.

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