Painel internacional

A discussão sobre o fortalecimento do yuan

Economist.com

O presidente dos EUA, Barack Obama, em sua primeira visita à China nesta semana, incitou o governo chinês a permitir que sua moeda se valorize. O presidente Hu Jintao educadamente preferiu ignorá-lo. Nas últimas semanas, Jean-Claude Trichet, o presidente do Banco Central Europeu, e Dominique Strauss-Kahn, o diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional, também clamaram por um yuan mais forte. Mas a China irá ajustar sua moeda apenas quando bem entender, e não em resposta à pressão externa. A China permitiu que o yuan subisse 21% em relação ao dólar nos últimos três anos até julho de 2008, mas desde então a taxa tem se mantido mais ou menos fixa. Como resultado, o valor comercial do yuan foi arrastado para baixo este ano pelo dólar enfraquecido, enquanto muitas outras moedas subiram. Desde março, o real brasileiro e o won sul-coreano ganharam 42% e 36% respectivamente, contra o yuan, corroendo seriamente a competitividade desses países.

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E mais:

Geithner: ‘a crise de crédito não acabou’

O temor de um duplo mergulho no mercado imobiliário

Obama se aproxima da Coreia do Sul

Divida pública britânica aumenta


Geithner: ‘a crise de crédito não acabou’

Um dia depois de o presidente executivo do banco Goldman Sachs pedir desculpas por seu papel no colapso financeiro, o secretário do Tesouro dos EUA, Tim Geithner, exortou os financistas a acelerar e fazer mais para reparar os danos que ajudaram a provocar. “Esta crise de crédito ainda não acabou”, disse Geithner em um fórum de financiamento a pequenas empresas em Washington, organizada pelo Tesouro. “Pode estar muito melhor para as grandes empresas, mas não acabou para as pequenas empresas em todo o país”. O sistema bancário do país foi estabilizado com dinheiro do contribuinte, e Geithner disse que responsabiliza os maiores bancos pela passagem da tocha (da crise) de Wall Street (capital financeiro) a Main Street (comércio). “Os bancos têm alguma responsabilidade pela extensão dos danos causados pela crise”, disse. “E eles têm uma obrigação substancial para ajudar as nossas comunidades a voltar a se recuperar.

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O temor de um duplo mergulho no mercado imobiliário

The Wall Street Journal

O mercado imobiliário dos EUA está estrepitando novamente, acrescentando dúvidas sobre o vigor da recuperação econômica. Apenas alguns meses depois de o mercado imobiliário mostrar sinais de nivelamento, os ventos ruins e a incerteza sobre a extensão da taxa de financiamento imobiliário ao tomador enviaram o início de (construção de) novas casas em outubro a um mergulho de 10,6% em relação ao mês anterior. Eles caíram para o menor nível desde abril, disse o Departamento de Comércio nesta quarta-feira. O início de casas menores, para uma só família, caiu 6,8%.

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Obama se aproxima da Coreia do Sul

AP Associated Press

O presidente dos EUA, Barack Obama, diz que está empenhado em resolver questões que protelaram os acordos de livre comércio entre os Estados Unidos e a Coreia do Sul. Obama disse na quinta-feira em Seul que a expansão dos laços comerciais trariam benefícios econômicos e estratégicos para ambos os países. Ele disse que o Congresso deve reconhecer que o comércio dos EUA com a Coréia do Sul não tem os mesmos desequilíbrios como com outras nações asiáticas. Um acordo de comércio foi assinado em 2007 pelos dois governos no âmbito dos líderes anteriores, mas ainda não foi ratificado pelo Congresso. Obama falou em uma conferência de imprensa conjunta com o presidente sul-coreano Lee Myung-bak.

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Divida pública britânica aumenta

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As surradas finanças públicas britânicas foram jogadas de volta aos holofotes hoje, quando se revelou que o Governo foi forçado a pedir 11,4 bilhões de libras em outubro para fechar as contas – o pior valor mensal desde que os registros começaram em 1946. As receitas fiscais tiveram um colapso de 4,1 bilhões de libras em comparação com outubro de 2008, enquanto os gastos foram 4,5 bilhões de libras maiores, com a recessão mostrando seus efeitos sobre os lucros corporativos e os gastos dos consumidores, ao mesmo tempo em que as despesas sociais aumentaram. A dívida líquida total do setor público cresceu para 829,7 bilhões de libras, equivalentes a 59,2% da produção nacional total até o final de outubro. Isso se compara aos 695,1 bilhões de libras, representando 48,6% de um ano antes. O golpe no endividamento – pior do que a cidade estava se preparando – reduz as chances de o chanceler de finanças, Alistair Darling, ir de encontro à meta de manter o déficit orçamentário em até 175 bilhões de libras neste ano fiscal. Ele deve abrir seus planos em mais detalhes no relatório pré-orçamento do próximo mês.

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